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Quinta-feira, 21/12/2017
Os Doze Trabalhos de Mónika. 5. Um Certo Batitsky
Heloisa Pait

+ de 3100 Acessos

Leia a primeira aventura de Mónika, À Beira do Abismo.

Mesmo um pouco distante dos grandes centros de pesquisa, era comum que a faculdade hospedasse seminários internacionais de alto nível, com financiamentos das agências e publicações posteriores. Uma vez esteve no campus uma sumidade na luta global contra a circuncisão masculina. O problema era que ninguém falava um bom inglês no campus. Um pouco por ideologia antiamericana, um pouco por não acharem que o idioma era importante para a carreira acadêmica, mas fundamentalmente por não lhes ter passado pela cabeça que o emprego exigia produção intelectual. Então era sempre um auê para conseguirem um tradutor.

Quem coordenava a conferência de agora era o professor Hamilton, o mesmo que havia organizado, uns anos antes, um debate sobre o papel dos policiais espíritas nos anos de chumbo do regime militar, tema bem espinhoso que revelava que o positivismo, o militarismo, e a própria ditadura no Brasil era um enorme balaio de gatos. Pois uma coisa era sair por aí citando Žižek a respeito do fim do significado – o tal pós-modernismo. Outra coisa era admitir que o mundo, ele mesmo, esse aí no qual vivemos, pudesse ser feito de balaios repletos de gatos.

Mas nós, que já conhecemos Mónika o bastante, sabemos que era esse tipo de tema – os balaios de gatos – que a encantavam, e então na época foi à palestra desarmada, para ouvir de que se tratava, quem sabe até aprender. Viu lá os velhinhos espíritas, jovens num tempo distante, trocando reminiscências sobre o golpe, a repressão, como cada um se portou, pois não era fácil ser qualquer coisa naquele tempo, quanto mais sargento espírita.

Ao final do debate, foi almoçar com os palestrantes e com o professor Hamilton, onde continuaram contando casos, Mónika sempre ouvindo atenta, que era seu jeito, mas também doce e feminina, que era seu modo de ser em eventos com velhinhos, quando deixava que eles a abraçassem e a olhassem carinhosos, pois quanto é que não valia uma boa história que na época não era sua, mas agora já era?

E por conta dessa presença interessada e amorosa é que o professor Hamilton lhe tinha gratidão. Quem é que na universidade ia nos eventos organizados pelos outros? Assim, por mera curiosidade?? Era coisa rara. Hamilton tinha suas suspeitas com relação a Mónika, decerto. O professor era aliado do provecto kautskista e da perigosa diretora. Verdade. Ao mesmo tempo, gostava de Mónika, a abraçava nos caminhos do campus, trocava cumprimentos em húngaro, todo animado, pois não é que havia, antes da queda do muro, morado no país natal da colega?

Natural que ele a convidasse para ajudar na tradução da conferência internacional em homenagem a Pavel Batitsky.

Quem faria a palestra de abertura era um diplomata russo, ainda da época da perestroika de Gorbachev. Um sujeito atarracado, peludo, de olhos pretos e próximos que lembrava em tudo um urso. Mónika falava russo muito mal. E o sujeito falava inglês pior ainda. Mas seu húngaro era bem compreensível, por razões nas quais Mónika não quis se aprofundar. Então ele falava em húngaro, e ela traduzia para o português. Mónika não era exatamente competente na tarefa. Às vezes o húngaro do sujeito derrapava, e ela traduzia para um húngaro mais aceitável. Às vezes discordava, e enfiava sua própria interpretação na fala. O humor era o mais constrangedor. Dois alunos mais velhos, ao fundo do auditório, riam quando o russo fazia piada, mas quando ela traduzia ninguém achava graça.

O diplomata russo tinha uma tese. Que o bravo Batitsky, no momento em que metia um tiro nas fuças do temido Beria, o Georgiano, freou a revolução húngara em andamento e deu uma sobrevida ao socialismo europeu por uma geração inteira. Isso, para o russo, era ponto pacífico na historiografia da contra-revolução soviética. Mas ele ia mais longe: Batitsky não era um mero pau-mandado, um soldado obediente, um servidor da nação executando um stalinista em desgraça. Não. Era um homem dono de si, que desceu ao porão onde Beria se encontrava preso e amedrontado, com o objetivo cristalino de mudar o curso da história, transformando um possível pós-stalinismo em um stalinismo vivo e tépido, os anos Kruchev. O convidado celebrava portanto o marechal soviético por seu espírito visionário e sua coragem histórica. Mónika não se conteve.

– Alto lá, – ela disse de modo seco, mais baixo que o normal – então você está celebrando a vitória do poder opressor soviético sobre a Europa Oriental? Eu não posso admitir isso!

– Por que não? – o espião perguntou.

– Beria era uma ameaça tenebrosa aos democratas de todo o Leste, russos ou europeus. Um facínora. A morte de Beria... Beria... – Mónika percebeu com um certo atraso o tom de ameaça da pergunta do russo. – Então Beria... Beria...

Mónika não conseguia terminar a frase. Ficou olhando o urso com seu olhar parado e imaginava tudo ao contrário, a bala saindo da cabeça de Beria e indo parar no pulso do militar soviético, herói de guerra.

– Você defende a queda do império soviético? – o russo insistiu, sem curiosidade.

– Se eu defendo a queda do império soviético? – Mónika quis confirmar a pergunta, para ganhar tempo. O império soviético havia caído, não fazia sentido defender ou atacar. Que pergunta era aquela?

– Sim, você defende a queda do império soviético?

Mónika pensava na avó, sempre tão elegante, mas cheia de conselhos práticos. Aprenda inglês como se fosse construir uma ponte, alemão como se fosse misturar reagentes, francês como se fosse ter com o rei. “E russo, vó?” Russo, como se tivesse que sobreviver no inverno. Mónika estava em pleno inverno, congelada num gulag, e seu russo não era lá dos melhores.

– Sim, eu defendo a queda do império soviético! – ela afirmou, tomando coragem. – Defendo a queda de todos os impérios opressivos, que se valem de corrupção e violência para impôr seus objetivos. Defendo a queda também, já que estamos no embalo, das burocracias inescrupulosas que minam a capacidade criadora dos homens e mulheres, queda esta, entenda-se, a vir das luzes de Diderot e D’Alembert, sem um tiro, uma prisão, queda pela razão e pelo diálogo.

Mónika não parava:

– Defendo iluminar esta instituição em particular, seus feudos acadêmicos cercados por fossos impenetráveis que geram tanta frustração em alunos e professores. Defendo – Mónika se dirigia à platéia com entusiasmo – rever nossas relações baseadas na obediência intelectual e na intimidação ideológica, práticas inadmissíveis numa sociedade moderna e democrática. Defendo... – Mónika perdia fôlego à medida que notava a face impassível da platéia diante de suas graves denúncias.

– Defende falar em húngaro para o público aqui presente, Professora Doutora Mónika? – perguntou o convidado, sarcástico e paternalista.

Mónika parou envergonhada a sua pregação. Voltou a Beria e ao militar que o abateu, meio século atrás. Desculpou-se pela tradução ausente, e explicou o debate o melhor que pode. Falou das negociações de Beria para liberalizar a economia húngara depois da morte de Stalin, e do freio a essas reformas com o fuzilamento de Beria. Explicando em português, aceitava a tese do russo. Era incrível, fazia sentido. Aquele desgraçado do Beria poderia mesmo ter encurtado a tragédia européia em 3 décadas. Fazia sentido. Kruchev havia denunciado Stalin e mantido o stalinismo. Mónika virou para o lado, sorriu para o assassino que dava a palestra. Ele parecia satisfeito, como se tivesse acabado de terminar uma tortura muito produtiva.

O primeiro dia do seminário estava acabando. Havia mais dois dias e, se tudo corresse bem, nenhum trabalho adicional para Mónika. Os alunos levariam os convidados estrangeiros para o hotel conveniado. Era um alívio que dominassem várias línguas, até mesmo o inglês. Mónika voltava insone para seu hotel; um quarto a esperava. Temia o espião russo e seus dois parceiros na platéia. Temia a diretora, assim como o vice-diretor, falecido no último ano, cujo endereço eletrônico continuava recebendo mensagens.

O pior seria se fosse descoberta.

Está no ar a sexta aventura de Mónika, Nas asas da Panair.

Esta é uma obra de ficção; qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações da vida real terá sido mera coincidência


Heloisa Pait
São Paulo, 21/12/2017



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