Anything goes | Rafael Azevedo | Digestivo Cultural

busca | avançada
59113 visitas/dia
1,1 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COLUNAS

Sexta-feira, 29/3/2002
Anything goes
Rafael Azevedo

+ de 2600 Acessos
+ 2 Comentário(s)

Bienal
Antigamente havia sempre na Bienal, pelo menos, o tal do “Núcleo Histórico”, onde ainda podíamos encontrar arte de verdade. Agora, isso acabou; estamos entregues aos charlatões do mundo inteiro. Pessoas que imagino por absoluta falta de talento e capacidade para dedicarem-se a outro métier empulham-nos com, entre outras coisas, o que imaginam (ou querem que imaginemos) ser a sua visão sobre pobreza, poluição, trânsito e outros problemas que afligem as grandes metrópoles modernas. E tome as habituais instalações, nome repulsivo para algo ainda mais escatológico; impossível definir com exatidão, pois a definição engloba todo tipo de representação, desde aranhas gigantescas de metal a gigantescos videowalls mostrando imagens de japoneses nus, passando por vacas fatiadas e carros sendo esmigalhados a golpes de marreta. As grandes atrações deste ano? Bom, não iria ao pavilhão da Bienal nem que me pagassem os cachês somados de todos os “artistas” que lá se apresentam, mas a se julgar pela cobertura da imprensa, há a sala onde se pode ouvir e ver risadas (!), há a sala das privadas, a sala do... bem, vocês pegaram o espírito. Ah, como podia esquecer, há também as famosas 50 mulheres nuas! (você que me encontrou pelo Yahoo – sorry, nada de imagens aqui!), que poderiam até me agradar, fossem elas bonitas e não estivessem cobertas por tinta verde, vestindo perucas ridículas...
Se alguém aí conseguir entender algum significado minimamente profundo numa sala com um bando de privadas, ou n’outra onde se ouve e se vê um sujeito gargalhar, let me know. Há anos tenho estudado, pesquisado, lido, tentando compreender a burrice. Mas ainda não consegui “solucioná-la”. Existe ali um mistério que me é impenetrável; e talvez este seja o “elo perdido” que tanto tenho procurado.

In olden days
E pensar que já houve uma época em que a arte era realmente contestadora, opunha-se a algo, protestava, gritava, esperneava – pero sin perder la compostura jamás. E não está longe não, este tempo – esqueça Warhol, Duchamp, e outras empulhações; lembram-se de Stravinsky, Shostakovich? Kandinsky, Mondrian? Acho que não, vocês são todos tão novinhos. Acho que só nós mesmos, sexagenários natos, ainda gostamos dessas velharias.
Mas duro mesmo não é ter que se contentar com um mundo sem essa grande arte; é ter que aguentar os artistas soi-disants de nossos dias, apelando a toda espécie de vulgaridade, como colocar toda espécie de escatologias, vômitos, pessoas nuas, peidos, arrotos e merdas, e ainda discursarem durante laudas e laudas sobre a genial contestação de valores que eles e os coleguinhas realizam. Como crianças, sentadas no jardim de infância, rindo e lambuzando-se de massinha, à espera da bronca da tia que nunca vem. E ainda tem quem lhes aplauda...
Vale tudo, ou como diria o velho Cole, anything goes...


MST
Invasão constante de fazendas produtivas. Destruição de lavouras. Intromissão intolerável da privacidade do Presidente da República, farras em seu quarto, sobre sua cama, saque à sua adega. Garrafas de Johnny Walker e vinhos franceses pelo chão da sede. Vandalismo generalizado. Já não é hora de medidas mais drásticas serem tomadas quando aos chamados “sem-terra”, como por exemplo, o banimento da organização, e a prisão sumária de seus líderes? O movimento claramente não representa massas excluídas como apregoa; é político, e representa a mesma esquerda, perigosa e delinquente, que está no poder em Cuba e tenta tomar o poder na Colômbia através das FARC. Seus líderes seguem e pregam cegamente o retrocesso, tudo o que deu errado na história no século que passou, enquanto seus seguidores, uma turba ignara, semi-analfabeta e mal-intencionada, participa de ações assim muito mais pela baderna, ou por outros motivos igualmente torpes, do que propriamente pela esperança de conquistar um tão-sonhado “pedaço de terra”. Garrafas de whisky e vinho importado largadas pela fazenda, e objetos retirados da sede e jogados no mato dificilmente contribuirão para melhorar, se é que isso é possível, a imagem de “defensores dos oprimidos” deste bando de vagabundos.
O que me espanta na história toda é que o movimento parece possuir toda uma logística, uma infraestrutura, que já deveria ter sido desbaratada, ou pelo menos melhor monitorada, se houvesse uma central de inteligência no governo que pudesse, ainda que minimamente, ser assim denominada. Quem é que fornece ônibus para essa gente? Armas? Mantimentos? Quem é que lhes fornece todo o equipamento com que constroem assentamentos, quem lhes fornece as foices e facões com que ameaçam donos de fazendas? Não sei se estou sendo ingênuo, mas não seria mais fácil atrapalhá-los antes que cometessem seus delitos? Seria muito menos desgastante para o governo ter evitado a invasão à fazenda de Fernando Henrique, do que ter de desalojá-los, dando mais chance para os canalhas explorarem politicamente o ocorrido, inventando essa lorota de um “pacto” que teria sido feito para livrar o rabo deles da reta, e que não teria sido cumprido pelo governo. Mas pelo menos desta vez há de se louvar que nada foi feito com violência, e que alguém foi preso. Invasão de propriedade privada é crime, e nenhum país que quer ser levado a sério negocia perdão com criminosos.

He’s just the president, my dear...
Agora engraçado mesmo é ouvir certos idiotas que tiveram sua voz ampliadas pela mídia, bradando revoltados contra o fato do exército ter sido empregado no desalojamento dos sem-terra. O argumento que é expelido de suas cabeças, como excremento de um doente com diarréia, é de que seria injusto o exército e a polícia federal participar desta operação, e não de todas as outras terras invadidas por esta trupe fanfarrônica. Tá certo, afinal, é um cidadão como todos nós... dona nobis patientiam, domine – com o insignificante detalhe de ocupar o cargo mais alto do país. Mas é assim mesmo, tem gente que não enxergaria a verdade nem se ela lhe fosse enfiada goela abaixo, ou por outro lugar acima.


Faroeste caboclo
Dizer que as coisas não mudaram muito em nosso país desde a época das capitanias hereditárias é desnecessário; agora falar isso do Nordeste, e em especial de lugares como o Maranhão, é “chover no molhado”; esses lugares são feudos, pura e simplesmente. Tal como Antônio Carlos Magalhães há alguns anos atrás na Bahia (imagino que ele tenha se desgastado um pouco com os inúmeros escândalos envolvendo seu nome), a família Sarney manda e desmanda lá; possui canais de TV, rádio, deve ter conexões financeiras e inúmeros conchavos através do território do estado. Já imagino Don Sarney na varanda de sua casa de campo, de botas e chapéu na cabeça, sacolejando o braço à la Sinhozinho Malta e esbravejando: “aqui a cunvérsa é outra! Tudo esses cabra frôxo cómi na minha mão!”
Pois não é que ele aprontou mais uma? Não entendo, sinceramente, como não é feita alguma espécie de intervenção federal nestes estados. Alagoas é uma verdadeira terra de ninguém; em algum outro lugar o senador Ronaldo Cunha Lima, sentindo sua honra ofendida por Tarcísio Burity, que concorria com ele em alguma eleição local, simplesmente entrou num restaurante e deu-lhe um tiro na boca, na frente de todos – inclusive a família de seu rival, que observou tudo, atônita. Detalhe: Cunha Lima é até hoje o representante do estado no Senado Federal. Pois bem, Sir Ney não demorou a atender os choramingos de sua filhinha, melindrada e ofendida com a ousadia do governo em investigar as irregularidades encontradas em sua empresa, e o dinheiro “inexplicável” que lá se encontrava; fez discurso inflamado no Senado, deu entrevistas esculhambando o presidente, se acusou publicamente de ter cometido um crime, ao confessar que avisara o seu genro a se livrar de determinados documentos. Agora a famiglia conseguiu o impensável: resolveu peitar nada menos que a Polícia Federal. Até onde vai a falta de respeito pelas instituições nacionais, seja na forma da pessoa do presidente ou dos diversos órgãos governamentais, tanto pela parte da direita como da esquerda, é algo digno de ser estudado mais a fundo. Sir Ney conseguiu que uma juizinha qualquer expedisse um mandado de busca e apreensão a uma casa onde a PF se instalara enquanto realizava operações sigilosas; em pouco tempo vários carros da Polícia Militar maranhense estavam lá, fortemente armados, e com um oficial de justiça que portava o mandado. Segundo a UOL, pouco antes da “invasão” da PM um carro da televisão local que pertence a Sarney pôde ser visto rondando a casa; ao tentarem entrar em contato por celular com a juíza, os repórteres ouviram a “linha cair” (sic) quando ela foi perguntada sobre quem havia pedido a expedição do mandado. Logo chegaram mais policiais federais, também de armas em punho, e houve até um princípio de entrevero. Os PMs saíram de lá, é claro, sem ter apreendido nada; mas o estrago já estava feito.
Se isso não é uma declaração de guerra ao governo, não sei o que é. Resta saber se Fernando Henrique, que não primou exatamente pela coragem, em seu governo, irá comprar a briga.


Rafael Azevedo
São Paulo, 29/3/2002


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Senhor Amadeu de Ana Elisa Ribeiro
02. Uma livrada na cara de Guilherme Carvalhal
03. Os sons do 22 de Patrícia Chmielewski
04. A Poética do Chá de Felipe Leal
05. O petista relutante de Rafael Rodrigues


Mais Rafael Azevedo
Mais Acessadas de Rafael Azevedo em 2002
01. Banana Republic - 19/4/2002
02. Terra Papagalli - 22/2/2002
03. Depois do ensaio - 1/3/2002
04. O injustificável - 12/4/2002
05. Vidas Paralelas - 22/3/2002


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
28/3/2002
15h06min
A posição de advogado do diabo cai-me bem. Sou insuspeito de ter simpatias pelo MST, principalmente pelo medieval Stédile, figura assustadora por seu ar de certeza de tudo que compartilha com alguns intelectuais partidários.Acho ridículo queimar Macdonald's por ser o símbolo do imperialismo, é apenas o que chamamos de franchising, uma idéia brilhante e que funciona. Sou a favor da soja transgênica e acho que as ações de Stédile contra os campos experimentais um sinal de demência. Com todas essas evidências, qual a surpresa? Muitos intelectuais e padres argumentam que o MST é a fonte de pressão que justifica a ação intensa de reforma agrária do governo FHC. Fez isto invadindo a casa de todo mundo e mesmo pressionando comunidades pobres conformistas. O MST é mais um sinal de que para muitos a sociedade brasileira está à deriva e que a crise é profunda. Ações concretas de combate a pobreza valem mais que mil palavras de indignação. Agora, se o MST é político.. que politiquinhos ruins....
[Leia outros Comentários de Jose Maria Silveira]
29/3/2002
12h09min
Que o MST é mesmo um movimento político,construído de modo a desestruturar nosso descuidado Estado de Direito, é ponto pacífico e admitido pelos seus próprios líderes.Usa tintim por tintim as manobras bolcheviques de outrora, que incluem o terror, o desrespeito pelos direitos humanos das pessoas,a intimidação, a crueldade física e psíquica, a sabotagem, a exclusão de assentados que recusam o cabresto marxista imposto nos acampamentos, a compra e manipulação de parte da imprensa,etc. Só que nimguém faz nada disso sem dinheiro, como voce bem levantou em sua nota. E para onde estão indo os bilhões que o povo brasileiro, via Jungmann, está derramando na mão dos líderes desta malta? A quem eles prestam contas? Afinal, o MST não tem sequer estatuto jurídico, segundo me disseram- seria verdade?Estes vândalos agiram como bandidos, devem ser tratados como tal e com mais severidade ainda, poque estão atentando contra o Estado democrático legítimamente constituído, e detonando os direitos de cidadão do Presidente eleito pela maioria da população, detonam também o nosso. Endosso totalmente sua indignação, e qualquer movimento que se proponha a denunciar e destituir estes farsantes e seus planos totalitários. Cordialmente, S.Campos
[Leia outros Comentários de SOLANGE CAMPOS]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




TERRENOS OU EXTRATERRENOS
MICHEL GRANGER
NOVA FRONTEIRA
(1977)
R$ 10,00



GESTÃO HOSPITALAR: UM DESAFIO PARA O HOSPITAL BRASILEIRO
ROSA MARIA CASTEAR; PATRICK MORDELET; VICTOR GRABO
ENSP
(1995)
R$ 70,00



UMA BIBLIOGRAFIA SOBRE JORGE DE SENA, SEPARATA DE AS ESCADAS NÃO
JORGE FAZENDA LOURENÇO
COTOVIA
(1997)
R$ 42,70



O MASSACRE DA SERRA ELÉTRICA
STEFAN JAWORZYN
DARKSIDE
(2013)
R$ 32,00



CONTRATOS
ARNALDO RIZZARDO
FORENSE
(2016)
R$ 150,00



ENCICLOPÉDIA DO HUMOR JUDAICO - DOS TEMPOS BÍBLICOS À ERA MODERNA
HENRY D. SPALDING
SÊFER
(1997)
R$ 20,00



A NOVA EXECUÇÃO DE SENTENÇA
ALEXANDRE FREITAS CÂMARA
LUMEN JURIS (RJ)
(2006)
R$ 24,82



MANUAL DOS CRIMES CONTRA AS RELAÇÕES DE CONSUMO
DORA DUSSAB CASTELO NATÁLIA FERNANDES ALIE...
CENACON
(1999)
R$ 14,97



ARCO-IRIS EM PRETO E BRANCO
NARA VIDAL
DIMENSÃO
(2014)
R$ 20,00



A CABEÇA DE ALVISE
LINA WERTMÜLLER
RECORD
(1981)
R$ 8,00





busca | avançada
59113 visitas/dia
1,1 milhão/mês