Como escrever bem — parte 2 | Marcelo Maroldi | Digestivo Cultural

busca | avançada
104 mil/dia
2,5 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Maíra Lour apresenta leitura dramática audiovisual “Insensatez'
>>> Exposição do MAB FAAP conta com novas obras
>>> Projeto Camerata Filarmônica Brasileira apresenta concerto comemorativo no dia 15 de maio em Indaiat
>>> Ação Urgente Contra a Fome - SescSP
>>> 3ª Mostra de Teatro de Heliópolis recebe inscrições até 31 de maio
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Silêncio e grito
>>> Você é rico?
>>> Lisboa obscura
>>> Cem encontros ilustrados de Dirce Waltrick
>>> Poética e política no Pântano de Dolhnikoff
>>> A situação atual da poesia e seu possível futuro
>>> Um antigo romance de inverno
>>> O acerto de contas de Karl Ove Knausgård
>>> Assim como o desejo se acende com uma qualquer mão
>>> Faça você mesmo: a história de um livro
Colunistas
Últimos Posts
>>> Hemingway by Ken Burns
>>> Cultura ou culturas brasileiras?
>>> DevOps e o método ágil, por Pedro Doria
>>> Spectreman
>>> Contardo Calligaris e Pedro Herz
>>> Keith Haring em São Paulo
>>> Kevin Rose by Jason Calacanis
>>> Queen na pandemia
>>> Introducing Baden Powell and His Guitar
>>> Elon Musk no Clubhouse
Últimos Posts
>>> Acentuado
>>> Mãe, na luz dos olhos teus
>>> PoloAC retoma temporada de Os Doidivanas
>>> Em um tempo, sem tempo
>>> Eu, tu e eles
>>> Mãos que colhem
>>> Cia. ODU conclui apresentações de Geração#
>>> Geração#: reapresentação será neste sábado, 24
>>> Geração# terá estreia no feriado de 21 de abril
>>> Patrulheiros Campinas recebem a Geração#
Blogueiros
Mais Recentes
>>> O belo e o escalafobético
>>> Guia para escrever bem ou Manual de milagres
>>> Irredentismo
>>> A situação atual da poesia e seu possível futuro
>>> O assassinato de Herzog na arte
>>> Hitler, de Ian Kershaw, pela Companhia das Letras
>>> Livrarias em tempos modernos
>>> O que é a memética?
>>> O dinossauro de Augusto Monterroso
>>> Sobre o Jabá
Mais Recentes
>>> Robot Dreams de Isaac Asimov pela Ace Books (1996)
>>> O Dramaturgo como Pensador de Eric Bentley pela Civilização Brasileira (1991)
>>> O Conclave de Malachi Martin pela Novo Tempo (1978)
>>> A Nova Ciência da Política de Eric Voegelin pela Universidade de Brasília (1982)
>>> Gestión del Conocimiento de Agustí Canals pela Gestión (2003)
>>> Brasil:a Arte de Hoje de Jocob Klintoeitz pela Sao Paulo (1983)
>>> A Conquista do Rio Grande Volume 1 de Jose Netto pela Rio Cell (1989)
>>> Rui Barbosa:tentativa de Compreenção e de Síntese de Luiz Delgado pela Jose Olympio (1945)
>>> T. E. C. Tecnologia Estelar Complementável de Marcelo Santana pela Anthology (2010)
>>> O Pensamento de Platão de Antonio Freire pela Livraria Cruz - Braga (1967)
>>> O Circo de Lucca de Zugliani Jorge Otávio pela Devir (2007)
>>> Far Eastern Ceramics - Marks and Decoration de Maria Penkala pela Mouton (1963)
>>> Tesoros del Arte Japones:periodo Edo(1615-1868) de Museo Fuji - Tokio pela Fundacion Juan March (1995)
>>> Ferrari-the Sports and Gran Turismo Cars de Warren W Fitzgerald / Richard F Merrittn e Outros pela Norton Company (1979)
>>> Cómo Evaluar y Mejorar Sus Capacidades Personales de Gareth Lewis pela Gestión (2000)
>>> Noções Básicas de Importação de João dos Santos Bizelli e Ricardo Barbosa pela Aduaneiras (1993)
>>> Dinheiro Dinheiro Dinheiro... Como Ganhar Rapidamente de Mathias Gonzalez pela Ediouro (1987)
>>> Organizacion del Almacen de Michele Calimeri pela Hispano Europea (1961)
>>> Mestres do Marketing de Gene Walden pela Ediouro (1994)
>>> O Poder do Marketing Direto de Ray Jutkins pela Makron (1994)
>>> Dinheiro Dinheiro Dinheiro... Como Ganhar Rapidamente de Mathias Gonzalez pela Ediouro (1987)
>>> Dinheiro Dinheiro Dinheiro... Como Ganhar Rapidamente de Mathias Gonzalez pela Ediouro (1987)
>>> Como Negociar Aumento de Salário de George M. Hartman pela Ediouro (1995)
>>> Karoshi o Jogo da Qualidade - Completo de Paulo Sandroni e Luis Alberto Sandroni pela Best Seller (1995)
>>> O Monstro Embaixo da Cama de Stan Davis pela Futura (1996)
COLUNAS

Segunda-feira, 27/6/2005
Como escrever bem — parte 2
Marcelo Maroldi

+ de 60100 Acessos
+ 6 Comentário(s)

Conforme disse no "Como escrever bem — parte 1", é essencial ler (bem) para escrever de maneira correta. Mais do que simplesmente escrever sem erros, a leitura nos garante novas possibilidades de textos, novo vocabulário, novas idéias, novos estilos até. Escrever corretamente, apenas, pode ser útil, digamos, num texto jornalístico, mas, não é suficiente para possibilitar a confecção de uma poesia ou um texto literário, por exemplo. Há inúmeras e evidentes diferenças entre os tipos de escrita, e transitar confortavelmente através destes é o objetivo a ser alcançado, algo importante, aliás, afinal, escrever bem significa escrever bem qualquer tipo de texto, certo?

Ao se preparar para escrever algo, alguns passos devem ser seguidos (geralmente inconscientes, na maioria das pessoas). O primeiro deles é identificar claramente sobre o que você vai escrever (excetuando-se, talvez, romances/contos/poesias, tratados na "parte 3" dessa série). Se você não tem a mínima idéia do que dirá no texto, é melhor procurar alguma fonte de informação que possa lhe auxiliar, ou correrá o risco de dizer algo equivocado. Saber sobre o que se vai dizer é metade da tarefa, a outra, aliás, é transformar tudo em palavras, ligá-las de forma adequada e, se for o caso, melhorar a construções e as ligações, em um segundo momento, geralmente. Se você não domina o assunto que irá abordar e não pode (ou não tem tempo para) consultar referências, pense duas vezes antes de começar. Se, ainda assim, precisar escrever por algum motivo, procure relacionar o texto com assuntos/tópicos que domina. Isto é, procure um mote para falar de algo que possa fazê-lo com segurança, tomando apenas o cuidado de encaixá-lo no assunto em questão. Mas, se você for alguém (muito bem) preparado para escrever, pode superar algumas vezes o problema do conteúdo apenas com a elegância do seu texto (o que, fique claro, é uma espécie de estelionato literário, afinal, você enrolou o leitor e ele nem percebeu!).

Bem, se você já tem em mente o que irá abordar no texto, precisa escolher a forma como fará isso. Essa fase é como escolher as suas roupas para vestir: se você vai ao cinema, usa um tipo de roupa, entretanto, se vai ao velório, usa outro tipo, e se vai a praia (ou esquiar), um outro, diferente dos anteriores, mas você precisa ter no seu guarda-roupa todos esses modelos, pois não sabe quando será preciso utilizá-los. Assim, se vai escrever para seu blog (internet/informal), para o Digestivo Cultural (jornalismo/internet) ou uma tese de doutorado(acadêmico), deve se encaixar no estilo esperado pelos que irão lê-lo. Jamais o contrário. Além disso, escrever bem não se refere unicamente ao texto em si, mas o modo como você o apresenta aos seus leitores.

* Internet — Depois dos blogs, essa parece ser a parte mais fácil de todas, não é? Talvez, vai depender muito de que tipo de leitor você tem e que tipo de autor quer ser para estes. De maneira geral, as pessoas não querem textos demasiadamente sofisticados para lerem na internet. Eu, por exemplo, só leio textos muito complexos deitado, com boa iluminação e longe do barulho do computador. Eu não leio nada muito sofisticado na tela do computador, não consigo me concentrar da maneira que é necessário. Portanto, para web, não complique muito na linguagem e no conteúdo. Independente do vocabulário e da forma da escrita usada, os textos da internet não devem ser longos, nunca! Cansei de visitar sites interessantes, porém, com textos gigantescos que levaria 2 ou 3 horas para ler... defronte o computador, evidente (nem todos têm impressora ou querem imprimir). Portanto, se seu texto é grande você já está quase fora. Outra coisa, não encha seu texto com infinitos links. Isso confunde o leitor e deixa seu texto sem graça. Coloque apenas os links realmente importantes para que qualquer um possa entender o conteúdo do seu texto e não um mar de referências perdidas. Esteticamente, separe os textos em parágrafos espaçados, pois blocos muito grandes cansam os leitores. Não use fontes nem cores incomuns (pode não parecer, mas a web tem uma espécie de padrão). Ah, e cuidado com o que irá escrever, pois a verdade pode estar a apenas algumas buscas no Google...

* Blogs — Há muitos tipos de blogs. Alguns têm textos mais bem escritos do que muitos livros que temos por aí. Todavia, não há muita responsabilidade envolvida. É um blog, meu amigo, se eu quiser, escrevo sem acentuar, uso linguagem web, escrevo de qualquer maneira! Isso é fato, por isso escrever para blogs é fácil. Provavelmente, você não irá receber um e-mail de alguém que visitou o seu blog e não o achou bem escrito. Acredito que isso não acontece, mas o contrário sim. Se visitam seu blog — e estão acostumados com esses blogs infanto-juvenis terríveis que proliferam por aí — podem se surpreender, vendo que ele é dos bons, o que é raro na internet. Para escrever bem em blogs é fundamental ser um leitor de blogs. Os blogs têm um estilo próprio, uma forma particular de informar, opinar e divertir, e, se você quer ter um blog, deve se encaixar... As pessoas irão ao seu blog querendo ler um blog (e o que isso significa) e é importante dar isso a elas, não importando o estilo.

* Jornal (impresso) — Parto do ponto inicial que jornal impresso nesse país é artigo de luxo, ainda que as garotas do Saia Justa pensem o contrário! (a propósito, eu gostava tanto da Márcia Tiburi... eu até queria casar com ela, sabe? O que ela está fazendo ali, Deus?). Isso significa que, apesar da educação ser um grave problema nosso, as pessoas quem lêem jornal têm (ou deveriam ter) instrução (é claro que alguns só olham o caderno de esportes, mas, finjamos que não!) e você pode, sendo assim, exigir mais de seus leitores. Como assim exigir mais de meus leitores?, não são eles que nos elegem? Não exatamente, se você escrever difícil (ou assuntos muito restritos), por exemplo, está escolhendo seus leitores (e isso só não muito é bom quando o jornal te solicita, educadamente, que você seja mais acessível e comum). Jornalismo, para mim, é muito — muito mesmo — distante de literatura. Alguns escritores são jornalistas, isso é fato. Mas, de modo geral, poucos jornalistas são escritores. Conheço jornalistas que não leram 20 livros nas suas vidas inteiras... Até sabem contar uma boa história, geralmente baseada em pesquisa árdua e citações nominais, mas são incapazes de escrever um livro pelo menos razoável. É completamente diferente uma coisa de outra. Inventar histórias e personagens é muito mais difícil do que reproduzir os que já existem. No jornal, você sempre tem o tamanho certo da sua matéria, o que quase sempre te impõe limites ruins. Nesse tipo de texto você precisa ser objetivo, direto. Mesmo que seja muito interessante, você não poderá escrever 50 linhas apenas sobre o sapato egípcio do personagem. Escrever texto jornalístico é quase como escrever uma receita de bolo, não há muito espaço para improvisação e nem para o talento particular do cozinheiro. Se você tem liberdade para publicar o que quiser, cuidado. Poesias são lidas por, vejamos, ninguém, ainda que boas. Minicontos parecem atrair alguns curiosos, mas geralmente eles esperam assuntos muito amenos e superficiais. A linguagem?, depende do que se escreve, mas, geralmente, é simples, sem sofisticação, mas dentro dos padrões da mídia impressa.

(Continua...)

Alexandre, o grande - E.E. Rice

Quando chegou as telas o filme Alexandre (de Oliver Stone, com Colin farrell, Angelina Jolie e Anthony Hopkins), as editoras mundiais não perderam tempo em lançar livros sobre o assunto (lembro que a Folha de S.Paulo publicou os títulos que sairiam, motivados pela exibição do filme. Eram uns 6 ou 7, creio). Um deles é Alexandre, o grande (E.E.Rice, Editora Nova Fronteira, 2004) .

Em cerca de 100 páginas, com letras e espaçamento grandes, além de mapas e imagens, a autora procura dar uma visão geral sobre este importante nome da história mundial. Todos os argumentos são baseados em conhecimento comprovado a cerca dos fatos, visto ser a escritora uma arqueóloga, e, portanto, despreza lendas, mitos e histórias duvidosas (o que, na maioria das vezes, é o que agrada aos leitores comuns). Fora isso, é a história de Alexandre, muito rapidamente descrita (para ser lido em uma tarde e nem precisa ser inteira). Serve como introdução ao assunto.

Para ir além






Marcelo Maroldi
São Paulo, 27/6/2005


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Lola de Elisa Andrade Buzzo
02. Na hora do batismo de Marta Barcellos
03. A melhor Flip de Marta Barcellos
04. Eu blogo, tu blogas? de Fabio Gomes
05. Literatura engajada de Marta Barcellos


Mais Marcelo Maroldi
Mais Acessadas de Marcelo Maroldi em 2005
01. Como escrever bem — parte 1 - 13/6/2005
02. Como escrever bem — parte 2 - 27/6/2005
03. Como escrever bem – parte 3 - 11/7/2005
04. A ousadia de mudar de profissão - 28/11/2005
05. O que é ser jornalista? - 22/8/2005


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
27/6/2005
17h58min
Muito bom. Este aqui está mais centrado no assunto, mais prático; mas tem - felizmente - seus toques de humor. Irônico, verdade, mas melhor do que nenhum... E isso dos 20 livros lidos por jornalistas, puxa! Estou chocada... hum... estou mesmo?
[Leia outros Comentários de Claire]
2/7/2005
16h40min
Sempre procuro ler textos que ensinam a escrever melhor. Não tanto para mim, pois os textos que perpetro por aí não merecem muito aperfeiçoamento. Mas para ver como posso estimular meus alunos, mormente os do Ensino Médio, a escrever melhor. E a dificuldade é enorme. Agora, para ficar mais irônico, o nobre autor poderia terminar ensinando como se tornar um ghost-writer de textos acadêmicos, para podermos ganhar um trocado com esse pessoal que estuda em faculdades particulares... Benza Deus!
[Leia outros Comentários de Marcos Rangel]
26/10/2006
17h27min
Em relação aos textos na internet, penso como o autor. Desde quando se criaram os blogs, eu sempre escrevi textos curtos, sem prolongar demasiadamente, pois, além de ser fastidioso, poucas pessoas lêem. Acho que bons textos são apreciados em sua simplicidade - pelo menos na internet -, onde tudo é muito rápido...
[Leia outros Comentários de Marcos]
4/3/2007
13h20min
Minha profissão, empresário, exige uma “boa conversa" com clientes e credores. O êxito comercial depende dessa habilidade; a "boa escrita”, porém, é irrelevante. No entanto, por hábito, meu lazer é ler. E, depois do Orkut, também postar para minhas comunidades. Foi isso que me trouxe até o texto acima, que reputo boníssimo. É realista, prazeroso, faz recomendações sábias e honestas. O caso da diferença entre o texto literário e o jornalístico: criar personagens e histórias é mais difícil que escrever para jornais ou contar histórias escritas por outros. A ponderação de que é o escritor quem elege seus eleitores e que, para escrever bem, exige-se treino. A recomendação de que não se deve escrever sobre o que não se sabe. Tudo isso explica o juízo que emiti. Esse tipo de leitura nos deixa mais seguros ao escrever; e, "antenados", para evitar deslizes. Obrigado, Maroldi, por um texto tão sinestesicamente saboroso.
[Leia outros Comentários de pedro cordeiro de me]
2/1/2008
22h26min
Aqui você expõe que literatura é outra forma de escrita, com o que concordo; também que é mais difícil escrever, as fórmulas ajudam pouco. E acredito que o poder de influência da literatura é maior do que o da ciência, por esta ter um modelo limitado, mais ou menos úniforme, sem a liberdade e emoção literária, que podem exercer um poder enorme, promover grandes transformações, pois sentimentos afetam mais as pessoas do que explicações.
[Leia outros Comentários de Cristina Sampaio]
24/1/2010
21h48min
Adorei as dicas e vou tentar colocá-las em prática... Abraços.
[Leia outros Comentários de Uiara]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




Prática do Processo Trabalhista 30º Edição
Christovão Piragibe Tostes Malta
Ltr (sp)
(2000)



Medidas Liminares e Providências Cautelares Ínsitas 2ª Edição
Reis Friede
Forense
(2003)



Cruzando o Caminho do Sol
Corban Addison
Novo Conceito
(2012)



Fathom 1
Michael Turner
Abril
(2000)



A Day on the Ranch: Consonant Diagraphs Ch
Suzanne Barchers
Leap Frog
(2010)



Biblioteca de História - Bismarck
Mário Leite Fernandes
Três
(1974)



Direito e Processo do Trabalho
Estevão Mallet, Luiz Carlos Amorim Robortella
Ltr
(1996)



Plt 487 Literatura Infantil. Teoria, Análise, Didática
Nelly Novaes Coelho
Moderna
(2000)



Sabrina: Cúmplices e Amantes
Bervely Brandt
Nova Cultural



A New History of Portugal
H. V. Livermore
Cambridge University
(1969)





busca | avançada
104 mil/dia
2,5 milhões/mês