29ª Bienal de São Paulo: a politica da arte | Jardel Dias Cavalcanti | Digestivo Cultural

busca | avançada
65683 visitas/dia
2,2 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Pauta: E-books de Suspense Grátis na Pandemia!
>>> Hugo França integra a mostra norte-americana “At The Noyes House”
>>> Sesc 24 de Maio apresenta programação de mágica para toda família
>>> Videoaulas On Demand abordam as relações do Homem com a natureza e a imagem
>>> Irene Ravache & Alma Despejada na programação online do Instituto Usiminas
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> A pintura do caos, de Kate Manhães
>>> Nem morta!
>>> O pai tá on: um ano de paternidade
>>> Prêmio Nobel de Literatura para um brasileiro - I
>>> Contentamento descontente: Niketche e poligamia
>>> Cinemateca, Cinemateca Brasileira nossa
>>> A desgraça de ser escritor
>>> Um nu “escandaloso” de Eduardo Sívori
>>> Um grande romance para leitores de... poesia
>>> Filmes de guerra, de outro jeito
Colunistas
Últimos Posts
>>> A última performance gravada de Jimmi Hendrix
>>> Sebo de Livros do Seu Odilon
>>> Sucharita Kodali no Fórum 2020
>>> Leitura e livros em pauta
>>> Soul Bossa Nova
>>> Andreessen Horowitz e o futuro dos Marketplaces
>>> Clair de lune, de Debussy, por Lang Lang
>>> Reid Hoffman sobre Marketplaces
>>> Frederico Trajano sobre a retomada
>>> Stock Pickers ao vivo na Expert 2020
Últimos Posts
>>> Três tempos
>>> Matéria subtil
>>> Poder & Tensão
>>> Deu branco
>>> Entre o corpo e a alma
>>> Amuleto
>>> Caracóis me mordam
>>> Nome borrado
>>> De Corpo e alma
>>> Lamentável lamento
Blogueiros
Mais Recentes
>>> A convergência das mídias
>>> 4 de Setembro #digestivo10anos
>>> É Isto um Homem?, de Primo Levi
>>> Violões do Brasil
>>> Sou um de vocês
>>> A redescoberta da(s) leitura(s)
>>> A redescoberta da(s) leitura(s)
>>> 2 de Abril #digestivo10anos
>>> Eat the Rich
>>> El fin de la inocencia
Mais Recentes
>>> As aventuras de Benjamim, O muiraquitã de Camila Franco, Marcela Catunda, Blandina Franco pela Companhia das letras (2004)
>>> Espíritos entre nós de James Van Praagt pela Sextante (2010)
>>> Direito ambiental de Marcia Diegues Leuzinger e Sandra Cureau pela Elsevier (2008)
>>> O cortiço de Ivan Jaf pela Ática (2013)
>>> Improbidade Administrativa: Lei 8.429/1992 Teoria e Exercícios de Ivan Lucas de Souza Júnior pela Gran cursos (2011)
>>> Plástica. Quando? Por Quê? de Rolando Zani pela Manole (2001)
>>> Sexo tântrico : como prolongar o prazer e atingir o êxtase espiritual de Cassandra Lorius pela Ediouro (2000)
>>> Burocracia e ocupação no setor público brasileiro de José Celso Cardloso Jr pela Diálogos para o desenvolvimento (2011)
>>> O Mistério das Aranhas Verdes de Carlos Heitor Cony; Anna Lee pela Salamandra (2001)
>>> Bem do seu tamanho de Ana Maria Machado; Mariana Massarani pela Salamandra (2003)
>>> Ponte para Terabítia de Katherine Paterson pela Salamandra (2006)
>>> Slam Dunk de Takehiko Inoque pela Conrad (2006)
>>> Slam Dunk de Takehiko Inoque pela Conrad (2006)
>>> Neon Genesis Evangelion the Iron Maiden 6 de Funino Hayashi - GAINAX pela Conrad (2006)
>>> Neon Genesis Evangelion the Iron Maiden 5 de Funino Hayashi - GAINAX pela Conrad (2003)
>>> Minha formação de Joaquim Nabuco pela 34 (2020)
>>> Mestre da Critica de Vários autores pela Topbooks (2020)
>>> Memórias para servir à História do Reino do Brasil de Luís Gonçalves dos Santos pela Senado (2020)
>>> Memórias de um Sargento de Milícias de Manuel Antônio de Almeida pela Abc (2020)
>>> A Unica Esperança de Alejandro Bullon pela Casa Publicadora Brasileira (2013)
>>> Marquês de São Vicente de Eduardo Kugelmas pela 34 (2020)
>>> Machado de Assis & Joaquim Nabuco. Correspondência de Graça Aranha pela Topbooks (2020)
>>> Obra Completa de Luis De Camoes pela Nova (2020)
>>> Literatura e Sociedade de Antônio Candido pela Ouro sobre Azul (2020)
>>> O Tigre na Sombra de Lya Luft pela Record (2012)
>>> Tensoes Mundiais Volume 4 Numero 5 de Manoel Domingos Neto e Monica Dias Martins pela Observatorio das Nacionalidades (2008)
>>> História econômica do Brasil de Roberto C. Simonsen pela Senado (2020)
>>> História dos Fundadores do Império do Brasil - 7 volumes - coleção completa de Otávio Tarquínio de Sousa pela Senado (2020)
>>> História do Brasil: Uma interpretação de Mota, Carlos Guilherme and Lopez, Adriana pela 34 (2020)
>>> História do Brasil de Boris Fausto pela Edusp (2020)
>>> Historia da Vida Privada Em Portugal: Volume 1 Idade Média de Direção de José Mattoso pela Abc (2020)
>>> Historia da Vida Privada Em Portugal: OS Nossos Dias de Direção de José Mattoso pela Abc (2020)
>>> História da saúde no Brasil de Luiz Antonio Teixeira (Compilador), Tânia Salgado Pimenta (Compilador), Gilberto Hochman (Compilador) pela Hucitec (2020)
>>> História da Arte no Brasil: Textos de Síntese de Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira, Angela Ancora da Luz, Sonia Gomes Pereira pela Ufrj (2020)
>>> Temas de Direito Constitucional Volume 1 de Luís Roberto Barroso pela Renovar (2002)
>>> História Da América Portuguesa de Sebastião Da Rocha Pita pela Senado (2020)
>>> História da Alimentação no Brasil de Luís da Câmara Cascudo pela Global (2020)
>>> No caminho de Swann. de Marcel Proust pela Globo (2003)
>>> Hipólito José da Costa de Sergio Goes de Paula pela 34 (2020)
>>> Serious Candida Infections: Risk Factors, Treatment and Prevention de John H. Rex e Françoise Meunier Editores pela Pfizer (1995)
>>> Grande Reforma Urbana Do Rio De Janeiro, A: Pereira Passos, Rodrigues Alves E As Ideias De Civilização E Progresso de Andre Nunes De Azevedo pela PUC Rio (2020)
>>> Natural Racional Social - Razão Médica e Racionalidade Científica Moderna. de Madel T. Luz pela Campus (1988)
>>> Getúlio 3 (1945-1954) de Lira Neto pela Companhia das Letras (2020)
>>> Getulio 1930-1945: Do Governo Provisorio Ao Estado Novo de Lira Neto pela Companhia das Letras (2020)
>>> Para gostar de ler. Vol.4 - Crônicas.. de Vários pela Ática (1980)
>>> Viver o Amor. de José Carlos Pedroso pela Edições Paulinas (1978)
>>> Ganhadores: A greve negra de 1857 na Bahia de João José Reis pela Companhia das Letras (2020)
>>> Formação de Cidades no Brasil Colonial de Santos, Paulo Ferreira pela Ufrj - IPHAN (2020)
>>> A Saude dos Filhos de E. Nauta pela Circulo do Livro (1987)
>>> Gibi Mônica N°8. Lendas da Jumenta Voadora de Mauricio de Sousa Editora pela Panni Comics (2007)
COLUNAS

Terça-feira, 12/10/2010
29ª Bienal de São Paulo: a politica da arte
Jardel Dias Cavalcanti

+ de 16100 Acessos
+ 1 Comentário(s)


LIANA TIMM© (http://timm.art.br/)

A Petrobrás, através de seu blog, me convidou para visitar a 29ª Bienal de Arte de São Paulo. Além do passeio entre as obras, fui convidado para debater nos "Terreiros" da Bienal com Vânia Rall, pesquisadora do Laboratório de Estudos sobre a Intolerância da USP, o tema "Arte e ética: o uso de animais nas obras de arte". O convite foi estendido a um grupo de artistas e produtores culturais de várias partes do Brasil que têm uma significativa inserção na internet.

Parte das reflexões que vão se seguir são pessoais, mas devo registrar a contribuição das responsáveis pelo site e dos outros convidados da Petrobrás que debateram, desde o jantar na noite anterior em um hotel de São Paulo até durante a visita, algumas das questões relativas à 29ª Bienal.

A Bienal deste ano tem como tema a relação entre arte e política, e seu título reproduz um belo verso do poeta Jorge de Lima: "Há sempre um corpo de mar para o homem navegar". Embora o título possa sugerir uma relação imediata entre arte e política, não é bem o conceito tradicional e caquético de arte engajada que está em jogo. Isso, de per si, já é uma novidade. Desligar a arte da visão tradicional do que seja uma reflexão política já é apontar para uma interpretação mais radical do que seja o valor da arte na sociedade.

Liberar a arte de seu caráter puramente panfletário e apontar a sua natureza incômoda pelo simples fato de ser arte, por seu desejo de revisar criticamente a própria realidade, refazê-la, reinventá-la, poetizá-la, introduzindo contradições, abismos, inclusive chamando atenção, mesmo que de forma extrema, para aspectos de seus limites éticos ou não, eis o verdadeiro caráter político da arte.

Baudelaire, ao comentar Os Miseráveis, de Victor Hugo, dizia que o artista, por vezes, deveria enfiar o nariz do espectador na lama. Ou seja, revelar para ele as injustiças do mundo, a desumanidade da sociedade. Foi o que Picasso fez com Guernica, não de uma forma panfletária, mas mostrando no próprio dilaceramento da forma da arte o dilaceramento de um mundo violento. Ali talvez estivesse contida a ideia mais radical de uma dialética entre forma e conteúdo na arte, ou aquilo que T. W. Adorno dizia: na grande obra de arte a forma é o próprio conteúdo.

Nesta Bienal podemos perceber, desde a sua forma de organização labiríntica, cheia de meandros serpentinados por onde facilmente nos perdemos, e por seus artistas, com propostas vertiginosas e de alta voltagem crítica e emocional, que vivemos num mundo desorganizado, contraditório, paradoxal, difícil de entender, conflituoso e ao mesmo tempo rico de sugestões de morte, desalento, desespero, mas também de vida, poesia e possibilidades de enfrentamento da realidade.

Esse delicioso perder-se dentro de uma labiríntica Bienal é resultado do projeto de expografia da arquiteta Marta Borgéa e alude àquilo que Beckett definiu muito bem como "um soberano desprezo dostoievskiano pela trivialidade de um encadeamento plausível", que é típico na arte desde a ideia de um "barco bêbado" de Rimbaud até as ousadias da arte contemporânea.

A rede de significados também é ampla nas obras, desde o singelo e doloroso coração sentido de Leonilson ao impactante vídeo Je vous salue Saravejo, de Jean-Luc Godard, tudo nos leva a vertigens incontestes e talvez à verdadeira definição dessa Bienal na seguinte frase estampada no vídeo do cineasta francês: "A cultura é a regra, a arte a exceção".

E pelo fato de a arte ser exceção é que sua condição política deve ser pensada de forma ampliada. Os termos colocados por Albert Camus nos indica essa posição: "Em arte, a revolta se completa e perpetua na verdadeira criação, não apenas na crítica ou no comentário".

A ideia de estranhamento expande nessa Bienal o conceito de política, pois tirar o espectador de suas zonas de conforto acaba por surpreender seu repertório em relação inclusive com a própria arte. O curador Moacir dos Anjos diz que o que interessou foi a ideia de política como o encontro com o desentendimento. Claro e acertado, pois se alguém quer uma postura político-ideológica clara que procure panfletos políticos, e não arte.

O próprio uso do verso de "Invenção de Orfeu", de Jorge de Lima, como tema escolhido, aponta a possibilidade utópica da arte como possibilidade de um outro entendimento do mundo, mais complexo, mais sensível, mais paradoxal. Por isso a própria indeterminação de caminhos no percurso às obras já é em si uma posição política da Bienal, que leva os espectadores a experimentarem a sensação do barco sem leme do já citado Rimbaud.

Os espaços de descanso, chamados nessa Bienal de "terreiros" também é outra forma de dar à Bienal uma nova qualidade. Ali se discute a própria Bienal, se apresenta performances, vídeos, dança, teatro, filmes e espetáculos de música.

Esta Bienal retoma também suportes e práticas antes bastante negligenciadas, como o desenho, a pintura, a escultura e a fotografia (esta menos). Dentre as obras, a polêmica série de desenhos em nanquim ou carvão do artista plástico Gil Vicente. Inimigos é um conjunto de desenhos onde aparecem retratos de personalidades do mundo da política tendo uma arma apontada para si. Dentre elas, George Bush, o Papa, a rainha Elizabeth II e o nosso presidente Lula, que tem sua cabeça sendo decepada por uma faca. A OAB se pronunciou contra a exposição das obras, pois, segundo a entidade, o trabalho do artista despertaria o desejo de violência nos espectadores. Mas a OAB não parece ter percebido em que direção o ódio dos espectadores seria direcionado: na dos políticos falastrões, os dominadores da política que tanto fizeram para piorar o mundo. E não é esse mesmo o interesse da obra, já que se trata de odiar os inimigos? Pelo que percebi no grande número de escolares que param imediatamente frente ao trabalho de Vicente, a obra virou um fetiche na Bienal, uma espécie de Mona Lisa do evento.

Diversão é o que não falta nessa Bienal, e uma delas é a obra de Henrique Oliveira. A origem do terceiro mundo remete à vagina pintada por Gustave Courbet e que se chamou A origem do mundo, hoje exposta no Museu D'Orsay, em Paris. A instalação de Oliveira é a reconstituição em tamanho gigante de uma vagina, feita com materiais nada nobres como tapumes e madeira compensada, geralmente materiais recolhidos pelas ruas da cidade. A diversão é garantida, como eu disse, pois a sensação de entrar dentro da vagina e percorrer seus corredores labirínticos tem garantido uma animada participação das crianças e dos jovens. Os mais maduros, já complexados moralmente, relutam à primeira vista, mas depois se entregam ao prazer desta penetração. É divertido ver a criançada saindo da vagina e gritando: "estou nascendo de novo", como pude presenciar em minha visita.

Umas das obras surpreendentes é com certeza a instalação Bandeira branca, do artista Nuno Ramos, que praticamente reconstitui gravuras de Oswald Goeldi onde aparecem urubus (também apresentadas nesta Bienal). Para além da polêmica ambientalista de maltrato a animais usados em obras de arte, o que nos interessa é perceber esse caráter de indeterminação que a obra causa, seu tamanho gigante nos lembrando a ideia do sublime, de algo que não podemos alcançar com a mente e nos leva à sensação de imprevisibilidade diante da impossibilidade de termos o conjunto da obra, de chofre, à nossa frente, predisposta ao nosso entendimento.

Outra instalação interessante é a do músico Livio Tragtenberg, que construiu um estúdio-jaula onde maneja sons colhidos da participação dos visitantes ou que podem ser enviados diretamente ao artista por e-mail. Livio se transforma em Dr. Estranho e compõe sua sinfonia com cacos de sons variados, tão estranhos quanto o mundo em que vivemos e tão estranhos quanto a paisagem sonora que nos rodeia hoje.

Retomando a história da intervenção, também em um sentido mais amplo de participação política, a Bienal apresenta artistas já consagrados pela nossa história da arte. Dentre eles Helio Oiticica e o multiartista Flávio de Carvalho. São expostos registros de suas experiências, na forma de fotografias e documentos, como, por exemplo, a Experiência n. 2, onde Flávio de Carvalho invade uma procissão de Corpus Christi no centro de São Paulo, andando em direção contrária aos fiéis e vestindo um boné verde, deixando claro sua crítica ao catolicismo, religião que ele abominava. Na ocasião, ele quase foi linchado.

Ainda vale registrar a obra O que é arte? Para que serve?, do artista Paulo Bruscky, que faz uma crítica ao sistema das galerias de arte e museus como instituições duvidosas. A própria arte mostrando que a arte pode estar em outros lugares que não apenas nos espaços institucionalizados.

Nosso espaço é pequeno para discutir tão ampla Bienal. Ao contrário da exposição anterior, que ficou marcada pela alcunha de "Bienal do vazio", esta é repleta de sugestões visuais, táteis, sonoras. Um encontro fecundo com o projeto contemporâneo da arte como um mundo flutuante, irreverente, mas pleno de sugestões. Ao contrário do mundo ordinário, da razão instrumental, a arte possibilita vivências de uma outra ordem, a ordem do sensível, e é este conhecimento, esta experiência, que a Bienal decidiu chamar corretamente de arte política.

Para ir além
29ª Bienal de São Paulo.


Jardel Dias Cavalcanti
Londrina, 12/10/2010


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Lançamentos de literatura fantástica (1) de Luís Fernando Amâncio
02. Cidades do Algarve de Elisa Andrade Buzzo
03. Não quero ser Capitu de Cassionei Niches Petry
04. Corot em exposição de Jardel Dias Cavalcanti
05. Dilúvio, de Gerald Thomas de Jardel Dias Cavalcanti


Mais Jardel Dias Cavalcanti
Mais Acessadas de Jardel Dias Cavalcanti em 2010
01. Poesia sem ancoradouro: Ana Martins Marques - 23/3/2010
02. Rimbaud, biografia do poeta maldito - 10/8/2010
03. 29ª Bienal de São Paulo: a politica da arte - 12/10/2010
04. A letargia crítica na feira do vale-tudo da arte - 5/1/2010
05. Inhotim: arte contemporânea e natureza - 2/3/2010


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
15/10/2010
12h12min
Jardel, gostei inteiramente de sua crítica positiva à Bienal, concordo em quase tudo, só achei que a frase de Adorno fica deslocada, talvez coubesse na discussão com Godard.
[Leia outros Comentários de Marcos Aulicino]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




O CÓDIGO DA VINCI
DAN BROWN
ARQUEIRO
(2004)
R$ 20,00



O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO
ALLAN KARDEC
BOA NOVA
(2007)
R$ 7,00



GERAÇAO DELIVERY ADOLESCER NO MOMENTO ATUAL
CYBELLE WEINBERGORG

(2001)
R$ 9,00



CONTROLE ESTATÍSTICO DE QUALIDADE
ANTONIO FERNANDO BRANCO COSTA,EUGENIO KAHN EPPRECHT E LUIZ CEZAR RIBEIRO CARPINETTI
ATLAS
(2005)
R$ 80,00



FÍSICA 3 - ETETROMAGNETISMO - FÍSICA MODERNA - MANUAL DO PROFESSOR
BONJORNO / CLINTON / EDUARDO PRADO / CASEMIRO
FTD
(2013)
R$ 28,92



LAÇOS
R.D. LAING
VOZES
(1974)
R$ 15,00



COMMUNICATE WHAT YOU MEAN - GRAMMAR FOR HIGH-LEVEL ESL STUDENTS
CARROLL WASHINGTON POLLOCK
PRENTICE HALL REGENTS
(1982)
R$ 18,00



NAMOROS COM A MEDICINA
MÁRIO DE ANDRADE
MARTINS
(1972)
R$ 40,00



NOÇÕES BÁSICAS PARA ASSISTÊNCIA EM CC, SR E CME- SÉRIE MELHORES P
NERY JOSÉ DE OLIVEIRA JUNIOR
MORIÁ
(2012)
R$ 42,82



NAVEGANDO PELA HISTÓRIA 6º ANO
SILVIA PANAZZO & MARIA LUÍSA VAZ
QUINTETO
(2009)
R$ 20,00





busca | avançada
65683 visitas/dia
2,2 milhões/mês