Digestivo nº 104 | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

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DIGESTIVOS

Quarta-feira, 23/10/2002
Digestivo nº 104
Julio Daio Borges

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+ 2 Comentário(s)




Imprensa >>> Batuta giratória
O Rock in Rio está de volta. Dezesseis anos depois da primeira edição, mítica, em 1985, com Queen, Blitz, Scorpions, Cazuza e Barão, AC/DC, Paralamas, Ozzy Osbourne, James Taylor, Whitesnake, Pepeu Gomes, Iron Maiden, Ney Matogrosso, Yes. Todos, coincidentemente, no auge (antes da queda). Dez anos depois da segunda edição, já mais desfalcada, em 1991, com Guns'n'Roses, Prince, Faith No More, Sepultura, INXS, Judas Priest, Billy Idol, Santana, Titãs, Megadeth, Lobão e a bateria da Mangueira. O Rock in Rio III, de 2001, sucumbe ao conservadorismo do pop-rock, na convocação das estrelas principais, salvo pela inclusão de Beck, Foo Fighters, Queens of the Stone Age e Deftones. Se quisesse investir em reciclagem e vanguarda, o festival teria de mudar de nome, e direcionar seus holofotes para a música eletrônica, a única atualmente inovadora (na forma e no conteúdo). As esperanças se concentram, por isso mesmo, nas chamadas tendas: Raízes (para sons primevos da África e dos Trópicos), Brasil (para movimentos nativos e artistas do underground) e Eletro (para, justamente, as manifestações do tecno, drum'n'bass, trance e assim por diante). A DirecTV transmite ao vivo desde às 16 horas e a TV Globo, quase na madrugada (espera-se que sem os comentários desnecessários dos seus apresentadores de plantão). [Comente esta Nota]
>>> Caros Amigos
 



Música >>> That makes it so
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>>> Is a Woman - Lambchop - Trama
 



Literatura >>> Cenas da vida carioca
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>>> Contos Reunidos - Marques Rebelo - 382 págs. - Nova Fronteira
 



Internet >>> Livre como um táxi
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>>> Cocadaboa | Mundo Perfeito | Pura Goiaba | Catarro Verde
 



Cinema >>> Cuénteselo
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Julio Daio Borges
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COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
20/10/2002
01h35min
Almodóvar parece q resolveu se tornar um diretor a ser levado a sério. Com Carne Trêmula, ele mostrou ser capaz de fazer isso; escorregou com Tudo Sobre Minha Mãe, com a volta de personagens bizarros que marcaram sua cinematografia. Agora Fale com Ela tem aquele algo a mais, aquela pitada de drama e seriedade que não conseguíamos ver em seus trabalhos anteriores. Fale com Ela é um drama com certo refresco. Diante da dureza da vida q seus protagonistas vivem, ainda são capazes de rir dela, como bem o faz o personagem Benigno. Almodovar peca um tanto no ritmo que imprime ao filme. Sua mão nào está totalmente afiada para o drama quanto é para a comédia. Misturar ambos, então, não é tarefa fácil. Mesmo assim, Fale com Ela é trabalho de transição do diretor, quase maduro, o que prevê que ele pode (e deverá)fazer algo melhor ainda no próximo projeto. Almodóvar está em evolução constante, e isso é o que basta para que ele seja considerado dos melhores diretores da atualidade. Mesmo com Caetano Veloso aparecendo cantando, que eu, particularmente, achei um charme a mais ao filme.
[Leia outros Comentários de lucas]
25/10/2002
16h43min
Gostei muito das charges do Diogo. Parabéns! E parabéns pelo site, pretendo me tornar um leitor assíduo.
[Leia outros Comentários de Luiz Augusto Neto]

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