Digestivo nº 280 | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

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DIGESTIVOS

Sexta-feira, 26/5/2006
Digestivo nº 280
Julio Daio Borges

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+ 3 Comentário(s)




Literatura >>> Quando os mercados falham
O líder Taleban provou que também tem o seu estoque de "bravatas bélicas". Afirmou com todas as letras que eles não vão entregar Osama bin Laden, enquanto não existirem provas contra ele. Afirmou também que, se os Estados Unidos insistirem muito, declaram "guerra santa" contra a nação mais poderosa do globo - e contra todos os que se dispuserem a apoiar. É o mesmíssimo "with us or against us", só que em sentido contrário. E o mundo não contava com a valentia de países que, como o Afeganistão, são só areia e pedra. Instala-se um impasse "diplomático" que seria cômico se não fosse trágico. Enquanto George W. Bush se empolga com suas arbitrariedades, ao invocar as "cruzadas" e ao proclamar uma "new war", nova-iorquinos ainda morrem de inanição e de dor, embaixo do que sobrou das torres. É desumano, mas os episódios envolvendo o atentado mais violento da História tendem a se acomodar, no que se poderia chamar de uma "rotina". Para o bem ou para o mal, não existe mais aquela "instabilidade iminente" que exigia uma resposta imediata - e não o jogo ensaiado da política e da mídia que, tirando esses desnorteamentos eventuais, vive de falsificar a realidade. Algumas coisas ficaram provadas, no entanto. Ficou provado, por exemplo, que as bolsas, as moedas e as economias de países periféricos como o Brasil são, na verdade, pura ficção: altamente dependentes do que se faz ou do que se deixa de fazer lá na América do Norte. Ficou provado também que o "noticiário internacional tupiniquim" se resume ao que se consegue traduzir das principais agências internacionais, como Bloomberg e Reuters. Baseando-se nisso, Nirlando Beirão cunhou uma máxima: "No fundo, o que as tevês do Brasil fizeram foi dublar a CNN". Dada a fragilidade do planeta que hoje ainda depende dos Estados Unidos para "caminhar", "pensar" e "se defender", é de se perguntar o que aconteceria se o gigante tombasse de vez. Certos ou errados, bons ou maus, vencidos ou vencedores, eles ainda são a grande referência. [Comente esta Nota]
>>> A desintegração americana: EUA perdem o rumo no século XXI - Paul Krugman - Record - 546 págs.
 



Internet >>> Tecnologia e pizza delivery
O líder Taleban provou que também tem o seu estoque de "bravatas bélicas". Afirmou com todas as letras que eles não vão entregar Osama bin Laden, enquanto não existirem provas contra ele. Afirmou também que, se os Estados Unidos insistirem muito, declaram "guerra santa" contra a nação mais poderosa do globo - e contra todos os que se dispuserem a apoiar. É o mesmíssimo "with us or against us", só que em sentido contrário. E o mundo não contava com a valentia de países que, como o Afeganistão, são só areia e pedra. Instala-se um impasse "diplomático" que seria cômico se não fosse trágico. Enquanto George W. Bush se empolga com suas arbitrariedades, ao invocar as "cruzadas" e ao proclamar uma "new war", nova-iorquinos ainda morrem de inanição e de dor, embaixo do que sobrou das torres. É desumano, mas os episódios envolvendo o atentado mais violento da História tendem a se acomodar, no que se poderia chamar de uma "rotina". Para o bem ou para o mal, não existe mais aquela "instabilidade iminente" que exigia uma resposta imediata - e não o jogo ensaiado da política e da mídia que, tirando esses desnorteamentos eventuais, vive de falsificar a realidade. Algumas coisas ficaram provadas, no entanto. Ficou provado, por exemplo, que as bolsas, as moedas e as economias de países periféricos como o Brasil são, na verdade, pura ficção: altamente dependentes do que se faz ou do que se deixa de fazer lá na América do Norte. Ficou provado também que o "noticiário internacional tupiniquim" se resume ao que se consegue traduzir das principais agências internacionais, como Bloomberg e Reuters. Baseando-se nisso, Nirlando Beirão cunhou uma máxima: "No fundo, o que as tevês do Brasil fizeram foi dublar a CNN". Dada a fragilidade do planeta que hoje ainda depende dos Estados Unidos para "caminhar", "pensar" e "se defender", é de se perguntar o que aconteceria se o gigante tombasse de vez. Certos ou errados, bons ou maus, vencidos ou vencedores, eles ainda são a grande referência. [Comente esta Nota]
>>> Eduf Labs | Eduardo Fernandes
 



Música >>> Tempo di valsa
O líder Taleban provou que também tem o seu estoque de "bravatas bélicas". Afirmou com todas as letras que eles não vão entregar Osama bin Laden, enquanto não existirem provas contra ele. Afirmou também que, se os Estados Unidos insistirem muito, declaram "guerra santa" contra a nação mais poderosa do globo - e contra todos os que se dispuserem a apoiar. É o mesmíssimo "with us or against us", só que em sentido contrário. E o mundo não contava com a valentia de países que, como o Afeganistão, são só areia e pedra. Instala-se um impasse "diplomático" que seria cômico se não fosse trágico. Enquanto George W. Bush se empolga com suas arbitrariedades, ao invocar as "cruzadas" e ao proclamar uma "new war", nova-iorquinos ainda morrem de inanição e de dor, embaixo do que sobrou das torres. É desumano, mas os episódios envolvendo o atentado mais violento da História tendem a se acomodar, no que se poderia chamar de uma "rotina". Para o bem ou para o mal, não existe mais aquela "instabilidade iminente" que exigia uma resposta imediata - e não o jogo ensaiado da política e da mídia que, tirando esses desnorteamentos eventuais, vive de falsificar a realidade. Algumas coisas ficaram provadas, no entanto. Ficou provado, por exemplo, que as bolsas, as moedas e as economias de países periféricos como o Brasil são, na verdade, pura ficção: altamente dependentes do que se faz ou do que se deixa de fazer lá na América do Norte. Ficou provado também que o "noticiário internacional tupiniquim" se resume ao que se consegue traduzir das principais agências internacionais, como Bloomberg e Reuters. Baseando-se nisso, Nirlando Beirão cunhou uma máxima: "No fundo, o que as tevês do Brasil fizeram foi dublar a CNN". Dada a fragilidade do planeta que hoje ainda depende dos Estados Unidos para "caminhar", "pensar" e "se defender", é de se perguntar o que aconteceria se o gigante tombasse de vez. Certos ou errados, bons ou maus, vencidos ou vencedores, eles ainda são a grande referência. [Comente esta Nota]
>>> Mozarteum Brasileiro
 
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(Seg., 29/05, 18h30, CN)
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(Qua., 31/05, 18h30, CN)
* Mestres da Mudança - Madza Ednir, Claudia Ceccon, Boudewijn van Velzen, Alex Ettekoven e Simon Ettekoven
(Qua., 31/05, 19h30, VL)

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Julio Daio Borges
Editor

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COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
26/5/2006
10h00min
A Desintegração Americana, vista por Paul Krugman. É deveras confortante ter alguém do campo economico abordando o fundamentalismo ocidental. Aqui um artigo complementar e elucidativo, que deve ser lido por qts se sintam ameaçados por tais extremistas. Cylene
[Leia outros Comentários de Cylene Dantas Gama]
26/5/2006
10h23min
Gosto bastante dos escritos do Krugman, mas para nós no Brasil mais uma crítica às políticas do Bush não chega a ser novidade. Mais relevante para nós é um livro anterior dele, "Pop Internationalism". Lá ele destrói o besteirol protecionista, que infelizmente ainda é tão caro à grande maioria dos brasileiros bem pensantes. A alfândega brasileira faz mais mal à economia popular do que uma dúzia de presidentes americanos. Quem sabe a leitura dos livros mais antigos do Krugman não pode contribuir para melhorar essa situação?
[Leia outros Comentários de F Pait]
27/5/2006
04h17min
Tendo lido a obra de Krugman, e inclusive assistido uma palestra e ouvido duas entrevistas posso dizer com segurança: o ponto de vista dele é simplesmente um ponto de vista. Sua "verdade histórica" é tão verdadeira quanto a daqueles que viram uma grande ameaça no Iraque... A imparcialidade só ocorre em termos políticos nos EUA se você ler um livro do Krugman, e para contrabalançar ler alguma coisa de William Safire. E não se preocupe, a maior parte do que é defendido por professores em escolas públicas ainda é a beleza dos sonhos do Ché... Ou aulas sobre a prática sexual dos homossexuais dadas a alunos de 6a. série (como aqui da vizinhança).
[Leia outros Comentários de Ram]

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