Siga em frente, não siga ninguém | Ana Elisa Ribeiro | Digestivo Cultural

busca | avançada
30052 visitas/dia
922 mil/mês
Mais Recentes
>>> Comédia dirigida por Darson Ribeiro, Homens no Divã faz curta temporada no Teatro Alfredo Mesquita
>>> Companhia de Danças de Diadema leva projeto de dança a crianças de escolas públicas da cidade
>>> Cia. de Teatro Heliópolis encerra temporada da montagem (IN)JUSTIÇA no dia 19 de maio
>>> Um passeio imersivo pelos sebos, livrarias e cafés históricos do Rio de Janeiro
>>> Gaitista Jefferson Gonçalves se apresenta em quinteto de blues no Sesc Belenzinho
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Numa casa na rua das Frigideiras
>>> Como medir a pretensão de um livro
>>> Nenhum Mistério, poemas de Paulo Henriques Britto
>>> Nos braços de Tião e de Helena
>>> Era uma casa nada engraçada
>>> K 466
>>> 2 leituras despretensiosas de 2 livros possíveis
>>> Minimundos, exposição de Ronald Polito
>>> Famílias terríveis - um texto talvez indigesto
>>> O Carnaval que passava embaixo da minha janela
Colunistas
Últimos Posts
>>> Dicionário de Imprecisões
>>> Weezer & Tears for Fears
>>> Gryphus Editora
>>> Por que ler poesia?
>>> O Livro e o Mercado Editorial
>>> Mon coeur s'ouvre à ta voix
>>> Palestra e lançamento em BH
>>> Eleições 2018 - Afif na JP
>>> Lançamentos em BH
>>> Lançamento paulistano do Álbum
Últimos Posts
>>> Virtuosismo
>>> Evanescência
>>> Um Certo Olhar de Cinema
>>> PROCURA-SE
>>> Terras da minha terra
>>> A bola da vez
>>> Osmose vital
>>> Direções da véspera V
>>> Sem palavras
>>> Kleber Mendonça volta a Cannes com 'Bacurau'
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Gryphus Editora
>>> Cidades do Algarve
>>> Aos aspirantes a escritor
>>> Para quem acha que conhece de tudo na vida
>>> Música é coração, computadores, não?
>>> Lecto-escritura esquizofrénica
>>> Quase uma despedida
>>> Caí na besteira de ler Nietzsche
>>> Journey
>>> Davi, de Michelangelo: o corpo como Ideia
Mais Recentes
>>> Sacrament of Sexuality - The Spirituality and Psychology of Sex de Morton T. Kelsey, Barbara Kelsey pela Element Books (1991)
>>> Perry Rhodan de Kurt Mahr pela Edições de Ouro (1976)
>>> Perry Rhodan #12 - O Segredo do Cofre de Tempo de Clark Darlton pela Ediouro (1976)
>>> Novo Lobo Solitário - Volume 02 de Kazuo Koike pela Panini (2017)
>>> Odalisca: Dançando com o Diabo numa noite de lua cheia de Yuri Belov pela Novo Século (2015)
>>> Gantz - Volume 18 de Hiroya Oku pela Panini (2009)
>>> Os Mortos - Vivos - Volume 02 de Robert Kirkman pela Hqm (2006)
>>> Os Mortos - Vivos - Volume 01 de Robert Kirkman pela Hqm (2006)
>>> Cânticos de Amor ao Amado de ly Vieitez Lanes pela Mania de Livros (1996)
>>> The Occult Fiction of Dion Fortune de Gareth Knight pela Thoth Publications (2008)
>>> Campeões do Mundo de Dias Gomes pela Bertrand Brasil (2015)
>>> Camille Claudel - Auguste Rodin: La Passion à Quatre Mains de Bernard Lehembre pela Acropole (1999)
>>> Traição em Londres de Len Deighton pela Best Seller (1989)
>>> Brujería y reconstrucción de identidades entre los Africanos y sus descendientes en la Nueva Granada, Siglo XVII de Luz Adriana Maya Restrepo pela Imprenta Nacional de Colombia (2005)
>>> Radiestesia Clássica e Cabalística de António Rodrigues pela Fábrica de Letras (2000)
>>> Ancient Astrology de Tamysn Barton pela Routledge (1994)
>>> Justine de Lawrwncw Durrel pela Verbo (1972)
>>> A Varanda do Frangipani de Mia Couto pela Cia. das Letras (2016)
>>> Sete Novelas Fantásticas de Isak Dinesen pela Civilização Brasileira (1979)
>>> Gnosticismo - uma Nova Interpretação da Tradição Oculta de Stephan A. Hoeller pela Nova Era (2005)
>>> Às portas da revolução: Escritos de Lenin de 1917 de Slavoj Zizek pela Boitempo (2005)
>>> Arte e Sociedade - Escritos estéticos (1932 - 1967) de György Lukács pela Ufrj (2009)
>>> Um Hino de Natal de Charles Dickens - Tradução de Cecília Meirelles pela Reade's Digest
>>> Qabalah, Tarot & the Western Mystery Tradition - the 22 Connecting Path on the Tree of Life de Clifford Bias (sobre Cabala) pela Samuel Weiser (1997)
>>> A Representação Feminina na Obra de Virginia Woolf: Um Diálogo Entre o Projeto Político e o Estético de Maria A. de Oliveira pela Paco Editorial (2017)
>>> A Queda de Albert Camus pela Best Bolso (2007)
>>> Sublime Obessão de Lloyde C. Douglas pela Record (1980)
>>> A Política e as Letras - Entrevistas da New Left Review de Raymond Williams pela Unesp (2013)
>>> A Suspeita de Friedrich Durrenmatt pela Círculo do Livro (1975)
>>> A Suspeita de Friedrich Durrenmatt pela Círculo do Livro (1975)
>>> A década de 50: Populismo e metas desenvolvimentistas no Brasil de Marly Rodrigues pela Ática (1996)
>>> Vontade de Viver - A Bicicleta Azul vol. 2 de Régine Deforges pela Best Seller (1985)
>>> Vontade de Viver - A Bicicleta Azul vol. 2 de Régine Deforges pela Best Seller (1985)
>>> O Vôo Imperial 109 de Richard Doyle pela Record (1977)
>>> Superman #18 (Universo DC Renascimento) de Patrick Gleason, Peter J. Tomasi, Jaime Mendoza, Doug Mahnke pela Panini (2018)
>>> Os Conspiradores (Coleção Saraiva) de Barbey D'Aurevilly pela Saraiva (1950)
>>> Genshiken - Volume 02 de Kio Shimoku pela Jbc (2013)
>>> O Amante de Marguerite Duras pela Record (1995)
>>> A Questão Agrária no Brasil. O Debate na Década de 1990 - volume 6 de João Pedro Stédile (org) pela Expressão Popular (2013)
>>> Genshiken - Volume 01 de Kio Shimoku pela Jbc (2013)
>>> A Questão Agrária no Brasil. História e Natureza das Ligas Camponesas: 1954-1964 - volume 4 de João Pedro Stédile (org) pela Expressão Popular (2012)
>>> David Copperfield 2 vols. de Charfles Dickens pela Cered/Objetivo (1997)
>>> A Questão Agrária no Brasil. Programas de Reforma Agrária: 1946-2003 - volume 3 de João Pedro Stédile (org) pela Expressão Popular (2012)
>>> Aço e Arquitetura: Estudo de Edificações no Brasil de Luís Andrade de Mattos Dias pela Zigurate (2019)
>>> Innocent - Volume 5 de Shinichi Sakamoto pela Panini (2018)
>>> Ich Schenk dir cine Geschichte de wlttag des Buches pela Omnibus (2007)
>>> A Questão Agrária no Brasil. O debate tradicional: 1500-1960 - volume 1 de João Pedro Stédile (org) pela Expressão Popular (2011)
>>> Conspiração Violenta de Peter Driscoll pela Record (1972)
>>> Marcos Acayaba de Hugo Segawa, Julio Katinsky e Guilherme Wisnik pela Cosac Naify (2007)
>>> Gênios da Pintura Nº 64: Caravaggio/ (1ª Ed. sem Grampo)/ a Maior Coleção de Arte do Mundo de Pietro Maria Bardi: Supervisão pela Abril (1968)
COLUNAS >>> Especial Quem vale a pena seguir

Sexta-feira, 22/5/2009
Siga em frente, não siga ninguém
Ana Elisa Ribeiro

+ de 5400 Acessos
+ 6 Comentário(s)

Essa metáfora do "seguidor" vem me incomodando faz tempo. Embora eu saiba (eu e a torcida do Cruzeiro) que as metáforas são absolutamente necessárias à comunicação e que as utilizamos o tempo todo, algumas me deixam com uma pulga imensa atrás da orelha.

Na Web, quase tudo ainda é metáfora. O "ainda" é medida de segurança. Pode ser que um dia as coisas tomem corpo próprio, personalidade, jeitão. Por enquanto, tudo soa simulação, simulacro, arremedo ou seja lá o nome que isso tenha. A começar pelo nome dela, "Web", que é "teia" ou algo assim, à semelhança de certas redinhas pegajosas que a gente encontra por aí no mundo. "Navegar" e "surfar" estão ali pelos arredores do mar, das ondas e das bússolas (ou da falta delas). Há um texto acadêmico que trata disso, se não me engano da Lúcia Santaella. A ideia é que "navegar" é algo muito mais planejado e preciso do que a maior parte das ações que executamos na Web.

Metáforas, no entanto, não são exclusividade da rede (olha aí a "rede"!). Quando um jornalista diz que a criança caiu de uma altura que corresponde a um prédio de seis andares, pronto, você entende melhor. Quando alguém diz que a moça se parece com um avestruz, você visualiza. Quando alguém diz que os rins têm a forma de um feijão, qualquer criança imagina. A ideia é aproximar, mais do que precisar. Estou chamando tudo de metáfora, embora, tecnicamente, nem tudo aí seja exatamente isso. Essa necessidade de aproximar as pessoas dos conceitos tem nome. Para Fauconnier, importante pesquisador na Califórnia, isso se chama "escala humana", ou seja, a gente traz as coisas para uma escala que possa ajudar o outro a entender do que se fala.

A metáfora da "rede" é a última vedete do palavreado internacional. Tudo é rede, todo mundo está em rede, até quem não quer ou não sabe. A rede é bacana, é inteligente, é cooperativa. Acho curiosíssimo que justamente algumas pessoas que trabalham com a rede e até a pesquisam com "seriedade" sejam justamente as primeiras a não colaborar fora dela. Muito recentemente vivi algo assim quando convidei dois pesquisadores importantes da rede para um congresso sobre um tema afim. O que eles disseram, para minha surpresa? "Quanto paga?". Uau, é a rede, mas só se for com cachê.

Para o sociólogo Dominique Wolton, "rede" era uma palavra que tinha sentido de coisa ruim, faz pouco tempo. De repente, ela ganhou ares de coisa chique e pronto. Todo mundo está enredado. Será? E que "enredamento" é esse? Quando um figurão espalha por aí que você só é gente se estiver na rede, o que mais ele está dizendo, por trás dessas linhas? Que o resto da galera é um bando de ignorantes sem rede? É preciso ter cuidado.

Quase nada na linguagem é ingênuo. Quase nenhuma metáfora é por acaso. Quando se afirma alguma coisa, há chances grandes de algo ficar entredito e outro algo ficar interdito (ou interditado mesmo). Daí que fico pensando por que essa metáfora do seguidor me deixa meio cabreira. Paranoia? Deve ser.

Eu não sigo ninguém. Tenho amigos, colegas, além das pessoas que admiro bastante. Vou, no entanto, seguindo meu caminho, meu rumo, uma espécie de proposta que a gente se faz. Tive imensa preguiça do Orkut quando ele apareceu. Não aguentei dez dias com aquela conta aberta e tive de fechá-la. O Twitter só entrou na minha vida de forma mais direta recentemente, quando abri uma conta para divulgar um evento sobre tecnologia, educação e linguagem. No entanto, várias pessoas começaram a "seguir" o seminário e eu me vi puxando um cortejo. Em todo caso, as pessoas querem saber quem são os convidados, quando se abrem as inscrições, quanto custam e outros detalhes sobre o festejo. Vá lá. Mas aí, aproveitei para "dar uma volta pela vizinhança" e o que vi? Nada. É mais ou menos como se eu passeasse por um desses condomínios em que os primeiros apartamentos são térreos e você escuta fragmentos de conversas em todas as janelas. É o zapping. É o sampler do bate-papo, em que apenas eventualmente se ouve algo interessante. Não posso parar, sigo em frente pela caminhada, e vou sabendo que alguém disse isto ou aquilo, na maior parte das vezes, algo irrelevante. Mas, para que não digam que sou tão detestável assim, admito: a parafernália tecnológica serve para manter as pessoas em contato frequente. Oh, yeah.

Não posso dizer que "sigo", mas prezo meu contato com algumas pessoas que valem a pena. Chovem e-mails para Ana Elisa Novais, que sabe muito sobre a inclusão digital das escolas estaduais em Minas Gerais; troco correspondência inteligente com Marcelo Buzato, que sabe um tantão sobre inclusão também, só que de outro jeito, e que delirou quando anunciei que talvez Colin Lankshear venha ao Brasil este ano; Carla Coscarelli está sempre ali, em e-mails curtinhos e afetuosos, falando sobre linguagem e tecnologia, mas não apenas disso. E vou deixar de citar muita gente bacana porque, talvez, o contato seja mais espaçado um pouco. Mas ninguém aí me segue e nem é seguido. Nós andamos lado a lado, nos atendemos solicitamente, nos gostamos e nos admiramos. Passamos longe de uma rede dessas em que há um cacique que se acha diferenciado porque sabe clicar melhor do que os outros.

Minha gente, a vaidade e a competição também assolam a Web, na mesma medida que outros espaços, menos ou mais eletrônicos. Ou não? Será que a febre colaborativa virá junto com as redes sociotécnicas? Estou ansiosamente aguardando por isso. De vez em quando eu perco a fé, mas Nossa Senhora Desatadora dos Nós não me deixa cair.

Ser importante é algo muito complexo, não é mesmo? Em geral, nosso alcance é ínfimo, mesmo quando a gente se ilude e acha que atravessou o portão de casa. Quem se importa? Os seguidores? Para viver do trabalho para casa e vice-versa basta morar em qualquer roça. Não se pode aproveitar além do que o corpo permite. E se a mente puder alcançar um pouco mais, terá sido uma dádiva. O problema é que, em geral, as mentes continuam enredadas numa teiazinha de canto de parede, ou estou falando mentira?


Ana Elisa Ribeiro
Belo Horizonte, 22/5/2009


Quem leu este, também leu esse(s):
01. 40 anos sem Carpeaux de Celso A. Uequed Pitol
02. Da varanda, este mundo de Elisa Andrade Buzzo
03. Literatura, quatro de julho e pertencimento de Guilherme Carvalhal
04. Brasil, o buraco é mais embaixo de Luís Fernando Amâncio
05. A pós-modernidade de Michel Maffesoli de Guilherme Carvalhal


Mais Ana Elisa Ribeiro
Mais Acessadas de Ana Elisa Ribeiro em 2009
01. Amor platônico - 10/4/2009
02. Aconselhamentos aos casais ― módulo I - 13/3/2009
03. Aconselhamentos aos casais ― módulo II - 27/3/2009
04. Eu + Você = ? - 27/2/2009
05. Escrever? Quantas linhas? - 12/6/2009


Mais Especial Quem vale a pena seguir
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
22/5/2009
15h58min
Ana Elisa começou bem o seu texto falando da "rede" que nos interessa. No entanto, passou a escrever sobre coisas que acontecem no mundo social e do trabalho que já sabemos. Contudo, comecei a ler pelo título "Não sigo ninguém...", que também é a minha filosofia desde adolescente. Sobre a "rede", eu diria que existe uma preocupação por parte dos pais que têm adolescentes e jovens desempregados em casa. Eles ficam no computador até a madrugada e no dia seguinte está tudo perdido. Como professora, leciono de manhã e vejo os alunos com dificuldades de concentração. Ler um livro? "Para quê, professora, se temos a internet para pegar o resumo?" Em suma, o tempo dirá o total dos prejuízos da "rede" para a sociedade e vamos acreditar no bom senso dos usuários...
[Leia outros Comentários de Gelza Reis Cristo]
23/5/2009
06h42min
Palavra Prima/ Uma palavra/ Só a crua palavra/ Que quer dizer/ Tudo/ Anterior ao entendimento/Palavra! Desde esse Ponto de Início, que precede a Razão, Eu não sou eu/ Você não é você/ Somos apenas nós/ Já nem somos/ Fomos/ Ou talvez/ Seremos.

Cada vez que se escreve qualquer coisa está se seguindo algo ou alguém, que se tranformará em algo ou alguém a ser lido ou escrito. A vida é a arte de olhar o que se foi para se supor pra onde ir, mas vá em frente, aliás, vá ao lado, já que qualquer referência anterior ou vindoura inexistem. Juro que a invejo, Ana.
[Leia outros Comentários de Dalton]
24/5/2009
15h57min
Outro dia vi um filme sobre estudantes de literatura em Paris. Não sei o nome, começei do meio. Uma coisa ficou na minha cabeça: "Porque as pessoas escrevem? Porque não têm personalidade o bastante para não escrever". Adorei. Acho que quem vai na onda das novidades tem um pouco dessa falta de "personalidade". Quando uma coisa aparece como novidade, mas traz junto a sensação de que aquilo poderia ser resolvido muito bem de outra forma, não é lá uma grande coisa.
[Leia outros Comentários de Ana Elisa Novais]
29/5/2009
20h23min
Ana Elisa, texto bacana este, viu?! Não seguir ninguém é não cair na rede nem virar peixe (que morre pela boca, né?). Mas, antes, é traçar outros rumos e os seus me parecem coletivos, o que é muito legal! Gosto da palavra Kumpania!, que com certeza significa muito dentro das suas metáforas. Ah!, o evento já aconteceu? Se ainda não, quando e onde será?
[Leia outros Comentários de Bete Salgado]
30/5/2009
11h17min
Perfeito!
[Leia outros Comentários de Irineu Tolentino]
11/6/2009
05h53min
O pior da "teia" é que, mediante à previsível gratuidade que ela oferece ao peregrino incauto, nem sempre se pode assegurar de que não será surpreendido por uma informação falsa, uma aranha. Ela é conflitante, paradoxal, diria.
[Leia outros Comentários de Antonio P. Andrade]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




PROGRAMA SEMEANDO: OS SEGREDOS DAS ÁGUAS
ELIANA SANT ANNA E MARLI SALES
SENAR E FAEMG
(2006)
R$ 4,00



GRIMÓRIO DO PAPA HONÓRIO- OS MISTERIOSOS SEGREDOS OCULTOS DO PAPA HONÓ
PAPA HONÓRIO
CIÊNCIAS OCULTAS
R$ 480,00



DICIONÁRIO DOS SONHOS (5445)
LADY S. ROBINSON E TOM CORBETT
CÍRCULO DO LIVRO
(1985)
R$ 14,00



TOM JONES
HENRY FIELDING
SUZANO
(2002)
R$ 12,00



FILOSOFIA - VOLUME UNICO
CELITO MEIER
ESFERA
(2016)
R$ 130,00



UM SHOW EM JERUSÁLEM - O REI NA TERRA SANTA
LÉA PENTEADO
GLOBO
(2011)
R$ 21,82



A EMPRESA CONTEMPORÂNEA E SUAS NECESSIDADES
MARINA PALHARINI UND MARIA BARRETO
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 251,00



ESTUDO DE ROUBANDO O FOGO DOS CÉUS DE STEPHEN MACE
TESLA DI MURBOX
TESLA DI MURBOX
R$ 47,00



OPERAÇÃO RHINEMANN
ROBERT LUDLUM
RECORD
(1974)
R$ 8,10



O PÚBLICO, O PRIVADO E O ENSINO FLUMINENSE (1954-1970)
PABLO SILVA MACHADO BISPO DOS SANTOS
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 447,00





busca | avançada
30052 visitas/dia
922 mil/mês