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Terça-feira, 22/10/2002
Comentários
Kelly


nível dos comentários
Concordo com o Heitor. Impressionante o baixo nível dos comentários mais recentes. O que está acontecendo com os leitores? Ninguém mais sabe argumentar? Nem pensar? Só ofender?! Também achei o texto profundo para quem não conhece Coward, mas eu, particularmente, gosto disto. Poder ler sobre coisas que conheço bem, sobre outras que conheço mal, sobre outras ainda que não conheço. Misturar tudo e pensar, sentir, passar a conhecer. Isto é parte do prazer de ler. E o Alexandre tem o dom de contribuir com muitas coisas que conheço mal ou que não conheço e com muitas outras com as quais concordo totalmente. Abaixo a ditadura da feiúra, da pobreza de espírito, da auto-comiseração! Viva a beleza!

[Sobre "Lula Já É Um Coitado"]

por Kelly
22/10/2002 às
11h01 200.189.66.114
 
estranhamento
Olá Héber. Ao ler seu texto, certos termos me causaram certo "estranhamento". Chefe de família? Movimento social feminista? Coisas deste tipo me soam um tanto anacrônicas. A idéia de que alguém "chefia" a família me pareceu muito, mas muito estranha mesmo. Estou habituada a observar os casais, mesmo os mais velhos, desenvolvendo modelos de parceria, sem "chefes", algo aliás imprescindível num mundo em que ambos trabalham e cuidam dos filhos e da casa igualmente. Quanto às dificuldades profissionais da mulher, entendo que não são "privilégio" feminino. Hoje a coisa está complicada para todos, homens, mulheres, jovens, velhos. Os homens não me parecem ter mais facilidades profissionais que as mulheres. Mesmo quanto à remuneração. Portanto, os movimentos feministas perderam o sentido já há algum tempo. As conquistas não são mais femininas ou masculinas e sim das pessoas, da sociedade, dos trabalhadores, dos indivíduos, dos consumidores. Se as mulheres lutam, elas lutam contra quem? Contra o homem? Separar o mundo com homens de um lado e, do outro, bem longe, as mulheres, é enfraquecer a humanidade como um todo. A hora não é de derrotar ninguém. E sim de vencermos todos. Abraços. Kelly.

[Sobre "A crise do patriarcalismo e a ascensão da mulher"]

por Kelly
25/9/2002 às
16h46 200.189.66.114
 

Ola Alexandre! Seu texto me confortou! Sempre achei que eu fosse meio, bem, esquisita, pela maneira como me envolvo com os livros que leio e os filmes que assisto. Eu me apaixono pelos personagens (veja so voce o que tenho passado ultimamente, depois de assistir Lilo and Stitch... aiaiai, aquele monstrinho azul... preciso ir ao Havai), choro por eles (tinha 9 anos quando chorei a morte de Jack, o cachorrinho de Laura Ingalls) e, pra sair da tristeza, so repetindo incessantemente: "Eh so um livro, eh so um livro...". Quantas vezes me senti ridicula por causa disto! Quanto aos ovoides... Tem certeza que eram ovoides? Nao seriam longas linhas verticais? Nao? Tenho estado sem internet ultimamente, resultado de uma mudanca de casa, de micro, de ares, enfim... e senti muita falta de seus textos. Definitivamente, preciso comprar "A Coisa não Deus". Para nao sofrer de crise de abstinencia quando estiver sem internet. Beijos. Kelly.

[Sobre "Amando quem não existe"]

por Kelly Hatanaka
26/7/2002 às
11h40 200.189.66.114
 
Sim, senhor, senhor!
Atacar um de cada vez? Tudo bem, o comandante é você! :))

[Sobre "Psiquiatra declara Japão Oficialmente Maluco"]

por Kelly Hatanaka
4/6/2002 às
15h37 200.189.66.114
 
De perto ninguém é normal...
Muito interessante seu texto Alexandre. Como todos os outros, alias. Somente algumas ressalvinhas bem pequenininhas. Em primeiro lugar todos nós, pessoas e nações, orientais e ocidentais, do hemisfério norte ou do sul, somos, em maior ou menor grau, pirados. Malucos. Doidos de pedra. É só olhar de perto e... pronto, toda nossa normalidade foi pro espaço. Portanto, chamar os japoneses de malucos me parece algo redundante, no mínimo. Em segundo lugar, fantasias envolvendo monstros gigantes, extraterrestres invadindo a terra, cientistas picados por aranhas transgênicas, jacarés gigantescos invadindo cidades densamente povoadas, não são nem nunca foram exclusividade de japoneses. A única diferença é que os monstros japoneses tinham zíperes nas costas (lembra do Ultra Seven?).Cada povo com sua esquisitice, não? E, finalmente, o karatê não é composto por movimentos lineares, bem como não o é o aikidô, outra arte marcial japonesa. Eu arriscaria dizer que todas as artes marciais (chinesas e japonesas) utilizam os mesmos princípios. Eu, como descendente de japoneses (doidinha de pai e mãe), muitas vezes tenho dificuldade em identificar se alguma coisa (na culinária ou nas artes, por exemplo) teve origem japonesa ou chinesa. O que só prova mesmo que nós, humanos, somos todos doidos varridos: como dois países com culturas tão parecidas, quase irmãs, puderam viver em guerra por tantos anos? Dãããã.... Beijos, Kelly.

[Sobre "Psiquiatra declara Japão Oficialmente Maluco"]

por Kelly Hatanaka
4/6/2002 às
11h16 200.189.66.114
 
Tolinho de Capitopolis
Paulo, obrigada! Voce acabou de salvar minha quarta feira de cinzas. E eu achava que sofria! Comeco a achar minha vida uma moleza :)) So umas perguntinhas: voce leu esse tal de Abduzido inteiro? Inteirinho? E esse tipo de coisas esta sempre acontecendo com voce? Ja pensou em virar cronista esportivo? Kelly.

[Sobre "Dois Idiotas"]

por Kelly
13/2/2002 às
15h12 200.225.67.150
 
Sem insultos
Fique tranquilo, este e-mail nao contem insultos! O que voce disse eh verdade: nos mulheres estamos confusas. Tao confusas quanto voces, pobres homens. Porem, ao contrario dos homens, o que nos aflige nao eh a necessidade de redescobrir um papel no mundo e sim, de descobri-lo, de, pela primeira vez, entendermos qual nossa funcao neste mundo. Pela primeira vez na historia nos (mulheres) temos liberdade o bastante para viver como queremos e para ser o que escolhemos. E eh muito decepcionante perceber que, neste momento, nos escolhemos ser.... HOMENS! Homenzinhos de saias (irrrrc!). Agora, vou lhe dar uma informacao, daqui do ponto de vista feminino, ok? Sinto informar que A, B, C e D nao sao mulheres. Na-na-ni-na-nao. Sao papeis que as mulheres se habituaram a representar para justificar suas atitudes e explicar suas decisoes. Afinal, eh mais facil "culpar" o louro malvado, a familia repressora, o mundo machista, a profissao escravizante. Mais facil sofrer pela "opressao" do que assumir os proprios desejos, paixoes, erros, medos, etc. Triste, nao? Algumas linha e nenhum insulto. Nada mal, nao? Alias, gostei! Kelly.

[Sobre "A crise da mulé"]

por Kelly C. Hatanaka
19/10/2001 à
00h00
 
Julio Daio Borges
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