Pra frente, Brasil, salve a seleção! | Tatiana Cavalcanti | Digestivo Cultural

busca | avançada
34352 visitas/dia
1,4 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COLUNAS >>> Especial Copa 2006

Terça-feira, 27/6/2006
Pra frente, Brasil, salve a seleção!
Tatiana Cavalcanti

+ de 8400 Acessos
+ 3 Comentário(s)

Várias músicas embalaram o Brasil em suas participações em Copas do Mundo, mas uma canção, em 1970, se tornou uma espécie de hino não-oficial. "Pra Frente Brasil", composta por Miguel Gustavo para a Copa do México, pode não ter uma letra genial, ou ainda esconder o nacionalismo imposto pela Ditadura Militar que imperava à época, mas ainda hoje toca os corações de milhões de brasileiros. A frase "noventa milhões em ação, pra frente Brasil! Salve a seleção" virou a marca registra da dessa geração de gênios do futebol, uma forma de incentivar a seleção brasileira que deu certo. A população dobrou, agora somos cerca de 180 milhões em ação, tentando salvar a seleção, ou tentando salvar um dos jogadores, aquele que definiu a Copa passada, Ronaldo.

Nossos "heróis" parecem capengas, jogadores que não correm, o Fenômeno fica parado na área do gol à espera de uma bola no pé e, mesmo assim, chuta o vazio, não acertando a bola. Está certo, nós temos Kaká e Robinho, que movimentam o jogo e estão se tornando as grandes promessas brasileiras. Mas os melhores do mundo, a seleção pentacampeã não se destaca. Onde está o quadrado mágico? Cadê aquela seleção em que jornais do mundo todo diziam que jogava bonito e era considerada a favorita? Nossos craques de hoje são idolatrados dentro e fora do Brasil, talento reconhecido e aprovado quase que unanimemente. A geração "Ronaldinho Gaúcho" se esbalda com lances belíssimos e desconcertantes, vimos torcedores do Real Madrid, maior rival do Barcelona de Ronaldinho Gaúcho, aplaudirem de pé o nosso jogador. Torcedores de países que pouco conhecemos invadem o gramado, procuram nossa majestade e se ajoelham aos pés daquele que tem paixão pelo que faz, como se ele fosse um grande imperador. Opa, imperador é outro, que também pertence ao tal quadrado mágico. Entretanto, quando é para jogar por nós, pela seleção de uma nação que respira futebol, onde está o talento, a mágica? Tudo isso foi muito diferente 36 anos atrás.

José Socorro Alvarez Martinez, um jovem mexicano, mantinha sua rotina de produzir chapéus, os famosos sombreros, na cidade de Guadalajara, no México. Em 3 de junho de 1970, teve a oportunidade de assistir a um jogo raro, um dos mais belos espetáculos de todas as copas. A "Seleção Mágica do Brasil", como definiu Martinez, estreava na Copa do México contra a Tchecoslováquia. Para ele, "ver Pelé, considerado o melhor jogador de futebol de todos os tempos, foi como um sonho, e que também significou se juntar a ele, em seu jogo mágico, para ser letal contra os oponentes". Juntamente com Carlos Alberto, Gerson, Rivelino, Tostão e Jairzinho, Martinez diz que Pelé fez o futebol parecer um esporte simples e fácil, uma brincadeira de criança em que se faz notar e sentir a alegria e confiança passadas aos fãs.

Em 1970 eu não era nascida, mas na Cidade do México, capital federal, nascia o primeiro tricampeão na nona edição da Copa do Mundo. O Brasil vivia a Ditadura do presidente Militar Emílio Garrastazu Médici que, assim como presidentes recentes, também teria pedido a convocação de seu jogador favorito. João Saldanha, técnico da seleção na época, não teria atendido ao pedido do presidente, e em março foi substituído por Zagallo, que de imediato convocou Dario, o Dadá Maravilha. Enquanto isso, o povo brasileiro se preparava para o maior espetáculo da Terra, enfeitando e pintado as ruas das cidades do país das cores da bandeira nacional: verde, amarelo, azul e branco, tudo muito parecido com o que vivemos hoje.

Na primeira fase, o jogo que Martinez teve a felicidade de presenciar foi a estréia do Brasil contra a Tchecoslováquia. "Nunca mais verei um jogo como aquele. A platéia levantava das cadeiras sempre que os brasileiros tocavam na bola, vibravam e jogavam as mãos na cabeça a cada gol perdido", recorda. A seleção de Zagallo ganhou de virada, com gols de Rivelino, Pelé e dois de Jairzinho. Foi nesse mesmo jogo que um "quase gol" entrou para a História. Infelizmente eu não estava lá para ver, somente pela televisão umas décadas depois. Pelé recebe a bola no meio do campo e, percebendo o goleiro adversário adiantado, chutou em direção ao gol. Viktor, o goleiro tcheco, volta desesperadamente para a sua meta, e olha a bola que passa sobre sua cabeça e cai ao lado da trave. O lance de Pelé foi inusitado e ousado, e teve a classe que só uma majestade podia dar. Foi algo inédito na história do futebol.

Meu pai me conta que o jogo em que ele roeu as unhas foi contra a então campeã, Inglaterra. Num jogo equilibrado, Tostão driblou vários ingleses com maestria, apesar de iniciar a jogada dando uma cotovelada num inglês; Pelé, no auge dos seus 29 anos de idade, livrou-se dos zagueiros e alcançou Jairzinho, que como um "furacão" conseguiu a vitória brasileira. Nesse mesmo jogo houve a defesa que é considerada por alguns como a melhor de todos os tempos. Pelé recebeu um cruzamento e cabeceou com força no canto, para baixo. O gol parecia certo, entretanto o goleiro Banks conseguiu defender de forma primorosa.

O Uruguai sempre foi uma pedra no nosso sapato. Ganhou seu segundo título mundial em cima justamente do Brasil, em pleno Maracanã, em 1950. Mas o Brasil teve sua revanche na semifinal da Copa do México, num jogo nervoso e disputado. Mas lá estava Pelé mais uma vez com sua genialidade. Ele recebeu um lançamento na frente da área e o goleiro uruguaio, Mazurkiewicz, saiu para tentar interceptar. Pelé não tocou na bola e enganou o goleiro, indo para o lado oposto, e reencontrou a bola dentro da área, mas chuta pra fora. A bola passou a centímetros da trave. Há uma propaganda de um carro que mostra esse lance como se tivesse sido gol, graças à tecnologia, outro "quase gol" de Pelé pode ser visto como se realmente tivesse acontecido. Se tivesse entrado, esse seria um dos gols mais belos da História. O Brasil venceu o jogo e estava na grande final.

Para Martinez, torcedor do Chivas, time de Guadalajara, um dos únicos a ter somente mexicanos na equipe, ver a torcida brasileira presente nos estádios era incrível. Havia enorme concentração de torcedores nas cidades onde o Brasil jogava, que festejavam de forma alegre e colorida, e segundo ele, completava a admiração de todas as nações. "Essas são cenas que não me saem da cabeça", afirma.

Apenas uma criança à época, Jorge Berlin, que se declara "mexicano da gema", pois viveu algum tempo no Rio de Janeiro, lembra o que viu naquela copa. "Eu não tinha muito conhecimento daquele momento do futebol, mas posso dizer que se existe uma equipe pela qual os mexicanos torcem depois de nossa seleção é a do Brasil. Os brasileiros estão bem perto de nossos corações, e isso pode ser confirmado quando se caminha pelas ruas mexicanas" declara.

A grande final, em 21 de junho, foi contra a temida seleção da Itália, na Cidade do México, no estádio Azteca. Após o apito final, entramos para a História como os primeiros tricampeões mundiais. Os mexicanos, apaixonados por aquela seleção, invadiram o gramado em massa emocionados após a consagração dos brasileiros. Pelé quase ficou pelado, pois os torcedores foram arrancando a sua roupa para guardar de lembrança.

A taça do mundo era nossa, a tão esperada Jules Rimet, ficaria definitivamente com o primeiro tricampeão. Ela foi imortalizada nas cenas em que Carlos Alberto, capitão da seleção, a ergue e, num gesto inédito, a beija perante os olhos de 700 milhões de pessoas que o viam pela televisão, na primeira Copa com substituições durante as partidas e com transmissão de TV para o mundo todo. Infelizmente, como todos sabemos, a Jules Rimet foi roubada no Rio de Janeiro, e derretida.

Os jogadores brasileiros foram coroados na Cidade do México, mas foi na cidade de Guadalajara que um monumento em homenagem aos tricampeões foi erguido em frente ao Estádio Jalisco-Guadalajara. Para Martinez, no Brasil deveria haver uma cidade chamada Guadalajara, porque nessa cidade mexicana, segundo o torcedor do Chivas, o Brasil vive no coração de cada cidadão.

Grande parte do que a gente pode lembrar de lances de tirar o fôlego e gols inesquecíveis, vem da Copa de 1970. Eu não sou especialista no assunto, mas adoro admirar e reconhecer o talento de nossos jogadores de primeira categoria e ver os estrangeiros admirados pelo nosso futebol arte. Já vi o Romário e Robinho jogando, entre tantos outros ídolos nacionais, assisti aos dois últimos títulos, que muito me emocionaram e encheram de orgulho, mas sei que provavelmente jamais verei uma Copa como a de 1970 no México. Gostaria de ter vivido nos anos 70 para ter presenciado esse momento mágico do futebol, em que o meu país do coração era a estrela principal.


Tatiana Cavalcanti
São Paulo, 27/6/2006


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Escola, literatura e sociedade: esquizofrenia de Ana Elisa Ribeiro
02. Nos brancos corredores de Mercúrio de Elisa Andrade Buzzo
03. Fake-Fuck-Fotos do Face de Jardel Dias Cavalcanti
04. Dando conta de Minas de Marta Barcellos
05. Espírito e Cura de Ricardo de Mattos


Mais Tatiana Cavalcanti
Mais Especial Copa 2006
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
23/6/2006
22h38min
Brazil is magic! Your country, people, your soccer team.
[Leia outros Comentários de Paulina Cuellar M]
27/6/2006
22h11min
Cuidado com o imediatismo... Nosso querido Fenômeno já marcou mais 3 gols, se tornou o maior goleador da história das Copas e pelo que se vê, salve a seleção! A maior diferença entre 70 e hoje está na crônica esportiva, que na época escrevia muito melhor que hoje... Então, Pelé e cia. tiveram autores que os descreveram em crônicas maravilhosas... Hj, Robinho, Ronaldo e Ronaldinho não têm cronistas tão bons a descrever seus malabarismos... Vá lá, Pelé e Garrincha (esta não foi a 70) não têm igual hoje em dia... Mas a geração Ronaldo é tanto arte quanto naquela época. Com uma diferença: muito mais marketing hj... O futebol cresceu, mudou a cara. Um brincalhão como Garrincha teria que "entrar no esquema", senão imagina só como não ficariam os cabelos dos dirigentes?
[Leia outros Comentários de Ram]
29/6/2006
08h58min
Tatiana, realmente viver nos anos 70 foi uma experiência e tanto. Vivi intensamente e participei politicamente nos anos 60 e 70. Mas difícil mesmo foi torcer para a seleção brasileira com o militares no poder usando nossos jogadores como propaganda política. Muitos dos meus amigos torceram contra o Brasil, eu tentei mas não consegui. Ivo Samel
[Leia outros Comentários de Ivo Samel]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




PEREGRINA E ESTRANGEIRA
MARGUERITE YOURCENAR
NOVA FRONTEIRA
(1990)
R$ 7,90



DR. SUSAN LOVES BREAST BOOK
SUSAN M. LOVE, MARCIA WILLIAMS(ILLUSTRATOR)
DA CAPO PRESS
(1991)
R$ 17,28



AS LÍNGUAS DO MUNDO
CHARLES BERLITZ
NOVA FRONTEIRA
(1988)
R$ 70,00



HERANÇA DE ÓDIO
JOSEPH AMIEL
RECORD
R$ 7,99



O FONOAUDIÓLOGO E A ESCOLA
LÉSLIE PICCOLOTTO FERREIRA (ORG.)
SUMMUS
(1991)
R$ 7,90



ALDERÍGI - PERFUME DE DEUS EM FRASCO DE ARGILA
FELIPE G. ALVES
VOZES
(2007)
R$ 18,00



A. MOR. TE
MARIA OLIVEIRA REIS
IMPRENSA NACIONAL CASA DA MOED
(1988)
R$ 25,82



O SILÊNCIO DO TÚMULO
ARNALDUR INDRIDASON
COMPANHIA DAS LETRAS
(2011)
R$ 16,00



COMO APROVEITAR O MÁXIMO O SEU TEMPO E POTENCIAL
EDWARD R.DAYTON & TED W.ENGSTROM
BETÂNIA
(1986)
R$ 7,00



COMUNICAÇÃO
ANATOMIA DA COMUNICAÇÃO
BLOCH
(1973)
R$ 14,98





busca | avançada
34352 visitas/dia
1,4 milhão/mês