Digestivo nº 226 | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

busca | avançada
49722 visitas/dia
2,6 milhões/mês
Mais Recentes
>>> OBMJazz: OBMJ lança primeiro clipe de novo projeto
>>> Serginho Rezende é entrevistado por Zé Guilherme na série EntreMeios
>>> TOGETHER WE RISE TRAZ UMA HOMENAGEM ÀS PESSOAS QUE FIZERAM PARTE DA HISTÓRIA DO GREEN VALLEY
>>> Instituto Vox realiza debate aberto sobre o livro O Discurso da Estupidez'
>>> A Arte de Amar: curso online desvenda o amor a partir de sua representação na arte e filosofia
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> A desgraça de ser escritor
>>> Um nu “escandaloso” de Eduardo Sívori
>>> Um grande romance para leitores de... poesia
>>> Filmes de guerra, de outro jeito
>>> Meu reino por uma webcam
>>> Quincas Borba: um dia de cão (Fuvest)
>>> Pílulas Poéticas para uma quarentena
>>> Ficção e previsões para um futuro qualquer
>>> Freud explica
>>> Alma indígena minha
Colunistas
Últimos Posts
>>> Uma aula com Thiago Salomão do Stock Pickers
>>> MercadoLivre, a maior empresa da América Latina
>>> Víkingur Ólafsson toca Rameau
>>> Philip Glass tocando Mad Rush
>>> Elena Landau e o liberalismo à brasileira
>>> O autoritarismo de Bolsonaro avança
>>> Prelúdio e Fuga em Mi Menor, BWV 855
>>> Blooks Resiste
>>> Ambulante teve 3 mil livros queimados
>>> Paul Lewis e a Sonata ao Luar
Últimos Posts
>>> Coincidência?
>>> Gabbeh
>>> Dos segredos do pão
>>> Diário de um desenhista
>>> Uma pedra no caminho...
>>> Sustentar-se
>>> Spiritus sanus
>>> Num piscar de olhos
>>> Sexy Shop
>>> Assinatura
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Nelson Freire em DVD e Celso Furtado na Amazônia
>>> Um caos de informações inúteis
>>> Asia de volta ao mapa
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Parei de fumar
>>> Ford e Eastwood: cineastas da (re)conciliação
>>> Amor à segunda vista
>>> O Gmail (e o E-mail)
>>> Diogo Salles no podcast Guide
Mais Recentes
>>> O sucesso é ser feliz de Roberto Shinyashiki pela Gente (1997)
>>> A Luta Pessoal para Resolver os Problemas da Vida Íntima de Pe. Jonas Adib pela Canção Nova (2004)
>>> A Portrait of the Artist as a Young Man de James Joyce pela Penguin Classics (2000)
>>> Candidíase, A Praga de Sonia Hirsch pela CorreCotia (2010)
>>> A Forma da Água de 1andrea Camilleri pela Record (2000)
>>> Mantenha o Sistema de George Orwell pela Itatiaia (2000)
>>> Guiness World Records 2017 de Diversos pela Harper Collins (2016)
>>> O Segredo Judaico de Resolução de Problemas. de Nilton Bonder pela Imago (1995)
>>> Atlas Geografico FAE de Equipe Diata pela Fae (1984)
>>> Atlas Geografico FAE de Equipe Diata pela Fae (1984)
>>> Calvin & Haroldo - Yukon-Ho! de Bill Watterson pela Conrad (2008)
>>> Atlas da Historia do Mundo de Geoffrey Barraclough Editor pela Folha de Sao Paulo (1995)
>>> Astrorhythms de Mary Orser, Rick e Glory Brightfield pela Harper (1980)
>>> Art Recipes de Doris E. Foley pela F. A. Owen (1960)
>>> Arthur C. Clarke's Mysterious World de Simon Welfare e John Fairley pela AeW (1980)
>>> O Ópio dos Intelectuais (Nova Ortografia) de Raymond Aron pela Três Estrelas (2016)
>>> Monocle May 2017 - Design & Property Special de Diversos pela Monocle (2017)
>>> História do Calendário de Hernâni Donato pela Melhoramentos (1978)
>>> O Arquipelago de Erico Verissimo pela Globo (1961)
>>> Fronteira Gelada de Dra. Jerri Nielsen com Maryanne Vollers pela Rocco (2002)
>>> Monocle 2017 Fashion + Retail Special de Diversos pela Monocle (2017)
>>> Microsoft Frontpage Aprenda em 24 Horas de Andy Shafran pela Campus (1998)
>>> A Guerra das Estrelas de Carlos Chagas pela L & pm (1985)
>>> Monocle November 2017 Design Special - Swiss Survey de Diversos pela Monocle (2017)
>>> Apelo à Razão de Claudio Alves pela Nucleo3 (1986)
>>> A espiã de vermelho de Aline, condessa de Romanones pela Casa Maria (1988)
>>> Antologia Casseta Popular de Arthur Dapieve Organizador pela Desiderata (2008)
>>> Revista da Anpoll 24 de Andre Luis Gomes pela Anpoll (2008)
>>> Monocle September 2018 - Your Steps to Success de Diversos pela Monocle (2018)
>>> Drogas - Constituição - Democracia e Liberdade de Felipe Hasson pela Instituto Memória (2015)
>>> Revista da Anpoll 25 de Andre Luis Gomes pela Anpoll (2008)
>>> Monocle September 2019 This is the Way to Work de Diversos pela Monocle (2019)
>>> Curso de Direito Processual Civil = Vol. III de Humberto Theodoro Júnior pela Forense (2020)
>>> Monocle December 2019/January 2020 Japan Special de Diversos pela Monocle (2020)
>>> Curso de Direito Processual Civil = Vol. I de Humberto Theodoro Júnior pela Forense (1997)
>>> Comentários à CLT de Sérgio Pinto Martins pela Atlas (1998)
>>> Monocle Food & Entertainment Annual 2018 de Diversos pela Monocle (2018)
>>> Manual do Executivo = Organização Comercial de Dr. Aluízio Telles de Meirelles pela Novo Brasil (1987)
>>> Animal Jokes de Glen Singleton pela Himkler (2009)
>>> Amor e Humor de Camillo Filho pela Do Autor (1978)
>>> Monocle March 2019 - France Special de Diversos pela Monocle (2019)
>>> American Folk Tales and Songs de Richard Chase pela Dover (1971)
>>> Monocle The Escapist 2019 Go Further de Diversos pela Monocle (2019)
>>> Sonho e razão, Lucas Lopes, o planejador de JK de Rodrigo Lopes pela Arx (2006)
>>> Alô, Rapaziada de Bussunda pela Record (1995)
>>> Educação do Homem Integral de Huberto Rohden pela Martin Claret
>>> Verbo Cívico Visão Histórico-Sociológico da assembléia legislativa do estado do Ceará de Arnaldo Santos / Juarez Leitão pela Expert (2002)
>>> A Crise da Crise do Marxismo - Introdução a um Debate Contemporâneo de Perry Anderson pela Brasiliense (1987)
>>> Ame e dê Vexame. de Roberto Freire pela Guanabara (1990)
>>> Todos Contra Todos de Leandro Karnal pela Leya (2017)
DIGESTIVOS

Sexta-feira, 13/5/2005
Digestivo nº 226
Julio Daio Borges

+ de 4300 Acessos




Imprensa >>> O rigor do experimentalismo
A maior incógnita sobre o futuro da Bravo!, em mais de 6 anos de publicação, surgiu quando a revista migrou da editora D’Ávila para a Abril. A garantia era de que, além da arvorezinha-símbolo na capa, nada seria alterado. Para a maioria dos leitores da revista, a aparência, efetivamente, não mudou, embora o meio jornalístico assistisse a algumas trocas de comando em pouco tempo, que preocupavam, além de admiradores do veículo, colaboradores veteranos. Depois de certa tempestade, a bonança chegou por meio de Luiz Felipe D’Ávila, que, além de óbvio fundador da revista, assumiu a diretoria Jovem&Cultura da Abril e abrigou a Bravo! sob seu guarda-chuva. Ao que parece, a idéia é voltar ao princípio fundador da publicação e um dos sinais mais evidentes, e sensatos, foi fazer, já há alguns meses, de Michel Laub, ex-editor-sênior, diretor de redação. Afinal, todo mundo sabe dos anos de dedicação de Michel ao veículo e do seu incondicional envolvimento desde os primórdios, quando recebeu a indicação de Wagner Carelli por suas colaborações em Carta Capital. Pois, mais do que os 7 anos que se aproximam, a Bravo! recentemente comemora o lançamento de um suplemento, em papel jornal, só sobre livros. É, como não poderia deixar de ser, o Bravo!Livros, que teve sua “noite de autógrafos” em abril, na Casa do Saber. Além dos nomes conhecidos da revista, o suplemento de iniciais 16 páginas apresenta matérias traduzidas de outras publicações, como o The Guardian, e também de escritores como Salman Rushdie (uma das atrações confirmadas na Flip 2005). A inspiração é, naturalmente, o The New York Review of Books, pela apresentação e pelo formato tablóide, e a ambição é vender o Bravo!Livros separadamente em banca, nos próximos meses, a um preço quase popular. A intenção é, claro, louvável, e um contraponto à tão elaborada (plasticamente) Bravo! não poderia ser melhor. Sente-se, apenas, falta do contato com as novas gerações – até em matéria de colaboradores – mas, imagina-se, ser esse um fato plenamente contornável. Longa e próspera existência, então, ao suplemento literário da Bravo!, da Abril, de Luiz Felipe D’Ávila e de Michel Laub. [Comente esta Nota]
>>> Bravo!Livros
 



Internet >>> We the Media
O Olodum tá rico, o Olodum tá pobre (...) – o Olodum pirou de veeez. Bastaria substituir o “Olodum” pela “internet” no trecho acima e isso resumiria as conclusões do relatório “The State of the News Media”, elaborado pelo Project for Excellence in Journalism, da universidade de Columbia. A cada ano se espera que as avaliações e os prognósticos para a internet sejam favoráveis ou – ao menos – sólidos. Que nada! Continuam as dúvidas de antes. A internet é fonte de informação confiável? Para 50% das pessoas. Mas, de 2000 pra cá, a tendência está diminuindo e, não, aumentando. Para a internet, existe, finalmente, um modelo de negócio? Não, claro que não! O que é melhor, para os sites de notícia, abrir conteúdo ou fechar para assinantes? O Wall Street Journal diz que é fechar; e o Craigslist, site de classificados grátis que está roubando a função dos grandes jornais, diz que é melhor atingir mais pessoas, e viver de anúncios. Quem tem razão: quem mantém as redações on-line (embora elas sigam se desintegrando) ou quem substitui tudo por robôs? As pesquisas mostram que a audiência não percebe a diferença, e que os acessos ao Google News, onde nenhum ser humano faz a separação entre o trigo e o joio, estão disparando. As agências de notícias vão dominar o mercado ou as reportagens locais vão oferecer um contra-ataque? Sim e não (ou: nenhuma das anteriores). As agências crescem e os portais só fazem reproduzir seu material; do mesmo modo, destacam-se as iniciativas de se falar para uma pequena comunidade geográfica – e, obviamente, os blogs. Apesar da venda da Slate e da aparente concentração cada vez mais forte, no universo on-line, os weblogs foram a grande esperança, nas eleições americanas de 2004, para quem lamentava que fosse tudo acabar em Murdoch. O relatório, enfim, não está certo de nada – o que não é um alento; mas não é, tampouco (e felizmente), um decreto de que a internet será uma outra mídia e nada mais. [Comente esta Nota]
>>> The State of the News Media
 



Literatura >>> Hellbox
John O'Hara é um importante escritor americano, do princípio do século XX, quase inédito no Brasil. Essa informação, bastante comum na imprensa especializada, que divulgou BUtterfield 8, seu romance, pode gerar noções erradas em potenciais leitores. Ainda mais porque a protagonista de seu livro é Gloria Wandrous, uma moça norte-americana, amadurecendo entre a Lei Seca e a Depressão. O começo do século passado nos parece tão distante que a nossa tendência seria pensar nas personagens dos romances de Jane Austen, a grande escritora inglesa do século XIX. Acontece que Glória é extremamente atual. Troque as épocas, troque o cenário e ela poderia ter saído de uma rave ou de uma sessão de sexo grupal, descrita num conto da jovem autora Cecília Giannetti. Para nós, que estamos casando em média com 30 anos, Glória parece extremamente precoce: dormiu com praticamente toda a faculdade de Yale, teve posteriormente romances e aventuras variadas em Nova York e, finalmente, morreu acidentalmente aos 18, depois de alimentar um caso com um homem casado, com mais que o dobro da sua idade (ou, mais convencionalmente, com idade para ser seu pai). Liggett, Wenston Liggett. Ele também está, obviamente, localizado em algum lugar entre os anos 20 e os 30. Tem duas filhas, é um conquistador inveterado e, apaixonado, decide-se casar com Glória. Ao contrário, também, do que poderíamos pensar, o romance não é linear, o que o faz, mais uma vez, contemporâneo nosso. O elogio de Hemingway na capa da edição brasileira, pela José Olympio, não é à toa. John O'Hara é realmente grande e, como jornalista que foi, ou tentou ser, poderia servir de exemplo para os jornalistas-escritores de hoje. O contista mais longevo da New Yorker ainda tem muito que ensinar e a nossa esperança, agora, é que a editora despeje mais e mais O'Hara no mercado. [Comente esta Nota]
>>> BUtterfield 8 - John O'Hara - 304 págs. - José Olympio | Mais e melhores posts
 



Música >>> Mais que palavras
Secretário do livro e da loucura (como amigos, fraternalmente, o chamavam), morreu Waly Salomão. E a nação tratou de esquecê-lo a.s.a.p. (as soon as possible). (Ou foi impressão?) Não Juarez Maciel, que vinha gestando, com Salomão, composições que só agora vêm à luz. No CD Nove Cores, o primeiro não instrumental de sua carreira de músico. Foi Leandro Carvalho, o genial violonista, que uma vez confessou seu pendor – talvez inevitável – para a canção. É quase sina de quem compõe temas sem letra no Brasil. Mais dia menos dia, vai ter de enfrentar a tradição verbal do cancioneiro brasílico. E Juarez Maciel o fez muito bem. Pegando mestres da letra, como Waly, pegando seu irmão, Pedro, poeta, pegando outros craques como Guilherme Mansur. Além da tradição das bem-feitas capas de Guto Lacaz, que nortearam seus precedentes álbuns, Juarez manteve a cama tão agradável, eximiamente arranjada e despretensiosa de suas experiências solo e com o Grupo Muda. Só por isso, o CD já valeria a pena. Mas ele também canta. Sobressai-se com desenvoltura de delicadas armadilhas que seus parceiros preparam: “Pirâmides do Egito/ Quinta Avenida/ Machu Picchu/ Trafalgar/ Cataratas/ Manhattan” (com Waly Salomão); “Cédulas de zero cruzeiro, cordões,/ Anéis de ouro e areia, rodos,/ Malhas da liberdade, porta-bandeira/ Estojo de geometria, obscura luz, e ainda:/ Loucura razão, dados, ku kka ka kaka.../ Ô, vais querer um sermão da montanha?” (com Guilherme Mansur). São bem-humorados quebra-cabeças que, a princípio, assustam. Mas, na segunda ou terceira audição, vão caindo na cadência sóbria e constante de Juarez Maciel. E, à maneira de instrumentistas que palpitavam na porção palavra da composição, deve haver seu dedo biográfico em, por exemplo, “Máquina zero”, narrando passos nostálgicos pelas strasse de Berlim – onde morou muitos anos. Há alguns poucos, aliás, trocou impressões, no idioma de Goethe, com Luís Antônio Giron (este queixando-se de não ter com quem praticar...). Brincadeiras à parte, Juarez encara com a mesma fleuma e com o mesmo entusiasmo os altos e baixos da indústria fonográfica nacional. Ele se move na mesma inspiração daqueles cujas obras o público, pouco amadurecido (ainda infantilizado), não aprecia direito mas que, como semente, vingam e frutificam. Pois “cedo madruga/ pra acordar presente”. [Comente esta Nota]
>>> Juarez Maciel
 
>>> E O CONSELHEIRO TAMBÉM POLEMIZA NO WEBINSIDER

Em resposta ao artigo "Jornalista virou commodity. Aceite e aja.", de Julio Daio Borges, a estudante de jornalismo Viviane Barbosa assina "Ano que vem serei jornalista. Cheguei tarde?", no Webinsider.

>>> EVENTOS QUE O DIGESTIVO RECOMENDA



>>> Cafés Filosóficos
* O lado escuro do universo: Matéria escura e energia escura
Rogério Rosenfeld
(Ter., 10/5, 19hs., CN)
* Mitos, um saber infindável
Rachel Gazolla, Carmen Junqueira e Marcelo Perine
(Qua., 11/5, 19h30, CN)
* O que é ser um jovem escritor contemporâneo
Martin Page
(Ter., 17/5, 19h30, CN)

>>> Palestras
* De funcionário para revolucionário
Ricardo Jordão Magalhães
(Ter., 10/5, 19h30, VL)
* Pedagogia da Diversidade
Maria Sirley dos Santos
(Ter., 17/5, 19h30, VL)
* Auto-estimulação e adolescentes
Henrique Klajner
(Qua., 19/5, 19h30, VL)

>>> Noites de Autógrafos
* Drogas: Aspectos Penais e Criminais - Miguel Reale Jr.
(Seg., 9/5, 18h30., CN)
* Memória - Ana Maria Maaz Acosta Alvarez, Anita Taub, Isabel Albuquerque Maranhão de Carvalho e Mônica Sanches Yassuda
(Qua., 11/5, 18h30, VL)
* Elas, as pioneiras do Brasil
Hebe Canuto da Boa-Viagem de Andrade Costa
(Qua., 11/5, 18h30, CN)
* Identidade e alteridade em Clarice Lispector
Daniela Mercedes Khan
(Seg., 16/5, 18h30, VL)
* Jerusalém & São Paulo
Marta Francisca Topel
(Qua., 18/5, 18h30, CN)

>>> Shows
* Todos os Sentidos - Adriana Godoy
(Sáb., 14/5, 19hs., VL)
* Espaço Aberto - Nicole Borger
(Dom., 15/5, 18hs., VL)
* Jelly Roll Morton - Traditional Jazz Band
(Sex., 22/5, 20hs., VL)
* A Palhaçada do Século - Mamma Monstro
(Dom., 22/5, 18hs., VL)

* Livraria Cultura Shopping Villa-Lobos (VL): Av. Nações Unidas, nº 4777
** Livraria Cultura Conjunto Nacional (CN): Av. Paulista, nº 2073
*** a Livraria Cultura é parceira do Digestivo Cultural


>>> DIGESTIVO 5 ANOS

Como uma das resoluções do "Digestivo 5 anos", a partir deste Digestivo de nº 226, as Newsletters, com Notas semanais de Julio Daio Borges, passam a ser fechadas e a circular nas sextas-feiras (antes eram fechadas com data de quarta-feira da semana posterior). Assim, evitam-se novas confusões com o calendário e também com os Comentários sobre Notas ainda não publicadas. As Notas dos Digestivos, portanto, seguirão só depois de terem ido ao ar, ao longo da semana, no site. Logo, este Digestivo específico antecipa, pela última vez, as Notas da semana que vem. Ao mesmo tempo, não circula na próxima semana (que fica sem Newsletter, como não acontecia há anos...) e congrega os eventos, da Livraria Cultura, de quinze dias.
 
Julio Daio Borges
Editor

* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




A HONRA PERDIDA DE KATHARINA BLUM
HEINRICH BOLL
ARTENOVA
(1976)
R$ 15,00



JERICOACOARA SONHADA
ALESSANDRO GAGNOR GALVÃO
ANNABLUME
(1995)
R$ 10,00



O HOMEM TERMINAL
MICHAEL CRICHTON
ROCCO
(1998)
R$ 6,90



A MORENINHA
JOAQUIM MANUEL DE MACEDO
ED.ÁTICA
R$ 5,99



DREAMING IN CHINESE: MANDARIN LESSONS IN LIFE, LOVE, AND LANGUAGE
DEBORAH FALLOWS (CAPA DURA)
WALKER & CO (NY)
(2010)
R$ 29,28



PAUSA PARA MEDITAÇÃO
ROQUE SCHNEIDER
PAULINAS
(1980)
R$ 5,00



ÉTICA E FORMAÇÃO DO EDUCADOR
AIRTON POZO DE MATTOS
IESDE
(2008)
R$ 8,90



PSICOLOGIA NAS ORGANIZAÇÕES
PAUL E. SPECTOR
SARAIVA
(2010)
R$ 30,00



A SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
EMMANUEL PASSOS
RIO
(2005)
R$ 12,00



TELARIS CIENCIAS 8 ANO BNCC
HELENA PACCA
ATICA
(2019)
R$ 189,90





busca | avançada
49722 visitas/dia
2,6 milhões/mês