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Quinta-feira, 3/3/2005
Um clássico!
Spacca

+ de 4900 Acessos

Era uma criança talentosa, inteligente e metida. Gostava de dizer que só gostava de música clássica. (Na verdade, viria a saber mais tarde, gostava mesmo é de música sinfônica, barulhenta, os tais clássicos populares, Tchaikowsky com tiros de canhão, Beethoven surdo martelando os quatro acordes da Quinta Sinfonia.) Quanto à TV, via de tudo - mas assistia com gosto especial às adaptações de clássicos da literatura em desenho animado: Dickens, Verne. Livrinhos escritos para adolescentes transmitiam ao garoto o essencial de Poe e Dante, filtrados pela prosa de Carlos Heitor Cony.

Um dia, o menino se deparou com um clássico integral, Moby Dick de Herman Melville em edição sem cortes. Um catatau de uma polegada de expessura. Descobriu então duas coisas: primeiro, que andara consumindo gato por lebre, e os clássicos em versão digestiva perdem muito do sabor original; e segundo, que os clássicos são longos demais e certamente foram escritos para leitores de outra época.

Percebeu então a importância que a simples palavra "clássico" parecia ter. Ele queria sentir-se "clássico", por isso consumia "clássicos", ou seus simulacros. Diante de si, só via duas alternativas: continuar com os resumos, ou enfrentar as leituras originais.

Em literatura, percebeu que os originais são insubstituíveis, e que uma versão reduzida é na verdade um novo original. Em filosofia, constatou que os resumos são úteis, mas podem falar mais do resenhista do que da obra.

O tempo passou; aos vinte e poucos anos, descobriu-se nostálgico, entre amigos, relembrando desenhos animados e seriados "antigos" da sua infância. Columbo? Um clássico. Jornada nas Estrelas, então, o clássico dos clássicos.

Uma música publicitária de café é saboreada com ares veteranos de quem degusta uma bebida rara. Como podem? Com tão pouca idade? O ser humano mimetiza tudo, até a nostalgia dos mais velhos.

Vejo hoje o "clássico" como um rótulo algo semelhante ao cult. Talvez o cult seja mais gratuito, e uma certa produção cultural vira cult quando um grupo de fomentadores culturais decidem que ela seja, e o "clássico" seria mais o resultado de um processo mais longo e menos consciente.

Ambos têm uma espécie de aura; para algumas pessoas, uma música disco ou um sucesso da Buzina do Chacrinha parecem relíquias valiosas, pedaços de uma era de ouro que não volta mais.

Um clássico é feito de componentes próprios e elementos exteriores; no que depende de si, é a combinação de elementos raros, às vezes reunidos com uma pitada de acaso ou acidente. Um livro clássico é o livro mais feliz de uma certa obra, aquele difícil de ser superado até pelo seu criador. O Príncipe de Maquiavel é um clássico, História de Florença é apenas leitura clássica. Raízes do Brasil é um clássico, Visão do Paraíso não é.

Podemos ter um evento memorável, um show inesquecível ou até mesmo um gol alçados à categoria de clássicos. Impossível repetí-los; só nos resta cultuá-los.

E quanto aos elementos exteriores, são a reação de seus contemporâneos e a releitura dos públicos futuros.

Um bom clássico deve cair no esquecimento e ser resgatado. Uma tribo de fãs e experts colecionam histórias de bastidores, criando um conhecimento organizado que orienta os novos membros. O primeiro disco do Ultraje a Rigor. Um clássico.

Hoje em dia os clássicos têm morte anunciada: diretores fazem "trilogias", cartunistas matam suas Mafaldas e Rebordosas. Saio da vida para entrar para a História; esqueço minha obra antes que me esqueçam (mistura de Dom João VI com Fernando Henrique Cardoso).

Leitores de filosofia tratam Aristóteles por seu apelido de "Estagirita", e sabem que Descartes descreveu seu método de pensar metodicamente aquecendo-se à lareira. Fãs de cinema sabem que Casablanca foi filmado aos trancos e barrancos com baixo orçamento.

Existe o clássico deliberadamente fabricado. O filme Os Caçadores da Arca Perdida fez uma apropriação dos antigos seriados de matinê e acabou se tornando um clássico. Walt Disney começou a fazer adaptações de clássicos da literatura infantil na série de desenhos "Silly Simphonies" e, com o passar do tempo, o texto publicitário que anunciava "mais um clássico Walt Disney" passou a significar que um filme Disney já nasce clássico.

O próprio Dom Quixote não é uma gozação com uma certa literatura clássica que se tornou mais clássico que os clássicos satirizados?

Enfim, parece que um clássico envolve muito conteúdo exterior ao próprio clássico, desde uma sensação subjetiva de importância e requinte por estar lendo/vendo/ouvindo um clássico, até discussões em grupo sobre o episódio em que o capitão Kirk estava de mal com Spok.

Em meio a tanto diálogo interior e exterior, nada como pegar um Clássico da estante e deixar que ele mesmo se comunique comigo. Chega de opiniões e discussões. Basta ajustar-me ao seu tempo; preparo o ambiente, isolo-me. Uma inteligência e sensibilidade de outra época estão me falando agora. Palavras escritas com precisão alargam meu mundo interior. Sinto-me privilegiado, enriquecido, eleito. Agora sou outro: mudei. AC, DC: antes do Clássico, depois do Clássico. Impossível traduzir, resumir, simplificar, igualar. Vou fazer uma busca no Orkut. Só quem leu o Clássico poderá me compreender agora.

A ameaça submarina de Bob Esponja
Eu não acreditava. Os sinais se-me-apresentavam, mas meu embotado espírito ignorou-os a todos. Chamam paranóico aquele que julga ver, por trás da aparência aparentemente inocente ou neutra da realidade tangível, a mão sinistra e omnipresente da Conspiração Mundial.

Mas os sinais não mais se escondem ou se disfarçam. Pior! A Conspiração encontrou o seu melhor disfarce, que é o disfarce nenhum. Anda à vista de todo o mundo, em primeiro plano, de modo que a realidade é que se esgueira pelas catacumbas, como os primeiros seguidores do Salvador!!! E citando com despudor o Mestre, o Mal também faz o convite: "Venham a mim as criancinhas!".

Os nomes dos inocentes personagens do desenho animado Bob Esponja, quando lidos de maneira apropriada, revelam a verdadeira intenção dos seus criadores. Enquanto isso não acontece, a mensagem subliminar lança nas mentes desguarnecidas das crianças as sementes do Mal. Repare que os coadjuvantes do Bob Esponja são respectivamente, uma Lula e uma Estrela.

1) Lula Molusco: "molusco" é um anagrama de "moscoul", ou seja, Lula Moscou.

2) Patrick Estrela: "estrelas" traz oculto o nome "alester", referente ao bruxo inglês Alester Crowley.

(Temos aí a ligação inequívoca de Lula - Moscou - Forças do Mal...)

3) Bob Esponja: "esponja" é um anagrama de "japones". Iludir-se-ia quem pensasse tratar-se de uma referência ao país dos nipônicos. Hélas! A realidade supera as profecias mais pessimistas... Um quarto do cérebro humano processa informações visuais. É no plano visual, portanto, que a mensagem subliminar faz mais efeito. O símbolo da bandeira japonesa é o sol... Vermelho! Ainda na simbologia cromática, poderíamos ressaltar a persistência com que personagens amarelos tomam de assalto o imaginário da petizada, tornando-os desde cedo dóceis ao maoísmo: a grotesca Família Amarela de cabeça serrilhada, o Monstro de Bolso que emitia sinais hipnóticos pela tela de TV, etc, etc, et coetera.

Teoria da Conspiração não existe, o que existe é a pura Conspiração, e só. Etimologicamente, um "desenho/anima/do" tem o desígnio (desenho) de confiscar a alma (anima) sem dó (do).

Apenas os programas de entretenimento sadio, que valorizam a Família, oferecem refúgio ao ataque submarino das Esponjas do Mal. João Cléber, Carlos Massa, Sérgio Mallandro e mais um punhado de comunicadores sociais - sabidamente caluniados e injustiçados pelo pensamento hegemônico dos guardiães do bom-gosto - oferecem à família um espelho salutar, com imagens reais de pessoas reais, com seus conflitos e esperanças.

A verdade dói - mas só a Verdade pode servir de contraponto ao turbilhão de ilusões que literalmente "des-anima" os indivíduos de amanhã...

Nota do Editor
Spacca é cartunista, quadrinhista, ilustrador e já quis ser animador Disney; hoje se contentaria em trabalhar na Pixar.


Spacca
São Paulo, 3/3/2005


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01. Mosaico de Rancores, romance de Márcia Barbieri de Jardel Dias Cavalcanti
02. A morte do homem comum de Jonas Lopes
03. Rousseau e a Retórica Moderna de Carlos Eduardo Suprinyak


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