O problema da Petrobras são vários | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

busca | avançada
61431 visitas/dia
2,0 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Inspirado nas Living Dolls, espetáculo de Dan Nakagawa tem Helena Ignez como atriz convidada
>>> As Caracutás apresentam temporada online de Tecendo Diálogos com bate-papo e oficina
>>> Obra de referência em nutrição de plantas ganha segunda edição revista e ampliada
>>> FAAP promove bate-papo com as atrizes Djin Sganzerla, Zezita Matos e com o diretor Allan Deberton
>>> Elísio Lopes Jr comanda oficina gratuita de dramaturgia nesta sexta-feira (27)
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Carol Sanches, poesia na ratoeira do mundo
>>> O fim dos livros físicos?
>>> A sujeira embaixo do tapete
>>> Moro no Morumbi, mas voto em Moema
>>> É breve a rosa alvorada
>>> Alameda de água e lava
>>> Entrevista: o músico-compositor Livio Tragtenberg
>>> Cabelo, cabeleira
>>> A redoma de vidro de Sylvia Plath
>>> Mas se não é um coração vivo essa linha
Colunistas
Últimos Posts
>>> A profissão de fé de um Livreiro
>>> O ar de uma teimosia
>>> Zuza Homem de Mello no Supertônica
>>> Para Ouvir Sylvia Telles
>>> Van Halen ao vivo em 1991
>>> Metallica tocando Van Halen
>>> Van Halen ao vivo em 2015
>>> Van Halen ao vivo em 1984
>>> Chico Buarque em bate-papo com o MPB4
>>> Como elas publicavam?
Últimos Posts
>>> O poder da história
>>> Caraminholas
>>> ETC. E TAL
>>> Acalanto para a alma
>>> Desde que o mundo é mundo
>>> O velho suborno
>>> Normal!
>>> Os bons companheiros, 30 anos
>>> Briga de foice no escuro
>>> Alma nua
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Poesia sem ancoradouro: Ana Martins Marques
>>> Para você estar passando adiante
>>> Um brasileiro no Uzbequistão (II)
>>> Da História, De Livros e De Bibliotecas
>>> Sultão & Bonifácio, parte II
>>> Ser intelectual dói
>>> Vera Schettino
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> The world has gone blog mad
>>> É, não ser vil, que pena
Mais Recentes
>>> A Vida é Bela no Trabalho de Dominique Glocheux pela Sextante
>>> Eugène Delacroix 1798-1863: O Príncipe do Romantismo de Gilles Néret pela Taschen (2001)
>>> Agora Aqui Ninguém Precisa de Si de Arnaldo Antunes pela Companhia das Letras (2015)
>>> Nu de Botas de Antonio Prata pela Companhia das Letras (2013)
>>> Trilogia Suja de Havana de Pedro Juan Gutiérrez pela Companhia das Letras (1999)
>>> As Religiões no Rio de João do Rio pela Jose Olympio (2015)
>>> A Teoria da Causa Madura no Processo do Trabalho de Ben-hur Silveira Claus pela Ltr (2019)
>>> Pimentas de Raul Lody pela Nacional (2018)
>>> Zen a a Arte de Manutenção de Motocicletas de Robert M. Pirsig pela Paz e Terra (1984)
>>> Monobloco - uma Biografia de Leo Morel pela Azougue (2015)
>>> Lei Antiterror Anotada - Lei 13. 260 de Acácio Miranda Silva Filho, Alex Wilson Ferreira pela Foco (2018)
>>> Marketing de Nichos de Alexandre Luzzi las Casas pela Atlas (2015)
>>> Mundo do Luxo de Mark Tungate pela Seoman (2014)
>>> Ministério do Silêncio de Lucas Figueiredo pela Record (2005)
>>> O Efeito Melão de Fernanda Dutra pela Dvs (2018)
>>> A Síndrome de Otelo de Barry Lenson, Kenneth C. Ruge pela Best Seller (2006)
>>> Sucos e Smoothies de Cinzia Trenchi pela Manole (2016)
>>> Administração Legal de Josiano César de Sousa pela Appris (2016)
>>> Síndromes e Psicologia - Atuação, Prática e Pesquisa de Mafalda Luzia Coelho Madeira da Cruz pela Juruá (2019)
>>> Falando... Lendo... Escrevendo... Português - Professor de Emma Eberlein O. F. Lima, Samira Abirad Iunes pela Epu (1989)
>>> Como Pregar um Botão - e Outras Coisas Úteis Que Sua Avó Sabia Fazer de Erin Bried pela Civilização Brasileira (2011)
>>> A Grande Arte de Se Reinventar de Leo Chaves pela Planeta (2019)
>>> Paixão por Vencer: Winning - A Bíblia do Sucesso de Jack Welch; Suzy Welch pela Campus (2005)
>>> Como Lidar Com Pessoas Difíceis de Ursula Markham pela Mandarim (1999)
>>> Jantar Secreto de Raphael Montes pela Companhia das Letras (2016)
>>> De Repente uma Noite de Paixão de Lisa Kleypas pela Arqueiro (2020)
>>> Minotauro de Benjamin Tammuz pela Radio Londres (2017)
>>> Os subversivos de J. Bernard Hutton pela Artenova
>>> A doença como metáfora social: política e sensibilidade em tempos de pandemia de Michel Zaidan Filho pela Brazil Publishing (2020)
>>> Jaulas Vazias: Encarando o Desafio dos Direitos Animais de Tom Regan pela Lugano (2006)
>>> A disputa em torno de Frantz Fanon: a teoria e a política dos fanonismos contemporâneos de Deivison Mendes Faustino pela Intermeios (2020)
>>> As Etapas Decisivas da Infância de Françoise Dolto pela Martins Fontes (1999)
>>> O Primeiro e o Último Verão de Leticia Wierzchowski pela Globo Livros (2017)
>>> Duzinda de Clotilde Chaparro Rocha pela Thesaurus (2013)
>>> A Princesa Salva a Si Mesma Neste Livro de Amanda Lovelace pela Leya (2017)
>>> Manifesto do nada na terra do nunca de Lobão pela Nova Fronteira (2013)
>>> A Mezuzá nos pés da Madona de Trudy Alexi pela Imago (1994)
>>> A Espada Selvagem de Conan a coleção de Roy Thomas-Barry Windsor Smith-Gil Kane Neal Adams- Jim Starlin- Al Milgrom pela Panini Comics (2020)
>>> Aquaman- A Morte de um Rei de Geoff Johns pela Panini Comics (1500)
>>> Supen Man o que Aconteceu com o Homem de Aço de Disney pela Dc Comics Panini books (2013)
>>> Autoperfeição com Hatha Yoga: Um clássico sobre saúde e qualidade de vida de Hermógenes pela Nova Era (2004)
>>> A Era de Conan de Howard, Niemczyk, Hanna e Keith pela Marvel (2020)
>>> As Aventuras de Pinóquio de Carlos Collodi pela Companhia das Letrinhas (2002)
>>> Mega a Maior Revista em Quadrinhos Disney do Mundo de Abril pela Abril (2020)
>>> História Oficial que Deu Origem ao Jogo- God Of War de Robert E. Vardeman pela Leya (2013)
>>> Direito Civil - Volume 3 de Silvio Rodrigues pela Saraiva (2003)
>>> Gêneros Orais e Escritos na Escola de Bernard Schneuwly; Joaquim Dolz pela Mercado de Letras (2004)
>>> Lições de Direito Processual Civil - Vol.II de Alexandre Freitas Câmara pela Lumens Juris (2005)
>>> Estratégias de Leitura de Isabel Solé pela Penso (1998)
>>> Lições de Direito Processual Civil - Vol.I de Alexandre Freitas Câmara pela Lumens Juris (2004)
COLUNAS

Terça-feira, 16/12/2014
O problema da Petrobras são vários
Julio Daio Borges

+ de 3300 Acessos

Para quem acha que o problema da Petrobras é ter sua cotação despencando em bolsa, lamento informar que esse é apenas o problema mais visível, o mais aparente, posto que é mensurável, nítido, incontrastável. E, ao contrário do que acreditam certos petistas, não basta cada brasileiro "comprar uma ação da Petrobras" para que tudo volte ao normal (sim, tem gente que acredita que é como fazer crowdfunding para as multas dos mensaleiros...). Repito a metáfora já utilizada: a cotação em bolsa, o valor de mercado, é apenas o termômetro. A Petrobras vive a pior crise de sua história e existem outros problemas a serem resolvidos, a fim de que o mercado reflita, posteriormente, a "boa saúde" da empresa. Como se chegou a este ponto? Tento explicar refazendo o percurso de trás para frente.

* Por que o valor da ação desabou recentemente? Entre outros motivos, porque a empresa não apresentou seu balanço "não auditado", referente ao terceiro trimestre de 2014. Traduzindo: uma empresa listada em bolsa, como a Petrobras, tem de apresentar, trimestralmente, seus resultados para o mercado, para os investidores. Quando não apresenta, é sinal de problemas. (Mais problemas.) Logo, o mercado desconfia e os investidores "punem" a ação. Pense analogamente: você investiria numa empresa que você sequer sabe se está indo bem ou mal? E digo "investir" no sentido mais amplo, não falo apenas de dinheiro. Você trabalharia numa empresa que ninguém sabe como está caminhando? Você adquiriria um produto de uma empresa que está com problemas financeiros? Em bolsa, é a mesma coisa. Por que alguém permaneceria "comprado" em Petrobras com tudo o que está acontecendo?

* Por que os resultados da empresa não foram apresentados? Entre outros motivos, por causa do petrolão. O raciocínio é simples. A Petrobras estava, supostamente, investindo numa refinaria como, por exemplo, Abreu e Lima. Se houve superfaturamento, e supostamente houve, a propina deve ser discriminada nos resultados. Porque propina não é investimento. É roubo. Não acredito que existe uma linha, no relatório da Petrobras, para "roubo" - mas propina entra como "perda". Acontece que foram *anos* de supostos desvios. Então imagina lançar isso tudo num balanço... O quanto dos "ativos" da Petrobras são ativos mesmo (ou são "passivos")? Agora imagine a mesma presidência e a mesma diretoria da empresa - que permitiram a ocorrência do petrolão - apontando o que é ativo e o que é passivo... Você confiaria? Você colocaria sua mão no fogo pelos resultados apresentados por essa gente que fez vista grossa para o petrolão?

* Por que a auditoria externa não quer assinar o balanço? Porque, justamente, as investigações continuam e, a cada dia, surge um novo desdobramento do escândalo do petrolão. Apenas um exemplo recente: na mesma sexta-feira em que a Petrobras havia prometido apresentar o "balanço não auditado" ao mercado, surgem as denúncias de Venina Velosa da Fonseca no jornal Valor Econômico. Ou seja: mesmo que a empresa tivesse apresentado os resultados, naquela sexta, eles não seriam válidos, porque o depoimento de Venina, no mesmo dia, revelava que havia ainda mais propina do que originalmente se pensava, ainda mais perdas, ainda menos ativos e ainda mais passivos. Seguindo esse exemplo: Venina, a ex-gerente que desmentiu a presidente, desembarca no Brasil a qualquer momento. E promete novas revelações. Mesmo que a Petrobras apresente seus resultados nesse meio tempo, se surgirem novos indícios de propina, como confiar nos números apresentados ao mercado (antes de Venina chegar)?

* Por que a Petrobras não contabiliza logo o petrolão "todo"? Porque não se sabe a extensão do escândalo (eu ia escrever "roubo"). São doze anos de PT no poder. A Petrobras está nas mãos de Dilma Rousseff desde 2003, quando era ministra de Minas e Energia (isso no primeiro governo Lula). O petrolão remonta, segundo o doleiro Alberto Youseff, a 2004. A operação Lava Jato foi deflagrada em março deste ano. Então, faça as contas: por baixo, são dez anos de petrolão. Nem Graça Foster, que assumiu a presidência em 2012, sabe a extensão do escândalo. E nem Sergio Gabrielli, o presidente imediatamente anterior. Nem Guido Mantega, o presidente do Conselho de Administração desde 2010. E nem Dilma Rousseff, a ex-presidente do Conselho... E mesmo que eles organizassem uma força-tarefa, para mapear o alcance do petrolão, amanhã poderia surgir um novo desdobramento, sobre o qual eles não tinham conhecimento. Uma nova Venina Velosa da Fonseca, por exemplo.

* Por que Dilma não manda todo mundo embora (presidente e diretores)? Nem todo mundo sabe, mas Graça Foster já pediu para sair. E a maioria acha que Dilma não a manda embora por serem "amigas", por consideração a ela, Graça Foster. Mas é o contrário. Dilma não manda Graça Foster embora porque, enquanto ela estiver na presidência da Petrobras, todos os ataques serão centrados nela, Graça (e na atual diretoria). Dilma não é amiga, é *muy* amiga. Nem toda a culpa pela crise é de Graça Foster, mas a tendência, quase automática, é jogar a culpa em quem está na presidência da empresa. Vamos considerar o cenário em que Graça Foster sai. No primeiro dia, as ações da Petrobras sobem. A bolsa, igualmente, sobe. Talvez até a cotação do barril de petróleo suba. Mas, nos dias subsequentes, começará a expectativa em torno de quem assumirá a Petrobras no lugar de Graça Foster. E, pelo que sabemos da capacidade decisória de Dilma, a indefinição pode se arrastar por semanas, como no ministério da Fazenda, de Mantega a Joaquim Levy. E para onde vão apontar os holofotes, enquanto a presidência da Petrobras estiver vacante? Para o Palácio do Planalto.

* Por que não chamam logo um executivo de mercado, para assumir a Petrobras? Você se lembra do parto que foi encontrar um novo ministro da Fazenda que encarasse a tarefa? Luiz Trabuco recusou. Henrique Meirelles desconversou. Não queriam assumir a herança maldita de Guido Mantega. Por que na Petrobras seria diferente? Com o PT desde 2003, e "sob os cuidados" de Dilma desde então, passando por Gabrielli, Graça Foster e até por Guido Mantega, quem vai querer aceitar essa missão (quase) impossível? Teria de ser um executivo, no mínimo, especializado em turnaround. Lembrando que um dos maiores "turnarounds" da história empresarial aconteceu na Apple, quando Steve Jobs voltou, praticamente relançando a empresa, no final da década de 90 - quando ela tinha meses de caixa, e estava, contabilmente, morrendo. Jobs, como se sabe, pediu ajuda ($) até para Bill Gates, refez toda a linha de produtos, investiu em pesquisa & desenvolvimento e, na década de 2000, começou a reconquistar o mercado, para dominá-lo só nesta década de agora... Veja o quanto demora. E estamos falando de Steve Jobs... Qual seria o grande executivo brasileiro capaz do "turnaround" da Petrobras? Henrique Meirelles? Sergio Rial? (Resisto a piadas com Eike Batista...)

* Por que *tem* de ser um nome "de mercado" (ou por que o mercado não aceita qualquer nome)? Porque é de capitalismo que estamos falando. "Socializar" a gestão da empresa, distribuindo cargos (e "benefícios") para partidos da base aliada, não deu certo. Como fez no caso da política econômica, o governo tem de reconhecer. Mesmo que o PT não reconheça. Na verdade, não importam as declarações de gente como o próprio Guido Mantega, Aloizo Mercadante e até Luiz Inácio Lula da Silva. O importante é entregar a gestão para alguém tecnicamente qualificado, em matéria de administração, e, como o caso envolve corrupção, um nome acima de qualquer suspeita, eticamente falando. Com todos os problemas (mesmo com o petrolão), a empresa não pode parar. Porque está, justamente, inserida do mercado, na economia brasileira - como poucas. Basta lembrar que, até há pouco, era a empresa brasileira de maior valor de mercado. Imagine o que isso significa em termos de empregos. Em termos de parceiros comerciais, cadeia produtiva, PIB. A Petrobras é praticamente um setor da economia brasileira. Não é para amadores. Não é para a "companheirada".

"Por que, afinal de contas, eu tenho de me preocupar com a Petrobras?", você deve estar se perguntando. "Eu não sou acionista nem nada." Mas você é brasileiro(a). Para que se tenha ideia da magnitude do impacto da Petrobras sobre nós, Dilma conseguiu segurar a inflação represando os preços dos combustíveis, via Petrobras, nos últimos *anos*. Foi um erro, obviamente, porque o governo continuou gastando e produzindo inflação, mas é só para mostrar a influência da Petrobras até sobre a economia doméstica. Fora que, se a Petrobras quebrar, o Brasil também quebra, como país. Grande parte da imagem do Brasil fora - mesmo com todos os problemas - ainda depende da performance da Petrobras. Se a empresa não paga os empréstimos que contratou, ou os bônus que emitiu, todas as outras empresas brasileiras sofrem, porque sua credibilidade é igualmente questionada. O Brasil perde seu "investment grade". E o País perde, literalmente, investimentos. O que significa menos desenvolvimento, menos empregos e menos futuro para todos. Por mais que você torça pelo impeachment da Dilma, torça para que ela dê um encaminhamento correto para a Petrobras. Antes que seja tarde (digo, mais tarde ainda). Afinal, o buraco é mais embaixo (em todos os sentidos)...


Julio Daio Borges
São Paulo, 16/12/2014


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Dilapidare de Elisa Andrade Buzzo
02. Em nome dos filhos de Luís Fernando Amâncio
03. Um DJ no mundo comunista de Celso A. Uequed Pitol
04. Política e Cidadania no Sertão do Brasil (parte 2) de Diogo Salles
05. Seamus Heaney, poeta de reconciliação de Celso A. Uequed Pitol


Mais Julio Daio Borges
Mais Acessadas de Julio Daio Borges em 2014
01. Como detectar MAVs (e bloquear) - 22/10/2014
02. Sobre o caso Idelber Avelar - 8/12/2014
03. 40 - 29/1/2014
04. Meu Primeiro Livro - 18/6/2014
05. Mamãe - 19/1/2014


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




O QUE SABEMOS SOBRE O ISLAMISMO? - 4114
DOREEN FINE
CALLIS
(1998)
R$ 10,00



MEU CORAÇÃO PERGUNTOU: O SIGNIFICADO DAS VIRTUDES
SELMA SAID
VOZES
(1999)
R$ 9,96



GRANDEZA E DECADÊNCIA DE ROMA - III DE JÚLIO CÉSAR A AUGUSTO
GUGLIELMO FERRERO
GLOBO
(1963)
R$ 14,00



OS CONTOS DE BEEDLE, O BARDO
J. K. ROWLING
ROCCO
(2008)
R$ 19,90



NÃO PEÇA SARDINHA FORA DE TEMPORADA
ANDRÉU MARTÍ/ JAUME RIBERA
PLANETA
(2003)
R$ 15,00



DIX GRANDES NOTIONS DE LA SOCIOLOGIE
JEAN CAZENEUVE
SEUIL
(1976)
R$ 7,84



TRADUZIR O POEMA - POESIA
ALVARO FALEIROS
ATELIE EDITORIAL
R$ 35,00



A BRINCADEIRA
MILAN KUNDERA
CIRCULO DO LIVRO
(1967)
R$ 18,00



SHAKESPEARE - O GÊNIO ORIGINAL
PEDRO SUSSEKIND
ZAHAR
(2008)
R$ 23,00



BITTERGIRL ESQUEÇA O EX E DÊ A VOLTA POR CIMA
ANNABEL GRIFFITHS E OUTROS
BEST SELLER
(2010)
R$ 8,85





busca | avançada
61431 visitas/dia
2,0 milhões/mês