Eric Clapton ― envelhecendo como um bluesman | Diogo Salles | Digestivo Cultural

busca | avançada
28258 visitas/dia
890 mil/mês
Mais Recentes
>>> Palavraria Conversa e Versa
>>> Supercombo no Templo Music: Tour “Adeus, Aurora'
>>> Barracão Cultural estreia montagem de rua a partir de livro de Eva Furnari
>>> Marina Peralta lança novo EP, 'Leve'
>>> Dan Stulbach faz ensaio aberto de Morte Acidental de um Anarquista para alunos da Escola Wolf Maya
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> A Copa, o Mundo, é das mulheres
>>> O espelho quebrado da aurora, poemas de Tito Leite
>>> Carta ao(à) escritor(a) em sua primeira edição
>>> Paris branca de neve
>>> A cidade e o que se espera dela
>>> De pé no chão (1978): sambando com Beth Carvalho
>>> Numa casa na rua das Frigideiras
>>> Como medir a pretensão de um livro
>>> Nenhum Mistério, poemas de Paulo Henriques Britto
>>> Nos braços de Tião e de Helena
Colunistas
Últimos Posts
>>> Mirage, um livro gratuito
>>> Lançamento de livro
>>> Jornada Escrita por Mulheres
>>> Pensar Edição, Fazer Livro 3
>>> Juntos e Shallow Now
>>> Dicionário de Imprecisões
>>> Weezer & Tears for Fears
>>> Gryphus Editora
>>> Por que ler poesia?
>>> O Livro e o Mercado Editorial
Últimos Posts
>>> Efervescências
>>> Justoresoluto
>>> Em segundo plano
>>> A ver navios
>>> As esquinas dos amores
>>> Pelagem de flor I: VERMELHO
>>> Idade Mídia
>>> Quando a alma é visível
>>> A MECÂNICA CELESTE
>>> Diagnóstico falho
Blogueiros
Mais Recentes
>>> O assassinato de Herzog na arte
>>> Animismo
>>> Para tudo existe uma palavra
>>> Lendo Virgílio, ou: tentando ler os clássicos
>>> Entrevista com André Fonseca
>>> Google: utopia ou distopia?
>>> Como medir a pretensão de um livro
>>> A Casa do Saber no Rio de Janeiro
>>> Marcel Proust e o tempo reencontrado
>>> Pedro Paulo de Sena Madureira
Mais Recentes
>>> Luna Clara & Apolo Onze de Adriana Falcão pela Salamandra (2002)
>>> A Casa Soturna de Charles Dickens pela Nova Fronteira (1986)
>>> Robinson Crusoé - Português/Inglês - Ilustrado de Daniel Defoe pela Ciranda (2017)
>>> Terrores da Noite - Quando a Noite Cai, os Morcegos Atacam de Martin Cruz Smith pela Record (1977)
>>> Códigos Eternos de Legrand pela Soler (2004)
>>> O Livro das Cortesães de Susan Griffin pela Susan Griffin (2003)
>>> O Mundo e Suas Maravilhas -A Aventura do Homem no Espaço e no Tempo de R. Argentiere pela Anchieta (1945)
>>> Escaldado em água fria de John Straley pela Globo (2002)
>>> O Oitavo Mandamento de Lawrence Sanders pela Nova Cultural (1989)
>>> Ninguém Quer Um Coração de J. M. simmel pela Círculo do Livro (1987)
>>> Leituras Indispensáveis de Aziz Ab'Sáber pela Ateliê (2008)
>>> O Enforcado de Maigtret Simenon pela Nova Fronteira (1983)
>>> De Profundis de Oscar Wilde pela Editorial Tor/ Buenos Aires (1942)
>>> El Ruiseñor y La Rosa de Oscar Wilde pela Edit. Renovacción/ B. Aires (1944)
>>> Perlas Negras - Mistica - las Voces (Pesias) de Amado Nervo pela Editorial Tor/ Buenos Aires
>>> L Tragedia de un Hombre Fuerte de Manuel Galvez pela Editorial Tor/ Buenos Aires
>>> Acampou no meio de nós para orar os mistérios da infancia de Jesus de Alvaro Barreiro,Sj pela Loyola (1995)
>>> Um Longo Lamento de Amanda Stern pela Rocco (2005)
>>> Galvez, Imperador do Acre (Sem uso) de Márcio de Souza pela Record/ RJ. (2001)
>>> Galvez, Imperador do Acre de Márcio de Souza pela Marco Zero (1985)
>>> Galvez, Imperador do Acre de Márcio de Souza pela Civilização Brasileira (1978)
>>> A Maior dádiva e o mais precioso tesouro de Edgar F.Hallock & Swllengrebel,Ph.D. pela Juerp (2000)
>>> Galvez, Imperador do Acre de Márcio de Souza pela Brasília (1978)
>>> Galvez, Imperador do Acre de Márcio de Souza pela Brasília (1978)
>>> Quebra Canela A engenharia Brasileira na Campanha da Itália de General Raul da Cruz Lima Junior pela Biblioteca do Exército (1982)
>>> A arte da dedução de Sherlock Holmes 2 de Vários pela Coquetel (2013)
>>> Striding Folly de Dorothy L. Sayers pela Hodder & Stoughton (1973)
>>> Camanha da Birmânia Campanhas 18 de Michael Calvert pela Renes (1978)
>>> O Vencedor de Frei Beto pela Atica (2002)
>>> Please Pass The Guilt de Rex Stout pela Fontana (1973)
>>> O Livro dos Manuais de Paulo Coelho pela Brmalls (2008)
>>> A Grande Sintese de Pietro Ubaldi pela Lake (1979)
>>> O Processo Maurizius de Jakob Wassermann pela Victor Civita (1982)
>>> Candy (o sexo nos Estados Unidos, depois dêste livro, nunca será o mesmo - Revista Life) de Terry Southern- Mason Hoffrenberg (tradução de Nelson Rodrigues) pela Eldorado (1969)
>>> Mística Cidade de Deus de Tradução e resumo por um vicentino pela Louva Deus (1971)
>>> A Velha Senhora de Georges Simenon pela Nova Cultural (1987)
>>> Economie Sociale: Les Institutions de Progrès Social (Encad) de Charles Gide pela Libr. Recueil Sirey/ Paris (2019)
>>> Homem Total e Parapsicologia de Albino Aresi pela Edições Loyola (1983)
>>> Homem Total e Parapsicologia de Albino Aresi pela Edições Loyola (1983)
>>> Eu Sei Que Vou te Amar de Arnaldo Jabor pela Record/ RJ. (1986)
>>> Miguel Strogoff - A Invasão vol 2 de Julio Verne pela Bertrand (1978)
>>> Técnica da Pintura de João Medeiros pela Cia. Edit. Americana (1972)
>>> Seja Voce Mesmo Seu Melhor Amigo: um Diálogo Com Dois Psicanalistas de Mildred Newman & Bernard Berkowitz pela Livr. José Olympio Edit. (1985)
>>> A Intertextualidade das Formas Simples: Aplicada Ao Romance a Pedra do Reino, de Ariano Suassuna de Elizabeth Marinheiro: Posfácio: Ariano Suassuna pela Rio de Janeiro (1977)
>>> Sofrer e Amar: Psicologia do Sofrimento de Agir pela Agir/ RJ. (1955)
>>> Golem, um Jogo Incontrolável - Volume 1 (Sm uso) de Lorris; Elvire e Marie- Aude Murail pela Record/ RJ. (2002)
>>> Psicoterapia Com L. S. D. e Outros Alucinógenos de Fontana (alberto E) pela Mestre Jou (1969)
>>> Os Meninos da Planície: Histórias de um Brasil Antigo de Cástor Cartelle/ Ilustr.: Sandra Bianchi pela Formato/ Belo Horizonte (2001)
>>> Bioética de Moderna pela Moderna (2001)
>>> Até Parece o Paraíso de John Cheever pela Companhia das Letras/SP. (1986)
COLUNAS >>> Especial Melhores de 2000-2009

Terça-feira, 9/2/2010
Eric Clapton ― envelhecendo como um bluesman
Diogo Salles

+ de 18200 Acessos
+ 3 Comentário(s)


Muro perto da estação Islington ― Londres, 1966

Falar em "melhores da década" é um tema amplo demais. Como não quero ficar atirando para todos os lados, prefiro colocar essa pauta num plano mais fechado. Em diversos textos que escrevi aqui, procurei analisar o cenário musical de diferentes maneiras, mas todos eles tinham um ponto de convergência: essa primeira década do milênio foi de uma pobreza musical quase inverossímil. Pelo menos no que tange o mainstream. Em minhas intermináveis discussões musicais com Rafael Fernandes, vivo insistindo que não houve renovação no rock desde a derrocada do grunge. Parece ter se segmentando ainda mais e formado novos guetos no heavy metal para os xiitas se acotovelarem. Já o pop nem se fala: parece ter morrido antes mesmo de Michael Jackson ― e do que restou, só o resto mesmo: a mesma porcaria venal e pasteurizada de sempre. No rock clássico, alguns se reciclaram, outros seguiram adiante e boa parte se aposentou (embora a maioria ainda não saiba disso). Entre mortos e feridos, eis o que eu queria dizer: para mim, Eric Clapton foi o músico da década. Músico e guitarrista.

Tudo bem, sei que é fácil ser o melhor músico numa década em que qualquer sinal de virtuosismo é visto como "ultrapassado" e ser medíocre é "cool". Mais fácil ainda é ser o maior guitarrista numa década em que Jack White é ovacionado como o guitar hero dessa geração. Pode funcionar para quem só quer pagar de "descolado", mas a crítica musical, que disseminou esse espírito de manada pró-Jack White, parece ignorar que Clapton ― além de ser infinitamente mais importante ― foi o artista mais prolífico dos últimos dez anos. Não é só a maneira de tocar, é o timbre, é a voz (cada vez mais rouca), são os shows, as parcerias, é o partido artístico de uma forma geral. Eric Clapton parece ser uma espécie de Clint Eastwood do blues-rock: quanto mais velho, melhor fica. Parece envelhecer como os bluseiros que tanto o inspiraram. Ícone musical e guitarrista prodígio dos anos 1960, ele se afogou no álcool e nas drogas nas décadas seguintes, até ressurgir sóbrio no excelente álbum Journeyman (1989) e explodir comercialmente com Unplugged (1992). Chegados os anos 2000 ― e já não tendo de provar mais nada a ninguém ―, Clapton resolveu fazer um mergulho profundo em si mesmo, realizando todos os seus sonhos musicais, indo buscar suas raízes e, de quebra, reconstruindo sua vida pessoal. Então vamos deixar a crítica lá, jogando capim para os búfalos. Aqui, vamos reconstituir o caminho do Slowhand nos últimos dez anos.

2000 ― Para começar a década, nada como tocar com B.B. King, que dispensa apresentações. O sonho era antigo (de ambas as partes), o repertório escolhido para o álbum foi muito bem selecionado e o time de músicos que os acompanharam é fantástico. Entre standards do lendário Blues Boy King, como "Three O'Clock Blues", e "Ten long years", adicionados a rocks suingados e músicas novas, Riding With the King já nasceu clássico e rapidamente se tornou multi-platinado, além de arrebanhar o Grammy de melhor álbum de blues. Outros destaques ficam para a faixa-título, "Marry You", "Hold on, I'm comin'" e "I wanna be". O diálogo de guitarras é um deleite, com Clapton e seu freaseado característico em sua Fender Statocaster e B.B. King fazendo sua Lucille chorar. Pura magia, do começo ao fim.

2001 ― Tempo de lançar um disco de inéditas, coisa que não acontecia desde o ótimo (e triste) Pilgrim (1998). Assim, Reptile nasceu de uma evolução de Riding With the King, mas com um outro conceito. Mais variado, ainda trazia elementos de blues ("Got you on my mind"), mas também mesclava rock ("Travellin' light"), pop ("Believe in life") e até uma pegada meio bossa (na faixa-título). A subsequente turnê foi a última que passou pelo Brasil. Graças a deus, ou melhor, graças a Clapton, estive lá para presenciar. Muitas críticas que ouvi na época dão conta de que ele não "agitou" muito no show. Quanta bobagem. O público não vai a um show do Eric Clapton para vê-lo "agitar", e sim, para vê-lo tocar. Sua música não é de arena e ele nem faz pose de guitar hero (não precisa disso). O anticlímax do início, com um set acústico, foi intencional, servindo de contraponto a todos os clichês do gênero. Agora, com o perdão da rabugice: quem procura "agito", que vá a um bloco de axé e não encha o saco.

2002 e 2003 ― Os dois anos seguintes foram de descanso e dedicação à família, que continuava aumentando. Mesmo assim, Clapton participou de alguns shows como convidado especial e organizou o concerto em memória ao amigo George Harrison. E a turnê de Reptile rendeu o registro ao vivo (em CD e DVD) One More Car, One More Rider, mais um item que foi direto para a coleção dos "claptomaníacos" (sem trocadilho, por favor).

2004 ― De volta à labuta, Clapton queria lançar um álbum tendo a família como temática. As primeiras seções não se mostraram muito animadoras e, diante da falta de inspiração, perambularam pelo repertório de Robert Johnson. Me and Mr. Johnson nasceu assim mesmo, despretensioso. Além de preencher a lacuna, serviu como tributo prestado a um de seus maiores heróis. Algumas versões soaram repaginadas, como em "Milkcow calf blues" e "Travelling riverside blues". Outras se aproximaram um pouco mais da atmosfera original, caso de "Little queen os spades" e "Me and the devil blues". Na estrada, além da turnê, foi realizado também o Festival Crossroads, que trazia guitarristas do quilate de B.B. King, Buddy Guy, Jimmie Vaughan e Jeff Beck.

2005 ― Num ano de intenso trabalho, eis que o tal "álbum da família" finalmente saiu. Back home é talvez seu melhor disco de inéditas desde Journeyman. Equilibrando todas as suas influências, o álbum traz o que ele sempre fez de melhor em sua carreira: da levada pop de "So tired" e "Piece of my heart" à leveza soul de "One day" e "I'm going left". Já "Revolution" traz ecos de Bob Marley, lembrando os tempos em que "I shot the sheriff" explodiu comercialmente nas mãos de Clapton e apresentou o rei do reggae ao mundo. "Lost and found", música de Doyle Bramhall II, é um blues-rock classudo que só poderia soar tão bem (como soou) nas mãos do Slowhand. E nesse mesmo ano, ele ainda encontraria tempo para reunir seus antigos companheiros Jack Bruce e Ginger Baker e remontar o Cream para uma série de apresentações em Londres e Nova York. Nos shows, registrados no DVD Royal Albert Hall London May 2-3-5-6 2005, clássicos obrigatórios como "Badge", "White Room" e "Sunshine Of Your Love".

2006 ― JJ Cale sempre foi um grande colaborador da carreira de Clapton, seja como guitarrista, seja como compositor. A ideia inicial seria mais um álbum de inéditas, mas em Road to Escondido a longa parceria foi finalmente celebrada ― e os créditos exaltados, com JJ à frente. Influências de country predominam no repertório, destaque para "When this war is over" e "Last will and testament". Mas há também espaço para o blues, com "Sporting life blues" e para músicas lentas, como a belíssima "Heads in Georgia" e a climática "Hard to thrill". O ano foi marcado também por uma massiva turnê mundial que, infelizmente, não chegou à América Latina.

2007 ― Ano de dar uma parada e se recuperar da extenuante turnê que passou. Tempo de lançar a tão aguardada autobiografia, que traz relatos "dolorosamente honestos", como explica o texto da orelha. Uma história que, em alguns momentos, beira o surreal. Nada escapa de sua memória: o vício em heroína (e depois em álcool), o tumultuado triângulo amoroso com Pattie Boyd e George Harrison, a trágica morte de seu filho Conor... E toda a história é costurada pela pungente lembrança do abandono de seus verdadeiros pais na infância, fato que constantemente voltava para assombrá-lo. Leitura vertiginosa e obrigatória para qualquer musicólogo que se preze. Para acompanhar esse lançamento, saiu também o CD duplo Complete Clapton, que reúne o guitarrista em todas as suas fases e talvez seja sua coletânea mais enxuta e bem editada. O combo CD+livro fica como um importante porta-retrato de sua carreira e se torna a compra mais indicada para os não iniciados.

2008 e 2009 ― No ano seguinte, era hora de ressuscitar mais uma grande parceria nos anos 60. Eric Clapton e Steve Winwood já vinham discutindo a possibilidade dessa reunião há algum tempo e ela finalmente aconteceu. O que seriam apenas algumas apresentações em Nova York acabou se tornando uma turnê (que rende shows até hoje) e gerou o CD e DVD Eric Clapton and Steve Winwood ― Live from Madison Square Garden. Nele, além dos clássicos das duas carreiras solo, foi passada a limpo a curta vida do Blind Faith, banda que só durou um disco (autointitulado, lançado em 1969). Clássicos não faltaram, como "Had to cry today" e "Presence of the lord", além de uma sublime versão de "Can't find my way home".

Bom, precisa falar mais? Uma década que começou com B.B. King e terminou com Steve Winwood não podia ser menos do que brilhante para Eric Clapton. São em tempos como esses que a famosa pixação "Clapton is God" nos muros de Londres ganha outra conotação. O próprio Clapton pode até ter rejeitado o título nos anos 60. Agora, não pode mais. Um cara que foi fã de Robert Johnson, aprendiz de Muddy Waters, admirador de John Lee Hooker, seguidor de Buddy Guy, parceiro de John Mayall, contemporâneo de Jimi Hendrix, rival de Jeff Beck, amigo de George Harrison, companheiro de reabilitação de Stevie Ray Vaughan, ídolo de Eddie Van Halen (e de uma miríade de grandes guitarristas)... É uma história que se confunde com a própria evolução do rock ― e de como a guitarra se tornaria seu objeto de culto. Além de já ter tocado com os músicos mais importantes e respeitados do mundo, ele transitou pelos mais variados gêneros, sem medo de explorá-los: blues, rock, pop, jazz, soul, country, reggae. Não sendo um virtuose (ele é o Slowhand, lembram?) e passando ao largo de toda essa mediocridade pseudo-cool (em voga hoje), ele subverte a dicotomia do "atitude x velocidade", tão cara aos guitarristas. Clapton já seria um gênio pelo simples fato de usar basicamente escala pentatônica do blues e nela colocar a sua marca, conferindo-lhe conceito, sofisticação e complexidade. Mas foi além. Se você for um purista e quiser cavar fundo para descobrir todas as ramificações na árvore genealógica dos grandes guitarristas, invariavelmente passará por Eric Clapton. E descobrirá que, realmente, Clapton é Deus.

Para ir além






Diogo Salles
São Paulo, 9/2/2010


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Canção de som e fúria de Carina Destempero
02. O jornalismo na fervura de Marta Barcellos
03. Iniciantes, de Raymond Carver de Alysson Oliveira
04. A resistência, de Ernesto Sabato de Rafael Rodrigues
05. É a mãe! de Pilar Fazito


Mais Diogo Salles
Mais Acessadas de Diogo Salles em 2010
01. Eric Clapton ― envelhecendo como um bluesman - 9/2/2010
02. Arte e liberdade - 23/7/2010
03. O filme do Lula e os dois lados da arquibancada - 19/1/2010
04. Shows da década (parte 1) - 16/3/2010
05. Shows da década (parte 2) - 20/4/2010


Mais Especial Melhores de 2000-2009
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
6/3/2010
16h07min
"Eric Clapton não sabe tocar guitarra". Frase do genial guitarrista do Deep Purple, que nem preciso falar o nome.
[Leia outros Comentários de jardel dias cavalcan]
19/4/2010
14h00min
Genial! Concordo em gênero, número e grau... Clapton is (definitly) God!!!
[Leia outros Comentários de Daniela]
16/5/2014
22h26min
Esse texto fez meu dia mais feliz!!!Viva Clapton, viva a boa música!!!
[Leia outros Comentários de Daniela Bartelli ]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




A IRMANDADE DO CRIME
EDGAR WALLACE
CIRCULO DO LIVRO
R$ 5,00



TERAPIA DA PAZ
CARLOS ANN MORROW
PAULUS
(1998)
R$ 10,00



HANNAH AND THE HURRICANE
JOHN ESCOTT
LONGMAN
(1995)
R$ 10,00



BLINK-182 - A BIOGRAFIA
JOE SHOOMAN
EDICOES IDEAL
(2012)
R$ 27,00



QUERIDO DIÁRIO OTÁRIO - EU! (IGUALZINHA A VOCÊ, SÓ QUE MELHOR)
JIM BENTON
FUNDAMENTO
(2011)
R$ 14,99



EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS
FERNANDO RUIZ
SENAC
(2007)
R$ 17,85



CINDERELA - UM LIVRO POP-UP DE CONTOS
TODOLIVRO EDITORA
TODOLIVRO
(2015)
R$ 7,00



VICTORIAN COSTUME AND COSTUME ACCESSORIES
ANNE BUCK
RUTH BEAN PUBLISHERS
(1984)
R$ 168,00
+ frete grátis



A CASA DA PRAIA
JANE GREEN
NOVA FRONTEIRA
(2011)
R$ 10,00



TEMPO, ESPAÇO E SIMBOLOGIA
JUSSARA NEVES REZENDE
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 391,00





busca | avançada
28258 visitas/dia
890 mil/mês