Fondo de Cultura Económica: 70 anos de uma missão | Celso A. Uequed Pitol | Digestivo Cultural

busca | avançada
35423 visitas/dia
1,3 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
>>> Banco Inter É uma BOLHA???
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> A difícil arte de viver em sociedade
>>> Ações culturais
>>> A história do amor
>>> Além do Mais
>>> Derrotado
>>> Acabou o governo
>>> American women kick ass
>>> As duas oposições
>>> Michelangeli & Bach
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
Mais Recentes
>>> A Mágica da arrumação - a arte japonesa de colocar ordem na sua casa e na sua vida de Marie Kondo pela Sextante (2015)
>>> PSI-Q - 80 jogos, questionários e experiências para testar sua inteligência psicológica de Ben Cambridge pela Sextante (2016)
>>> Trogan! uma Luz Em Atlântida de Franc Josef pela Speed Art (2000)
>>> Educação Familíar Presente e Futuro de Içami Tiba pela Integrare (2014)
>>> Espíritos Entre Nós de James Van Praagh pela Sextante (2009)
>>> Psicoterapias Cognitivo-Comportamentais - um diálogo com a psiquiatria de Bernard Rangé (org.) pela Artmed (2001)
>>> O Túnel das Almas de J. Herculano Pires pela Paideia (1978)
>>> O Laço Duplo de Chris Bohjalian pela Nova Fronteira (2008)
>>> O Pálido Olho Azul de Louis Bayard pela Planeta do Brasil (2007)
>>> Apólice para Morte de Sara Paretsky pela Marco Zero (1982)
>>> O Encontro Marcado de Fernando Sabino pela Record (2008)
>>> O Sétimo Unicórnio de Kelly Jones pela Mercuryo (2006)
>>> Morte de um Holandês de Magdalen Nabb pela Bonobo / Novo Século (2009)
>>> Como compreender os símbolos - guia rápido sobre simbologia nas artes de Clare Gibson pela Senac (2012)
>>> Clássicos do Iatismo de Antonio Luiz de Souza Mello Netto pela Media Mundi (2011)
>>> A Casa das Sete Meninas de Georges Simenon pela Nova Fronteira (1982)
>>> Último Azul de Daisy Xavier pela Barleu (2011)
>>> Mas Será o Benedito? de Mario Prata pela Globo (1996)
>>> Querida Sue de Jessica Brockmole pela Arqueiro (2014)
>>> O Escritor de Obituarios de Porter Shreve pela Best Seller (2002)
>>> Rindo E Refletindo Com A História de Richard Simonetti pela Ceac (2007)
>>> História da Civilização Ocidental - Volume 2 de Edward McNall Burns pela Globo (1989)
>>> História da Civilização Ocidental - Volume 1 de Edward McNall Burns pela Globo (1993)
>>> Estranha Economia de Felipe Barbosa pela Apicuri (2012)
>>> A Inspetora e Uma Grande História de Amor (Série Edi Jovem)) de Santos de Oliveira pela Ediouro (1993)
>>> Herry Potter e a Pedra Filosofal de J. K. Rowling pela Rocco (2019)
>>> Revisão do paraíso. Os brasileiros e o Estado em 500 anos de História de Mary del Priore. Organização pela Campus (2000)
>>> Polly Pocket: Teste e Truques de Editora Fundamento pela Fundamento (2007)
>>> Fábrica de Poesia de Roseana Murray pela Scipione (2009)
>>> O Outro Nome do Bicho de Chico Homem de Melo pela Scipione (2007)
>>> A Viagem de uma Alma de Peter Richelieu pela Pensamento (1993)
>>> Isso Não É Brinquedo! de Ilan Brenman pela Scipione (2007)
>>> Os senhores dos rios. Amazônia, margens e história de Mary del Priore & Flávio Gomes. Organizadores pela Campus (2003)
>>> O Gato do Mato e o Cachorro do Morro de Ana Maria Machado pela Ática (2007)
>>> A Voz de Deus de Fernando Pessoa pela Proi (1997)
>>> Medidas Desesperadas de David Morrell pela Rocco (1998)
>>> Como Ler os Quatro Evangelhos de Frei Carlo Maria pela Regnum Dei (1987)
>>> O Extraordinário Poder da Intenção de Esther & Jerry Hicks pela Sextante (2008)
>>> Elos do Passado de Wanda A. Canutti pela Eme (2002)
>>> Na Hora do Adeus de Irene Pacheco Machado pela Rema (1997)
>>> Breve história da cartografia. Dos primórdios a Gerardus Mercator de Abílio Castro Gurgel pela BTAcadêmica (2015)
>>> O Gerente Minuto de Kenneth Blanchard e Spencer Johnson pela Record (1981)
>>> A Charada do Sol e da Chuva de Luiz Galdino pela Ática (1996)
>>> Encarcerados de Nércio Antonio Alves pela Rumo (1990)
>>> O Hotel dos Bichos Desamparados de Ricardo L. Hoffmann pela Ftd (1990)
>>> Crescer é Perigoso de Marcia Kupstas pela Moderna (1994)
>>> Stress Você Pode Ser O Próximo Previna-se de João Vilas Boas pela Paradigma (2019)
>>> Criar Abelhas é Lucro Certo de Márcio Infante Vieira pela Nobel (1983)
>>> O Assassinato de Roger Ackroyd de Agatha Christie pela Globo (2008)
>>> Sudário de Turim de Evaldo Alves D'Assumpção pela Loyola (1981)
COLUNAS

Quinta-feira, 2/12/2004
Fondo de Cultura Económica: 70 anos de uma missão
Celso A. Uequed Pitol

+ de 3700 Acessos
+ 1 Comentário(s)

O estudante brasileiro que quiser aprofundar-se em sua área carrega, junto às dúvidas inerentes à vida num país instável, uma só certeza: terá de faze-lo em outra língua. A maior parte do que é relevante e novo não tem edição em português e, quando tem, costuma trazer erros de tradução que obrigam o pobre acadêmico a aprender uma língua o mais rápido possível, se quiser estudar melhor. Enquanto isso não acontece, a saída é buscar auxílio nos vizinhos, que fornecem um produto precioso para aqueles que não dominam outro idioma: as edições em espanhol. A semelhança com o português é um importante atrativo, mas não é o único. Além disso - ou antes disso - há um fato, que indica uma postura adotada pelos hispanoamericanos diante da sua situação cultural e, ao mesmo tempo, boa parte de seu sucesso. O fato é: eles traduzem mais, e melhor, do que nós.

E que postura é essa? Antes de ser a favor disto ou daquilo, ela é contrária ao auto-engano nacionalista, o mais conhecido e antigo subterfúgio ibérico para mascarar o próprio atraso. A nossa proverbial inércia só exige, assim, que olhemos para o nosso próprio umbigo e esqueçamos o mundo, esse mundo que oprime o nosso ego com novidades e gênios renomados que ignoramos. Os resultados todos sabem: isolamento, provincianismo, mesquinharia e, por fim, a imposição da verdade sobre a hipocrisia, quando somos obrigados, novamente, a recorrer à produção estrangeira e recomeçar o círculo vicioso. Reconhecer a dependência é o primeiro passo para saná-la, e se os nossos companheiros no último vagão da locomotiva do Ocidente já podem mostrar o caminho para a primeira classe, é porque, em algum momento, experimentaram mudanças radicais em seus princípios. Uma delas, e talvez a mais importante, tem data e nome: foi a criação do Fondo de Cultura Económica na Cidade do México, em 1934.

A maioria dos estudantes de ciências humanas já ouviu falar dele. Parte significativa das traduções espanholas dos clássicos de história, filosofia, sociologia, economia, estudos literários e políticos que chegam até nós traz na capa a sigla CE entrecortada por um F manuscrito num fundo vermelho. A semelhança com os selos imperiais da Idade Média não é apenas um truque publicitário. Assim como estes garantiam ao destinatário a certeza da ordem real, a marca do Fondo de Cultura Económica é um certificado de boa tradução, edição caprichada e conteúdo rigorosamente selecionado. Um status conquistado aos poucos, com trabalho árduo e a firme convicção no cumprimento de uma missão.

Antes de dizermos que missão é essa, é bom voltarmos um pouco no tempo. Mais precisamente para 1934, na Cidade do México, onde vivia o economista Daniel Cosio Villegas, diretor do Departamento de Estudos Econômicos do Banco Nacional. Apesar da estrutura social ainda semifeudal, o México atravessava o seu primeiro período de rápido crescimento econômico, que aumentava a demanda por profissionais de qualidade. As universidades mexicanas, herdeiras de uma tradição espanhola dos estudos de humanidades, que excluía os cursos tecnológicos, não estavam preparadas para atendê-la. Os poucos técnicos do país eram formados nos EUA ou na Europa, e o próprio Villegas era um deles: graduado na London School of Economics, tradutor de inglês e francês e incipiente promotor cultural, percebeu na prática a distância entre o seu país e o restante do Ocidente. Na recém-fundada Escuela Nacional de Economia, onde lecionava, os alunos não dispunham de livros em castelhano para prosseguirem seus estudos: a Espanha, devastada pela guerra civil, pela fome e pelo atraso tecnológico de séculos, "traduzia pouco e traduzia mal o ruim", nas palavras de um intelectual argentino da época, e os países latino-americanos, com raras exceções, não dispunham ainda de estrutura econômica nem de editoras especializadas.

A imposição do problema fez Villegas agir. O interesse pelas ciências humanas, em especial filosofia, arte e ciências sociais, aliado à experiência no ramo empresarial, político, universitário e cultural lhe conferia autoridade para pôr em prática uma idéia pessoal, alimentada há tempos, de criar um instituto dedicado a divulgar no México as principais obras do pensamento da época. Propôs, assim, uma reunião entre intelectuais, empresários e membros do governo mexicano e expôs a importância política e econômica de desenvolver o lado cultural da nação. Capital privado, financiamento público e gerência intelectual independente: estava criado o FCE.

Nos primeiros tempos, o foco era o pensamento econômico, fazendo jus ao nome da instituição e às necessidades dos alunos de Villegas. Foram editados clássicos da economia política que nunca haviam sido traduzidos para línguas ibéricas, como O dólar-prata, de William P. Shea - primeiro livro publicado pela editora -, além de novidades de autores mexicanos e de fala espanhola. Em pouco tempo, entretanto, o lado cultural falou mais alto, e a linha editorial se expandiu: passou a contemplar filosofia, sociologia, psicologia, história, arqueologia, estudos políticos e literários. Foram editados os principais livros de Marx, Scheler, Hegel, Wittgenstein e outros nomes importantes da época.

O impacto da editora dentro da América Latina foi imediato e o resultado, alentador: era um alívio para o crônico complexo de inferioridade dos latino-americanos, que podiam, finalmente, pôr-se a par das novidades européias e americanas. Ao mesmo tempo, permitia à intelectualidade local publicar seus livros no mesmo passo dos gênios do Hemisfério Norte, colocando um nome fundamental como Alfonso Reyes, um dos maiores tradutores e ensaístas de língua espanhola, no mesmo catálogo em que constava Max Weber, e o melhor: divulgando-os por toda a América Latina. Em 1945, foi inaugurado o escritório em Buenos Aires, em 1954, em Santiago do Chile, e em 1963, em Madrid. Nenhuma iniciativa estatal seria capaz de promover semelhante integração.

Consolidado o seu trabalho, Villegas deixaria o FCE em 1948. Em seu lugar assumiu o argentino Arnaldo Orfila Reynal, que deu novo impulso à atividade do Fondo ao criar coleções específicas para cada área do conhecimento, firmando, assim, a vocação humanística da instituição. Breviarios, Lengua y Estudios Literarios, Arte Universal, Vida y Pensamiento de México, Psicología, Psiquiatría y Psicoanálisis e Colección Popular ampliaram consideravelmente o projeto de Villegas e consolidaram a vocação da editora para liderar, senão em quantidade mas certamente em qualidade, o mercado editorial latinoamericano.

Uma visita à página do FCE mexicano dá uma idéia do porquê dessa posição. A enorme variedade dos temas abordados já constituiria um bom motivo por si só, mas não é o único: antes é a escolha pelo ineditismo das publicações que o diferencia de nossas editoras, cujas maiores atividades quedam, freqüentemente, em traduções requentadas e em reedições de clássicos já presentes em qualquer biblioteca. Mais: com a sua vocação desbravadora e a presença em todo o continente, o Fundo de Cultura Econômica contribuiu positivamente para a criação de um diálogo latino-americano como antes não existia. Argentinos, mexicanos, espanhóis, uruguaios, chilenos e peruanos passaram a conhecer-se ao mesmo tempo em que, munidos de uma bibliografia nova e atualizada, iniciaram um diálogo interno sobre as últimas novidades do pensamento mundial, diálogo a um tempo independente e universalista. Partindo daí, a declaração de Julio Ortega sobre os 70 anos do FCE não parece exagerada: "América Latina no existiría sin el FCE. Quiero decir, sería un hemisferio sin la imaginación que el FCE nos hizo reconocer como el espacio de nuestra nacionalidad cultural. Entre el purgatorio de la historia y el infierno de la política, la cultura sigue siendo el espacio de nuestra humanidad". Aí está a missão do Fondo de Cultura Económica: ajudar a consolidar um espaço cultural em língua espanhola.

Já imagino no leitor a pergunta: "E nós?". Apesar de algumas iniciativas isoladas, como a Fundação Calouste Gulbekian, em Lisboa, "nós" nada temos de semelhante, nem de longe, ao trabalho do FCE. Com um agravante: sabedores do sucesso da empresa do vizinho, não demos nenhum passo na busca por uma solução parecida para problemas iguais. As críticas dedicadas às instituições, públicas e privadas, ligadas à cultura no Brasil primam por abordar um só aspecto da questão. Esquecem que, para a permanência de qualquer projeto desse nível, é necessária cooperação e sentido comum - e não temos nem um nem outro. O FCE, fruto da união do Estado, o setor privado e o meio cultural - num continente onde estes carregam a pecha de corruptos, ineficientes e mesquinhos, nesta ordem -, mostrou o melhor caminho para superar o atraso cultural: em vez de fechar-se em resmungos e supervalorizações provinicianas, o melhor é tentar correr paralelo. Este é o único caminho para superar, em qualquer área, a crônica dependência dos modelos estrangeiros, abrindo caminhos para um diálogo futuro em igual patamar com a cultura ocidental. Fora disso, só resta o auto-engano, a hipocrisia e, com alguma sorte, as línguas irmãs.


Celso A. Uequed Pitol
Canoas, 2/12/2004


Quem leu este, também leu esse(s):
01. 10 coisas que a Mamãe me ensinou de Julio Daio Borges
02. Canção de som e fúria de Carina Destempero
03. Sidney Lumet, invisível de Vicente Escudero
04. Marina Silva (a terceira via?) de Rafael Rodrigues
05. Homens x Mulheres, ainda de Marcelo Spalding


Mais Celso A. Uequed Pitol
Mais Acessadas de Celso A. Uequed Pitol
01. Dom Quixote, matriz de releituras - 8/3/2005
02. O Orkut é coisa nossa - 16/2/2006
03. A profecia de Os Demônios - 6/1/2005
04. Reflexões sobre a Liga Hanseática e a integração - 29/5/2018
05. O ensaísta Machado de Assis - 8/9/2006


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
16/6/2008
10h22min
Olá, Celso! Agradecemos imensamente a sua matéria. A Editora Fondo de Cultura Econômica do México estará promovendo um bazar de livros nos dias 20 e 21 de Junho. Estão todos convidados a visitar a livraria e aproveitar os descontos de 50% em todos os livros da editora. Para saber mais acesse nosso blog. Obrigado e esperamos você lá.
[Leia outros Comentários de Maysa Crowder]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




PERCEPÇÃO E INFORMAÇÃO
PAUL J. BARBER - DAVID LEGGE
ZAHAR
(1976)
R$ 55,00



A VIDA FORA DA MATÉRIA (COM 70 GRAVURAS EM CORES) - 13ª ED.
CENTRO REDENTOR
CENTRO REDENTOR
(1973)
R$ 42,00



AUGUSTO COMTE E AS ORIGENS DO POSITIVISMO
CRUZ COSTA
COMPANHIA NACIONAL
(1959)
R$ 80,00



DEFICIÊNCIA MENTAL
STANISLAU KRYNSKI
ATHENEU
(1969)
R$ 14,00



MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO VOLUME I
J. DAFICO ALVES
NOBEL
(1974)
R$ 20,00



TRISTE FIM DE POLICARPO QUARESMA
LIMA BARRETO
OBJETIVO
R$ 7,00



DICIONÁRIO DO SÉCULO XXI
JACQUES ATTALI
NOTICIAS EDITORIAL
(1999)
R$ 70,77



SEJA VOCE MESMO SEU MELHOR AMIGO
MILDRED NEWMAN EBERNARD BERKOWITZ
JOSÉ OLYMPIO
(1985)
R$ 25,90
+ frete grátis



A CONFISSAO DE LUCIO
MARIO DE SÁ CARNEIRO
ESCALA
R$ 6,00



GUIA PRÁTICO PARA FAZER AS COISAS
CLÁUDIO THEBAS
FORMATO
(2001)
R$ 4,50





busca | avançada
35423 visitas/dia
1,3 milhão/mês