Fondo de Cultura Económica: 70 anos de uma missão | Celso A. Uequed Pitol | Digestivo Cultural

busca | avançada
41334 visitas/dia
1,0 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
>>> Leminski, estações da poesia, por R. G. Lopes
>>> Crônica em sustenido
>>> Do inferno ao céu
>>> Meninos, eu vi o Bolsonaro aterrando
>>> Manual para revisores novatos
>>> A Copa, o Mundo, é das mulheres
Colunistas
Últimos Posts
>>> 100 nomes da edição no Brasil
>>> Eu ganhei tanta coisa perdendo
>>> Toda forma de amor
>>> Harvard: o que não se aprende
>>> Pedro Cardoso em #Provocações
>>> Homenagem a Paulo Francis
>>> Arte, cultura e democracia
>>> Mirage, um livro gratuito
>>> Lançamento de livro
>>> Jornada Escrita por Mulheres
Últimos Posts
>>> João Gilberto: o mito
>>> Alma em flor
>>> A mão & a luva
>>> Pesos & Contra-pesos
>>> Grito primal II
>>> Calcanhar de Aquiles
>>> O encanto literário da poesia
>>> Expressão básica II
>>> Expressão básica
>>> Minha terra, a natureza viva.
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Bar azul - a fotografia de Luiz Braga
>>> Eu + Você = ?
>>> Virtudes e pecados (lavoura arcaica)
>>> Pela estrada afora
>>> A vida sem computador
>>> Sobre os blogs de jornalistas
>>> Pink Floyd 1972
>>> A mulher madura
>>> Regras da Morte
>>> Simone de Beauvoir: da velhice e da morte
Mais Recentes
>>> Coleção Os Pensadores de Vários pela Abril Cultural (1973)
>>> Passando a Limpo: a Trajetória de um Farsante: História Completa... de Pedro Collor de Mello/ Coord. Dora Kramer pela Record (1993)
>>> Passando a Limpo: a Trajetória de um Farsante: História Completa... de Pedro Collor de Mello/ Coord. Dora Kramer pela Record (1993)
>>> Um Diplomata da Regeneração - O 1º Conde de Villa Franca do Campo de Fernando Abecassis pela Tribuna da Historia (2007)
>>> Inspeção do Trabalho de Nelson Mannrich pela LTr (1991)
>>> Jurupari - Estudos de Mitologia Brasileira de Silvia Maria S. de Carvalho pela Ática (1979)
>>> Sport in the 21st Century de John Mehaffey & Reuters pela Thames & Hudson (2007)
>>> Matemática para economistas de Alpha Chiang pela Unesp (1982)
>>> Memórias do cárcere 3º volume Colônia Correlaccional de Graciliano Ramos pela José Olympio (1954)
>>> As hortaliças na medicina doméstica de A. Balbach pela Edel
>>> Caderno de teses vol.2 28ºCongresso Nacional procuradores Estado de Helena Maria Silva Coelho pela Metropole industria gráfica ltda (2002)
>>> Casais Inteligentes Enriquecem Juntos de Gustavo Cerbasi pela Gente/ SP. (2004)
>>> Ordem Juridico-econômica e trabalho de Ricardo Antonio Lucas Camargo pela Sergio antonio fabris (1998)
>>> Capo Verde. Una storia lunga dieci isole de Marzio Marzot & Maria de Lourdes de Jesus et alii pela D'Anselmi (1989)
>>> Investimentos Inteligentes: Para Conquistar e Multiplicar o seu Primeiro Milhão de Gustavo Cerbasi pela Thomas Nelson do Brasil (2008)
>>> Esquecidos e Renascidos - Historiografia Acadêmica Luso-americana de Iris Kantor pela Hucitec (2004)
>>> Nova York anos 40 de Andreas Feininger pela Museu Lazar Segall (2011)
>>> O Intelectual e o Poder de Eduardo Portella pela Tempo Brasileiro/ RJ. (1983)
>>> Indivíduo e Cosmos na Filosofia do Renascimento de Ernest Cassirer pela Martins Fontes (2001)
>>> Fundamentos Culturales de Civilizacion Industrial de John U. Nef pela Editorial Paidós/ Buenos Aires (1964)
>>> Noções Preliminares de Direito Previdenciário de Wagner Balera pela Quartier Latin (2004)
>>> Salvador Negro Amor de Sérgio Guerra pela Maianga (2007)
>>> Ensaios de Biologia Social - Encadernado de Josué de Castro pela Brasiliense/ SP (1957)
>>> A imprensa na História do Brasil & Fotojornalismo no século XX de Oswaldo Munteal & Larissa Grandi pela Desiderata/PUC (2005)
>>> Roteiro de Macunaíma (Encadernação de Luxo) de M. Cavalcanti Proença/ Autografado pela Ahembi/ SP. (1955)
>>> Alferes Teófilo Olegário de Brito Guerra -Um Memorialista Esquecido de Raimundo Soares de Brito pela Coleção Mossoroense (1980)
>>> HQ Os Grandes Inimigos do Mandrake Nº 2 + A Volta do Camelo de Barro de Lee Falk pela Globo (1989)
>>> Lugar de Fala de Djamila Ribeiro pela Polen (2019)
>>> Administração Financeira Internacional de David K. Eiteman, ArthurStonehill, e Michael Moffett pela Bookman (2002)
>>> HQ Os Grandes Inimigos do Mandrake Nº 1 + o Retorno do Cobra de Lee Falk pela Ebal (1989)
>>> História da Literatura Portuguesa/ Encadernado de Antonio José Saraiva e Oscar Lopes pela Porto Ed.
>>> Cortez -A Saga de Um sonhador de Teresa Sales -Goimar Dantas pela Cortez (2010)
>>> HQ Os grandes inimigos do Mandrake Nº 4 + Os Oito Tentáculos da Morte de Lee Falk pela Ebal (1989)
>>> HQ Rastros de ódio - Revista Cinemin Nostalgia 3 de Diversos Autores pela Ebal (1989)
>>> Regulamento do ICMS do Rio de Janeiro de Ana Cristina Martins Pereira pela Lex (2006)
>>> A cidade do sol de Khaled Hosseini pela Nova froteira (2007)
>>> HQ Revistsa Elipse nº 1 + Crepúsculo dos Super-heróis de David Campiti & Kevin Juaire & Bart Sears pela Ebal (1992)
>>> Cinquenta tons mais escuros de E L James pela Intrínseca (2012)
>>> As mil e uma noites- os corações desumanos de René Khawam pela Brasiliense (1991)
>>> HQ Quem foi? Os prisioneiros de Sulma de Diversos Autores pela Ebal (1982)
>>> Autoritarismo e Participação Política da Mulher de Fanny Tabak pela Graal/ RJ. (1983)
>>> Cartas entre amigos - sobre os medos contemporâneos de Fábio de melo e Gabriel chalita pela Ediouro (2009)
>>> A Civilização Romana de Pierre Grimal pela Edições 70 (2001)
>>> Centenário de José Bezerra Gomes de Joabel R. de Souza pela Fcjbg (2011)
>>> Alienação na Univesidade - a Crise dos Anos 80 de Paulo L. Hoffmann pela Edit. da UFSC (1985)
>>> O castelo da intriga de Paulo Stewart pela Scipicione (1996)
>>> No Tempo dos Faraós (Crianças Na História) de Ginette Hoffmann - Françoise Lebrun pela Scipione (1993)
>>> No Tempo dos Faraós (Crianças Na História) de Ginette Hoffmann - Françoise Lebrun pela Scipione (1996)
>>> As asas do joel de Walcir Carrasco pela Quinteto Editorial (2019)
>>> No Tempo dos Faraós (Crianças Na História) de Ginette Hoffmann - Françoise Lebrun pela Scipione (1998)
COLUNAS

Quinta-feira, 2/12/2004
Fondo de Cultura Económica: 70 anos de uma missão
Celso A. Uequed Pitol

+ de 3700 Acessos
+ 1 Comentário(s)

O estudante brasileiro que quiser aprofundar-se em sua área carrega, junto às dúvidas inerentes à vida num país instável, uma só certeza: terá de faze-lo em outra língua. A maior parte do que é relevante e novo não tem edição em português e, quando tem, costuma trazer erros de tradução que obrigam o pobre acadêmico a aprender uma língua o mais rápido possível, se quiser estudar melhor. Enquanto isso não acontece, a saída é buscar auxílio nos vizinhos, que fornecem um produto precioso para aqueles que não dominam outro idioma: as edições em espanhol. A semelhança com o português é um importante atrativo, mas não é o único. Além disso - ou antes disso - há um fato, que indica uma postura adotada pelos hispanoamericanos diante da sua situação cultural e, ao mesmo tempo, boa parte de seu sucesso. O fato é: eles traduzem mais, e melhor, do que nós.

E que postura é essa? Antes de ser a favor disto ou daquilo, ela é contrária ao auto-engano nacionalista, o mais conhecido e antigo subterfúgio ibérico para mascarar o próprio atraso. A nossa proverbial inércia só exige, assim, que olhemos para o nosso próprio umbigo e esqueçamos o mundo, esse mundo que oprime o nosso ego com novidades e gênios renomados que ignoramos. Os resultados todos sabem: isolamento, provincianismo, mesquinharia e, por fim, a imposição da verdade sobre a hipocrisia, quando somos obrigados, novamente, a recorrer à produção estrangeira e recomeçar o círculo vicioso. Reconhecer a dependência é o primeiro passo para saná-la, e se os nossos companheiros no último vagão da locomotiva do Ocidente já podem mostrar o caminho para a primeira classe, é porque, em algum momento, experimentaram mudanças radicais em seus princípios. Uma delas, e talvez a mais importante, tem data e nome: foi a criação do Fondo de Cultura Económica na Cidade do México, em 1934.

A maioria dos estudantes de ciências humanas já ouviu falar dele. Parte significativa das traduções espanholas dos clássicos de história, filosofia, sociologia, economia, estudos literários e políticos que chegam até nós traz na capa a sigla CE entrecortada por um F manuscrito num fundo vermelho. A semelhança com os selos imperiais da Idade Média não é apenas um truque publicitário. Assim como estes garantiam ao destinatário a certeza da ordem real, a marca do Fondo de Cultura Económica é um certificado de boa tradução, edição caprichada e conteúdo rigorosamente selecionado. Um status conquistado aos poucos, com trabalho árduo e a firme convicção no cumprimento de uma missão.

Antes de dizermos que missão é essa, é bom voltarmos um pouco no tempo. Mais precisamente para 1934, na Cidade do México, onde vivia o economista Daniel Cosio Villegas, diretor do Departamento de Estudos Econômicos do Banco Nacional. Apesar da estrutura social ainda semifeudal, o México atravessava o seu primeiro período de rápido crescimento econômico, que aumentava a demanda por profissionais de qualidade. As universidades mexicanas, herdeiras de uma tradição espanhola dos estudos de humanidades, que excluía os cursos tecnológicos, não estavam preparadas para atendê-la. Os poucos técnicos do país eram formados nos EUA ou na Europa, e o próprio Villegas era um deles: graduado na London School of Economics, tradutor de inglês e francês e incipiente promotor cultural, percebeu na prática a distância entre o seu país e o restante do Ocidente. Na recém-fundada Escuela Nacional de Economia, onde lecionava, os alunos não dispunham de livros em castelhano para prosseguirem seus estudos: a Espanha, devastada pela guerra civil, pela fome e pelo atraso tecnológico de séculos, "traduzia pouco e traduzia mal o ruim", nas palavras de um intelectual argentino da época, e os países latino-americanos, com raras exceções, não dispunham ainda de estrutura econômica nem de editoras especializadas.

A imposição do problema fez Villegas agir. O interesse pelas ciências humanas, em especial filosofia, arte e ciências sociais, aliado à experiência no ramo empresarial, político, universitário e cultural lhe conferia autoridade para pôr em prática uma idéia pessoal, alimentada há tempos, de criar um instituto dedicado a divulgar no México as principais obras do pensamento da época. Propôs, assim, uma reunião entre intelectuais, empresários e membros do governo mexicano e expôs a importância política e econômica de desenvolver o lado cultural da nação. Capital privado, financiamento público e gerência intelectual independente: estava criado o FCE.

Nos primeiros tempos, o foco era o pensamento econômico, fazendo jus ao nome da instituição e às necessidades dos alunos de Villegas. Foram editados clássicos da economia política que nunca haviam sido traduzidos para línguas ibéricas, como O dólar-prata, de William P. Shea - primeiro livro publicado pela editora -, além de novidades de autores mexicanos e de fala espanhola. Em pouco tempo, entretanto, o lado cultural falou mais alto, e a linha editorial se expandiu: passou a contemplar filosofia, sociologia, psicologia, história, arqueologia, estudos políticos e literários. Foram editados os principais livros de Marx, Scheler, Hegel, Wittgenstein e outros nomes importantes da época.

O impacto da editora dentro da América Latina foi imediato e o resultado, alentador: era um alívio para o crônico complexo de inferioridade dos latino-americanos, que podiam, finalmente, pôr-se a par das novidades européias e americanas. Ao mesmo tempo, permitia à intelectualidade local publicar seus livros no mesmo passo dos gênios do Hemisfério Norte, colocando um nome fundamental como Alfonso Reyes, um dos maiores tradutores e ensaístas de língua espanhola, no mesmo catálogo em que constava Max Weber, e o melhor: divulgando-os por toda a América Latina. Em 1945, foi inaugurado o escritório em Buenos Aires, em 1954, em Santiago do Chile, e em 1963, em Madrid. Nenhuma iniciativa estatal seria capaz de promover semelhante integração.

Consolidado o seu trabalho, Villegas deixaria o FCE em 1948. Em seu lugar assumiu o argentino Arnaldo Orfila Reynal, que deu novo impulso à atividade do Fondo ao criar coleções específicas para cada área do conhecimento, firmando, assim, a vocação humanística da instituição. Breviarios, Lengua y Estudios Literarios, Arte Universal, Vida y Pensamiento de México, Psicología, Psiquiatría y Psicoanálisis e Colección Popular ampliaram consideravelmente o projeto de Villegas e consolidaram a vocação da editora para liderar, senão em quantidade mas certamente em qualidade, o mercado editorial latinoamericano.

Uma visita à página do FCE mexicano dá uma idéia do porquê dessa posição. A enorme variedade dos temas abordados já constituiria um bom motivo por si só, mas não é o único: antes é a escolha pelo ineditismo das publicações que o diferencia de nossas editoras, cujas maiores atividades quedam, freqüentemente, em traduções requentadas e em reedições de clássicos já presentes em qualquer biblioteca. Mais: com a sua vocação desbravadora e a presença em todo o continente, o Fundo de Cultura Econômica contribuiu positivamente para a criação de um diálogo latino-americano como antes não existia. Argentinos, mexicanos, espanhóis, uruguaios, chilenos e peruanos passaram a conhecer-se ao mesmo tempo em que, munidos de uma bibliografia nova e atualizada, iniciaram um diálogo interno sobre as últimas novidades do pensamento mundial, diálogo a um tempo independente e universalista. Partindo daí, a declaração de Julio Ortega sobre os 70 anos do FCE não parece exagerada: "América Latina no existiría sin el FCE. Quiero decir, sería un hemisferio sin la imaginación que el FCE nos hizo reconocer como el espacio de nuestra nacionalidad cultural. Entre el purgatorio de la historia y el infierno de la política, la cultura sigue siendo el espacio de nuestra humanidad". Aí está a missão do Fondo de Cultura Económica: ajudar a consolidar um espaço cultural em língua espanhola.

Já imagino no leitor a pergunta: "E nós?". Apesar de algumas iniciativas isoladas, como a Fundação Calouste Gulbekian, em Lisboa, "nós" nada temos de semelhante, nem de longe, ao trabalho do FCE. Com um agravante: sabedores do sucesso da empresa do vizinho, não demos nenhum passo na busca por uma solução parecida para problemas iguais. As críticas dedicadas às instituições, públicas e privadas, ligadas à cultura no Brasil primam por abordar um só aspecto da questão. Esquecem que, para a permanência de qualquer projeto desse nível, é necessária cooperação e sentido comum - e não temos nem um nem outro. O FCE, fruto da união do Estado, o setor privado e o meio cultural - num continente onde estes carregam a pecha de corruptos, ineficientes e mesquinhos, nesta ordem -, mostrou o melhor caminho para superar o atraso cultural: em vez de fechar-se em resmungos e supervalorizações provinicianas, o melhor é tentar correr paralelo. Este é o único caminho para superar, em qualquer área, a crônica dependência dos modelos estrangeiros, abrindo caminhos para um diálogo futuro em igual patamar com a cultura ocidental. Fora disso, só resta o auto-engano, a hipocrisia e, com alguma sorte, as línguas irmãs.


Celso A. Uequed Pitol
Canoas, 2/12/2004


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Do outro lado, por Mary del Priore de Ricardo de Mattos
02. A cultura visual e a emancipação do receptor de Gian Danton
03. O Mito da Eleição de Marilia Mota Silva
04. Analisando Sara: Pós-hardcore atmosférico de Duanne Ribeiro
05. Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte II) de Jardel Dias Cavalcanti


Mais Celso A. Uequed Pitol
Mais Acessadas de Celso A. Uequed Pitol
01. Dom Quixote, matriz de releituras - 8/3/2005
02. O Orkut é coisa nossa - 16/2/2006
03. A profecia de Os Demônios - 6/1/2005
04. Reflexões sobre a Liga Hanseática e a integração - 29/5/2018
05. O ensaísta Machado de Assis - 8/9/2006


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
16/6/2008
10h22min
Olá, Celso! Agradecemos imensamente a sua matéria. A Editora Fondo de Cultura Econômica do México estará promovendo um bazar de livros nos dias 20 e 21 de Junho. Estão todos convidados a visitar a livraria e aproveitar os descontos de 50% em todos os livros da editora. Para saber mais acesse nosso blog. Obrigado e esperamos você lá.
[Leia outros Comentários de Maysa Crowder]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




B DE BUSCA
SUE GRAFTON
EDIOURO
(1993)
R$ 14,20



BIOLOGIA - INTRODUCCIÓN AL ESTUDIO GENERAL Y MÉDICO
P. D. F. MURRAY
ACRIBIA
(1962)
R$ 39,70



GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇO DE SAÚDE
LEILA DAL MORO, RITIELLI BERTICELLI UND JANAINA BRUM G. BORGES
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 349,00



A MAGIA DAS RUNAS
MICHAEL HOWARD
HEMUS
R$ 10,00



PANORAMA DO MUNDO 2
DEMÉTRIO MAGNOLI / JOSÉ ARBEX / NELSON BACIC
SCIPIONE
(1996)
R$ 4,50



HISTÓRIAS QUE JESUS CONTOU - PARÁBOLAS DO EVANGELHO - 9601
CLÓVIS TAVARES
LAKE
(2002)
R$ 11,00



EU ESTAVA LÁ TAMBÉM - UM LIVRO CRIADO POR CHORÃO
CHARLIE BROWN JR
REALEJO LIVROS
R$ 122,57



O QUE É O DESEVOLVIMENTO ?
YVES BENOT
SÁ DA COSTA
(1980)
R$ 29,70



ENCENAÇÕES E COMPORTAMENTOS SEXUAIS
VALENTIM RODRIGUES ALFERES
EDIÇÕES AFRONTAMENTO
(1997)
R$ 41,79



O FIO DA NAVALHA
W. SOMERSET MAUGHAM
BEST BOOKS
R$ 12,00





busca | avançada
41334 visitas/dia
1,0 milhão/mês