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Sábado, 5/8/2006
Comentários
carl


a razão da existência?
suicídio, homicídio, acidente, que importa? o fluxo e refluxo do universo necessita de todos os atos. fios da tapeçaria, notas da sinfonia, eis o que somos. a natureza nutre-se da adrenalina resultante do embate dos humores humanos. isso é necessário ao seu equilibrio, tal o movimento das células no corpo. os destinos humanos só importam aos humanos; à natureza importa o tipo, não os indivíduos. acaso possui o horteleiro interesse na vida individual de suas alfaces? ou o madeireiro comiseração por tal madeira que não se diverte com as outras? vão para o fogo. vão para a mesa e transformam-se naquilo que schopenhauer chamou de morte da vida. entramos na natureza ao nascermos, tal o alimento na boca, e saímos dela ao fim da digestão, depois de utilizados pelo organismo. a razão da existência? a mesma da de uma alface. ser devorado para alimentar um organismo, que é o que chamamos de natureza. o sentido disso tudo? bom, eles devem saber. não nós ou algum rabanete.

[Sobre "Está Consumado"]

por carl
5/8/2006 às
12h00 201.34.119.67
 
os romances de rininha
olá rininha, eu quero ler teus dois romances, pode mandar para mim ([email protected])?

[Sobre "O desafio de publicar"]

por carl
31/1/2006 às
17h05 200.182.146.142
 
tchê
essa ana elisa ribeiro tá precisando de um gaúcho pra resolver esses conflitos internos traduzidos pelo falso desdém lançado. de qualquer forma, se o colunista fosse gaúcho e o texto falasse o mesmo sobre curitiba, a opinião seria a mesma, às avessas, para agradar a rede e liberar um pouco do gás intoxicante de que parece padecer. beijos para a amigona raquel. engenheiros na primeira fase é muito bom. depois virou lixo. precisando de um joelhaço, que tudo resolve, é só falar.

[Sobre "Breve reflexão cultural sobre gaúchos e lagostas"]

por carl30
18/1/2006 às
11h39 200.182.146.142
 
felic/imbecil/idade
não quer dizer bom dia ao sol, boa noite à lua e agradecer ao papaizinho do céu por mais um dia de vida? talvez, ah, molhar o pé na poça dágua, abraçar o mendigo que passa, dar pulinhos no ar comentando, ah, que que tem, a novela de ontem, vamos dançar o tigrão? sim, sim, vamos ver filmes alegres, curtir cada momento, dançar pagode, qual o problema? ser feliz é o que importa, deixem os rabugentos para lá, ei, seu maroto, o universo responde positivamente àquilo de bom que você faz, vamos dançar amarelinha? ah, que felicidade, obrigado menininho jesus por toda essa alegria que é a vida! é a vida, é bonita e é bonita! e se o horóscopo do jornal me for favorável, uh, talvez eu nem precise de sexo que, pensando bem, nem é tão importante assim, posso ficar limpinho, ah, que alegria, que felicidade! o melhor pra ti, amiguinho! viva a felicidade! esses bobões que não sabem viver! pobres coitados, que idiotas, se soubessem que a vida é simples, é tão simples de ser vivida, ah, seu bobinhãumn!

[Sobre "Em defesa da normalidade"]

por carl
16/12/2005 às
17h41 200.182.146.142
 
parem de encher o saco
não entendi a preocupação. nem os aplausos. qual o problema de pessoas tentarem passar pelo que não são? quem tem autoridade para dizer que determinada coisa é ruim o boa? voce acha que esta certo. cada um acha que está certo também, e não está errado, pois está certo dentro da sua verdade. por que a irritação? não é acaso a vida um peso com variações determinadas por circunstâncias havidas em face de história prévia e herança genética? vai tirar o barato do sujeito que se sente melhor pensando-se sábio, culto ou algo que o valha? essa preocupação de vocês denota uma infração corespondente à que estão acusando. parem de encher o saco do pessoal, é desgradável para quem está tentando fazer valer uma tola existência, e pior para quem critica, pois, ao mesmo tempo em que não está respeitando limitações de uns pobres coitados, revela uma preocupação demasiada por algo que não conta. leiam, instruam-se, se quiserem, mas respeitem as opções de quem não tem opções. abraços a todos!

[Sobre "Como parecer culto"]

por carl
18/11/2005 às
15h34 200.182.146.142
 
se és escritor, basta a pena
parem de falar bobagens! escritor escreve. não importa se tem que trabalhar, fazer o que quer que seja para viver: se for escritor, fatalmente, como forma de manter-se vivo, animicamente, escreve. rilke, embora exagerado, em essência, estava certo: se és escritor, precisas escrever para respirar. o mesmo não se dá, por exemplo, no cinema, o que, apesar disso, não é resolvido com esses milhões que tiram do nosso bolso para essses fatídicos cineastas, que mais fazem cinema por vaidade do que por inclinação pessoal. não é a falta de mercado, a injustiça divina ou a negação ao decúbito ventral que impede que sejamos escritores. o que nos impede de sê-lo é o fato de não o sermos. e se querem ser conhecidos como escritores por digitar esse monte de bobagens que os indigitados de porcelana escrevem, então é de vocês também que estou falando.

[Sobre "Aflições de um jovem escritor"]

por carl
30/11/2004 às
17h07 200.182.146.140
 
falar do jô: chover no molhado
bom, falar mal do jô soares é chover no molhado, já que é consenso a sua arrogância, limitação, etc. todas as pessoas que conheço que o assistem - onde não me incluo: insônia se resolve com leitura, não com programas de tv ruins, o que apenas os prestigia e os mantêm no ar - têm a mesma opinião de todos aqui. se "celebridades" ou "estrelas" tupiniquins vão ao programa, por prostituição ou ignorância, anuindo sem protestos com a idiotice do gordo - já vemos as frustrações que uma tal condição traz consigo - não diferem muito dele, assim como não se diferem dele os que o prestigiam dando audiência ao programa. preciso dar o conselho? não, né, aí estaria ofendendo vocês. se não entendeu a ironia, assista ao jô. sentir-se-á em casa.

[Sobre "Anti-Jô Soares"]

por carl
30/11/2004 às
16h34 200.182.146.140
 
uma questão estéril
a matéria começou pretensiosa, cheia de clichês (graal, reincidente no crime, borboletear, exequível), parecia a marta medeiros, mas depois melhorou. quanto às revistas, já temos experiências falidas no mesmo modelo aqui proposto, mas acredito que a bravo, a cult e outras tantas já oxigenam essa "galáxia de gutemberg" (de novo!). quanto ao jovem, não se preocupe, é uma questão estéril e só serve para masturbação. abs.

[Sobre "Uma revista de cultura no Brasil"]

por carl
30/11/2004 às
16h06 200.182.146.140
 
faltou o cure
smiths, U2 e police? um tem tanto a ver com o outro quanto jota quest e sex pistols. faltou o cure. cure e smiths, smiths e cure, andavam de mãos dadas nos anos 80. noves fora o caju.

[Sobre "Lembranças do Morrissey"]

por carl
12/11/2004 às
12h10 200.182.146.140
 
errar duas vezes é americano
não, lula não foi eleito porque o pt se mexeu para o centro. o pt só foi para o centro, acabando na extrema direita, depois que lula venceu as eleições. venceu com discurso de esquerda e governa (governa?) com o oposto. daí a perda de referência da esquerda no país. talvez o psol, daqueles traídos pelo governo por defenderem as idéias dele próprio antes da eleições. o pt acabou se tornando, tal qual o crack para a cocaína, ele para os pmdb/psdb/pfl/assemelhados da vida. quanto ao bush, o simão falou tudo. errar é humano. errar duas vezes é americano.

[Sobre "Uma derrota moral"]

por carl
11/11/2004 às
11h58 200.182.146.140
 
a diversidade e a padronização
não discordo do texto, tampouco concordo com ele. a diversidade é tão necessária quanto a padronização. para que haja outsiders, é necessário haver "insiders" e a necessidade de se travestir para pertencer a algum grupo é tão antiga quanto a existência humana, só variando a forma de manifestação, e ninguém está mais certo ou mais errado por optar por uma coisa ou outra. acaso regozijar-se por não estar massificado difere em algo de regozijar-se por assim estar?

[Sobre "Outsider: quem não se enquadra"]

por Carl
23/9/2004 às
12h04 200.182.146.140
 
o da mansarda
é, o problema é que vivemos num mundo de semi-analfabetos metidos a eruditos. por óbvio que as pessoas gostariam de ser cultas, viajar pelo mundo, ter grandes conhecimentos, empíricos e teoréticos (até nesse "teorético" vemos o pecado da vaidade do bundão que o escreve, pois teórico soaria menos pretensioso - a arma dos pseudoalgumacoisa), realizações em grandes feitos e tudo o mais. mas não consigo vislumbrar com clareza a linha que separa a nobreza de intento de um eventual exercício de auto-afirmação. todo mundo quer ser melhor do que é, mas, por ironia de uma natureza indiferente ou de um deus bem pouco paternalista, não é. e fica assim, não sendo e aspirando a sê-lo. poderia terminar o comentário com algum lugar comum, mas prefiro poupar as pessoas disso. senão por respeito, ao menos por economia, tão prestigiada pelo nobre colunista.

[Sobre "Geração abandonada"]

por Carlos
20/11/2003 às
11h54 200.163.167.140
 
Julio Daio Borges
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