A internet e o amor virtual | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

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Sexta-feira, 5/7/2002
A internet e o amor virtual
Julio Daio Borges

+ de 70100 Acessos
+ 36 Comentário(s)

Todo mundo tem uma história de amor pela internet para contar. Mas não conta; tem vergonha. É coisa de nerd: ficar de pijamão, madrugada afora, com a pupila dilatada, em frente ao computador - teclando e se deixando teclar, por pessoas de origem desconhecida, de procedência absolutamente aleatória, de caráter imprevisível, de histórico pouco confiável. Enfim, é uma loucura. Mas os riscos são mínimos e, por isso, não há quem não tenha tentado. [Ah, só uma tentadinha, vai...]

Independentemente dos envolvidos tomarem coragem e se confessarem, Alice Sampaio escreveu um livro a respeito, intitulado Amor na Internet - Quando o virtual cai na real (Record, 2001, 348 páginas). Na verdade, Alice, jornalista, compilou mais de 15 histórias narrando as venturas e desventuras de quem se lançou nesse mar de possibilidades: os chats, os e-mails, os sites de encontro. Claro, ninguém assume nada, todos estão protegidos por pseudônimos - como é praxe na própria internet, aliás.

Antes que o leitor se espante com a naturalidade com que os internautas se lançam nessa loteria do romance às escuras, vale lembrar que o sexo furtivo, a bimbada de ocasião, é coisa mais antiga do que a própria humanidade. Todos os animais têm cio; todos os seres humanos também têm - acontece que não é de bom tom dar crédito a essas vontades, que surgem não se sabe de onde, sem qualquer explicação moral aceitável, de conseqüências quase sempre desastrosas. Então a religião veio para coibir esses impulsos; e a prostituição, para represá-los, se possível longe da sociedade.

Freud se revoltou contra essa práxis acobertada e devolveu o sexo para a sociedade. Foi mais longe: pôs e viu sexo em tudo. No Brasil, Nélson Rodrigues enfiou-o nos lugares mais improváveis: nas casas de família, nos consultórios, nos enterros, nas filas e nos pontos-de-ônibus. Tinham ambos razão: onde o sexo está mais sufocado é onde, justamente, explode com maior intensidade. Vide as intermináveis discussões acerca do celibato e das perversões dos padres, que não são de hoje e que vão durar quanto a Igreja durar.

É, portanto, perfeitamente razoável que cidadãos esmagados pela rotina, pelas pressões, pelas obrigações, pelo cansaço procurem se evadir de alguma forma. O sexo é apenas mais uma entre as tantas possibilidades. Cada um procura o nicho que mais lhe convém e descarrega nele suas frustrações e suas fantasias diárias. As mulheres, é comprovado (inclusive em estudos acadêmicos), escolhem as telenovelas, com suas relações subliminares e seu romantismo de reality show. Os homens, em geral, descarregam no esporte, que é, parafraseando Dave Mustaine, o mais próximo que alguns deles podem chegar do ato sexual. Daí para a internet, é só um passo.

O livro de Alice Sampaio compila alguns casos que podem ser divididos em categorias mais ou menos estanques. Por exemplo: há aquele casal de meia idade, marcado por separações ou pela viuvez precoce, que, por insistência dos filhos (internautas), acaba se cadastrando em sites e se encontrando para toda a vida, como que por encanto. Essas pessoas têm, para com a nova mídia, atitudes extremamente conservadoras: abandonam-na tão logo se sentem seguras para se telefonar e se comunicar de outras formas, "menos impessoais" (segundo suas próprias palavras). Claro que essa categoria não busca satisfação momentânea, e sim ligações duradouras, transferindo para a internet a função do footing, do cinema, do passeio na praça, catalisadores da chamada paquera, em épocas pré-cambrianas.

Há também os adolescentes de primeira água, que praticamente nasceram conectados e plugados. Para eles, igualmente, a internet é ferramenta: uma maneira de exorcizar a timidez e a insegurança típicas da idade. Entregam-se a ela num misto de excitação e curiosidade, não descarregando ali suas perturbações e seus fracassos (como os adultos), mas apenas desenvolvendo a auto-estima e a auto-afirmação, de um jeito novo e inusitado. Claro, há os problemas evidentes do excesso de uso e da fuga em que a internet pode se transformar, quando o jovenzinho ou a jovenzinha prefere refugiar-se nela a enfrentar a dura realidade. Mas não é regra, nem patologia catalogada.

Uma das mais divertidas histórias do livro é, approposito, a de uma garota que troca freneticamente de namorado, como troca de roupa ou sapato, num dia de festa em que não se entende com o armário. Com uma facilidade e uma desenvoltura invejáveis; até um pouco estranhas numa mulher (por definição e por convenção, sempre atrás de segurança, estabilidade, futuro garantido, essas coisas). Numa de suas andanças, a conquistadora topa com um sujeito cheio de negócios escusos que - diz o livro - é pago para apagar contraventores ou "procurados". A garota não se abala; afasta-se dele por precaução (mais do que por vontade) e sente sua falta até o fim do relato. Depois se envolve com outro rapaz, esse de sua idade, que quer insistentemente namorar; ela não quer e invertem-se mais uma vez os papéis (homem-volúvel, mulher-centrada). São, portanto, jogos lúdicos, num estágio de total imaturidade afetiva; mas que, mesmo assim, horrorizaram o profissional que - a pedido de Alice - se põe a analisar o caso.

Tirando os de meia-idade e os adolescentes ocasionais, sobram aqueles tipos supracitados: para quem o sexo é uma aventura e uma válvula de escape. Compõem uma "classe média"; a mesma que não ganhou computador na infância, mas que também não se indispôs com as tecnologias de agora (até porque tem de usá-las no trabalho). Atravessou e experimentou as duas eras do relacionamento humano, a antiga e a nova. A antiga: dos bailinhos, das matinês, dos portões de escola, nos primeiros contatos físicos com o sexo oposto. E a nova: dos chats por idade, dos sites de classificados, das webcams e dos e-mails derramados como se fossem cartas. Esses certamente estão na situação mais interessante, embora não tão documentados na obra de Alice Sampaio.

Se a abordagem não contempla todas as possibilidades (ainda que inclua o amor homossexual), é aceitável e elogiável mesmo em suas falhas. Já frágeis mesmo são as conclusões e análises. As conclusões porque feitas por uma mulher de meia idade (a autora), que, a partir de experiências pessoais frustradas com a internet, condena o meio sem apelação, quando ele é tão culpado quanto o são bares, boates, restaurantes e locais onde todos os dias milhares de pessoas vão para se relacionar. A internet não é um mal em si; é um instrumento como qualquer outro. Já as análises pecam pela incompreensão de psiquiatras, psicanalistas e psicólogos, viciados no velho jogo do amor: olhares, sinais, aproximações, palavras, toques e encontrões. Como a internet inverte o roteiro (colocando as palavras em primeiro lugar), eles se perdem e condenam 99% dos casais à fogueira da inquisição, como se a World Wide Web fosse produto feito e acabado.

O fato é que, independentemente do balanço negativo, as pessoas vão continuar se lançando em blind dates, com o primeiro desconhecido simpático que for hábil no uso do vernáculo. Vão continuar se entregando sofregamente nos primeiros encontros. E vão continuar errando, se arrependendo e - quem sabe -, com sorte, acertando, porque é inevitavelmente a lógica do sexo e do amor. Se, de repente, contamos com uma "porta", que se abre da nossa casa (ou da nossa estação de trabalho), na qual podemos anonimamente penetrar (sem riscos, portanto), encontrando um monte de gente interessante (ou nem tanto), por que vamos nos negar essa possibilidade?

Update
Leia também o Especial "Amor na Internet".

Para ir além






Julio Daio Borges
São Paulo, 5/7/2002

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Mais Especial Internet
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COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
5/7/2002
14h49min
Interessante o seu comentário e fiquei curioso para ler o livro, apesar das restrições que você faz a ele. Não sei se a autora aborda o tema, mas é interessante verificar como a internet realmente inverte a seqüência tradicional das relações amorosas: primeiro nos deparamos com o outro a partir de sua expressão escrita, depois (usualmente) pela voz, através do telefone e, só depois, através do contato visual. É exatamente o contrário das relações tradicionais, permitindo assim um desnudamento, uma abertura, que não é usual entre estranhos. Se isso será bom ou ruim, se essa nova seqüência vai revolucionar as formas de relacionamento, só o tempo dirá./// Penso também num veículo como esse Digestivo, no qual as afinidades – e, mais freqüentemente, as divergências – expressas por escrito entre desconhecidos também assumem uma crueza, um ímpeto, que dificilmente ocorreriam em contatos pessoais. São novas maneiras de amar e de odiar...
[Leia outros Comentários de Helion]
16/9/2002
23h08min
Caro Julio, Avisada por meu amigo Ruy Castro da sua resenha sobre meu livro no Digestivo, li-a com toda a satisfação que se pode sentir ao se ler uma crítica inteligente, bem feita e bem escrita a um trabalho que me custou dois anos de muuuuuito esforço. Gostei muito mesmo. E por ter gostado tanto, me senti à vontade para chamar a tua atenção para algumas coisinhas: 1. Meu livro é sobre a busca do amor na Internet, e não apenas do sexo. 2. Estão nele tanto os adolescentes plugados quanto os casais de meia-idade querendo acabar com a sua solidão e TAMBÉM o que você chamou de "classe média", que, acredito, seja a turma dos 30 aos 40 anos, talvez. Você diz que há poucos deles, e eu discordo. Há vários. No entanto, eu, que tenho meus 48 anos, me senti cabendo perfeitamente na tua descrição, pois atravessei tanto a era dos bailinhos e dos portões de escola quanto atravesso agora a era dos chats, dos sites, das webcams. 3. Não foi nada fácil fazer as pessoas contarem as histórias, pelos motivos que, aliás, você descreve no primeiro parágrafo do teu texto. Perdi várias histórias quando o livro estava quase pronto. Daí ter ficado mesmo impossível "contemplar todas as possibilidades", embora eu tenha tentado. 4 - Não sei se as análises dos psiquiatras pecam pela incompreensão do veículo Internet. Na verdade, acho que eles, tanto quanto eu, estavam preocupados porque a mídia tem procurado vender a Internet, nos últimos anos, como uma fantástica agência de casamento, onde todos os príncipes e princesas estão à nossa espera. E como eu comprovei que a realidade NÃO é essa, e demonstrei isso, penso que os psiquiatras consultados se preocuparam em alertar as pessoas para não serem ingênuas. 5 - Você diz que eu, frustrada com a Internet, "condeno-a sem apelação". Discordo. Eu digo que está difícil namorar na Internet atualmente, devido ao excesso de mentiras e devido ao fato de que as mulheres teclam buscando amor e os homens teclam buscando sexo fácil. Eu também digo que na Internet você encontra as mesmas pessoas e decepções que encontra nos bares, restaurantes e boates. Para mim, a Internet não é um "mal em si", mas um veículo de comunicação extremamente válido. O que eu lamentei foi que, por enquanto, as pessoas estão usando muito mal esse veículo. Mas eu acredito no ser humano, e penso que esse quadro vai mudar em poucos anos. De qualquer maneira, qualquer autor fica feliz quando vê que uma crítica foi feita sem pressa, com cuidado, contrapondo o que considera pontos favoráveis e pontos desfavoráveis da obra. Fiquei muito feliz com a sua crítica. Já estava e-xaus-ta de ver jornalistas furiosos comigo porque eu OUSAVA contar que cerca de 97% dos relacionamentos tentados na Internet, atualmente, NÃO dão certo -- o que contraria a imensa maioria das matérias que têm saído a respeito. Os colegas esqueceram que eu não me debrucei sobre a Internet por 2 dias ou 2 semanas, mas por 2 longos anos. Você me pareceu entender muito bem esse, digamos, detalhe... Um grande abraço Alice Sampaio
[Leia outros Comentários de Alice Sampaio]
10/10/2002
15h16min
Hola Júlio! Gostei mto de ver esse tema abordado, visto q já me envolvi em algumas histórias desse tipo, quase todas com final infeliz. Mas não me envergonho de dizer q tava carente, morando longe de casa, com poucos amigos e sem namorado, e acabei mergulhando às cegas em relacionamentos incertos em q um não sabia bem o q esperar do outro e por fim o outro lado roía a corda e eu sofria pra caramba. No entanto, continuo achando válido, mas hj em dia encaro esse tipo de relação sem qq expectativa, e até dei um tempo pra minha cabeça e passei a entrar menos em chats e a me eskivar dos Don Juans de plantão. E acho mesmo q o melhor ainda é o real, poder olhar de verdade pra pessoa e viver algo palpável, do q se consumir em ansiedade e angústia por alguém virtual, cujos sentimentos não temos condições de conhecer de fato. Beijo, parabéns! Anny Camaleoa
[Leia outros Comentários de Camaleoa]
30/11/2002
11h27min
Gostei muitíssimo do tema da meteria. Sou advogada no RS e pretensa escritora e poetisa. Estou terminando dois livros: um, sobre este tema (amores virtuais, com conotações jurídicas); outro, fatos verídicos forenses (erros judiciais), já praticamente concluído. Ocorre, que até em meu escritório já veio parar casos desastrosos, provenientes de net. Uma mulher chegou a vender imóveis para ir para o exterior, encontrar-se com o seu suposto "amado". Como a vida real é diferente da vida virtual, foi um desastre. Agora, ela deseja entrar com uma ação pelos danos sofridos, a fim de ressarcir-se dos prejuízos. Como há provas suficientes, acredito que a ação terá êxito. Mas, como no Brasil, o judiciário caminha à passos de tartaruga, independente da vontade de nós profissionais, levará alguns anos. Ainda mais, em se tratando de a pessoa com quem manteve contato, ser do exterior. Como Alice Sampaio bem referiu, as mulheres devem aprender a ser menos ingênuas, e ver a vida como ela é, já que, a maioria que caem nessas armadilhas de "amores virtuais", são elas. O inacreditável, é que algumas gostam de sofrer! São verdadeiras masoquistas! Nunca aprendem e, ainda, ficam enfurecidas com quem as quer ajudar, alertando-as. Gostam de "mentiras piedosas", disfarçadas de "gentilezas"; as tais falsas cumplicidades... Falando em coisas virtuais, é inacreditável, como há galãs de plantão, na internet! Até comigo quase aconteceu! Somente o Príncipe, com lábia mais que considerável, não logrou êxito, porque sou muito desconfiada E/OU cuidadosa. Nunca acreditei em "Contos de Fadas". Em pouco tempo, pelas entrelinhas do que colocam, percebo quem é a pessoa. Quando começam com: "...te adoro, vc é a mulher que eu sonhava para me completar; vc é linda, profissionalmente sou muito bem sucedido, etc...", podem acreditar que há muito de errado! Um homem não feio e ainda tão bem sucedido profissionalmente, com certeza, não estaria sozinho! Não sou incrédula, apenas realista. Sou pisciana, quem sabe por isso, escorregadia. Parabéns Julio pelo tema e Alice Sampaio pelo livro. Um abraço, Advocata
[Leia outros Comentários de Advocata]
6/12/2002
11h01min
Helion (#1), como eu e você sabemos temos muito o que aprender com as relações via internet, que ainda estão nos primórdios. Alice (#2), é um privilégio ter voce - a autora! - aqui. Ainda mais por indicação do Ruy Castro. Respeito os seus pontos de vista e entendo-os melhor hoje. Camaleoa (#3), é interesante como a internet às vezes frusta de verdade. E interessante também como as pessoas se afastam fazendo o sinal da cruz. Talvez devêssemos estudar também esse comportamento. Advocata (#4), você tocou no cerne da questão: as mulheres são as maiores vítimas e vão continuar sendo por algum tempo. Como disse a Alice, e eu digo sempre: a internet tem muito o que amadurecer. Obrigado pela companhia de todos, um abraço virtual, Julio
[Leia outros Comentários de Julio Daio Borges]
6/6/2003
18h06min
Buscando textos com o assunto "amor virtual", para ilustrar o post que fiz no blog a respeito de "Blogs Namorados", cheguei até sua coluna. Excelente sua visão do assunto, parabéns. Citei seu texto com os devidos créditos, ok? Caso queira ler, acesse http://civana.hipermail.com/. Bjs...Civana :)
[Leia outros Comentários de Civana]
30/6/2003
08h50min
Sou um pretenso poeta , que acredita no amor e no romantismo.. E foi nesta busca que entrei na net e achei uma pessoa muito especial, que é hoje o grande amor da minha vida e que se Deus quiser sera um dia minha esposa, estamos trabalhando em cima disso.Mas o que venho aqui salientar,é de que tudo na vida so se pode descobrir tentanto, metendo as caras como dizemos por ai, porque tudo na vida tem seu lado bom ou mal,e descobrir o que e bom ou mal depende do que buscamos ou queremos encontrar. Eu apesar de ser um homem, nao procurava sexo facil na net, mas concordo com a afirmação de que as mulheres nao podem ser tao ingenuas a ponto de embarcar as cegas numa desta,mas a internet tambem nao e um bicho de sete cabecas, eu acredito que conhecer uma pessoa pela internet e o mesmo que conhecer uma pessoa num barzinho ou numa danceteria , ou no onibus, porque o que entra em voga aqui , e o tempo que vc vai se "entregar" de uma vez, todos nós temos reservas e devemos dar um certo tempo para so então podermos liberá - las.No mundo em que vivemos hoje, em quem podemos confiar, o marido que vc vive a dez anos, um dia diz que vai embora porque esta tendo um caso com alguem a onze,a pessoa que era hetero te larga porque virou homo,sao os casos que vc ve na vida e que nao mudam com o passar do tempo. Antes de vir a internet, ja existiam salas de batepapos, mas essas eram feitas pelos correios, quando as pessoas se correspondiam por la. nada mudou e a internet , apenas facilitou... Todos temos de tomar cuidado em tudo que fazemos, na escolha de uma profissao, na escolha do par , da religiao , tudo isso denota cuidado e nao entrarmos as cegas , porque tudo que fizermos deixara cicatrizes, que nao serao jamais apagadas, todos nos temos um objetivo , fomos colocados aqui por isso , e nao devemos temer a jornada da vida. Já nos disse o escritor "Tudo vale a pena, se a alma não é pequena" O mundo virtual estaa cada dia, se tornando real...
[Leia outros Comentários de adailto f. de sousa ]
6/7/2003
16h30min
olha minha historia de amor virtual: no dia do 12/05/2002, conheci um homem q parecia maravilhoso, eu tinha acabado de sair de uma historia de 5 anos, ele foi um amor comigo, ate q depois começou a mostrar sua verdadeira face deu varios golpes em minha cidade e agora ninguem localiza ele. portanto quero pedir as pessoas q tomem cuidado com esta historia de amor virtual, peço q curem suas carências primeiro p/ depois acreditar nas historias q sao contadas nas salas de bate papo ou em sites de relacionamento. cuidado pessoal, o relacionamento tradicional ainda e o melhor, zele pelo seu bem estar afetivo. cuidado com os principes encatados virtuais, pois eles podem se tornar verdadeiros sapos...
[Leia outros Comentários de luciene]
14/8/2003
12h25min
Gostei muito da matéria e gostaria de ressaltar que tudo é possível quando se acredita no amor e nas inúmeras possibilidades de encontrá-lo seja onde for... Gostaria de contar minha história e desde já agradeço a Internet pela possibilade de ter encontrado o amor de minha vida... Decidimos escrever nossa história porque desejamos mostrar a importância de acreditar no amor e as diversas oportunidades que as pessoas têm para encontrá-lo. Independente da maneira que os caminhos se cruzem é importante aproveitar a chance que a vida nos dá. Nosso caminho cruzou-se em um chat na Internet no dia 12 de março de 2001 e foi amor a primeira vista, ou melhor, a primeiro texto. Trocamos e-mails, fotos, telefone, endereço, presentes, poemas, cartas e depois de três meses começamos a namorar e marcamos nosso primeiro encontro real. Mesmo morando em estados diferentes (São Paulo, Bahia) a distância não foi empecilho para o nosso encontro e tivemos face a face a confirmação do quanto nosso amor era sincero e verdadeiro. Nosso amor cresce a cada dia e acabamos de noivar no dia 24 de dezembro de 2002, com o apoio de nossos famílias. Pretendemos nos casar o mais breve possível. Somos um casal jovem e gostaríamos que nossa história fosse um exemplo de esperança para aqueles que ainda não encontraram seu verdadeiro amor e ressaltar que a Internet proporciona muitas coisas boas a exemplo do nosso encontro, porém as pessoas têm que ter discernimento e acima de tudo verdade. Anamélia Freire & João Emmanuel
[Leia outros Comentários de Anamélia Freire]
8/10/2003
09h28min
Gostei muito da matéria e gostaria de dizer que é muito difícil encontrar alguem que nunca teve um namoro virtual. Tenho 13 anos e adoro ficar na internet conhecendo pessoas...Na verdade nunca me interessei por namorar alguem virtual!!
[Leia outros Comentários de Camila Araujo]
7/1/2004
16h38min
Achei a matéria super legal, pois acima de tudo o assunto me interessa. Evitei por muito tempo os chats, considerava coisa de pessoas mal resolvidas. Bem até que um dia (junho de 2003)... entrei. Me apaixonei por esse universo com pessoas tão ricas de imaginação e carência. Muito mais carência do que imaginação. Tenho que concordar com a autora Alice Sampaio, tem muitos principes e princesas encantadas neste mundo virtual, mas a maioria realmente vira sapo. ah... ia me esquecendo; internet não é só sexo. Tem muito mais emoção neste mundo virtual pode acreditar.
[Leia outros Comentários de Mona d Paiva]
29/1/2004
22h16min
Procurando assuntos que abordassem sobre o amor virtual acabei encontrando seu site e adorei os relatos... parabéns!!!
[Leia outros Comentários de Vitorina]
21/4/2004
20h19min
Há os que duvidam, há os que resistem, os que criticam, os que menosprezam, os que advertem...mas há aqueles que vivem os melhores momentos de suas vidas no convívio on-line, momentos que milhares de casais que vivem juntos não desfrutam...esta é minha história, a história de uma mulher de 45 anos e de um homem de 51 anos, que se descobriram no outono de suas vidas, que nunca amaram desta forma e que vivem este amor como adolescentes. Somos ambos advogados, cultos sensíveis e inteligentes...estamos há 1 ano assim,e ja tivemos encontros reais,e estamos atualmente, planejando uma vida em comum, pois sou de SC e ele de SP...amamos, sofremos a dor da saudade e da distância, mas nos queremos e nos desejamos como raros casais de hoje em dia... o que posso dizer? A tecnologia une na sua especificidade de nossos dias, as almas e os corpos...para o amor que acontece, o espaço tempo de outrora ou de agora, não importam, ele simplesmente é amor e será sempre no passado, no presente e no futuro...Adoro esta tal de Internet...
[Leia outros Comentários de Malibu]
20/7/2004
16h38min
Achei muito interessante, pois vivo um amor virtual há 4 anos só se vendo por fotos, webcam e falando ao telefone. Sou casada, negra. E o rapaz... branco, portugues e separado. Navegando pela internet, achei esse site e vi através desse texto que realmente existem muitos casos assim. Um abraço.
[Leia outros Comentários de Denise]
5/1/2005
09h52min
Gostei muito dessa materia, atualmente vivo um amor virtual, tem uns 3 meses... estamos no começo e tenho muito medo do que pode acontecer daqui pra frente, pois sou casada e ele, divorciado. Estamos realmente apaixonados, mas sei que será quase impossivel transformar o virtual em real, só o tempo podera dizer.
[Leia outros Comentários de Elisa]
24/3/2005
04h59min
***Saudações*** Me chamo Raquel, 17 anos, sig PeiXes, estudo, fç cursos, trab na Proteçao dos Animais... Vivo ha 2 anos um relacionamento virtual, mt sério. Ele mora a 3 horas e poko daki, trabalha c/ mikos, tem 27 anos. Namoramos 'as escondidas, pois o rigor ak em kasa e' brabo! Meus pais proibem td... isso entao! Eu e ele passamos por mts e poukas, e boas juntos... Ele ja' kis vir aki várias vezes, eu por medo n kis... outras vezes q combinamos n deu... Nos conhecemos na sala terra, a situaçao é complikada... E o amo demaisss, inexplicável, mt mais real ke qalqer tipo de coisa, vai além de mim, do meu Eu... penso na voz dele... Nele... Nossa... Ele me liga muito, gasta mt c/ as ligacoes, ja chegou a gastar em um mes, cmg, 500 Reais. Claro nas brigas isso é jogado na kara. rs. Mas ok.... Ele é muito ciujmento, e pocessivo... E eu tb... Só ke le é do tipo ke ele pode, e eu nao... pois ele sempre foi mt independende, e n gosta qndo pego mt no pé... e confesso, passo dos limites, isso é um abuso, tenho q evitar!, nem nos casamos e ja sou assim... rs... ja vi ele por fotos, ele tb ja me viu. Aliás meu fotolog c/ minhas fotos. VISITEM e comentem!!! Lá tbém tem a dele de boné vermelho... Saberao identifikar =)... KERIA CONTATOS C/ VCS TDS... ADORARIA SABER CADA HISTÓRIA. Olhem, hj, eu digo... to passando uma grande barra c/ ele pois ele ta mt inseguro... e sendo infantil por isso... e eu tb mt insegura, ou seja, n ta rolando confiança! ISSO Naaaao é bom, é RUIM.... n pensem ke é pq estao longe ke levam chifres... pq a qlq eskina tem karinha traindo a mulher na kara dura!... O IMPORTANTE É Q VCS CONVERSEM, E SOMENTE OUÇAM VCS, E CONFIEM EM VCS MESMOS... pq o AMOR é a 2... qndo envolve mais alguém, atrapalha mt. Agora em ABRIL, me encontrarei COM ELE... MEU AMORRRR... Kerem saber cm?... Entrem em contato CMG. E gente... NAO DESISTAM... SE FOR P/ SER SERÁ... NO FIM TD DA CERTO... E NADAAA ACONTECE POR ACASO. OB: pratico mágia Wicca... e sou oq chamam de Gótica, mas prefiro a parte literária da arte... rs... tb pinto quadros.... PS: SÉRGIO TE AMO DEMAIS... N DESCONFIE DE MIM... Espero ke isso seja uma fase, e passe, pq oq sentimos n merece isso. ob: DIVIDAM CADA PROBLEMA UNS C/ OS OUTROS... SEJAM PACIENTES... E MULHERES, VCS É QM TEM O DOM DA CALMA, sei por eXperiencia! ob2: nem ele nem eu somos casados. t AMO, Raquel C.G
[Leia outros Comentários de Raquel C.G ]
3/1/2006
23h10min
Fiquei encantada com a matéria. tenho 42 anos, sou separada e, por solidão e incentivo de uma amiga, preenchi um perfil público com fotos e minhas características, num site de relacionamentos. Recebí um número considerável de belos e-mails mas nenhum me "tocou". Já estava desistindo quando recebí uma chamada para conversar no MSN. Era o Pedro... 57 anos, delicado e com uma doçura tão imensa de alma que me deixou completamente encantada. Não supunha que alí estava o Meu Grande Amor... Estamos namorando há alguns meses (ainda virtualmente) e estou me sentindo ultra-feliz! Como nunca estive em minha vida. Ele mora em outro País e eu, na Bahia. Sofremos pela saudade mas temos esperança e, enquanto isso, vamos nos valendo da internet e do telefone. Estamos muito apaixonados.
[Leia outros Comentários de Linda Copis]
8/1/2006
17h51min
Não dá pra generalizar... mas a internet é sem dúvida uma ferramenta nova e incrível. Como tudo que é novo, ela precisa ser entendida e dominada, mas será mesmo que o esprítito humano pode ser domado? Ela atende ao que o homem perdeu no cotidiano, na banalização da vida... Vivo um intenso amor, como não imaginaria mais ser possível. Se dará em algo ou não, pouco importa... Ele me dá hoje tudo que não tive em dois casamentos... Que essa tecnologia seja nossa aliada, que nos faça repensar nossas atitudes e valores, que nos incomode muito! Precisamos é sair do lugar, evoluir e ousar. Parabéns pelo trabalho e ousadia, provoquem mais, please!!!
[Leia outros Comentários de Dri]
26/4/2006
08h43min
Bem, eu só tenho a dizer que amor pela Internet existe, sim. Pode ser em casos raros, mas existe. Eu mesma vivi um amor assim. Infelizmente não estamos mais juntos fisicamente, pois ele partiu para outro plano. A verdade de tudo isso é que ele ainda me faz a mulher mais feliz do mundo, através de nossas lembranças.
[Leia outros Comentários de Ana Cristina]
16/5/2006
13h39min
Tenho uma história de amor virtual p/ contar... na verdade achava isso uma possibilidade renmota, me apaixonar pela internet. Acreditava em afinidades ou atração, qqr coisa do tipo... mas a realidade veio me mostrar que estava enganada. O orkut fez com que Rafael me encontrasse por afinidades... continuamos coneversando mas o sentimento continuou nos unindo. Em um misto de carência e incredulidade em relacionamentos e pessoas, eu me apaixonei pelas palavras... por frases e encantos... "Conheci" a pessoa que tenho certeza que é o homem da minha vida. Acredito que pode ser uma loucura tudo isso, como sempre me dizem... mas acredito ainda mais na vontade de Deus... Nada acontece por acaso... eu ter aceitado o Rafa no msn, ter add e tudo que ele disse ser, tudo que eu precisava ouvir me fez ter a certeza de que isso é amor... e Ele é uma dádiva... acredito nisso, acredito no amor... acredito em destino... acredito que o que tiver que ser, será... e não importa como nem quando e sim que acontecerá! Rafa, te amo.
[Leia outros Comentários de Bruna Ribeiro]
11/6/2006
18h05min
Estava pesquisando sobre amor virtual, para acalmar meu coração e minha razão que não entende como alguém que nem conheço fisicamente pode estar tão forte dentro de mim... No entanto, percebi que isso é bem comum, com todas estas histórias. Para complicar, meu amor virtual mora em outro país e eu, aqui, no Sul do Brasil... Mas esta distância atravessamos magicamente através do telefone e nos sentimos tão perto em longas conversas. Isso já dura + de 4 meses. Ele é tudo o que quero e que não encontro na vida real, mesmo longe ele está mais perto de mim... do que qualquer pessoa. Saio à noite com minhas amigas às vezes, mas ninguém me desperta o que só ele consegue despertar. Às vezes, penso que vai acabar assim, por encanto, mas ele está sempre lá para me dar segurança... Não sei até onde vamos, sofro tanto com sua ausência... mas quando brigamos ou me afasto fico pior ainda. Então só posso seguir em frente e viver esse amor virtual e tão real ao mesmo tempo!
[Leia outros Comentários de Cláudia]
31/8/2006
10h53min
Talvez essa seja a forma mais concreta que as pessoas encontraram de se relacionar; o ritmo de vida é acelarado o romantismo estava ficando para trás; e, hoje, volta-se a sonhar através da tela... corremos riscos... poucos comparados ao que corremos no dia-a-dia, onde tudo é possível, a internet nos dá a oportunidade de concretizar no real... o que apenas começou na telinha... o ser humano se procura eternamente, essa é apenas mais uma forma de favorecer esse encontro...
[Leia outros Comentários de Nara]
3/10/2006
18h40min
Vivo uma história muito louca. Há 7 meses mantenho um relacionamento virtual. Trocamos e-mails todos os dias. Já chegamos a enviar até 5 num dia, só para um contar do seu dia para o outro. Nos falamos por telefone até 4 vezes por semana. Sentimos muita saudade um do outro. Namoro virtual é uma outra maneira bem deliciosa de gostar, de curtir uma história. Pretendemos um dia ficar juntos, mas só Deus sabe. Valeu pelo espaço dos comentários. É bom saber que entendem como Fernando Pessoa se expressou: "Tudo vale a pena, se a alma não é pequena". Valeu!!!
[Leia outros Comentários de Meiredeise]
30/10/2006
17h53min
o que acontece, na verdade, é que há uma fome de afeição e a hipocrisia social não deixa que as pessoas confiem umas nas outras, por isso procuram algo virtual... quem sabe, possam confidenciar coisas que não teriam coragem de fazer pessoalmente. eu não tenho experiencia amorosa na net, mas conheci pessoas que quero que deixem de ser virtuais e que passem a serem reais, pois amei conhece-las! a forma como a autora aborda o assunto é muito interessante e com certeza vou ler o seu livro! amei...
[Leia outros Comentários de ana paula]
6/3/2007
08h49min
Sou casada, mas como estou insatisfeita, entrei num site de relacionamento europeu, esperando encontrar um amor estrangeiro. Esperava mais romantismo, algo especial. Mas só encontrei homens comprometidos em maioria, querendo fazer sexo pela webcam. Ainda assim, acabei me apaixonando por um homem europeu, que só deseja sexo e nada mais. Sofro, mas sinto que preciso amadurecer para a vida de um modo geral. Acho que na vida real não queria enxergar muitas coisas doloridas, mas que vejo pela internet, está sendo uma lição dura, difícil para mim, por ser tão romantica, tão sonhadora. Ainda sofro, não só pela afeição a um homem específico, mas também na ansiedade que toma conta de mim, em querer ler os emails, entrar nos chats e encontrar a pessoa que gosto. Sofro porque sei ser impossível realizar uma relação verdadeira com essa pessoa que gosto. Mas sinto que preciso amadurecer para a vida, ter uma visão mais realista do amor, das pessoas e da vida. Espero conseguir isso, se Deus quiser.
[Leia outros Comentários de roberta]
15/4/2008
16h19min
Estou perplexa com as coisas ditas nos comentários. A gente passa por tudo isso - frustração, mentira, sentimentos confusos - mas não desiste de teclar, porque a pessoa com quem teclamos nos demonstra inteligência, personalidade e atenção. Então, por quê não? Me atirei num relacionamento virtual, mesmo sendo casada, e é o que está me ajudando a ser uma mulher mais confiante. Embora eu não admita que esteja usando este homem para me elevar a auto-estima, acredito que tudo que estiver relacionado a nós, e nossos papos, sempre servirá para aumentar as alegrias que temos dentro de nós e, conseqüentemente, diminuir as tensões, evadir do coração toda a dúvida de que algum dia não tivemos a capacidade de amar, dar e receber. Para tanto envolvimento, me bastou entrar num chat e conhecer as palavras que vinham dele... Depois, como todos que se envolvem, fomos para o msn nos conhecer através das fotos (não abro a web cam). Finalmente, sinto muita felicidade em saber que este homem me deseja.
[Leia outros Comentários de hassanya mofarrej]
23/4/2008
11h39min
Existem situações q não dá pra explicar, apenas viver. Como milhares de pessoas, tb estou vivendo um amor virtual, sou casada e num desses dias de solidão resolvi entrar em uma sala de bate papo. Conheci o homem q mudou minha vida. A internet tem uma grande vantagem, o anonimato nos dá a possibilidade de nos mostrar sem máscaras, sermos nós e nos entregamos da forma mais sublime, sem medos, sem receios, dispostos somente a viver o q a realidade não nos proporcionaria. É sempre válido mesmo q não tenha um futuro, vivemos momentos inesquecíveis. Sei q nossa história não irá muito além, ele mora no exterior e eu sou casada, mas tenho a certeza de q nunca fui tão feliz.
[Leia outros Comentários de Flávia]
30/4/2008
15h58min
Em julho de 2007 conheci uma mulher numa sala de bate-papo. Eu na época noivo, e ela, casada. O tempo foi passando, o diálogo aumentando, e no mês de dezembro ela saiu de São paulo para Recife, para me conhecer pessoalmente. Passamos 7 dias inesquecíveis, parecia que nos conhecíamos há anos. Ficou uma promessa no ar, em voltar a nos vermos em dezembro de 2008. Eu me separei de minha ex-noiva e ela do marido. Estamos vivendo uma louca história de amor, mesmo sendo à distância, nos falando sempre seja por telefone, webcam. Mas sempre estamos presentes um ao outro. Os planos futuros é que ela venha morar em Recife para só assim vivermos uma linda e longa história de amor...
[Leia outros Comentários de Thiago Pessoa]
28/6/2008
23h22min
Meu relacionamento, embora virtual, é cheio de amor, felicidade, amizade, somos cúmplices mesmo. Eu divido com ele minhas amarguras e ele divide suas tristezas, problemas, mas vivemos tb coisas muito boas, saudáveis, grandes, eternas... E pretendemos dividir cada vez mais nossas emoções, que parecem intermináveis...
[Leia outros Comentários de hassanya]
31/8/2008
23h46min
Acredite: não há distância para uma forte amizade. Aproximadamente 9 anos de contato e aprendizagem. Não teclávamos, conversávamos. Ele no Canadá e eu no Brasil. Foi meu dedicado professor de Inglês. Taduzi todos os capitulos de seu livro que seria publicado este ano. Recebi, dia 22 de agosto de 2008, um chamada telefônica de sua filha, informando que um "Heart attack" o levara. Ele 80 anos; eu, 65. Há ainda muitas lágrimas em minha família, pois todos o amávamos...
[Leia outros Comentários de Di]
17/11/2008
00h00min
Esse amor que vivi em 2006 - "o que não encontro na real" - não resistiu ao tempo e à distância e esvaiu-se no ar. Fiquei muito decepcionada com a sua ausência e nem sua amizade ficou - pois segundo ele seria impossível uma amizade diante de todo aquele sentimento. Até hoje o tenho guardado com carinho dentro de mim - relendo nossos e-mails mato as saudades... mas agora vivo um amor real e concreto que tem me feito feliz, como só o amor sabe fazer.
[Leia outros Comentários de claudia]
11/4/2009
17h08min
Eu estou vivendo um amor literalmente da internet, eu a conheci em um site de relacionamentos e trocamos e-mails por muito tempo. Hoje estamos completamente apaixonados! Mas o inacreditável é que ela está muito longe de mim, eu aqui no Brasil e ela na Rússia... Temos que nos contentar com os e-mails e fotos, mas um dia eu vou lá e trago ela pro meus braços!!!
[Leia outros Comentários de aluizio da silva]
16/8/2009
01h13min
Reli textos sobre o amor virtual e acredito piamente que as pessoas estão se doando cada vez mais a este tipo de amor, cuja materialização nem sempre é possível, porém o sentimento não é volátil, mas sensível ao coração. Tudo que falei em meus comentários anteriores, mantenho e, para minha alegria, posso revelar que cada vez mais o que existe entre nós é muito lindo, com espaço destinado a carinho, apoio, declarações inflamadas de amor e um bom desejo de um futuro juntos.
[Leia outros Comentários de hassanya]
26/1/2010
23h22min
Continuo com ele, quase dois anos de virtualidade... É mágico e chega a ser inacreditável. Mas é verdadeiro, é constante, é pura dedicação e é romance.
[Leia outros Comentários de hassanya]
24/2/2011
13h19min
Sinceramente, romance virtual não é esse só na net, mas aquele que sai da telinha do PC, vai ao encontro da pessoa amada e dá certo na realidade. Então, se vocês que amaram na net não tornaram esse amor real, ele não passa de uma ilusão. Não quero esnobar o texto, mas estou escrevendo a minha história, que, aliás, deu certo e foi uma loucura. O texto é muito bom, mas recomendo procurar as histórias de verdade, nas quais os amados deixam tudo para se encontrar e viver um amor juntos...
[Leia outros Comentários de Fabio ]
20/4/2011
12h38min
Já faz 3 anos que dei meu depoimento aqui sobre o meu grande amor, quero dizer que continuamos nos amando virtualmente e que ele continua a ser a minha grande paixão. Minha vida mudou muito desde então, me separei, tive outros relacionamentos reais, mas jamais esqueço daquele que me despertou para uma nova vida, cheia de emoções, prazeres que na realidade nunca havia vivido.
[Leia outros Comentários de Flavia]
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