A extraordinária Nina | Lucas Rodrigues Pires | Digestivo Cultural

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Segunda-feira, 15/11/2004
A extraordinária Nina
Lucas Rodrigues Pires

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Antes de falar alguma coisa sobre Nina, devo confessar uma coisa: não li Crime e Castigo, obra no qual o filme de Heitor Dhalia foi livremente inspirado. Dostoiévski é um mundo que ainda não consegui me preparar para encarar. Em relação a Crime e Castigo, que conheço o enredo, tenho uma lembrança de quando ouvi falar nele pela primeira vez. Um amigo meu jornalista dissera que fora o livro que mais chorara lendo. Eis o que me vem à mente quando ouço falar dele. Numa das feiras de livros da USP, comprei o danado de mais de 550 páginas (assim como quase todos os Dostoiévski que tenho comprei nessas feiras de promoções). Certa vez encarei as primeiras páginas, mas não passou disso. Não estava preparado para o drama de Raskólnikov.

Feito esse mea-culpa, entro enfim no filme em questão. Nina foi exibido na Mostra de Cinema de São Paulo, mas só o assisti quando estreou oficialmente, na semana seguinte. Não estava dando muita bola pra ele, pois adaptações - melhor seria dizer atualizações - para o Brasil atual não costumam render grandes obras. Na primeira fala do filme, a protagonista faz a separação dos seres humanos - há aqueles ordinários e aqueles extraordinários. Os primeiros são pessoas que não fazem nada pra mudar sua vida e se acomodam. Os extraordinários são o oposto: não se deixam tomar pela inércia e querem transformar, mudar o que acham que deva ser mudado, coisa que legitimaria até um crime. Pois bem, Nina é um filme extraordinário.

Nina (Guta Stresser, a neurótica Bebel do seriado A Grande Família) é uma jovem estilo clubber e punk que vive sua vida em São Paulo dividida entre festas regadas a drogas e álcool e subempregos que não lhe são mais que exercícios de paciência. Mora numa pensão em que a proprietária, Dona Eulália (Myriam Muniz), cobra-lhe insistentemente que pague o aluguel. Não só isso, mas a velha senhora é uma megera sem igual, cruel, fria, que atua psicologicamente sobre a jovem Nina com tamanha volúpia exatidão que chega a soar torturante os diálogos entre elas. Para quem conhece previamente a história, esperar o desfecho dessa relação é um martírio que o diretor constrói com sólida noção de planos, enquadramentos e iluminação.

Enquanto tenta sobreviver numa cidade em que sua postura de vida é marginal e discriminada, Nina relaciona-se com o mundo urbano paulista tal qual os pássaros, parece não tocar o chão da realidade. Seu mundo é sua mente, seus pensamentos, para onde se refugia constantemente trancada no quarto. Lá, uma metáfora do seu subconsciente, ela escreve uma espécie de diário e desenha, faz muitos desenhos retratando o mundo ao seu redor com um olhar impressionista. Esses desenhos são uma espécie de mangá japonês e em diversos momentos eles tomam a tela e se transformam na própria narrativa. Algo como o que fez Quentin Tarantino em Kill Bill 1. Em duas oportunidades, os desenhos representam o inconsciente de Nina, pois mostram duas formas dela assassinando D. Eulália (uma a machadadas e outra com facadas). Lembremos que o que caracteriza os mangás são a violência e o sangue espirrando.

Esse aspecto dark dos quadrinhos presentes pelos traços feitos por Nina está de acordo com a proposta do filme. O que o filme faz de fato é envolver o espectador no drama de uma jovem atormentada (explorada, torturada psicologicamente) pela dona da pensão em que vive e pressionada pela falta de perspectiva profissional e de toda ordem. Nina, no fundo, não tem perspectiva de nada a não ser morrer. Eis um viés presente, mas pouco explorado no filme. A cidade e a falta de perspectiva dos jovens cedem espaço para o drama interior da personagem, que é exposto incessantemente ao espectador.

O grande diferencial de Nina está na sua concepção visual. Fotografia e iluminação expressionistas e um estilo um tanto gótico fazem dos cômodos da pensão uma espécie de castelo do Conde Drácula. Há uma sensação de mistério e suspense em cada corredor que ela adentra ou cada porta que é aberta ou fechada. As paredes e as portas, estas pela possibilidade do olhar pela olho mágico, apresentam tal grau de importância para o clima tenso que tais objetos, inanimados, chegam a parecer pulsantes e com vida. Mais que isso, adquirem função de espionar, julgar, punir, comprimir fisicamente a protagonista. Tem um quê de Kafka na história, mistura de A Metamorfose com O Processo, e o absurdo da crueldade de D. Eulália chega a ser desumano, surreal (tal qual o pai de Gregor Samsa). A tortura psicológica frente a uma mente frágil como a de Nina é fatal, e essa angústia e culpa que advém de seu interior é transportada e representada na forma do próprio filme. A fotografia, os planos, a deformação das imagens criam um ambiente exterior de insanidade que estaria se movimentando dentro da mente de Nina. Aí a decorrência de vários acontecimentos serem encarados como perseguições. Quando se tem algo a esconder, parece que todo o universo conspira para que a verdade seja revelada. Dentro da inconsciente, isso se transforma numa força pulsante que chega a afetar o que os olhos vêem e o que o corpo sente (pode-se chamar de alucinação, delírio). Nina, tomada pela culpa, pelo medo e ainda a abstenção das drogas, enxerga o mundo pela sua mente atordoada, daí a realidade ser afetada.

Nesse ponto, Nina se aproxima de outro filme recente brasileiro, Estorvo, baseado em Chico Buarque e dirigido por Ruy Guerra. Neste, como naquele, a realidade aparece transformada pelo subconsciente, e o que se vê é reflexo dos delírios dos protagonistas, impossibilitando que saibamos a verdade sobre os fatos (disso que caracteriza a literatura de Kafka, quando nem o personagem nem mesmo o narrador sabem o que de fato ocorre e por quê). Não se pode confiar nem mais nos olhos, somos vítimas do atordoamento do personagem, vivemos o que ele vive, sentimos o que ele sente.

Além do filme, uma coisa chama a atenção: a presença desnecessária de grandes atores nacionais - a nova safra de talentos brasileiros - em participações tão insignificantes em que alguns não dizem uma palavra. Vemos ao longo do filme atores como Renata Sorrah (a puta maltratada), Selton Mello (namorado bêbado e drogado de uma amiga), Wagner Moura (o cego), Lázaro Ramos e Matheus Nachtergaele (pintores da pensão e sem uma fala sequer). O que justificaria tais presenças em papéis tão secundários, quase figurantes?

Apesar disso, Nina já é uma das melhores estréias nacionais do ano. Tem um jeitão pós-moderno, de resgate de filmes da história do cinema, mas tem sua originalidade e, portanto, seu valor. Outro bom autor que nasce no cinema brasileiro.

Como fazer um filme de amor original

Aproveitei e vi também a estréia de outro diretor em longa-metragem, Como Fazer um Filme de Amor, do escritor José Roberto Torero, um manual de como um filme romântico é feito. Todos os clichês são ensinados e seguidos (apresentação dos personagens, o conflito inicial que se transforma em paixão, os obstáculos que virão contra o amor - sempre com um vilão envolvido - e enfim a vitória do amor frente a tudo e todos com o final feliz almejado). A forma que Torero usa é a do narrador cúmplice da platéia (Paulo José), que vai contando e desmontando tudo que acontece, com o poder de parar uma cena e mostrar de outra forma. Fica a sensação de que o diretor de cinema é um deus frente a seus personagens. E de fato é mesmo.

Algumas situações cômicas e outras nem tanto fizeram a crítica se dividir a seu respeito. Mas convém ressaltar o ótimo texto de Torero, que escreveu o roteiro além de dirigir, com sacadas geniais em diversos momentos. Exemplar do cinema (da arte, seria melhor dizer) de Torero é o final do filme, quando os créditos sobem e o narrador ainda está lá apresentando os erros de gravações e dialogando sobre custos, objetivos do filme, que é ganhar dinheiro, e pedindo aos espectadores para indicar o filme aos outros. E ainda dizendo que todo filme de amor é igual, que já vimos dezenas, mas mesmo assim semana que vem estaremos lá vendo outro filme de amor. "O espectador sempre volta. Sempre volta". E não é que ele tem razão?


Lucas Rodrigues Pires
São Paulo, 15/11/2004


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