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Segunda-feira, 20/7/2009
Plantar bananeira, assoviar e chupar cana
Pilar Fazito

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+ 3 Comentário(s)

Toda vez que um escritor é entrevistado, ele tem que responder à pergunta de praxe: como é o seu processo de criação? Pedir a um escritor que relate seu método de criação é como dar um microfone a um cantor que sobe em um palco: isso diverte a plateia e envaidece quem está sob o brilho dos holofotes.

O escritor, então, pode passar horas narrando sua preparação diante da folha em branco, seus métodos criativos, o modo como invoca as musas, como a inspiração vem, o que bebe, o que fuma, o que ingere, se escreve em pé, sentado ou plantando bananeira. Dependendo do ego do escritor, essa simples pergunta é o suficiente para preencher toda uma Festa Literária de Paraty. Como se sabe, geralmente o ego de um escritor é uma entidade à parte; uma entidade bem espaçosa, diga-se.

Debater sobre métodos de criação só vale mesmo como hobby ou esporte, já que não há regras, não há consenso e cada um produz como lhe convém.

Nas oficinas de criação que Henfil ministrava, ele dava a dica para seus alunos, dizendo que havia três formas de produzir. A primeira baseava-se na teoria do cão preto, em que o sujeito imaginava que tinha que fugir de um enorme e feroz dógui ébano. A figura do cão preto representa deadlines, cumprimento de acordos ou qualquer outra coisa que exerça uma pressão sobre o criador. Quando se produz sob pressão, não é possível esperar a inspiração pousar em nossas mentes a seu bel prazer; não há escolha. É preciso produzir e apresentar logo o produto da criação.

Outra forma de criar é esperar pela inspiração. Quando a ideia genial passar voando diante dos olhos, o desenhista/escritor/artista deverá agarrá-la de uma vez. Mas ideias geniais são fugazes como borboletas: elas podem demorar muito para aparecer, a gente pode estar tão envolvido com outros pensamentos que fica difícil reconhecê-las quando elas aparecem e, por fim, nem sempre a gente tem meios de controlar o ambiente ― família, contas a pagar, compras de supermercado a fazer ― e serenar o espírito para simplesmente esperá-las.

Há quem produza bem sob pressão, é verdade. Em todo caso, Henfil dizia que do mesmo modo que não é bom ser refém da inspiração acidental, também não é bom ficar refém do cão preto. Isso porque tanto um quanto o outro, bem ou mal, limitam a criação. No caso da espera pela inspiração, a produção pode acabar virando uma atividade rara: um texto aparece hoje, outro daqui a quinze anos... Há quem produza uma única obra genial por toda a vida, mas, neste caso, é bom pensar em manter uma atividade profissional paralela ou dar um jeito de arranjar quem custeie nossa existência. Já no caso do cão preto, muitas vezes, o sujeito acaba apresentando um trabalho cru, que não teve tempo para ser melhor lapidado. Ademais, produzir sob pressão não deve fazer muito bem para a saúde cardíaca.

O ideal, segundo Henfil, é cada um perceber em que ambiente produz melhor, que ações e métodos facilitam seu trabalho e, a partir daí, cultivá-los. Voltar essa atenção para si ajudaria a encontrar um meio termo entre o cão preto e a inspiração fugaz.

Como essas condições são bastante pessoais, é engraçado ouvir de tudo entre aqueles que criam. Philip Roth e Ernest Hemingway são do time que escreve em pé. Joanne Howling criou a bem-sucedida série Harry Potter em cafés e bares, em meio a dificuldades financeiras e familiares. Assim como Balzac, ela não tinha dificuldade em criar em ambientes caóticos, ao contrário de João Cabral de Melo Neto, que produzia seus poemas com métodos matematicamente pensados.

Tem quem escreve em papel de embrulhar pão, quem só escreve à mão, ou que mantém um caderno de notas ao lado da cama e acende a luz do abajur no meio da noite para anotar ideias. Outros acordam cedo, põem um relógio bem à vista e não saem da cadeira enquanto não se passarem três horas ou enquanto não escreverem ao menos uma página.

Tudo depende de como o autor encara a escrita, que tipo de texto ele está produzindo, se é do tipo noturno ou matutino, conciso ou verborrágico, se sua narrativa se baseia mais em relatos de fatos e imagens ou se ele trabalha a linguagem de forma poética. E, neste caso, as emoções do momento falam muito: sei de gente que só consegue escrever quando não está bem, quando está triste ou deprimido. Condicionar a escrita às emoções é um grande problema. O melhor seria fazer como os bons atores, que conseguem desvincular as emoções dos personagens às que ele mesmo sente.

Escrever literatura, definitivamente, não é o mesmo que escrever teses acadêmicas. Geralmente, teses acadêmicas seguem um padrão, um modelo imposto. E quem domina essas técnicas não encontra a menor dificuldade em escrevê-las. O difícil é inovar e ser capaz de escrever teses de um modo quase literário. O risco de ficar ruim é grande, mas quando ficam boas, ficam ótimas ― e um exemplo é a dissertação de mestrado da Ana E.

Escrever um conto também não é o mesmo que escrever um romance. O romance precisa de fôlego e, mais ainda, de uma fé inabalável em si mesmo. Ao menos até o romance chegar ao fim. Caso contrário, é bem possível que o autor ache tudo o que escreveu uma droga e abandone a história no meio do caminho. Há quem planeje milimetricamente a trama do romance antes de iniciar o primeiro capítulo. Há outros que não fazem a menor ideia do que vão narrar e deixam a escrita guiá-los. E é interessante perceber que, à medida que o enredo ganha forma e os personagens se tornam convincentes, a história vai pedindo para ser contada.

Uma boa dica de quem escreve literatura é o distanciamento do texto no momento adequado. Ao final de um conto, por exemplo, vale deixá-lo engavetado por uns três meses e relê-lo depois desse tempo para se certificar de que ele está bom. Às vezes a gente termina de escrever achando tudo bárbaro e, três meses depois, vê que o texto não era lá nenhuma obra-prima. Em outras vezes ocorre o contrário.

O fato é que a gente se encanta ao ouvir os escritores falarem de seus sucessos, mas ninguém fala dos fracassos e das duzentas ideias idiotas, pobres e cheias de clichês que precederam o conto ou o romance bem-sucedido. Geralmente, são essas ideias ruins que permitem o nascimento de um bom texto. Para isso, é preciso ter em mente que literatura é construção e, na maioria das vezes, é preciso reescrever diversas vezes, reestruturar a trama da história, matar personagens, criar ou fundir outros, alterar diálogos etc., até chegarmos a um bom material. Mas até mesmo a insistência nesse processo de construção literária depende da disposição e do método criativo do escritor.

A título de hobby, esporte e vaidade
Sou escritora de hábitos noturnos. Mantenho cadernos de nota ao lado da cama e já virei várias noites escrevendo. Não consigo me forçar a escrever ao menos um parágrafo por dia ou permanecer religiosamente três horas por dia diante de uma folha de papel. Escrevo de supetão ou não escrevo. Se depois de meia hora não sair mais que um parágrafo, levanto e vou dar uma volta. Tenho deadlines em mente, mas tento não trabalhar em cima da hora.

Se um personagem precisa de uma emoção que eu não estou sentindo no momento, escolho uma música que transmita aquela sensação e escrevo ouvindo-a. Isso ajuda a entrar no clima desejado. E embora possa ser difícil entrar no personagem, no narrador-personagem e na história, certamente é mais difícil ainda sair deles.

Não consigo me aprofundar em leituras quando estou escrevendo algo mais extenso porque sempre acabo me "contaminando" com o estilo do autor que leio. Para ter boas técnicas é preciso ser um bom leitor, mas para ter boas ideias, acho mais importante ser um bom "flanador": sair sem rumo e simplesmente observar as pessoas e as coisas à nossa volta, se importar com elas e tentar sentir o que elas sentem ou imaginar o que elas estão pensando; é o que nos faz ter o que dizer.

Cada um precisa encontrar a própria forma de criar e de produzir. E para encontrá-las é preciso entrar um pouco em silêncio e ser também um bom observador de si mesmo.


Pilar Fazito
Belo Horizonte, 20/7/2009


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01. Os Doze Trabalhos de Mónika. Prólogo. Sem Alarde de Heloisa Pait
02. Autoajuda e Poesia de Mariana Portela
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COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
20/7/2009
01h25min
Bravo, Pilar, mais uma de suas pérolas! Adorei o texto, amei a tríade do Henfil (grato pela lição): bye, bye, Brasil, tem sempre um dógui ébano trás de mim... Interessante a tua maneira de escrever, ela se assemelha à minha! Eu coleciono agendas, e nelas registro os meus rabiscos.
[Leia outros Comentários de Sílvio Medeiros]
23/7/2009
23h55min
É interessante analisar um escritor como um "profissional" da literatura, porque sempre se tem a ideia de que sua obra nasce da pura inspiração, de um dom pronto e acabado e não da construção, elaboração e aprimoramento, enfim. Nunca pensamos no autor como alguém falível. Quando lemos uma obra, jamais pensamos nos fracassos e falhas do autor. Isto acaba ficando por conta dos críticos. Eu adoro especular com as palavras, é uma ferramenta e tanto. Obrigada pelas dicas!
[Leia outros Comentários de Melinda Bauer]
25/7/2009
21h10min
Um professor de literatura, certa vez, endossou as palavras do poeta francês Baudelaire de que o autor, na maioria das vezes, mantém distanciamento das suas personagens. Baseado nas referências do seu texto, com as quais concordo, fica a pergunta: e o eu-lírico, onde fica? Assim como você e os autores citados, concordo que há um processo de adesão às personagens. Encarnação, reencarnação... que importa?
[Leia outros Comentários de Antonio P. Andrade]
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