Quebrar pratos com Afrodite | Rafael Lima | Digestivo Cultural

busca | avançada
70483 visitas/dia
2,4 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Live: Como a cultura nos livros didáticos influencia a formação da criança
>>> Projeto: Encontro ás escuras - Contos e cantos ancestrais
>>> Primeira edição do ZporZ Fest Verão acontece em janeiro
>>> Sesc Cultura ConVIDA! apresenta mostras temáticas
>>> Oficina de Objetos de Cena nas redes do Sesc 24 de Maio
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Isto é para quando você vier
>>> 2021, o ano da inveja
>>> Pobre rua do Vale Formoso
>>> O que fazer com este corpo?
>>> Jogando com Cortázar
>>> Os defeitos meus
>>> Confissões pandêmicas
>>> Na translucidez à nossa frente
>>> A Velhice
>>> Casa, poemas de Mário Alex Rosa
Colunistas
Últimos Posts
>>> Mehmari, Salmaso e Milton Nascimento
>>> Gente feliz não escreve humor?
>>> A profissão de fé de um Livreiro
>>> O ar de uma teimosia
>>> Zuza Homem de Mello no Supertônica
>>> Para Ouvir Sylvia Telles
>>> Van Halen ao vivo em 1991
>>> Metallica tocando Van Halen
>>> Van Halen ao vivo em 2015
>>> Van Halen ao vivo em 1984
Últimos Posts
>>> Tonus cristal
>>> Meu avô
>>> Um instante no tempo
>>> Salvem à Família
>>> Jesus de Nazaré
>>> Um ato de amor para quem fica 2020 X 2021
>>> Os preparativos para a popular Festa de Réveillon
>>> Clownstico de Antonio Ginco no YouTube
>>> A Ceia de Natal de Os Doidivanas
>>> Drag Queen Natasha Sahar interpreta Albertina
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Um olhar sobre Múcio Teixeira
>>> A coisa tá preta
>>> Fugindo do apocalipse
>>> Sonhos Sujos
>>> Eu acho que alguém aqui pirou
>>> Ideologias em forma de spam
>>> Neste Natal etc. e tal
>>> Lula, o filme
>>> Mauro Henrique
>>> Uma pirueta, duas piruetas, bravo, bravo!
Mais Recentes
>>> O diário de Suzana para Nicolas de James Patterson pela Arqueiro (2011)
>>> Brincando com Fogo de Gordon Ramsay pela BestSeller (2010)
>>> Le Coeur net de Chris Marker pela Du Seuil (1949)
>>> Fernando pessoa, o Menino da Sua Mãe de Amélia Pinto Pais pela Cia das Letras (2011)
>>> Arquitetura & construçao--agosto de 2007--vidros. de Abril pela Abril (2007)
>>> Ensayos Sobre Metodologia Sociológica de Max Weber pela Amorrortu (1973)
>>> Beyond the Brain de Stanislav Grof pela Suny Press (1986)
>>> Twentieth-century Mystics and Sages de Anne Bancroft pela Arkana (2021)
>>> Sobre o Amor de Jacob Needleman pela Ediouro (1998)
>>> O Enigma da Esfinge - a Sexualidade de Antônio Moser pela Vozes (2001)
>>> El Estructuralismo de Jean Piaget pela Proteo (1971)
>>> Arquitetura & construçao--fevereiro de 2006--37 ideias de reforma em casa e apartamento de Abril pela Abril (2006)
>>> Análise Financeira de Balanços - Abordagem Básico e Gerencial de Dante C. Matarazzo pela Atlas (2003)
>>> Arquitetura & construçao--dezembro de 2006--28 ideias praticas para reformar o apartamento pequeno. de Abril pela Abril (2006)
>>> Ovelhas Negras de Caio Fernando Abreu pela Sulina (1995)
>>> Navegue tranquilo vol. 2 de Helvir A. W. Cantanhede pela Edições náuticas
>>> Navegue tranquilo vol. 2 de Helvir A. W. Cantanhede pela Edições náuticas
>>> A Nova Classe Média de Marcelo Neri pela Saraiva (2011)
>>> Vozes Anoitecidas de Mia Couto pela Companhia das Letras (2013)
>>> Navegue tranquilo vol. 2 de Helvir A. W. Cantanhede pela Edições náuticas
>>> Atlas Geográfico Saraiva de Vera Caldini & Leda Ísola pela Saraiva (2009)
>>> Música ao Longe de Erico Verissimo pela Globo (1995)
>>> Atlas Geográfico Saraiva de Vera Caldini & Leda Ísola pela Saraiva (2013)
>>> A Economia Em Machado de Assis de Gustavo H. B. Franco pela Zahar (2007)
>>> O Võo da Madrugada de Sergio Sant'Anna pela Companhia das Letras (2008)
>>> Atlas Geográfico Espaço Mundial de Graça Maria Lemos Ferreira pela Moderna (2006)
>>> Single & Single de John Le Carré pela Record (1999)
>>> Atlas Geográfico Escolar de Maria Elena Simielli & Mário de Biasi pela Ática (1990)
>>> Anatomia do Estado de Murray H. Rothbard pela Lvm
>>> GeoAtlas Básico de Maria Elena Simielli pela Ática (2010)
>>> Minidicionário Escolar Espanhol de Oscar Rojas pela Dcl (2004)
>>> Tony e Susan de Austin Wright pela Austin Wright (2011)
>>> Ícones: Seu Coração Só Pode Bater Com a Permissão Deles de Margaret Stohl pela Galera Record (2014)
>>> Michaelis Minidicionário alemão / português - português / alemão de Alfred Josef Keller pela Melhoramentos (2010)
>>> Visagismo - Harmonia e Estética de Philip Hallawell pela Senac Sp (2008)
>>> Sob a Pele das Palavras de Celso Cunha pela Nova Fronteira (2004)
>>> Radcliffe- Brown: Coleção Grandes Cientistas Sociais. Número 3 de Júlio Cezar Melatti; Florestan Fernandes (org.) pela Ática (1995)
>>> Troppo Facile - Receitas e Notícias Sobre Comida Boa de Gaspare Tusa Di Gruppazzi pela Via Nuova (1990)
>>> Tradução das Catilinárias de Cícero de Maximiniano Augusto Gonçalves pela Livraria H. Antunes (1955)
>>> Cisnes Selvagens de Jung Chang pela Companhia das Letras (1994)
>>> Amazônia, a Menina dos Olhos do Mundo de Thiago de Mello pela Bertrand Brasil (2005)
>>> Imperatriz de Shan Sa pela Ediouro (2004)
>>> O Feitiço da Ilha do Pavão de João Ubaldo Ribeiro pela Nova Fronteira (1997)
>>> Crônicas do Reino de Deus de Frei Lucas Moreira Neves pela Duas Cidades
>>> O Visconde Partido ao Meio de Italo Calvino pela Companhia das Letras (1996)
>>> Parcerias: Fundamentos e Benefícios para o Terceiro Setor de James E. Austin pela Futura (2001)
>>> História do povo Francês de André Ribard pela Brasiliense LTDA (1952)
>>> Cabeça de Porco de Luiz Eduardo Soares, MV Bill, Celso Athayde pela Objetiva (2005)
>>> Mil Moedas de Ouro de Ruthanne Lum Mccunn pela Best Seller (1999)
>>> As Noites do Morro do Encanto - Livro 2 de Dinah Silveira de Queirzo pela Civilização Brasileira (1957)
COLUNAS

Terça-feira, 14/5/2002
Quebrar pratos com Afrodite
Rafael Lima

+ de 10900 Acessos
+ 1 Comentário(s)

Terra dos Deuses

Minha mãe deve ter alguma razão quando diz que eu sou infantil. Confere com minha reação ao ler o release do Afrodite Tis Milo, restaurante grego recém-aberto que eu iria visitar. Corri os olhos atentamente por todas as informações - horário de funcionamento, especialidades, endereço, telefone - mas só me detive no final, precisamente na famosa quebra de pratos. Legal, pensou o Bart Simpson de dentro de mim.

É claro que não era apenas isso o que se passava pela minha cabeça ao adentrar a varanda, varrendo como um radar o local - letreiro discreto, murinho de pedras brancas separando a varanda da parte interna, pôsteres turísticos com paisagens gregas nas paredes azuis, alguns poucos casais pelas mesas, a tentativa de evocar uma atmosfera de Mediterrâneo; criar um ambiente acolhedor, intimista... europeu? - à procura da assessora de imprensa. O trem de pensamentos foi interrompido assim:
- Você é o Rafael ?
Nos cumprimentamos, e a Carla descolou uma mesa na parte interna do restaurante, isolada acústica e termicamente por uma porta de vidro. Duas coisas são diferentes no lado de dentro: a temperatura (mais agradável, por causa do ar condicionado) e o som ambiente (tradicionais canções gregas que saem dos auto-falantes substituem o ruído de fundo do trânsito de Botafogo). Aquela música me provocava uma sensação desagradável, intensificada com a repetição - não tanto quanto uma música árabe, ou chinesa, ou até indiana, o que me levou a divagar sobre o caráter monótono, chato mesmo, que a música oriental tem aos ouvidos da tradição ocidental. Enquanto isso, a Carla, a assessora de imprensa, me distraía com suas histórias da faculdade de Comunicação. Para minha grata surpresa, aprendi que ensinavam lá como se vestir para uma matéria genérica - uma roupa coringa, adequada desde uma matéria no morro até um lançamento de livro. Surpresa porque não imaginava que também ensinavam coisas práticas assim. Como? Não, eu não fiz faculdade de comunicação, não senhora.

Carneiro Afrodite Tis Milo, ela me confirmou, é tão somente a tradução para o grego de Vênus de Milo, em homenagem à ilha onde nasceu Antony Milos - portanto, um grego legítimo - o dono do restaurante. A história do Antony daria estofo para outra coluna por si só (se eu tivesse tido o tempo para entrevistá-lo): morou em Nova Iorque, onde o pai tem um restaurante, e há quatro anos veio para o Rio sem falar português. Andou dando aulas de inglês, e aproveitando a carência de restaurantes gregos na cidade e o know how do estágio novaiorquino, decidiu por abrir um. Trouxe uma cozinheira para ajudar, ensinou a feitura dos pratos a equipe e, há pouco tempo, importou seu irmão Mateus (o nome não é exatamente esse; estou aportuguesando por facilidade e eufonia) para dar uma força. Agora, cabe a ele apresentar e ensinar à cidade de São Sebastião um pouco mais do que os sanduíches de churrasco grego, os vinhos e a tal quebra de pratos (famosos em filmes como Zorba, O Grego) já que o último restaurante que existia na cidade ficava num hotel cinco estrelas - mais sofisticado, mais turístico, menos típico.

Salada Grega A julgar pelos freqüentadores, Antony terá um longo caminho pela frente: quase todo mundo é da comunidade grega do Rio de Janeiro, atavicamente emulando via seus paladares a presença de parentes distantes, a juventude em uma cidade pequena de nome impronunciável, uma viagem inesquecível à alguma das mais de 3000 ilhas, enfim, para reviver um pouquinho de sua nação, a mesma que gerou Euclides, Sócrates e Diógenes. Fiquei muito impressionado ao ver aquele ambiente repleto de gregos e descendentes (até fisicamente, era possível discernir traços comuns), primeiro pela incomum sensação estar dentro um gueto, uniformidade rara numa cidade em que a mistura é a regra e a miscigenação é a lei; e segundo, porque eu nem mesmo sabia que existia uma comunidade grega no Rio! E, como qualquer comunidade, atuante, acolhendo novos membros, freqüentando os mesmos lugares, adotando eventuais filhos espirituais... A união talvez seja a herança de Leônidas e seus 300 de Esparta, que resistiram às infinitamente superiores armadas de Xerxes no despenhadeiro das Termópilas.

Embora notabilizada pela bravura desses guerreiros, a Grécia amargou uma sucessão de invasões ao longo da História - depois dos persas, incorporação à Macedônica por Felipe, pai de Alexandre, o Grande; depois os romanos; bárbaros, na Idade Média; turcos, em 1453; e, como se não fosse suficiente, nazistas alemães na II Guerra Mundial. Mesmo que tenha se mantido como berço da civilização ocidental, exportado via Alexandre uma cultura helênica para os quatro cantos, e só tendo o trono de capital cultural da Europa ameaçado por Constantinopla, no período em que esta passou a exercer a hegemonia na Europa Ocidental, a nação grega não passou impune por todas as tentativas de transformá-la em Casa da Mãe Joana, recebendo influências variadas que se misturam nessa representação tão típica de uma cultura, a gastronomia.

Assim, não se espante se sentir o sabor de quatro continentes ao provar, de entrada, Suzukáikia, bolinhos de carne com molho de tomate, ou o Polvo a la Mikonos, (cozido com azeite grego e especiarias, sempre acompanhados de pão árabe tostado). E já que estou no reino dos antepastos, não posso deixar de mencionar as saladas gregas, com queijo branco, tomate, orégano, azeite e azeitonas, sempre apreciadas nesses tempos de alimentação light. Muito cuidado com a empolgação turística numa hora dessas - não pela salada, mas pelo risco que é pedir uma bebidinha típica para acompanhar: Oúzo (diz-se: úzo) é assim como uma cachaça dos gregos, com teores alcoólicos bem altos. Podia ser encantador ver seu aspecto leitoso dentro de um copo com gelo, mas não topei porque não queria nem imaginar com seria ter sair dali de quatro...

Moussaka Os temperos e os molhos experimentados até agora, fortes, marcantes, mas nunca enjoativos ou ardentes como os mexicanos, são a isca perfeita do paladar para um dos pratos principais, que pela opção default é Moussaka (na pronúncia correta, a última sílaba é a tônica), descrito unanimemente como uma lasanha composta de camadas de berinjela, carne moída (ou arroz, para os vegetarianos, sempre eles...) e molho bechamel. O sabor dessa combinação é exatamente o mesmo da Berinjela Recheada unitária repetida em série, um molho precioso, cujo sabor pode ficar mais doce, se você evitar comer a casca da berinjela, ou mais travado, com ela. Já alguém mais ousado e minimamente sagaz, numa rápida inspeção visual do cardápio vai ser capaz de perceber que o grande prato da culinária grega é o carneiro, de preferência frito e servido com um molho de especiarias. No Afrodite Tis Milo, é possível comer carneiro à moda de Esparta, de Atenas, de Milos, além do tradicional modo da casa. Se o sabor da Bahia é um acarajé frito na hora, com camarão espetado no meio e dois pingos de pimenta na massa, o sabor da Grécia é um carneiro frito com aquele delicioso molho grego à base de vinho e ervas misteriosas, cuja receita deve ter sido soprada a um mortal por algum deus, num papo regado a vinho à beira mar, em momento de grande descontração.

Gyro Pita Mas nenhum texto que se preze como introdução rápida à gastronomia grega pode deixar de falar no Gyro, esse curioso preparado pronto para ser convertido em fast food. Não conheço, mas apostaria que existe algum restaurante nos E.U.A (senão em Nova Iorque, em São Francisco ou Los Angeles) com serviço expresso de Gyros para os yuppies do quarteirão baterem um lanche. O modo de segurar para comer um Gyro lembra muito o formato cônico de uma crepe francesa, - ou simplesmente: o de um sorvete - com a diferença que ao invés de uma massa fina, é no pão árabe que os recheios são colocados, a saber: batata frita e uma carne em cubos (que pode ser frango, porco ou carneiro), tostada "em uma máquina especial", ambos mesclados em tzaziki, molho à base de iogurte, pepino e temperos especiais, de consistência similar ao iogurte seco dos árabes, mas com ervas que adicionam personalidade, deixando-o picante, provocante. Também não consegui deixar de lembrar do burrito mexicano enquanto provava o Gyro, pois ambos são compostos de uma mistura de ingredientes (um dos quais, obrigatoriamente carne), envolvidos numa massa; além disso, ambos parecem ter a origem comum do prato feito de miudezas, comida de trabalhador, para se embrulhar e levar mastigando pelo caminho, mesmo que o Gyro não seja tão substancioso assim.

Com o perdão pelo trocadilho, tem um melting pot de influências culinárias em um Gyro. A diversidade de sabores e texturas e a qualidade dos molhos gregos são capazes de cativar um autêntico ignorante no assunto até anteontem, como o autor deste texto, a ponto de fazê-lo quase esquecer da quebra de pratos, que afinal acabou não acontecendo, parece que por alguma doença de um dos artistas. Pelo menos assim eu tenho uma boa desculpa para jantar de novo lá...

Afrodite Tis Milo
Rua Conde de Irajá 288 (Botafogo), telefone: [55 21] 2246 8430. Das 11h00 até o último cliente; às sextas e sábados, apresentações de danças gregas e a famosa "quebra de pratos", às 22h00. Não tem estacionamento, mas é fácil encontrar vaga na rua ou no estacionamento da Cobal; cartões de crédito: Visa, Mastercard, RedeShop.


Rafael Lima
Rio de Janeiro, 14/5/2002


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Espírito e Cura de Ricardo de Mattos
02. Proposta Decente? de Marilia Mota Silva
03. Companheiros de Jornada de Ricardo de Mattos
04. Melhores Podcasts de Julio Daio Borges
05. A Legião e as cidades de Guga Schultze


Mais Rafael Lima
Mais Acessadas de Rafael Lima em 2002
01. Coisas nossas - 23/4/2002
02. Pi, o [fi]lme, e o infinito no alfa - 25/6/2002
03. Ar do palco, ou o xadrez nos tempos da Guerra Fria - 16/4/2002
04. Quando éramos reis, bispos, cavalos... - 9/4/2002
05. Quebrar pratos com Afrodite - 14/5/2002


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
30/5/2002
10h46min
Pois é, meu caro Rafael (não vou aqui te chamar pelo apelido, porque pode tornar-se incômodo). Olha a ironia, olha a ironia! A seu convite apareci para saborear a sua primeira coluna gastronômica e posso te dizer que o seu futuro, meu amigo, o seu futuro é o infinito! Brilhante coluna, como aquelas que se espargem. É como naqueles pequeníssimos vasilhames de perfume francês, que borrifados alcançam séculos de história da arte dos odores. Escrever é atirar a esmo, já dizia um amigo meu. E eu, naqueles tenros anos de zona colegial e frustração intelectual, a tentar e tentar tornar-me um verdadeiro "sniper", ilhado no bairro da Glória ou, agora, aqui em São Conrado. Aguardo ansiosamente por nossa ida à "Vênus de Milo". Espero poder quebrar alguns pratos, embora minha consciência de ocidental boboca ainda me traga alguns pesares pela culpa do vandalismo inexistente. Se não me segurarem, acabo por quebrar Versalhes no dia seguinte. Ou pelo menos o Palácio do Itamaraty, que fica aqui mais perto. Abraços!
[Leia outros Comentários de Homer]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




Meu Querido Christopher
Sy Montgomery
Prestigio
(2007)
R$ 10,00



Mortas Em Serviço
Lillian O´Donnell
Francisco Alves
(1981)
R$ 10,00



Pássaro Contra a Vidraça
Giselda Laporta Nicolelis; Rogério Borges
Moderna
(2001)
R$ 10,00



Como Avaliar Sua Equipe
Langdon Ken
Publifolha
(2001)
R$ 10,00



Os Padres Casados
Maurice Weitlauff / Georges Walter
Expressão Popular
(1970)
R$ 10,00



Revista do Advogado N.º 118
Diversos
Aasp
(2012)
R$ 10,00



O Cavaleiro Da Rosa Do Supermercado
Antonio Honlfeldt
FTD
(1999)
R$ 10,00



Galileu 196 - o Deus de Einstein
Varios Autores - Edit Globo
Globo
(2007)
R$ 10,00



Noite na Taverna
Álvares de Azevedo
L&PM
(1998)
R$ 10,00



Bufo & Spallanzani
Rubem Fonseca
Francisco Alves
(1985)
R$ 10,00





busca | avançada
70483 visitas/dia
2,4 milhões/mês