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Segunda-feira, 28/3/2016
Contagem Regressiva
Heberti Rodrigo

+ de 600 Acessos


The Masses, Modern Times, Charles Chaplin.

"A única maneira de fazer um trabalho extraordinário é amares aquilo que fazes. Se ainda não o encontraste, continua a procurar. Não te acomodes. Tal como com os assuntos do coração, tu saberás quando o encontrar." Steve Jobs


Na entrada, o slogan da agência de empregos:

“O nosso trabalho é encaminhá-lo na vida”

– O próximo! Número 307, por favor!

No fundo da sala, repercute o grito impaciente e maquinal do recrutador que, à espera do portador da senha de número 307, observa, ansioso, o movimento dos ponteiros do relógio de ponto fixado às suas costas.

Um homem aparentando pouco mais de cinquenta anos e ar resoluto ergue-se, cedendo lugar à jovem com a qual entabulava uma jovial conversa. Ela havia desembarcado no Rio há um mês e tencionava conseguir um emprego que lhe permitisse custear os estudos na Escola de Música. Sonhava tornar-se violinista.

– Pois bem, meu senhor, sente-se, por favor, e me dê sua carteira de trabalho, identidade e comprovante de residência. Preciso dos seus dados para cadastrá-lo no sistema e dar andamento ao processo. Apesar da crise, como hoje é sexta-feira o movimento é menor. É possível que até o fim do dia consiga agendar uma entrevista e, quem sabe, encontrar uma instituição em que o senhor possa ser encaixado. O jovem recrutador proferiu estas palavras com o ar de superioridade de quem sente ter o destino dos homens em suas mãos.

Enquanto entregava os documentos, o homem adiantou-se a dar informações, pois, há alguns meses, sentia-se premido pela sensação de que não tinha tempo a perder:

– Meu nome é Manuel. Fui coveiro durante mais de vinte anos. Enterrei centenas de homens, mulheres e crianças. Quero recomeçar. Não suportava mais sentir-me como uma espécie de ponto final de outras vidas e, o que é pior, sentir o mesmo em relação à minha própria. A razão de estar aqui é que procuro um trabalho que se encaixe a mim, e não apenas eu a ele.

O recrutador que, habitualmente, mantinha os olhos ora na carteira de trabalho ora no formulário de quem atendia, sobressaltou-se com estas palavras. Pela primeira vez, olhou nos olhos de quem estava sentado diante dele. Estava acostumado a trabalhar como se desse esmolas, a lidar com pessoas menos exigentes e mais submissas; destas que estão dispostas a abrir mão de tudo apenas para satisfazerem seus caprichos mais vulgares sob o conveniente disfarçe de que têm de pagar suas contas. Logo que se restabeleceu da surpresa de se deparar com um homem invulgar, sorriu e disse:

– Aqui não tratamos disso, meu senhor. Não realizamos testes vocacionais. Nossa função é encaminhar as pessoas ao mercado de trabalho, auxíliá-las a escapar da miséria. Não vê televisão ou lê os jornais? O país está em crise. O povo passa privações, e quem assim se encontra não tem o direito de escolher, mas o dever de agradecer a Deus por ter tido uma chance de sobreviver seja lá como for.

– Creio, meu filho, a julgar pela sua aparência, que o que possui de idade tenho eu de experiência nisso que chama de mercado de trabalho. Como disse há pouco, não mais espero ser encaixado, nem saber o que os jornais e a televisão têm a me informar sobre a quantas anda esse tal mercado. Estou cansado dessa mesmice. Conheço bem os argumentos de toda essa gente, ou pensa que sonhei ser coveiro? Se os conheço tão bem é porque foram eles que me aprisionaram na miséria até o dia em que decidi deixar meu último emprego. Sei o que as pessoas miseráveis pensam. Pensam os mesmos pensamentos que as impedem de reconhecer e se revoltar com a própria miséria. O que todos tinham a me dizer, de certo modo, foi-me útil para suportar os empregos que tive enquanto pesava sobre meus ombros a responsabilidade de criar meus filhos. Foi-me, enfim, útil para sobreviver, como bem disse há pouco, enquanto os educava. Mas agora, estando meus filhos já criados, e não sentindo ter mais preocupações e deveres em relação a quem quer que seja, estou decidido a fazer o que sinto necessidade: atrever-me a viver o que devo a mim mesmo antes que seja tarde; aquilo que se encaixe a mim tão impecavelmente que, quando alguém que me conhece observar, dirá: “Este é o Manuel, não há como confundir!”. Quando se trabalha perto da morte durante tanto tempo, meu jovem, a gente acaba por perceber que aquilo que nos acostumamos a chamar de vida não é vida. É antes, miséria, banalidade e indigência.

– Mas como não é vida, meu senhor? Está sendo ingrato. – atalhou o recrutador - O que mais pode um homem esperar neste país? É um vencedor! Veja estas pessoas aqui na fila, estes jovens cheios de esperança, e os outros já não tão jovens e que desejam um emprego para poderem dar o mínimo às suas famílias, para terem o que o senhor conquistou e agora desdenha.

– Não desdenho. Acontece que agora quero mais, ou será que acha que estou velho? Quero iniciar uma nova página em minha vida. Não agüento mais essa torturante pasmaceira que vejo à minha volta todos os dias. Não me reconheço nela. Sinto reavivarem as expectativas de minha juventude, época em que experimentei aquela sensação de ter diante de mim todas as possibilidades do mundo, tudo o que, movido pelas circunstâncias, pouco a pouco fui deixando para depois sem me dar conta do que perdia agindo assim. Hoje sei que cada dia nessa vida que vivia era uma pá de terra que jogava sobre mim mesmo. Obtinha do meu trabalho o suficiente para que no dia seguinte pudesse continuar me enterrando vivo. Era o que sentia. Como poderia continuar com aquele emprego?

– Sei que no fundo me compreende, meu jovem – continuou. O recrutador que, sem aperceber-se, havia abandonado a caneta e o formulário ouvia-o atentamente. Estou a te observar desde que adentrei nesta repartição e notei que, a todo instante, olha para o relógio de ponto como se quisesse fugir daqui. Deve ter um sonho, mas como foi educado a sufocá-lo para se tornar o que se tornou, por certo, apenas se permite sonhá-lo nos dias de folga. O que quer? Ser tornar músico, escritor, piloto de avião? Deixa pra lá, a mim não importa o que seja. De qualquer maneira, lute por ele antes que se torne comida para vermes e bactérias! Aconselho-o a correr atrás de seu sonho. Não o adie mais, não se resigne ao que o mundo lhe tenta persuadir. Ouça este velho que várias noites dormiu entre os mortos. Sei o que eles diriam aos vivos: “Vá, ouse, arrisque-se!”.

O recrutador tentou retormar seu trabalho. Empunhou novamente a caneta e continuou, como de hábito, com as perguntas rotineiras:

– Vejo aqui em sua carteira que mais um ano e se aposentaria. Por que foi demitido?

– Não fui demitido, eu abandonei o trabalho. Já lhe disse que não o suportava mais.

– E posso saber por que deixou seu emprego se, em meio a essa crise, há tantos que suplicam a Deus por trabalho?

– Ah, meu filho, deus não existe mais. Eu mesmo o enterrei. Somos somente eu e você e o mundo.

O jovem sorriu, mas muito seriamente, e antes que tentasse dizer algo, Manuel cortou-lhe:

– Respondendo mais uma vez à sua pergunta e repetindo o que lhe disse: se ainda há pouco estava enterrando minha vida por causa desse trabalho, nada mais justo foi ter feito o mesmo com ele agora que preciso do tempo que lhe dedicava para recomeçar minha vida.

A fisionomia do recrutador começava a transparecer, além de perplexidade, irritação. Ao notar isso, Manuel avançou:

– Você se choca com tudo isso, meu filho? Vou te dizer algo que descobri para que se sinta ainda mais chocado: alguns homens deixam de viver antes mesmo de terem começado e, a julgar pela sua reação diante de tudo que lhe digo, parece-me que você é um deles e, no íntimo, apesar de suas palavras, vejo que não consegue convencer-se do contrário.

Contrariado com o que acabara de ouvir e sem saber como agir, tão surpreso que estava diante daquela inusitada situação, o recrutador, agora num tom mais severo, solicitou :

– Por favor, meu senhor, mesmo que compreendesse o que sente, não posso te ajudar. Não estou aqui para divagar sobre a vida! Deixe-me dar continuidade ao meu trabalho, pois se o patrão me vê discorrendo sobre estes assuntos, decerto me punirá, descontando no meu contracheque o tempo perdido e, ainda que seja descontado em um minuto, isso me trará mais dificuldades para fechar o mês. Já me são suficientes os juros das prestações do carro em atraso para tirar-me o sono. Não posso perder mais dinheiro.

Manuel se levantou, meneou a cabeça em sinal de agradecimento ao recrutador por este, de um modo impensado, tê-lo mostrado que estava no lugar errado. Com aquela breve conversa, certificou-se daquilo que, desde que abandonou o ofício de coveiro, pressentia: “Se quiser descobrir como devo viver de agora em diante, não é agindo como esse tipo de gente que encontrarei o caminho”. Antes de sair, deu um beijo na testa da jovem com a qual conversava minutos antes, aconselhando-a:

― Não desista da música se lhe faz feliz, minha filha! Ainda que o mundo teime em fazê-la acreditar que não tem o direito de persistir, persista! Sua felicidade depende menos do que dizem as pessoas à sua volta do que aquilo que consegue ouvir de si mesma. Dito isso, olhou afetuosamente para a jovem que, inesperadamente, abraçou-o com o semblante repleto de lágrimas diante dos olhares curiosos e atônitos dos que ali estavam (Como poderiam não se espantar com quem ousa dar a si mesmo uma chance?). Depois que se separaram, a jovem acompanhou Manuel com o olhar, e ele seguiu seu caminho sem olhar para trás. Ambos não se sentiam sozinhos. Sabiam que eram minoria, mas havia outros tantos que pensavam como eles. Quando a porta se fechou atrás de Manuel, ele ajeitou o chapéu, tornou a ler o slogan na entrada e se perguntou: “Mas o que será que estes infelizes entendem por encaminhar na vida?”.

Enquanto Manuel deixava a agência, o recrutador continuava sentado no mesmo lugar de todas as horas. Evidenciava profundos sinais de perturbação. Percebendo-se, intimamente, contrariado, pousou, novamente, seus olhos fatigados no relógio de ponto. Queria, mais do que nunca, abandonar aquele lugar. Entrementes, acreditava que não podia fazê-lo. Acreditava que as dívidas impediam-no. O medo da miséria o impedia. Nada, então, poderia mudar sem antes amealhar uma fortuna. “Depois, sim, depois, será diferente!” devaneava. Até lá, até que tudo se tornasse diferente, continuaria ali, encaminhando pessoas enquanto sentia que sua própria vida se desencaminhava.


Postado por Heberti Rodrigo
Em 28/3/2016 às 23h17


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