HOUSE OF CARDS: QUASE UM ROMAN À CLEF | Blog de Vinícius Ferreira de Oliveira

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Terça-feira, 9/6/2015
HOUSE OF CARDS: QUASE UM ROMAN À CLEF
Vinícius Ferreira de Oliveira

+ de 1000 Acessos

Para quem assistiu por inteiro, não irá assistir, ou assistirá e não se importa com spoilers.

O fantasma de Maquiavel não seria capaz de compreender os ardis e intrigas de Frank Underwood para alcançar e se manter no poder se pudesse assistir à série em uma sessão espírita. Na verdade, os conselhos do florentino, que viveu na Era do Machado, só prestariam atualmente para ascender, por exemplo, na hierarquia do tráfico do Alemão ou na Camorra. A complexidade da política e do governo atuais lhe pareceriam quase tão impenetráveis quanto a física quântica hoje para um cientista do século XVI.

Mas os princípios e o realismo são os mesmos em O Píncipe e na ficção de House of Cards, cuja terceira temporada veio a lume recentemente. A compilação dos solilóquios de Frank Underwood daria para criar uma pequena versão moderna do clássico de Maquiavel, tão cínica quanto, porém mais engraçada. O realismo de House of Cards, é tão flagrante que a série pode ser concebida como uma parodia da realidade política de nosso tempo, um verdadeiro roman `a clef. Assim como Maquiavel foi colecionando grandes feitos históricos de ascensão nada virtuosa ao poder em sua célebre obra, Beau Willimon, criador da série, que já trabalhou nos bastidores da política, e seus roteiristas, extraíram da realidade histórica atitudes dos agentes políticos de nosso tempo (século XX e século XXI) e as transpuseram para a ficção, em alguns casos com modificações e disfarces, em outros na integridade, só trocando os nomes dos personagens.

O caso de alguns personagens secundários é descarado. O Presidente da Rússia aparece na terceira temporada e o ator que o interpreta foi obviamente escolhido por ser parecido fisicamente com Vladmir Putin. Seu nome, no entanto, é Victor Petrov. Já no episódio em surge, o Presidente Frank Underwood lhe entrega uma prancha de surf: Victor gosta de passar a imagem de vigor fisco tal como o ex-oficial da KGB que monta cavalos com o torso nu. Victor, como Putin, acaba de se divorciar e se casar com uma beldade russa. Victor enfrenta a ira do movimento gay por ter resolvido, populisticamente, tutelar a ordodoxia religiosa dos filhos da Mae Rússia. Victor é um canalha autocrático, cínico e violento. Victor é Vladmir Putin, só trocou de nome. Em um breve diálogo, ilumina, argutamente, luzes a política atual em Moscou, Underwood pergunta a Victor porque precisa agradar ao povo com seu neoconservadorismo hipócrita se as eleições são fraudadas. Victor responde: se não agrada ao povo, se expõe ao risco de ser apeado do poder por um golpe de Estado. O povo russo é o fiador de sua ditadura.

O líder dos republicanos no Senado, adversário de Frank Underwood, é um conservador de origem latina. Assim como os atuais pré-candidatos à Presidência nos EUA: Marco Rubio, Ted Cruz, dentre outros. Underwood o chama de cowboy e diz que ele trabalhou com Reagan. Em um episódio da segunda temporada, ele é conduzido "sob vara" por Underwood, então Vice-Presidente, ao plenário junto com os demais republicanos, todos algemados, porque se recusavam a participar de uma votação. A medida não é ficção, é uma possibilidade regimental real no Congresso norteamericano e já foi levada a efeito.

A série também conta com seu Edward Snowden, na pessoa do hacker Gavin Orsey, os grandes jornais tradicionais em crise, os sinistros agentes da CIA, o sindicalismo ávido por direitos e mais direitos, o candidato direitista que foi eleito pelo Tea Party, os jornalistas arrivistas de sempre, como a personagem Zoe Barnes - uma Bernstein versão lolita bonitinha mas ordinária -, além dos lobistas do grande capital de sempre. Sobre os lobistas, uma reflexão surge inevitavelmente nestes tempos de discussão de financiamento de campanha eleitoral. Tal como em Terra de Vera Cruz, as campanhas eleitorais não existiriam sem eles que sempre voltam para cobrar a conta e exigir políticas de interesse particular. Tal como no Brasil, os lobistas buscam fazer da coisa pública um negócio particular, assim como foi denunciado por Faoro em Os Donos do Poder. E tudo leva a crer que as coisas sempre foram assim com o Tio Sam também. Mas patrimonialismo nos EUA? As teorias políticas são sempre muito relativas.

Ideologicamente, a política é a mesma que vemos nos jornais. Assim como os presidentes democratas da historia, Rosevelt, Kennedy, Johnson, com os seus Neal Deal, Great Society, etc., os dois presidentes democratas da série querem alcançar o apoio popular e o seu lugar na Historia lançando mão de grandes projetos de reformas estruturais. O Presidente Walker, de quem Underwood puxa o tapete na segunda temporada quer reformar todo o sistema educacional. Underwood quer uma ampla reforma do mercado de trabalho trazendo subsidiando empregos. É o seu Obamacare.

Os complexos ideológicos dos dois partidos são bem definidos na série. Os democratas querem ampliar o Welfare State e não permitem que sejam revogados um só dos benefícios e privilégios corporativos de classe, como a dos sindicatos de professores. Os republicanos são taxes-cutters e progressivamente, como na realidade, vão ficando morenos para agradar ao coração do eleitorado chicano, tradicionalmente democrata. Mas as ideologias dos dois grandes partidos são cambiáveis e frequentemente um assume a plataforma do outro. Também isso está em House of Cards.

Mas ideologia é algo meramente instrumental para Underwood. Ele sabe jogar com todas elas a fim de alcançar sínteses que lhe proporcionem o maior número de votos possível. Consegue a proeza de vender um programa de governo para empregos essencialmente welfare state, do agrado de democratas, apelando a símbolos republicanos como o do self-made man. Os trabalhadores vão receber empregos subsidiados pelo governo, mas são convencidos de que o conseguem por mérito próprio, sem a ajuda da Mão Visível, sem taxar a renda de seus concidadãos, sem comunismo. Maquiavel não entenderia nada e os analistas políticos atuais, presos a esquematismos ideológicos, também não. Alguém mais esperto diria: é o poder, estúpido!

Quem forjou sua compreensão das coisas da política no Grande Satã nos anos 2000 do odiado Jorge Arbusto, pensaria que o mais correto seria que Beau Willimon tivesse criado um Underwood republicano, como o ex-presidente texano. Mas isto não seria condizente com o realismo histórico que motiva a série. De fato, de acordo com a crônica política, Underwood se parece mais com os presidentes democratas. Lembra-se muito do Watergate e de Richard Nixon ao se pensar em abolição de escrúpulos para ascensão ao poder, mas os democratas tem superado a "cowboyzada", ao que parece, na faina de atropelar as regras do estado democrático de direito, e da moralidade do comum dos mortais, em sua "ascese intramundana".

É sabido que Joseph Kennedy, pai de John Kennedy, só não se associou ao diabo (ou teria se associado?) na sua obsessão de colocar um filho no cargo mais poderoso do planeta. Kennedy Pai tinha negócios com Frank Costello, célebre mafioso novaioquino. John Kennedy cometeu fraudes acadêmicas e abusou de ghost writers, assim como Barak Obama se serviu dos favores intelectuais de Saul Allinski. Segundo Paul Johsnon, John Kennedy, "embora não estivesse interessado em fazer dinheiro, em muitos outros aspectos aceitava de bom grado a filosofia de sua família, especialmente em seu principio fundamental: as leis de Deus e da republica, admiráveis em si mesmas, não se aplicavam aos Kennedys de forma alguma" (JOHNSON, A History of American People, pp.849). Os irmãos Kennedy chegaram a ser comparados mesmo aos irmãos Borgia, ídolos de Maquiavel e Nietzche. Muito dinheiro da máfia foi empregado na campanha de 1960, inclusive para comprar votos como um velho coronel ou partido de trabalhadores destas plagas, segundo investigações do FBI. O ultimo Kennedy, o Senador Ted Kennedy é suspeito de homicídio culposo (ou será comissivo por omissão?).

De Lyndon Johnson, Underwood também herdou muito. A inspiração em Lyndon Johnson já foi reconhecida pelo criador da série Beau Willimon. Em primeiro lugar, a rispidez e a truculência que permitia a ele tratar seus subordinados com graciosas frases como esta: " I don't want loyalty. I want loyalty. I want to him Kiss my ass in Macy's window at high noon and tell me it smells like roses. I want his peckers in my pocket." Em bom português, ele exigia que sua entourage beijasse suas nádegas e dissesse que ele tem cheiro de rosas. Além disto, Johnson era um prodígio em fazer passar a legislação que quisesse no Congresso. Reinava sobre o parlamento como um forte primeiro-ministro inglês. Fez aprovar mais programas sociais que nosso Luis Inácio poderia sonhar em fazer em muitos mandatos, dentre ele o Medcare e o Medcaid, realizou ampla reforma eleitoral expandindo o direito do votar, e tinha a vasta ambição de exterminar a pobreza definitivamente na America. Se não o fez, ao menos deixou o legado de um déficit publico colossal, aquele déficit que não preocupava Reagan por ser crescidinho o suficiente para cuidar de si mesmo. Se Underwood se compara a um tubarão, o historiador Paul Johnson comparava Lyndon Jonhson a um grande animal terrestre. Os grandes políticos são sempre comparados a animais.

Underwood só não parece ter herdado o "apetite sexual voraz" de Kennedy e Johnson (e talvez de Clinton) e o grande numero de relações extra-casamento destes ex-presidentes: até o momento, só traiu a esposa Clair com a jornalista que assassinou no inicio da segunda temporada. Diferencia-se sexualmente dos dois primeiros também pelo bissexualismo e ménages com guarda-costas.

Enfim, perto de Kennedy e Johson, a figura de Nixon empalidece como maquiavélico. Ela se torna caxias, quadrada, inocente, "coxinha", dir-se-ia hoje, e o seu Watergate passa a se a semelhar ao escândalo do Fiat Elba no Brasil.

O realismo, enfim, de House of Cards é inegável e a sua apropriação de fatos, acontecimentos e personagens históricos reais, algumas vezes velada, outras descarada, é inequívoca, o que nos permite compará-la a um roman a clef. Contudo, Underwood ainda parece um exagero. Underwood é um governante tão ruim quanto esperamos que sejam nossos "adversários" políticos para que renda indignação em nossos convescotes políticos de pub. Mas que presidente americano mandaria assassinar uma criança para por a culpa no adversário? - o que não ficou muito claro, mas não pode ser negado no final da novela da reforma educacional. Que presidente mataria um aliado político sem deixar pistas? Uma jornalista crítica que o traiu? Que presidente americano empregaria um assessor psicopata? Diria blasfêmias diante de Deus na Igreja e cuspiria na imagem de Cristo? Como isso poderia permanecer tão bem oculto? Contudo, suas atitudes não são inverossímeis. Se algum ex-presidente cometeu atos semelhantes aos seus é possível que jamais saibamos. Isso é que torna a série sumamente interessante. Tal como as façanhas de Walt Whitman, em Breaking Bad, parecem exageradas demais para acontecer na realidade, contudo, são perfeitamente verossímeis, factíveis, e podem mesmo estar acontecendo por ai.


Postado por Vinícius Ferreira de Oliveira
Em 9/6/2015 às 20h05


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