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Terça-feira, 7/5/2002
Ai de ti, 1958
Bruno Garschagen

+ de 5100 Acessos

Torço o nariz para a maior parte das manifestações de saudosismo. Geralmente, movido a inveja mesmo, como negar? A pessoa vem com um belíssimo discurso sobre uma época, em tese, maravilhosa, e que eu não posso refutar simplesmente pelo absurdo fato de não a ter vivido. Estar preso a um tempo é acinte gravíssimo à liberdade de ir e vir. E sou desses que só não gostam mais da liberdade por medo de ficar preso a essa dama tão fresca e impiedosa.

Ler, então, "Feliz 1958 - O ano que não devia terminar", do jornalista Joaquim Ferreira dos Santos, foi um exercício de controle da inveja. Se antes me corroía não ter vivido as décadas de 1920 e 1930 (Putz!, publicação de Waste Land, de T. S. Eliot, de Ulysses, de James Joyce, a semana de arte moderna no Brasil, os encontros da turma no bar do Hotel Algonquin, a publicação dos textos ácidos de H. L. Mencken e das sofisticadas críticas de Edmund Wilson), agora, me sinto menor por não ter estado lá, em 1958, mais precisamente no Rio de Janeiro Salve Salve (hoje Salve-se quem puder).

Ainda na esperança de que alguém desminta o autor do livro, sofro em abrir os jornais e não ler as colunas do Rubem Braga (Diário de Notícias e Manchete), do Sérgio Porto, o Stanislaw (Última Hora), do Carlos Drummond de Andrade (Correio da Manhã), do então crítico de teatro Paulo Francis (Revista da Semana, Diário Carioca, Última Hora); sofro ainda de não ter ido às sessões ver os primeiros filmes do cinema novo; de não ter estado lá assistindo a chocante "Os sete gatinhos", do genial Nelson Rodrigues; de não ter tomado algumas doses generosas de uísque no Zeppelin, em Ipanema; de não ter escutado pela rádio Pelé e Garrincha infernizando as outras seleções e trazendo a Jules Rimet pela Copa do Mundo da Suécia; de não ter visto Adalgisa Colombo ganhar o Miss Brasil e, por pouco, não ter ganho o Miss Universo; de não poder andar pelas ruas do Rio sem colete à prova de balas ou carro blindado; de não ter jogado um frescobol no Arpoador com Millôr e Hélio Fernandes, mesmo não gostando, como não gosto, de frescobol. Mas em 1958, minhas caras e meus caros, com isso tudo aí, vocês acham que eu ligar de parecer ridículo na praia tentando acertar uma bolinha com uma raquete de madeira?

Joaquim Ferreira dos Santos selecionou o que houve de melhor naquele ano que não devia terminar, à exceção, na minha modesta opinião, dos corpetes tipo cinta, da toalhinha higiênica (mãe do absorvente íntimo, que todo mundo chama de Moddes, não importa se de outra marca), da juventude transviada (Mmmm! sei!), dos namoros no sofá entre os pais da moça (ainda bem que existiam as garçoniéres, chamadas atualmente pelos bárbaros de matadouro). O enfoque do livro é o Rio, que ainda era capital do País, mas logo logo daria lugar a Brasília, aquele monstrengo no meio do nada que faz jus à sua localização geográfica.

Tem de tudo um pouco nas 190 páginas da obra lançada em 1997, num texto tão desenvolto e palatável que, para usar uma imagem de Nelson Rodrigues, tem-se a impressão de se estar chupando um Chica-Bon. Tem a política desenvolvimentista e inflacionária do megastar de glostora (mãe do gel) Juscelino Kubitschek; os shows das vedetes; as certinhas do Lalau; a genialidade de Oscar Niemeyer; as grandes festas e os famosos adultérios nos cantos da boate Sacha's; Oscarito e Zé Trindade, a dupla que fazia tremer qualquer cinema com as chanchadas produzidas na Atlântida; o despertar do cinema novo pelas cabeças de Glauber Rocha e Nelson Pereira dos Santos; a fabricação do DKW-Vemag, o primeiro carro a rodar com 50% das peças produzidas aqui; Zé Celso Martinez Corrêa estréia o experimentalismo de seu teatro com o Grupo Oficina; Augusto Boal comandava alguns jovens do Teatro de Arena na "Eles não usam black-tie", de Guarnieri; Cacilda Becker saía do Teatro Brasileiro de Comédia para montar a própria companhia; a companhia Maria Dela Costa estreava Brecht no Brasil.

Embreando nessas teias que perfazem o palco, o capítulo dedicado ao teatro mostra a recepção nada amistosa à peça "Os sete gatinhos", de Nelson Rodrigues. A "farra de perversões", como definiu Joaquim Ferreira dos Santos, era a história nada inocente de "seu" Noronha, o pai de três filhas que mantém relações também nada inocentes com a mais nova e que resolve, numa dessas idéias agressivas bastante estimuladas no mundo dos negócios, transformar a casa num prostíbulo. Arruma uma quarta mulher e vira o cafetão das filhas.

Tente imaginar uma peça como essa na década de 1950. Se nesta semana eu fizesse uma montagem de "Os sete gatinhos" em Cachoeiro de Itapemirim, a querida waste land, acabaria com minha reputação de jornalista e alguns me virariam a cara sem qualquer piedade. E, certamente, se houvesse patrocinadores os perderia todos por apologia ao grotesco. Pensando bem, não seria nada mau para vencer o tédio que Rubem Braga, inteligentemente, deixou para trás aos 14 anos.

A reação dos críticos foi similar ao do espectador médio. A crítica Barbara Heliodora, hoje n'O Globo, não fez o menor esforço para definir o autor da montagem: "Asco!". Um outro crítico, cujo nome é omitido, pediu à polícia que prendesse o elenco e salvasse a família brasileira. Com seu bisturi afiado, Nelson Rodrigues, que apanhou de todos os lados, dizia que a vida era assim mesmo: ou se era crítico ou se era inteligente. Claro, um exagero para acertar em quem o detonava. Tanto que recorreu a amigos críticos para obter textos elogiosos. Mesmo assim, em entrevista ao Última Hora, disse não se espantar com a atitude da crítica. "Se existisse um rapa intelectual, um rapa da inteligência, quanto colunistas de teatro ainda restariam impunes?" Furioso e maravilhosamente certeiro, talvez pela sensação de estar acuado e precisar se defender de forma vigorosa, o jornalista e escritor arrematou: "Considero uma injustiça que se cacem os cães vadios e se poupem certos críticos que são os vira-latas do teatro".

O autor de "Bonitinha, mas ordinária", além de afiado, desdenhava do público que não entendia e, por isso, reagia agressivamente às suas peças. Num debate com espectadores, mostrou que, como Nietzsche, falava para quem tivesse condições de ouvir ("De que adianta falar se não há ouvidos para ouvir", em Assim falava Zaratustra). À provocação de um espectador, sobre o que pretendia com aquela "sujeirada toda", Nelson Rodrigues, calmamente, acendeu um cigarro, pediu à platéia que fizesse silêncio e disparou: "Mostro a realidade e por isso a massa ignara fica irritada. A massa ignara reage às minhas peças como se fosse um Oliveira Salazar". Eh! Eh!

Enquanto nosso jornalista e escritor não dava a outra face à crítica, o saltimbanco Franz Paulo Tranin Heilborn, o Francis, rufava os tambores com uma vocação nata e rara para atingir precisamente o que e quem não gostasse ou discordasse. Começou na crítica teatral em 1957, após tentar ser ator - atuou cinco vezes, a primeira como frei Lourenço, em "Romeu e Julieta", peça que lhe valeu, em outro papel (o do bêbado) indicação para ator revelação em 1952. Também se arriscou na direção. Foram seis peças (três de autores nacionais) entre 1957 e 1958. Até criou uma companhia, a Teatro do Leme. Continuou como crítico de teatro até 1963.

Nesse período (1957/1963), transformou-se num dos principais da área. E, pelo que dizem os que viveram naquela época, o mais polêmico. Com um sarcasmo borbulhante, disparou contra autores, diretores, atores e quem mais estivesse fora de seu rígido e europeu padrão de qualidade.

Chamou "O santo e a porca", de farsa de costumes nordestinos, e, seu autor, Ariano Suassuna, de cultor da escola curral e capim. Lascou a pecha de socialista de boate ao Abílio Pereira, autor da peça "Moral em concordata". Agredia sim, mas com um humor que trazia um prazer indescritível para quem lia e, obviamente, não estava na sua linha de tiro.

Para levantar outro episódio daquele ano, citado pelo autor de "Feliz 1958 - O ano que não devia terminar", exemplar da conduta de Francis foi a crítica sobre a peça "Calúnia", estrelada pela belíssima Tônia Carrero. Seu artigo dizia que a peça era apenas um melodrama colorido para fins de bilheteria pelo elemento picante que representa o sexo à la Sapho. A espetada abriu espaço para a até hoje comentada agressão que sofreu do marido de Tônia, o italiano Adolfo Celi. Foi uma atitude extrema por um segundo texto, ainda mais desaforado, escrito por Francis em resposta às insinuações feitas pelo cronista Antônio Maria, a pedido da atriz, de que a virilidade de sua crítica não correspondia na mesma proporção a sua, digamos, virilidade masculina. Como dizemos lá na Bahia, o pau comeu na casa de Noca.

Dos arrependimentos de Francis, outro ilustre falecido (que falta nos fazem os mortos quando vivos!), o tiroteio contra Tônia era um deles. Num dos Manhattan Connection, da GNT, disse aos jornalistas Lucas Mendes, Nelson Mota e Caio Blinder que não deveria ter sido tão agressivo naquele episódio. Citou até uma frase do Rubem Braga, que adorava a atriz e não suportava Francis: "um bom editor pegava a crítica, guardava na gaveta e perguntava no dia seguinte se ele queria realmente que fosse publicada".

Mil novecentos e cinqüenta e oito, contudo, viu a explosão da influência da mais dispensável das manifestações jornalísticas, a coluna social. Moldada inicialmente no Diário Carioca pelo colunista Jacinto de Thormes, pseudônimo do jornalista Manoel Bernardez Muller (extraído do romance "A cidade e as serras", de Eça de Queiroz, resultado da combinação do nome do personagem Jacinto e da cidade de Tormes), naquele final dos anos 1950, mais quatro colunistas detinham em suas máquinas de escrever uma poderosa fabriqueta de construção e destruição da imagem de celebridades. Eram eles Ibrahim Sued, d'O Globo, Jean Pochard, do Diário Carioca, José Álvaro, do Diário de Notícias, e Chuck, do Correio da Manhã.

De todos, Jacinto era o melhorzinho em suas intervenções, digamos, intelectuais. Numa nota citada no livro, o colunista cita dois ricaços da época que iniciavam um namoro. "(...) Almoçam ao ar livre e vão ao cinema. À noite caminham descalços na praia. Tomam sorvetes no Bob's. Discutem Baudelaire, Keats, Elliot (sic) e Nostradamus. O namoro é extremamente em inglês". Uma observação apenas: como imaginar um casal de namorados discutindo poetas de língua inglesa? Difícil, difícil.

Ibrahim Sued era o mais folclórico. Na época, corria o boato de que não sabia escrever, tarefa devidamente repassada a uma turma de redatores (Ricardo Boechat foi um dos que cavucavam informações e reescreviam notas). Criou expressões de gosto duvidoso como shangay (ruim), isso mesmo shangay, kar (bom), isso mesmo kar, gente bem e a dama de preto. Para não dizer que o cabra só fez besteira, criou o atual modelo de notas curtíssimas que misturam vida social, política etc.

O tal Pochard apostava na polêmica. Escrevia sem o menor remorso que fulano exagerava na vestimenta; que sicrano não sabia se comportar à mesa; que beltrano era o maior pão-duro da cidade. Devia ser amado por todos.

"Feliz 1958 - O ano que não devia terminar" traz capítulos também sobre as certinhas do Lalau (a eleição de mulheres feitas pelo principal expoente dos Ponte Preta); sobre as dez mais elegantes; sobre tevê; sobre carnaval; sobre música; sobre comportamento; sobre rádio; sobre chanchadas e revistas.

Muito embora a intenção deliberada de provar que igual a 1958 não houve, numa daquelas atitudes nostálgicas de velhinhos se gabando da época em que conseguiam favores sexuais de empregadas boazudas ou de insuspeitas damas da sociedade, Santos nos apresenta um cremoso panorama da vida brasileira na beirola dos anos 1950. Mas, como o Millôr, acredito que nostalgia é querermos voltar prum lugar que nunca existiu. Então, tá certo: para eu voltar a dormir tranqüilo, afirmo com todos os números que 1958 nunca existiu. Salvo melhor juízo.

Eufemismo
Ou se é ou não se é. Nunca vi um canalha meio-termo.


Bruno Garschagen
Cachoeiro de Itapemirim, 7/5/2002


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