Sex and the City | Débora Costa e Silva | Digestivo Cultural

busca | avançada
46852 visitas/dia
1,1 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COLUNAS

Quinta-feira, 19/6/2008
Sex and the City
Débora Costa e Silva

+ de 6800 Acessos
+ 4 Comentário(s)

Dia dos namorados, 12 de junho, 2008. Quinta-feira, pós-derrota do Timão na Copa do Brasil. Nesta noite, São Paulo, mesmo gelada, árida e cinza, abrigou diversos casais, apaixonados ou não, que aproveitavam a ocasião da data comercial para se reunirem em bares de esquinas, shoppings, lanchonetes e banquinhos do metrô ― estabelecimentos mais íntimos e românticos, como motéis e cantinas italianas, também deviam estar cheios de pares, mas a reportagem não pôde conferir. Com exceção de quem está vivendo um romance pleno como nos filmes ou propagandas da Renner e do Boticário, este dia chega a ser um pouco incômodo. Para quem está solteira, fica mal porque o universo te lembra que você está encalhada e isso é um problema. Se você está ficando com alguém, mas não tem um compromisso, não sabe o que faz. Dar ou não presente? Aproveito e peço em namoro hoje? Finjo que não sei de nada? Se você namora, mas não está satisfeito, também é um problema, afinal, você jamais terminará um namoro pouco antes, durante ou logo depois do dia dos namorados.

Toda essa filosofia barata para dizer que, no dia dos namorados, fui ao cinema com minha amiga ver Sex and the City. Tive a impressão de viver o filme enquanto via o filme. Só não foi mais próximo da realidade porque nem tudo na vida se copia da ficção. Meu principal grupo de amigas, como o da Carrie, Samantha, Miranda e Charlotte, são de três, não de quatro garotas ― mas não é por isso que deixa de ser menos Sex and the City. A terceira não foi, preferiu algo mais agitado e propício para a celebração: uma festa só de solteiros. E o filme em si não tem nada demais, típica comédia romântica hollywoodiana, com final feliz, musiquinhas meigas para mulheres chorarem na hora em que um casamento termina, musiquinha animada na hora em que as mulheres dão a volta por cima e truques afins. O enredo também não surpreende muito. Apesar de não ser uma telespectadora assídua do seriado que originou o filme (na verdade, nunca tinha visto um episódio), não achei nada de incrível, fantástico, sacadas geniais e piadas inovadoras.

Mas não foi com a intenção de escrever um resenha sobre o longa que comecei este texto. A questão não é se é bom ou ruim, mas sim o que ele representa. Para mim, simbolizou, sintetizou e traduziu tudo o que venho observando por aí na minha vida de recém-solteira. Depois de um relacionamento sério, caí das nuvens direto para o universo das mulheres insatisfeitas com os homens ― e nessa categoria entram tanto as que reclamam de ter pouco quanto as que têm muitos (e querem ainda mais). Exagero? Mau-amadas? Pós-Feminismo? Mulher moderna? Sobre teorias e classificações eu não sei e não me interesso em saber. O que sei é que não há como negar que Sex and the City, sendo clichê, fútil ou seja lá o que for, acerta em cheio no calcanhar-de-aquiles de qualquer mulher (pode ser culta, hippie, alternativa, lésbica, dark ou paty): relacionamentos.

Pois é. Enquanto os homens variam de cerveja, futebol e mulher, nós, mulheres, falamos só deles. Mentira! Também falamos de marcas de blush, condicionador e perfumes, grifes, culinária, novela, horóscopo, papel de carta, Barbie, TPM, filhos, amamentação, fraldas, bingo, vizinhas, vadias que dão em cima do marido... ops! Lá vêm eles de novo. É a isso que se resume nossa vida? Claro que não, todos conhecem muito bem a tal "mulher moderna", que, além de cuidar do filho e do marido, tem uma carreira e se preocupa com a aparência. Ah, sim, e ainda tem que estar de bom humor com o chefe, saltitante e criativa com as crianças e bela, exuberante e sensual para o marido, para manter o amor, não cair na rotina e não dar brechas para que ele te traia. Ufa!

Mas antes, bem antes, de tudo isso acontecer, quando nosso sonho de consumo ainda era o Sansão de pelúcia da Mônica, já estávamos sendo corrompidas, preparadas e encaminhadas para a peregrinação em busca do príncipe encantado. Como já alertou uma amiga minha, maldito Walt Disney que implantou nas nossas cabeças os contos de fadas em que a "heroína" nada mais é do que uma mulher que tem uma vida miserável, coitada, sem graça, sem esperanças, até que surge o incrível príncipe que a tira do tédio, faz acontecer e a leva para seu castelo para viverem felizes para sempre. Aí, é claro, as garotinhas crescem com isso no imaginário: "um dia vai aparecer um homem maravilhoso e eu irei viver com ele 'feliz para sempre'".

Graças a Deus (ou aos sutiãs queimados na década de 60), as coisas mudaram. Os casamentos podem acabar, mulheres podem votar, trabalhar e ter vida própria. Porém, ainda assim, nós, mulheres, insistimos em focar nossa vida, mesmo atribulada, naqueles que nos fazem sonhar, voar, cantar, comprar (sim, paixão é um importante combustível do capitalismo), beijar, filosofar, poetizar, subir pelas paredes, planejar, esperar (ligações, e-mails, mensagens, qualquer sinal!), esbravejar, esganar, chorar, entrar em depressão, se vingar, para depois esquecer e começar tudo de novo. E depois de tudo, chegar a uma mesma conclusão: todos são iguais.

Claro, nada é tão simples e previsível como parece. Cada caso é um caso. E cada uma tem um homem-problema diferente: o carente, o galinha, o grude, o comprometido, o engraçadão, o canalha politicamente-correto, o egocêntrico, o tímido, o desencanado, o sincero, o ciumento e assim caminha a humanidade. Tais generalizações parecem os títulos dos episódios de alguma temporada de Sex and the City. Não é à toa que faz tanto sucesso. Diferente de programas de TV, revistas e livros de auto-ajuda voltados ao público feminino, o seriado (e o filme) não propõe nenhuma dica, mandamento ou conselho sobre o que se fazer em cada situação. O truque é simples: descreve-se um caso do ponto de vista de uma mulher, as outras que assistem se identificam e pronto! Não preciso entrar em detalhes sobre como as roupas caríssimas de Carrie ou os restaurantes que as moças da série freqüentam estão distantes da realidade de muitas telespectadoras. A identificação com os problemas de relacionamento já basta para ganhar o público feminino.

Apesar de a maioria das minhas amigas ainda estarem na fase pré-balzaca (antes dos 30), posso garantir que as histórias são as mesmas das personagens ― o que muda é o cenário, de Nova York para São Paulo. A vulnerabilidade dos relacionamentos de hoje é apenas parte do resultado de uma série de mudanças que ocorreram com as mulheres de uns tempos pra cá. O que não muda é a necessidade de amar e estar apaixonada. E isso não tem jeito, pode reclamar, se vingar, se reunir com as amigas, ver Sex and the City, se revoltar, que o final será sempre o mesmo. Só espero que parem de ansiar pelo "felizes para sempre", que não vai aparecer. Que se conformem com o "infinito enquanto dure", de Vinicius de Moraes, e saibam aproveitar cada momento como o último. As queixas vão sempre existir, isso também não tem solução aparente. Mas acho que uma guerra entre sexos de vez em quando é até saudável, faz bem à pele, rejuvenesce e revigora os hormônios, que vivem inquietos. Ainda bem!


Débora Costa e Silva
São Paulo, 19/6/2008


Quem leu este, também leu esse(s):
01. K 466 de Renato Alessandro dos Santos
02. Pra que mentir? Vadico, Noel e o samba de Renato Alessandro dos Santos
03. A confissão de Lúcio: as noites cariocas de Rangel de Renato Alessandro dos Santos
04. Luz sob ossos e sucata: a poesia de Tarso de Melo de Jardel Dias Cavalcanti
05. Um parque de diversões na cabeça de Renato Alessandro dos Santos


Mais Débora Costa e Silva
Mais Acessadas de Débora Costa e Silva em 2008
01. Depois do sexo... - 11/9/2008
02. A crítica musical - 10/4/2008
03. Diário de uma desempregada - 1/5/2008
04. A preparação de um romance - 22/5/2008
05. Sex and the City - 19/6/2008


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
16/6/2008
10h47min
Débora, minha bonita. Que divertido ler você. E me identificar. E identificar várias amigas. E identificar até aquela baranga chata que trabalha comigo. Tem para todas. Poderia contar horrores sobre diversas histórias que soube nessa semana dos namorados - como as mocinhas sofreram! Mas se me empolgar na digitação, vou lascar o esmalte. Ah, o universo feminino... beijos, .vanz..
[Leia outros Comentários de Vanessa Guedes]
20/6/2008
00h17min
O que mais gosto em "Sex and the City" é a amizade entre as personagens. Não aguento quem diz que mulheres não podem ser amigas de verdade, pois mulher é um bicho muito invejoso. Nunca acreditei nisso. "Sex and the city" é um seriado que não existiria sem as milhares de mulheres que compartilharam as histórias de Carrie, Miranda, Samantha e Charlotte. Com todos os exageros de vidas que rodam ao redor dos homens, acredito ser um seriado que marcou época, pois as mulheres gritam aos quatro ventos que querem trabalhar, ser bem sucedidas, bonitas, fashionistas, mas acima de tudo é preciso haver amor. E não consigo discordar disso. Mas, sim, malditos contos de fadas.
[Leia outros Comentários de Bia Cardoso]
20/6/2008
13h28min
Nossa... q texto depre =( tambem nao eh assim... parece q vc estah mt desiludida com o amor... com os homens... a real eh q a mulher tem q comecar a entender q ela precisa ser FELIZ por ela MESMA... o relacionamento eh consequencia... e homens interessantes existem, sim, mas nao os perfeitos, os principes encantados... e, no mais, na minha opiniao, esse seriado eh um porre...
[Leia outros Comentários de Camila ]
14/7/2008
08h41min
Concordo plenamente, Débora! O seriado fala da amizade entre mulheres, e que, apesar das demais conquistas das mulheres, o amor é o centro do nosso imaginário! Parece que o "sentir-se mulher" depende de se estar em um relacionamento como um homem. Talvez isso explique a obsessão das mulheres pelo sexo oposto. Meio freudiano, mas é uma hipótese. Abraços, Cinthia
[Leia outros Comentários de Cinthia Bueno]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




MANUAL DE DIREITO COMERCIAL 8ª EDIÇÃO
WALDO FAZZIO JUNIOR
ATLAS
(2007)
R$ 40,00



ENSINANDO A CUIDAR DE CRIANÇA
NÉBIA MARIA A. DE FIGUEIREDO
DIFUSÃO ENFERMAGEM
(2003)
R$ 16,00



O BRASIL TEM CURA
RACHEL SHEHERAZADE
MUNDO CRISTÃO
(2015)
R$ 10,00



AQUARELA BRASILEIRA
BETH CANÇADO
CORTE
(1995)
R$ 10,00



FISISCA SER PROTAGONISTA BOX- VL. UNICO
ADRIANA BENETTI MARQUES VALIO E OUTRO
SM
(2016)
R$ 220,00



TEATRO CUBANO: TEATRO CUBANO ACTUAL
ADYS GONZALO DE LA ROSA (ED.)
ALCALÁ
(2003)
R$ 22,00



FILOSOFIA NA ANTIGUIDADE - SÓCRATES E PLATÃO
RÉGIS FERNANDES DE OLIVEIRA
REVISTA DOS TRIBUNAIS
(2012)
R$ 28,00



MARKETING ESSENCIAL: CONCEITOS, ESTRATÉGIAS E CASOS
PHILIP KOTLER
PRENTICE HALL BRASIL
(2013)
R$ 50,00



O LIVRO DO PENDULO
SIG LONEGREN
BERTRAND
(1997)
R$ 20,00



A TERAPIA MAIS BREVE POSSÍVEL - AVANÇOS EM PRÁTICAS PSICANALÍTICAS
SOPHIA ROZZANNA CARACUSHANSKY
SUMMUS
(1990)
R$ 50,00





busca | avançada
46852 visitas/dia
1,1 milhão/mês