O Orkut é coisa nossa | Celso A. Uequed Pitol | Digestivo Cultural

busca | avançada
47873 visitas/dia
1,4 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COLUNAS >>> Especial Orkut

Quinta-feira, 16/2/2006
O Orkut é coisa nossa
Celso A. Uequed Pitol

+ de 10400 Acessos
+ 2 Comentário(s)

A farta divulgação que a mídia brasileira tem dedicado ao Orkut faz parecer que estamos diante de um fenômeno mundial. Quem lê matérias dos nossos jornais sobre as facilidades que o site criado por um webmaster turco trouxe para quem quer encontrar amigos, arranjar namorada ou até mesmo emprego acredita que o mesmo acontece no mundo inteiro, especialmente na Europa e nos EUA, onde a internet é muito mais difundida do que entre nós. Por essa via, pensa também que estamos diante de uma ferramenta capaz de mudar até mesmo o conceito atual de internet e, conseqüentemente, toda a comunicação entre seres humanos.

Antes de fazer qualquer afirmação comparativa como esta devemos elencar dados sobre o mesmo objeto e relacioná-los de modo a extrair uma conclusão. Isto é, devemos comparar. Tomemos então uma estatística, a da porcentagem de usuários do Orkut por nacionalidade. Os brasileiros lideram a lista, com 73%. Logo vêm os americanos, com 11%, seguidos dos iranianos, com 2,7%, dos paquistaneses, com 2,4% e dos indianos, com 2,16%. Do sexto lugar para baixo os percentuais são inexpressivos, mesmo em se tratando de países populosos como Inglaterra ou Japão. Notem ainda que, dos cinco primeiros, há apenas um país do chamado Primeiro Mundo, e este é um dado importante para quem quer avaliar a importância mundial de qualquer coisa. O país em questão são os Estados Unidos, e seria estranho se não estivesse na lista, afinal, 160 milhões de americanos têm acesso à internet; ou seja, os milhões de orkuteiros de lá não têm grande peso dentro de seu próprio país. Os quatro países restantes não têm grande inserção econômica e cultural no mundo - à exceção da Índia, que, neste campo, praticamente empata conosco -, além de estarem longe dos dois primeiros. É muito pouco, portanto, para se falar em febre internacional. Mas é mais do que suficiente para afirmarmos, desta vez categoricamente, que o Orkut é um fenômeno brasileiro. Ou que só é um fenômeno no Brasil.

Não faltam razões para tentar explicá-lo. Para ficarmos no campo das estatísticas, podemos começar citando a do tempo de uso da internet. Nesse quesito, os brasileiros são líderes mundiais, e os americanos, ficam, novamente, com o segundo lugar. Quanto maior o tempo de uso, maior é, naturalmente, a quantidade de sites acessados. A questão é que, apesar de permanecerem diante do computador praticamente o mesmo tempo dos brasileiros e contarem com grande parte dos usuários de internet em todo o mundo, os americanos continuam atrás de nós. E isso não é tudo. Nos perfis de estrangeiros, na seção onde aparecem os contatos, há quase sempre um brasileiro, não raro o que o convidou para fazer parte do serviço. Somos, além de tudo, grandes embaixadores do Orkut.

O que não ajuda a nos fazer populares lá dentro. Na mesma razão em que cresce o número de brasileiros dentro do Orkut aumentam as reclamações dos usuários de outros países contra a nossa presença por lá. São, em sua maior parte, europeus e americanos, cansados de criar comunidades sobre seus assuntos preferidos e serem surpreendidos por interessados brasileiros que insistem em escrever em português e, impondo-se pelo número, acabam por deixar o inglês de fora. Como vingança, criam comunidades contra nós. Uma delas, chamada "WTF, A Crazy Brazilian Invasion?", moderada pelo americano de origem russa Gera Dikarev, tem nada menos do que 1500 membros. Há outras menores, e muitas delas francamente ofensivas e até racistas. As reclamações variam de tom, mas se reduzem a alguns pontos básicos. Em resumo, dizem que somos desordeiros, que insistimos em falar em português mesmo quando educadamente alguém pede que usemos o inglês - e que, quando falamos, falamos mal -, que roubamos perfis de usuário, que tratamos mal aos outros e, por fim, que somos exibicionistas, falsos e nossas mulheres são fáceis. Essa última, feita por mulheres estrangeiras, deve derivar dos flertes orkutianos entre europeus casados e brasileiras, cada vez mais comuns.

Um observador atento notará que as críticas que os gringos do Orkut nos fazem são exatamente as mesmas feitas pelos gringos que nos conhecem em carne e osso, e aí está a razão pela qual essa tal "invasão louca de brasileiros", de que fala Dikarev, não se explica pelos números. Nossos vícios - e também as nossas virtudes - se encaixam perfeitamente nos espaços em branco que o Orkut destina para serem preenchidos. A ferramenta que se apresenta como "um ambiente de confraternização, onde é possível fazer novos amigos e conhecer pessoas que têm os mesmos interesses" atende aos anseios do "homem cordial", de Sérgio Buarque de Holanda. "Cordial" vem do latim "cors", "coração". É o homem que reage com o coração, e não com a razão, às circunstâncias da vida. É incapaz de manter relações sociais impessoais, como as que mantém com o Estado e a lei, e, por isso, qualquer infração é relativizada. Por outro lado, ele dá tapinhas nas costas, sorri facilmente, abraça, ama, mas quer que esperem dele qualquer ato heróico ou sacrifical: prefere a simpática superficialidade aos conflitos das relações profundas. Incomoda-lhe a solidão, a introspecção, a análise lenta dos acontecimentos; gosta da presença de amigos, da casa cheia, das festas, do ato impensado, da esperteza em detrimento da análise em profundidade e da originalidade, de mostrar-se bom, simpático, inteligente e bonito - de mostrar-se, enfim. Por isso enchemos nosso perfil de usuário de fotos com decotes e roupas coladas, criamos comunidades do tipo "eu sou..." ou "eu tenho..." e convidamos pessoas para entrar no Orkut e serem nossos amigos com a mesma facilidade com que abrimos a porta de nossa casa para recém-conhecidos. E, aqui fora como lá dentro, desrespeitamos leis, relativizamos todo comportamento equivocado e nos achamos o máximo por isso.

Não que isso seja próprio somente dos brasileiros. A diferença é que tais características não se constituem, pelo menos nos europeus e nos americanos do Norte, em um ethos nacional próprio, e muito menos na imagem idealizada de um herói coletivo, como a do malandro entre nós. A facilidade com que o Orkut nos conquistou e se tornou um fenômeno brasileiro deu-se justamente porque ele fornece os canais para que tudo isso se manifeste, para desespero dos recatados europeus e americanos, que queriam apenas um meio de conversar amigavelmente. O mesmo aconteceu com o futebol, o carnaval ou qualquer outra coisa criada por gringos cintura-dura que o brasileiro tenha contaminado com sua inimitável batucada.


Celso A. Uequed Pitol
Canoas, 16/2/2006


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Assum Preto, Me Responde? de Duanne Ribeiro
02. Como uma Resenha de 'Como um Romance' de Duanne Ribeiro
03. Abdominal terceirizado - a fronteira de Marta Barcellos
04. A maldição da internet no celular de Gian Danton
05. Escola (e escolinha) de Julio Daio Borges


Mais Celso A. Uequed Pitol
Mais Acessadas de Celso A. Uequed Pitol em 2006
01. O Orkut é coisa nossa - 16/2/2006
02. O ensaísta Machado de Assis - 8/9/2006
03. Entre o sertão e a biblioteca - 27/4/2006
04. O ano de ouro de Nélida Piñon - 4/1/2006
05. Mordaça virtual: o Google na China - 23/3/2006


Mais Especial Orkut
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
15/2/2006
14h40min
De tudo que você escreveu o que me pareceu ser a grande sacada é dizer que o Orkut é um fenômeno BRASILEIRO. É curioso como muitas pessoas tentaram o Multiply e outros similares, desistiram e sempre a explicação dada para a desistência era a mesma: "não tem ninguém lá". Ou seja, uma das maiores razões do Orkut ser um "fenômeno" é porque, aparentemente, "todo mundo está lá" - todos os brasileiros on-line do país. É também impressionante como os piores defeitos do brasileiro se destacam - e muito - no Orkut. São esses mesmos defeitos que encheram o Orkut de brasileiros que estão agora, ironicamente, causando a evasão de brasileiros do Orkut.
[Leia outros Comentários de Daniela Castilho]
16/2/2006
00h12min
Eu, particularmente, vejo o ORKUT com muita reserva. Sim, vi muitos brasileiros agredindo outros sem razão e principalmente pq brasileiro chama qualquer um e não somente gente conhecida. Tem até um site que faz isso pelo usuário, sem que ele precise conhecer alguém no ORKUT prá ser chamado. Meu trabalho principal no ORKUT hoje é treinar meu inglês, lidar contra o SPAM e sair de comunidades sem função além de joguinhos. No fundo o ORKUT "brasileiro" tem que ser muito peneirado por quem quiser encontrar conteúdo. Talvez a única comunidade que realmente me faça entrar lá seja um clube de leitura e comentários.
[Leia outros Comentários de Eurandi Corvello]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




MITOLOGIA CLÁSSICA GUIA ILUSTRADO
A. R. HOPE MONCRIEFF
ESTAMPA
(1997)
R$ 55,00
+ frete grátis



TRABALHO, EDUCAÇÃO E SAÚDE 25 ANOS DE FORMAÇÃO POLITÉCNICA DO SUS
CÁTIA GUMARÃES ORG
FIOCRUZ
(2010)
R$ 19,00



GRANDE DICIONÁRIO BRASILEIRO DE CONSULTAS E PESQUISAS ILUSTRADO VOL IX
NÃO INFORMADO
NOVO BRASIL
(1979)
R$ 10,00



TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO - UMA INTRODUÇÃO
FERNANDO C. P. MOTTA
PIONEIRA
(1981)
R$ 7,00



CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
SARAIVA
SARAIVA
(1982)
R$ 5,00



PRINCESA: A HISTÓRIA REAL DA VIDA DAS MULHERES ÁRABES...
JEAN SASSON
BEST SELLER
(2002)
R$ 15,00



CAUSAS ESPECIAIS DE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE DO ILÍCITO TRIBUTÁRI
FREDERICO POMPEO PARREIRA
SCORTECCI
(2013)
R$ 32,28



ELEMENTOS DE TEORIA GERAL DO ESTADO
DALMO DE ABREU DALLARI
SARAIVA
(2007)
R$ 65,00



ALEGRIA E TRIUNFO - 1961
LOURENÇO PRADO
PENSAMENTO
(1961)
R$ 8,00



ELETRODINÂMICA - TOMO I 2774
GERHARD SENGBERG
MASSAO ONO
(1961)
R$ 13,00





busca | avançada
47873 visitas/dia
1,4 milhão/mês