Em defesa da Crítica | Andréa Trompczynski | Digestivo Cultural

busca | avançada
57238 visitas/dia
1,6 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Espetáculo 'Figural', direçãod e Antonio Nóbrega | Sesc Bom Retiro
>>> Escritas de SI(DA) - o HIV/Aids na literatura brasileira
>>> Com Rincon Sapiência, Samanta Luz prepara quiche vegana no Sabor & Luz
>>> Exposição Alma
>>> Festival internacional de fotografia premia fotos vencedoras da edição de 2022
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Home sweet... O retorno, de Dulce Maria Cardoso
>>> Menos que um, novo romance de Patrícia Melo
>>> Gal Costa (1945-2022)
>>> O segredo para não brigar por política
>>> Endereços antigos, enganos atuais
>>> Rodolfo Felipe Neder (1935-2022)
>>> A pior crônica do mundo
>>> O que lembro, tenho (Grande sertão: veredas)
>>> Neste Momento, poesia de André Dick
>>> Jô Soares (1938-2022)
Colunistas
Últimos Posts
>>> Lula de óculos ou Lula sem óculos?
>>> Uma história do Elo7
>>> Um convite a Xavier Zubiri
>>> Agnaldo Farias sobre Millôr Fernandes
>>> Marcelo Tripoli no TalksbyLeo
>>> Ivan Sant'Anna, o irmão de Sérgio Sant'Anna
>>> A Pathétique de Beethoven por Daniel Barenboim
>>> A história de Roberto Lee e da Avenue
>>> Canções Cruas, por Jacque Falcheti
>>> Running Up That Hill de Kate Bush por SingitLive
Últimos Posts
>>> Nosotros
>>> Berço de lembranças
>>> Não sou eterno, meus atos são
>>> Meu orgulho, brava gente
>>> Sem chance
>>> Imcomparável
>>> Saudade indomável
>>> Às avessas
>>> Amigo do tempo
>>> Desapega, só um pouquinho.
Blogueiros
Mais Recentes
>>> State of the art
>>> Revista Florense
>>> Nazismo na era do videogame
>>> A Música Erudita no Brasil
>>> O primeiro assédio, na literatura
>>> O Twitter de Bill Gross
>>> The Boat That Rocked ou Os Piratas do Rock
>>> Livros, revistas, jornais e displays eletrônicos
>>> Música do acaso
>>> Duas cartas
Mais Recentes
>>> Sobre a vida feliz de Sêneca pela PEnguin e Companhia das letras (2021)
>>> Gramática Alemã de Herbert Andreas Welker pela Edunb (1992)
>>> Saneamento Básico - Concessões, Permissões e Convênios Públicos de Alaôr Caffé Alves pela Edipro (1998)
>>> Linguagem do Corpo 2 de Cristina Cairo pela Mercuryo (2006)
>>> 1961 o Brasil Entre a Ditadura e a Guerra Civil de Paulo Markun e Duda Hamilton pela Benvirá (2011)
>>> Proteção Jurídica do Meio Ambiente de Nicolao Dino de Castro e Costa Neto pela Del Rey (2003)
>>> Gerenciamento da rotina do trabalho no dia a dia de Vicente falconi pela Falconi (2013)
>>> A logica do cisne negro de Nassim Nicholas Taleb pela Best business (2007)
>>> A Deusa Interior de Jennifer Barker Woolger / Roger J. Woolger pela Cultrix (1989)
>>> Entre a aspidistra e o artocarpus de Olavo cabral ramos filho pela Chiado (2007)
>>> Admiravel mundo novo de Aldous huxley pela Biblioteca azul (1995)
>>> A Mensagem do Mestre de Bhagavad Gita pela Pensamento (2006)
>>> Santos do Povo Brasileiro de Nilza Botelho Megale pela Vozes (2002)
>>> O Livro Completo de Bruxaria do Buckland de Raymond Buckland pela Gaia (2003)
>>> Tudo Sobre Arte - os Movimentos e as Obras Mais Importantes de Todos os Tempos de Stephen Farthing pela Sextante (2011)
>>> 1984 de George Orwell pela Companhia das letras (2009)
>>> A Connecticut Yankee in King Arthur's Court de Mark Twain pela Collins Classics
>>> A song of Ice and Fire - A Game of Thrones de George R. R. Martin pela Harper Voyager (2011)
>>> A Batalha do Apocalípse de Eduardo Spohr pela Verus (2013)
>>> Jane Eyre de Charlotte Brontë pela Oxford (2000)
>>> Seus pontos fracos de Wayne W. Dyer pela Record (1976)
>>> Nas Ciladas da Obsessão de Liszt Rangel pela Dpl (2002)
>>> Transmissão de Energia Elétrica - teoria e prática em linhas aéreas de Cleber oberto Guirelli - Ivanilda Matile pela Mackenzie (2014)
>>> Guia ilustrado TV Globo Novelas e Minisséries de Projeto Memória Globo pela Jorge Zahar (2010)
>>> 60 Histórias para dormir 4 de Vários Autores pela Divisão Cultural do Livro (2012)
COLUNAS

Segunda-feira, 25/10/2004
Em defesa da Crítica
Andréa Trompczynski

+ de 13900 Acessos
+ 12 Comentário(s)

"Uma tolice dita por um gênio continua a ser uma tolice"
(Bertrand Russel)

O jornalista gaúcho Juremir Machado da Silva foi convidado a retirar-se do jornal Zero Hora, de Porto Alegre, porque escreveu um comentário que dizia "estou indeciso entre comprar meias ou um livro do Luís Fernando Veríssimo para presentear um amigo no Natal". Veríssimo zangou-se e pediu para que o Zero escolhesse um dos dois. Adivinhem quem saiu?

Veríssimo é engraçado, inteligente, genial. Mas está padronizado. Alguns autores encontram uma fórmula de sucesso e usam-na exaustivamente, chamam-na estilo. As domingueiras de LFV distribuídas pela Agência O Globo poderiam facilmente ser substituídas por coisa muito melhor, porém escritas por mortais indignos de "améns" e "hosana nas alturas". Então: foi escrito pelo Veríssimo? Ah, é um gênio, sem comentários, nem precisamos criticar, que heresia.

Hoje todo mundo é escritor e o mau-gosto, o "ser engraçadinho" e a pesquisa googleniana são considerados cultura (eu ouvi, com esses ouvidos que a terra há de comer, uma jornalista do SBT dizendo que estudou tal assunto "a tarde inteira no Google"). Engole-se qualquer coisa porque o crítico é chamado de um "escritor (ou jornalista ou autor ou escultor ou pintor) que não deu certo", portanto, "não sabe escrever e muito menos criticar".

Um leitor reclamava na Gazeta do Povo (jornal do Paraná, de 17 de outubro) de dois professores e críticos de arte que tiveram a ousadia de reclamar que faltava um músculo na escultura do Davi de Michelangelo, e terminava a carta com a "primorosa" frase a obra será sempre lembrada, o crítico logo esquecido.

Alguém tinha que falar, o músculo não estava lá e ponto final.

Outra celebridade sem críticos, Carlos Heitor Cony, no último domingo na Folha: Não tenho certeza, mas foi em 1972 ou 1973, quando o barril de petróleo chegou a US$34, Também não tenho certeza, mas no embargo.... Não tem certeza? Pelo menos a jornalista do SBT tinha procurado no Google. Juremir Machado escreve muito, muito melhor. Mas tem certezas, o que não está muito na moda.

Hemingway, o homem
Por quem os sinos dobram é mediano comparado a O sol também se levanta e Adeus às armas, mas é o melhor da literatura-reportagem de Ernest Hemingway. Ele cobria e -pasmem- lutava voluntariamente nas trincheiras da Guerra Civil Espanhola em 1938, a carnificina.

Robert Jordam é um inglês perito em bombas que deve explodir a ponte que possibilitava o acesso dos nacionalistas à cidade. Apaixona-se por Maria, a mulher bonita e educada que havia sido torturada em Valladolid e salva pelos rudes ciganos. Maria era diferente, culta, delicada, a "fêmea". Jordam balança em suas antigas convicções e passa a questionar a idéia da guerra pela paz, e estes são os melhores momentos do livro, seus pensamentos. Hemingway escreve de maneira "seca" e é explicável as cenas das matanças ficarem para sempre na memória: ele escrevia apenas o que havia vivido.

Era um homem, e como homem, um poço de defeitos. O espantoso é descobrir depois de ler suas obras que o autor tinha uma personalidade odiosa. Seus biógrafos têm aversão à ele. Um invejoso, quando seu melhor amigo Scott Fitzgerald publica o Grande Gatsby, humilha-o solenemente, chamando-o débil, um talento desperdiçado. Beberrão, espojou-se na lama, raspou a cabeça, fez escândalos. E Fitzgerald, masoquista que só ele, perdoava "Papa" Hemingway: Há um complexo de inferioridade que surge quando alguém sente que não faz tudo o que poderia. Ernest bebe exatamente por isso.

Profecias para Fernando Sabino
Em cinquenta anos O Encontro Marcado, O Grande Mentecapto e O Menino no Espelho ainda serão lidos. A dor com a morte do pai que Eduardo Marciano sofre em O Encontro Marcado foi a mais perfeita descrição da angústia (verdadeira angústia) que já li em toda minha vida. Seu livro Zélia, uma paixão, dito infeliz e oportunista pelos críticos será esquecido e seus clássicos lembrados. Mas que foi infeliz e oportunista, ah, isso foi.

Crussificados, O Show do Gongo
Crussificados iria fazer dois anos e foi uma das idéias mais engraçadas da internet. Sua missão era julgar, criticar e rotular blogs, e eram muito bons nisso. Tanto que os criadores perceberam que deveriam sair antes de tornarem-se repetitivos e entediantes. Venderam o blog, mudaram de assunto, mas ainda escrevem seu humor "escracho" e sem segundas intenções, em outro endereço: Cada Um Com Seus Problemas.

Justus, o aprendiz de Trump
Roberto Justus apresentará em novembro, na Record, a versão brasileira de O Aprendiz, de Donald Trump. O ganhador desse reality show, terá um emprego de pelo menos um ano com Justus, ano em que receberá R$250.000. Os princípios esperados que o candidato tenha são os mesmos de O Benfeitor: não ter princípios.

Espero que Justus não tenha que usar o mesmo penteado de Trump.

Para ir além






Andréa Trompczynski
São Mateus do Sul, 25/10/2004


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Em 2016, pare de dizer que você tem problemas de Fabio Gomes
02. Texto Otimista de Fim de Ano de Duanne Ribeiro
03. Declínio e Queda do Império dos Comentários de Julio Daio Borges
04. O criado e o mordomo: homens do patrão de Marcelo Miranda
05. Coque, o violeiro de uma mão só de Diogo Salles


Mais Andréa Trompczynski
Mais Acessadas de Andréa Trompczynski em 2004
01. Um conselho: não leia Germinal - 8/11/2004
02. Gênios e seus Amores Loucos - 26/7/2004
03. Em defesa da Crítica - 25/10/2004
04. Escrever para não morrer - 3/5/2004
05. Um Elogio à Loucura - 31/5/2004


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
25/10/2004
10h54min
é decepcionante ler uma noticia assim sobre LFV, nao acompanhava integralmente suas publicaçoes, mas conheço alguns textos. Assumir uma postura desta diante de uma crítica, para um escritor, é triste. Então, acima do bem e do mal, a aquisiçao de uma obra dele é inquestionável? Até um político sabe lidar com campanhas que desaconselhem (utilizando o melhor dos termos) o voto nele! é supreendente essa atitude do LFV (nao espero dele a perfeiçao, pois é humano e ponto, mas ele já possui toda uma trejetoria e parecia estar longe de ser ignorante em um aspecto como esse), um escritor, aquele que trabalha no incrível mundo das idéias e da palavra...
[Leia outros Comentários de beatriz]
25/10/2004
12h09min
Na verdade, o motivo da saída de Juremir Machado da Silva da Zero Hora foi um ataque a Érico Veríssimo, o pai de Luis Fernando. Juremir já vinha criticando FLV há algum tempo, sem receber resposta. Então, ele desencavou um manifesto favorável à invasão da Abissínia pelas tropas de Mussolini, que Erico Verissimo teria assinado nos anos 30. LFV considerou isto um ataque baixo à memória do seu pai e exigiu uma retratação de Juremir, ou se demitiria da ZH. Como Juremir não aceitou se retratar, a corda, obviamente, arrebentou do lado mais fraco. Ou seja, ninguém é totalmente santo nesta história.
[Leia outros Comentários de Flávio]
25/10/2004
18h35min
Caro Flávio: também na verdade, em entrevista à Rede Paraná Educativa, há cerca de dez dias, Juremir contou a história como eu contei acima. Sobre essa acusação à Érico, acredito que um jornalista como ele, que checa fontes, entrevista incansavelmente e investiga muitas vezes um fato (como você pode ver no livro dele "Getúlio", o romance) não seria capaz de inventar algo assim apenas para conseguir uma polêmica. No mínimo, algum fato suspeito sobre isto deve existir. Acho ainda que é um caso de pura vaidade ferida. Em tempo: nunca conheci em minha vida este senhor, mas claro que o admiro muito.
[Leia outros Comentários de andrea trompczynski]
26/10/2004
00h52min
Andrea, moro em Porto Alegre e acompanhei através da imprensa daqui a briga entre LFV e Juremir. Não questionei a veracidade do manifesto assinado por Erico Verissimo, só quis dizer que Juremir havia dado outras estocadas em LFV, mas este só reagiu quando seu pai foi atingido. Juremir Machado da Silva é conhecido no RS por suas tentativas de criar polêmicas gratuitas, imitando seus ídolos Paulo Francis e Diogo Mainardi. Muitas vezes ele força a mão, mas nem por isso deixo de apreciar seus textos. Assim como também admiro Francis e Mainardi...
[Leia outros Comentários de Flávio]
26/10/2004
13h44min
bom...nada como uma boa polêmica!
[Leia outros Comentários de andrea trompczynski]
29/10/2004
09h59min
Apenas como comentário: os textos de Juremir são muito inferiores aos de Luís Fernando Veríssimo, Paulo Francis e até mesmo aos de Diogo Mainardi.
[Leia outros Comentários de Juca Azevedo]
29/10/2004
10h03min
Lí uma crônica de Antonio Callado em que ele citava o fato do Padre Anchieta perder a indicação para canonização, em virtude de um certo pescoço. Eu explico: havia um prisioneiro sob tortura em estado lastimável; com pena do moribundo, o Padre recomendou que seria melhor dar a morte que impor tamanho castigo ao tal prisioneiro. Decapitaram o coitado... como alguém como Juremir levantou o véu e lembrou da história: o Anchieta de hoje dançou, não pode ser Santo. O LFV deveria saber que ninguém é santo... e isso não diminuiu a grandeza do trabalho de Anchieta, nem sua importancia no ministério da fé etc. O Tempo e o Vento mostrarão que o Érico Veríssimo escritor está acima destas polêmicas. Mas o homem Érico Veríssimo: quem se importa com quantos "pescoços" ele já se deparou na vida?
[Leia outros Comentários de Edmilson Paes]
29/10/2004
10h51min
Eu continuo adorando saber a vida privada de escritores. É feio? Não sei, mas é bom ler suas opiniões, erros, fracassos pessoais ou vidas canonizadas pelo público. E assinaturas em prol de Mussolini, então, wow!, que escândalo! Não acredito mais em "estrelas" intocáveis. É bom questionar. Acho sim que as crônicas surrealistas do Veríssimo às vezes são muito ruins, mas leio, fazer o quê, cinco minutos da minha vida não é tanto tempo assim. Cony também erra um domingo sim, dois não. E Diogo Mainardi tem sua legião de súditos repetindo as mesmíssimas palavras, nem sei se leio Mainardi ou os seus adorardores... Tá, escreve muito bem, mas não tem mais ninguém? Quem sabe seja uma boa idéia ler "O Tempo e o Vento" de novo, talvez tenha idéias mais novas do que na multidão seguidora de Mainardi, Francis e tantos outros papagaios de pirata que só repetem o que eles falam.
[Leia outros Comentários de andrea trompczynski]
30/10/2004
18h58min
Achei ótimo o seu texto. Na minha área de atuação, também achava que os melhores pesquisadores fossem modelos de pessoas... Me surpreendi muito quando conheci e comecei a trabalhar com alguns deles. Na verdade eu aprendi que sucesso, qualidade intelectual, capacidade de reflexão não tornam uma pessoa necessariamente agradável ou mesmo honesta. Uma coisa é independente da outra. Eu aprendi a ler os livros sem me preocupar com quem escreve, como admirar os teoremas de Gauss sem ligar para a personalidade odiosa do homem. Com o tempo, a importância das coisas diminuiu... O que é ser eterno? Fama? Deixar uma marca? Acho que é mais simples. Fazer o que se gosta, com prazer. Isto fica com você, e não é só depois da lápide que irá sentir o gostinho... Se você tem o temperamento para viver em sociedade, ouvir um obrigado ou sentir a gratidão das pessoas por você, é tão prazeiroso quanto escrever uma tese... E com o tempo você percebe que todas as pessoas, tenham elas este ou aquele caráter, dividem com você suas dores, dúvidas, alegrias e tristezas.
[Leia outros Comentários de Ram]
3/11/2004
15h56min
Quê isso, gente!? É claro que não é possível pensar num livro sem pensar em quem o escreveu. Não só por coisas óbvias, como a época e o contexo no qual foi escrito (que tem muito a dizer sim), mas o caráter do sujeito também. Veja bem um exemplo, o Sarney é da Academia Brasileira de Letras, mas nunca ouvi falar de alguém que leu livro dele. A questão é: por quê? Gente, o que um cara desses tem a dizer, por mais que seja coisa boa, realmente não importa.
[Leia outros Comentários de Víktor Waewell]
3/11/2004
22h12min
O Elio Gaspari costuma elogiar os romances do Sir Ney, mas creio que ele não pode ser considerado um leitor isento, já que é amigo do nosso ilustríssimo ex-mandatário. Certa vez, li uma crítica na Veja (acho que era do Diogo Mainardi) comparando o estilo literário de Sarney com o de outro acadêmico oriundo do Maranhão: Jousé Montello. Conclusão do crítico: ambos são muito ruins...
[Leia outros Comentários de Flávio]
7/11/2004
09h02min
Andréa, por conta das eleições aqui e nos EE.UU., somente hoje li seu artigo. Gostei, gostei muito! Lembrou-me uma tese desenvolvida por um excelente jornalista brasiliense que trata da arrogância. E para mim, entre tantas, a arrogância intelectual e a arrogância da humildade venceram as outras.
[Leia outros Comentários de Fernando Lyra]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




Relações, Assessorias e Relações
Alessandra Terrazas Taparelli
Cubic
(1999)



As Brumas de Avalon - o Prisioneiro da árvore
Marion Zimmer Bradley
Imago
(1982)



Constituição da Republica Federativa do Brasil
Saraiva
Saraiva
(2006)



O Poeta e o cavaleiro
Pedro Bandeira
FTD
(1999)



Nas Pegadas do Nazareno
Miguel de Jesus Sardano
Leal
(1988)



Como Escrever um Romance
Miguel de Unamuno
É Realizações
(2011)



O Ensino para a Compreensão
Paula Pogré, GracielaLombardi
Hoper
(2006)



Dom Casmurro - Classicos Saraiva
Machado de Assis
Saraiva
(2009)



Livro - Antologia Poética
Vinicius de Moraes
Companhia de Bolso
(2009)



O Adolescente por Ele Mesmo
Tania Zagury
record
(1996)





busca | avançada
57238 visitas/dia
1,6 milhão/mês