Digestivo nº 299 | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

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DIGESTIVOS

Sexta-feira, 6/10/2006
Digestivo nº 299
Julio Daio Borges

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Cinema >>> Tempos de glamour
No final dos anos 1960, no Brasil, era avant-garde afirmar que, em termos de MPB, “os Mutantes eram demais”. O grupo se dissolveu nos anos 1970 e levou a pecha de genial, por causa do trio-parada-dura de Rita Lee e dos irmãos Sérgio Dias e Arnaldo Baptista. Dos dois últimos, um se mudou para a Europa, entretendo-se com música instrumental e trilhas sonoras; o outro gravou álbuns “viajandões”, despirocou, e virou cult – a exemplo (sem qualquer intenção maldosa) de Syd Barrett, do Pink Floyd. Verdade seja dita: Rita Lee, que buscou caminhos para a música brasileira – no Brasil – terminou menos “festejada”, afinal de contas, santo de casa, que ainda por cima fica em casa, não faz milagres. “Aqui, ali e em qualquer lugar”, o CD recém-lançado pela moça dos cabelos vermelhos, chega portanto para extirpar qualquer dúvida acerca do talento, igualmente genial, de Rita Lee Jones. O disco contém regravações dos Beatles, em arranjos originalíssimos de Roberto de Carvalho, que, junto com a sua senhora, lançou as primeiras versões genuinamente brasileiras das canções dos Fab Four. A crítica vai implicar com as letras reescritas em português (coisa que os músicos previram, incluindo as faixas equivalentes – e intactas – em inglês). Não há como negar, porém, as surpresas, ao ouvir, por exemplo: “With a little help from my friends”, convertida em bossa nova; “All my loving”, em pura inspiração jobiniana, com piano minimalista de João Donato; “She loves you”, transformada em samba; “I want to hold your hand”, transfigurada em forró. Mesmo quando não mexe em “nada”, Rita Lee trata de recriar hits executados à exaustão, acrescentando nuances vocais e instrumentais, como em “Michelle” e “Lucy in the sky with diamonds”. Resumindo: é um CD impecável, que merecia vender feito pão quente. (Ainda que isso não aconteça, fica registrado que Rita Lee Jones é muito mais que a moça que, nos Mutantes, tocava pandeirinho vestida de noiva.) [Comente esta Nota]
>>> Um filme é para sempre
 



Literatura >>> Diversos instantes del reino
No final dos anos 1960, no Brasil, era avant-garde afirmar que, em termos de MPB, “os Mutantes eram demais”. O grupo se dissolveu nos anos 1970 e levou a pecha de genial, por causa do trio-parada-dura de Rita Lee e dos irmãos Sérgio Dias e Arnaldo Baptista. Dos dois últimos, um se mudou para a Europa, entretendo-se com música instrumental e trilhas sonoras; o outro gravou álbuns “viajandões”, despirocou, e virou cult – a exemplo (sem qualquer intenção maldosa) de Syd Barrett, do Pink Floyd. Verdade seja dita: Rita Lee, que buscou caminhos para a música brasileira – no Brasil – terminou menos “festejada”, afinal de contas, santo de casa, que ainda por cima fica em casa, não faz milagres. “Aqui, ali e em qualquer lugar”, o CD recém-lançado pela moça dos cabelos vermelhos, chega portanto para extirpar qualquer dúvida acerca do talento, igualmente genial, de Rita Lee Jones. O disco contém regravações dos Beatles, em arranjos originalíssimos de Roberto de Carvalho, que, junto com a sua senhora, lançou as primeiras versões genuinamente brasileiras das canções dos Fab Four. A crítica vai implicar com as letras reescritas em português (coisa que os músicos previram, incluindo as faixas equivalentes – e intactas – em inglês). Não há como negar, porém, as surpresas, ao ouvir, por exemplo: “With a little help from my friends”, convertida em bossa nova; “All my loving”, em pura inspiração jobiniana, com piano minimalista de João Donato; “She loves you”, transformada em samba; “I want to hold your hand”, transfigurada em forró. Mesmo quando não mexe em “nada”, Rita Lee trata de recriar hits executados à exaustão, acrescentando nuances vocais e instrumentais, como em “Michelle” e “Lucy in the sky with diamonds”. Resumindo: é um CD impecável, que merecia vender feito pão quente. (Ainda que isso não aconteça, fica registrado que Rita Lee Jones é muito mais que a moça que, nos Mutantes, tocava pandeirinho vestida de noiva.) [Comente esta Nota]
>>> Alfaguara
 



Música >>> Assai agitato
No final dos anos 1960, no Brasil, era avant-garde afirmar que, em termos de MPB, “os Mutantes eram demais”. O grupo se dissolveu nos anos 1970 e levou a pecha de genial, por causa do trio-parada-dura de Rita Lee e dos irmãos Sérgio Dias e Arnaldo Baptista. Dos dois últimos, um se mudou para a Europa, entretendo-se com música instrumental e trilhas sonoras; o outro gravou álbuns “viajandões”, despirocou, e virou cult – a exemplo (sem qualquer intenção maldosa) de Syd Barrett, do Pink Floyd. Verdade seja dita: Rita Lee, que buscou caminhos para a música brasileira – no Brasil – terminou menos “festejada”, afinal de contas, santo de casa, que ainda por cima fica em casa, não faz milagres. “Aqui, ali e em qualquer lugar”, o CD recém-lançado pela moça dos cabelos vermelhos, chega portanto para extirpar qualquer dúvida acerca do talento, igualmente genial, de Rita Lee Jones. O disco contém regravações dos Beatles, em arranjos originalíssimos de Roberto de Carvalho, que, junto com a sua senhora, lançou as primeiras versões genuinamente brasileiras das canções dos Fab Four. A crítica vai implicar com as letras reescritas em português (coisa que os músicos previram, incluindo as faixas equivalentes – e intactas – em inglês). Não há como negar, porém, as surpresas, ao ouvir, por exemplo: “With a little help from my friends”, convertida em bossa nova; “All my loving”, em pura inspiração jobiniana, com piano minimalista de João Donato; “She loves you”, transformada em samba; “I want to hold your hand”, transfigurada em forró. Mesmo quando não mexe em “nada”, Rita Lee trata de recriar hits executados à exaustão, acrescentando nuances vocais e instrumentais, como em “Michelle” e “Lucy in the sky with diamonds”. Resumindo: é um CD impecável, que merecia vender feito pão quente. (Ainda que isso não aconteça, fica registrado que Rita Lee Jones é muito mais que a moça que, nos Mutantes, tocava pandeirinho vestida de noiva.) [Comente esta Nota]
>>> Concertos Itaú Personnalité
 
>>> EVENTOS QUE O DIGESTIVO RECOMENDA



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Julio Daio Borges
Editor

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COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
7/10/2006
14h07min
Parece que os espanhóis não estão mesmo pra brincadeira. E quem ganha são os leitores. Seja bem-vinda, Alfaguara!
[Leia outros Comentários de Julio Cesar Corrêa]
8/10/2006
20h06min
Olá, ainda não li o livro do Ruy, mas sou de uma geração que passou bons momentos diante da tela da tv assistindo clássicos no Corujão, da Globo. Alguns diriam que foram tempos alienantes e uma perda preciosa de tempo. De certa forma, é isso mesmo. O cinema tem estas possibilidades: perder ou ganhar um tempo precioso; alienar ou conscientizar. E mesmo, apenas gozar... Seja como for, não há mesmo como entender esse fascinante século XX sem o cinema. Apenas para exemplificar: quer algo mais representativo desta sociedade neoliberal do que "O corte", de Costa-Gravas?
[Leia outros Comentários de Silvia Nogueira]

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