Comentários de Alexandre | Digestivo Cultural

busca | avançada
66543 visitas/dia
2,1 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Filó Machado encerra circulação do concerto 60 Anos de Música com apresentação no MIS
>>> Mundo Suassuna, no Sesc Bom Retiro, apresenta o universo da cultura popular na obra do autor paraiba
>>> Liberdade Só - A Sombra da Montanha é a Montanha”: A Reflexão de Marisa Nunes na ART LAB Gallery
>>> Evento beneficente celebra as memórias de pais e filhos com menu de Neka M. Barreto e Martin Casilli
>>> Tião Carvalho participa de Terreiros Nômades Encontro com a Comunidade que reúne escola, família e c
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Marcelo Mirisola e o açougue virtual do Tinder
>>> A pulsão Oblómov
>>> O Big Brother e a legião de Trumans
>>> Garganta profunda_Dusty Springfield
>>> Susan Sontag em carne e osso
>>> Todas as artes: Jardel Dias Cavalcanti
>>> Soco no saco
>>> Xingando semáforos inocentes
>>> Os autômatos de Agnaldo Pinho
>>> Esporte de risco
Colunistas
Últimos Posts
>>> A melhor análise da Nucoin (2024)
>>> Dario Amodei da Anthropic no In Good Company
>>> A história do PyTorch
>>> Leif Ove Andsnes na casa de Mozart em Viena
>>> O passado e o futuro da inteligência artificial
>>> Marcio Appel no Stock Pickers (2024)
>>> Jensen Huang aos formandos do Caltech
>>> Jensen Huang, da Nvidia, na Computex
>>> André Barcinski no YouTube
>>> Inteligência Artificial Física
Últimos Posts
>>> Cortando despesas
>>> O mais longo dos dias, 80 anos do Dia D
>>> Paes Loureiro, poesia é quando a linguagem sonha
>>> O Cachorro e a maleta
>>> A ESTAGIÁRIA
>>> A insanidade tem regras
>>> Uma coisa não é a outra
>>> AUSÊNCIA
>>> Mestres do ar, a esperança nos céus da II Guerra
>>> O Mal necessário
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Eles – os artistas medíocres
>>> Meu beijo gay
>>> A história de Rogério Xavier e da SPX (2023)
>>> Waldstein por Andsnes
>>> Festival de Inverno Ouro Preto
>>> Para gostar de ler
>>> Dos livros que li
>>> O legado de Graciliano Ramos
>>> Mané, Mané
>>> Ele é o Rei
Mais Recentes
>>> Curso de Teologia dos Sacramentos de Ricardo Sada e Afonso Monroy pela Rei dos Livros (1991)
>>> Vidas Secas de Graciliano Ramos pela Record (1993)
>>> Lições De Confúcio Para A Carreira E Os Negócios de Enrique Benito pela Gente (2009)
>>> The Glass Menagerie de Tennessee Williams pela New Directions (1999)
>>> Desafio e Resposta de Alice Irene Hirschberg pela Cip (1976)
>>> O Fim Do Estado Nação de Kenichi Ohmae pela Campus (1999)
>>> Estatística para as Ciências Sociais de Wlademir Pereira / José Tiacci Kirsten / Walter a pela Saraiva (1980)
>>> Mosby Medical Encyclopedia, The Signet: Revised Edition de C. V. Mosby pela Signet (1996)
>>> Lideranca - 301 Dicas Para Construir Uma Carreira de Os Editores pela On Line (2024)
>>> Hebraeishes Und Arameisches Woerterbuch Zum Alten Testament de Georg Fohrer pela Gruyter (1989)
>>> Matemática Aplicada À Economia E Administração de L. Leithold pela Harbra (2024)
>>> Eletricidade Para A Engenharia de Délio Pereira Guerrini pela Manole (2003)
>>> Projeto de Usinas Hidrelétricas passo a passo de Geraldo Magela Pereira pela Oficina de Textos (2015)
>>> Oliver Twist de Charles Dickens pela J. M. Dent & Sons (1957)
>>> Fundamentos De Fisica: Mecanica - Vol.1 de David Halliday pela Ltc - Grupo Gen (2024)
>>> Oliver Twist de Charles Dickens pela Collins (1954)
>>> O ABC da Astrologia de Marco Natali pela Ediouro (1992)
>>> Tentativa De Mutação No Brasil (1988-2016) de Victor Hugo Veppo Burgardt pela Paco Editorial (2021)
>>> O Mistério do Deus-Homem de Jacques Leclercq pela Quadrante (1997)
>>> As Perspectivas da Psiquiatria de McHygh & Slavney pela Artes Médicas (1988)
>>> Lingua Absolvida (edicao De Bolso) de Elias Canetti pela Companhia De Bolso (2010)
>>> Fuel Cell de João Cabral pela Cassara (2012)
>>> Descrever o Visível de Marcius Freire; outro (orgs) pela Estação Liberdade (2009)
>>> Amor, Divino Amor - A Filosofia do Amor Divino de Shrila Bhaktivedanta Narayana Goswami Maharaja pela Braja (2013)
>>> Castical: Obras Italianas de Giordano Bruno pela Educs (2010)
COMENTÁRIOS >>> Comentadores

Segunda-feira, 27/10/2003
Comentários
Alexandre

Maugham e Stout e etc
Eduardo, tinha mandado um comentário longo mas ele se perdeu no ar. Melhor assim, melhor assim. Eu só te elogiava, ficava até chato. Ah, sobre Maugham, concordo completamente, e já era hora de alguém falar bem dele. Ele escreveu grandes romances: Servidão Humana, A Lua e Seis Vinténs, O Fio da Navalha. E outros. Enfim, sua lista é parecida com a minha, a que eu faria se fizesse uma; só me falta ler Joaquim Nabuco. Abraços,

[Sobre "Não li em vão"]

por Alexandre
27/10/2003 às
17h04 200.207.125.11
 
Se dependesse dos pacifistas..
Se dependesse dos nobres pacifistas, Saddam ainda estaria lá. Parabéns, Eduardo. Gosto sempre do que você escreve.

[Sobre "A última salsicha iraquiana"]

por Alexandre Soares
28/4/2003 às
18h36 200.207.125.11
 
Vocês aí na janela...
Sérgio, Abílio, e Sue: gostaram mesmo da vista? Estão vendo aquelas ilhas ali? E a cidade, ali? Não querem beber alguma coisa, enquanto olham a paisagem? Não? Então me deixem só dizer uma coisa, e já voltamos a escutar o silêncio: obrigado por terem vindo, obrigado por terem assinado o livro de hóspedes com palavras tão gentis- e voltem sempre.

[Sobre "O que é um livro"]

por Alexandre
3/5/2002 às
02h09 200.207.125.11
 
Blink, blonk, blog
Raphael Perret: obrigado pelo link no seu blog (http://butucaligada.blig.com.br) - e pelas palavras. Alexandre

[Sobre "Pelo Fim da Palavra VIP"]

por Alexandre Soares
19/2/2002 às
19h03 200.205.157.155
 
Volte sempre
Pedro, como você está se defendendo sozinho, não quero te atacar em bando. Não considere isto, portanto, um ataque. Mas há alguns pontos: 1)Qual a diferença entre "cale a boca" e "pare de dizer isso que você está dizendo"? Repare que eu não peço que você pare de dizer o que está dizendo- desde que com calma. Não, acho ótimo que você se sente e diga o que quiser- desde que não seja para que eu pare de dizer o que estou dizendo. 2)Você diz que eu não posso chamar uma variante de bonita ou feia, porque isso depende de gosto pessoal. Mas então quando é que eu posso chamar algo de bonito ou feio? Quando for muito científico? 3)Quanto aos meus Lusíadas. Achei engraçado. Foi mais uma reductio ad absurdum do seu argumento de que a língua se aprefeiçoa (o que eu também achei engraçado...) do que propriamente uma zombaria à sua pessoa, ao seu nariz, ou qualquer coisa assim. Nem hesitaria em fazer isso na sua frente, sem achar que estivesse sendo especialmente rude. Talvez eu seja suspeito, sendo o autor da própria piada, mas achei engraçado. Como diz Homer Simpson (lá vou eu baixando o nível): "É engraçado porque não é comigo...". 3)Está bem, se eu disser "pagarei" e a outra pessoa não entender, reagirei bravamente. Pode deixar. 4)Vamos esquecer os emails que você mandou diretamente para pessoas que comentaram o meu texto. Não me envolvi nisso, mas vi que palavras foram usadas- "burro", "estúpido"- que não deviam ter sido ditas. Estamos mais calmos agora. Pronto, pronto. Passou. Cortesia é uma boa coisa. Torna o leite mais doce, o céu mais azul. Antes de você sair, brindemos juntos à cortesia e ao futuro simples. Longa vida a ambos. Não se esqueça de pegar o pacotinho que eu fiz com os seus pontos de exclamação, está ali perto da porta: (!!!!!!!) Volte sempre.

[Sobre "Pelo Fim da Palavra VIP"]

por Alexandre Soares
18/2/2002 às
18h58 200.205.157.155
 
Duas coisas
Pedro, duas coisas: 1) Onde foi que você viu um tom chorão, choroso, choramingas no meu texto? A julgar pela quantidade de "Façam-me o favor!", "Pelo amor de Deus!", e pontos de exclamação em geral, é mais fácil achar que, sem que você perceba, o som de choro que você ouve está escapando da sua própria e cerrada mandíbula. Estávamos todos rindo aqui, juro, e tomando Bâtard-Montrachet ainda por cima, antes que você chegasse gritando "Façam-me o favor!!!"- com três pontos de exclamação e tudo. Senta, respira fundo. Estamos tentando manter um tom civilizado aqui. Além disso, o espaço é muito pequeno entre estas duas barras vermelhas para o manuseio seguro de pontos de exclamação. Deixe todos esses !!!! perto da porta, ali junto dos guarda-chuvas. Na saída você pega com o mordomo. 2) Você sem dúvida acha que eu sou muito autoritário, querendo oprimir cento e poucos milhões de pessoas, etc. Mas de onde eu estou o autoritário parece ser você. Veja: escrevi um texto dizendo que há algo na língua que eu não gosto, e que há algo que eu gosto. Dei alguns motivos e pedi que se usasse mais aquilo que eu gosto, e menos aquilo que eu não gosto. Seria mesmo estranho se fosse o contrário. Mas você acha isso demais, e me grita para calar a boca. Seu argumento é que se o povo decidiu pela morte do futuro simples, quem sou eu para pedir que salvem o bichinho? Mas, Pedro, como você mesmo disse num dos seus charmosos e equilibrados emails, se o povo "consagra", às vezes também "desconsagra". Por quê, portanto, não posso eu tentar influenciá-lo um pouquinho- só um pouquinho- para "consagrar" de novo o futuro simples, e "desconsagrar" o composto? Acho um tanto opressiva essa visão da língua em que só multidões, e nenhum indivíduo, podem contribuir para o que quer que seja. A língua é mais dinâmica do que isso: aceita até mesmo que eu tente influenciá-la um pouquinho.

[Sobre "Pelo Fim da Palavra VIP"]

por Alexandre Soares
18/2/2002 à
01h46 200.205.157.155
 
Nossos cockneys
Toni: você tem razão, são duas línguas convivendo no mesmo espaço, e se misturando (e depois dizem que isso só existe em Londres). Há aspectos bons nisso, suponho, mas às vezes dói no ouvido. Um abraço.

[Sobre "Pelo Fim da Palavra VIP"]

por Alexandre Soares
18/2/2002 à
01h36 200.205.157.155
 
A língua dinâmica
Estava saindo, mas tive que voltar. Não resisti. Acho que ouvi o Pedro dizer que a nossa língua está se "aperfeiçoando". Que lindo- mal posso esperar pelo próximo final de semana. Ou por dezembro, quando será publicada a primeira tradução dos Lusíadas para o português Millenium: "As arma e os barão assinalado/Saíram de Portugal, tá ligado?", etc. (O trecho famoso- "Cantando espalharei..."- terá duas versões: "Cantando vou espalhar por toda parte" - escangalhou a cadência, mas vá lá- e "Cantando vou estar espalhando por toda parte/ Se a tanto me ajudar...", etc.) Só não peçam que eu assine a introdução. Um abraço.

[Sobre "Pelo Fim da Palavra VIP"]

por Alexandre Soares
17/2/2002 à
01h45 200.205.157.155
 
Epa
(Alexandre entra. Olha o próprio texto)Epa (Corando). Que se diga em minha defesa, no entanto, que eu nunca disse que o futuro simples deve ser obrigatório. Só disse que ele deve ser usado mais vezes- depende do ouvido, e do momento. (Satisfeito consigo mesmo) Sim, é isso. Ah! Obrigado e um abraço aos que vieram me visitar neste espaço entre duas barras vermelhas. Paulo, Rogério, Sérgio, Haroldo, Guilherme. Há vinho na geladeira. (Sai)

[Sobre "Pelo Fim da Palavra VIP"]

por Alexandre Soares
15/2/2002 às
18h09 200.205.157.155
 
O futuro simples
Haroldo- talvez você tenha razão, e em alguns momentos seja melhor dizer "vou devolver". Cada um tem que ter a sensibilidade de saber qual o momento apropriado. Tudo o que digo é que não está certo não usarmos nunca o futuro simples. Eu gosto do futuro simples- é bonito e simples. Acho que devíamos fazer um pequeno esforço para salvá-lo. Sei que é quixotesco, mas enfim. Um abraço.

[Sobre "Pelo Fim da Palavra VIP"]

por Alexandre Soares
15/2/2002 às
15h48 200.205.157.155
 
Roberto Campos
Fabio- obrigado pelos elogios. Que retribuo. É claro, você não precisa concordar comigo- concordar é sempre um pouquinho chato. Discordemos, portanto. Agora, quanto ao acordo- sei que fui eu que o propus, mas vou ter que ser o primeiro a recuar. Se falo mal da economia, não é porque nunca fui apresentado a essa Senhora- é porque me separei dela depois de dois anos de penoso, chato noivado na FEA-USP. Li Samuelson, Ricardo, Heilbronner, Marshall, e outros homens sérios e solenes, cuja localização precisa no Inferno de Dante não sei dizer. Li as primeiras, sei lá, duzentas páginas de "Lanterna na Popa". Roberto Campos tem algum senso de humor, mas a alma dele é seca, seca, seca. Segurei a alma dele nas mãos, e ela era um graveto...Um graveto! Não é que eu seja de esquerda (sinceramente, girei tanto que já não sei onde estou, e vou vomitar no tapete), e não é por nenhum motivo tão estúpido quanto não concordar com o que ele diz. Mas tentar ler o livro de novo doeria muito. (E se a Dona FEA vier se queixar de que não a louvo em meu trobar, veja como a louvarei todavia: Dona Fea, Velha e Sandia)P.S. Tolkien- Alguém que estivesse em relação a Erl Koenig como você está em relação a "O Senhor dos Anéis" poderia dizer que não quer ler poema com elfos...Meu ponto todo era que a presença de elfos (Erl Koenig), bruxas (Macbeth), gigantes (Lusíadas) etc não torna a obra automaticamente menos séria...Outra coisa: "Morte chegando" é um assunto mais importante do que "coragem"? Pour quoi? Um abraço- Alexandre

[Sobre "Costume Bárbaro"]

por Alexandre
2/2/2002 às
17h50 200.205.157.155
 
O mesmo?
José Luis: você é o mesmo José Luis Mendonça que escreveu- "Ergue-te cidade/ malar vigília/ de pássaros/ estrangulados/ cheiras a crepúsculos e/ água, cidade/ onde o vinho abre o sexo/ ao gume dos astros..."?

[Sobre "Costume Bárbaro"]

por Alexandre
1/2/2002 às
17h05 200.205.157.155
 
Tolkien não era Rui Barbosa
Fábio: você realmente acha que Tolkien é a mesma coisa que -qual o nome daquele cara que escreveu "Pantanal"? Benedito Rui Barbosa? Ou igual a (sei lá os nomes) Glória Magadan? Tolkien, o Benedito Rui Barbosa de Oxford? Só porque ele escrevia sobre hobbits e elfos? Mas, nesse caso, o "Erl Koenig" de Goethe é um poema infanto-juvenil? A versão musicada de Schubert é uma espécie de música da Xuxa? Camões era o Maurício de Souza da época dele, porque escreveu sobre o gigante Adamastor? Nem tudo que tem duende é "Xuxa e o Segredo dos Duendes"(se é que é esse o nome). Os livros de Tolkien, e o filme também, são sobre coragem, sacrifício, amizade, medo, tentação, dor. Talvez devêssemos concordar em fazer aquilo que você me recomendou uma vez: eu em relação à economia, você em relação a Tolkien- dar a tal da famosa "chance". Não é? (Vai custar mais para mim do que para você, acredite) Também C.S.Lewis, que fazia parte do círculo de Tolkien, é um autor muito interessante. Retribuo o abraço. -Alexandre

[Sobre "Costume Bárbaro"]

por Alexandre
1/2/2002 às
16h25 200.205.157.155
 
Sua partida com Noam
Vamos continuar com a imagem do tênis só mais um pouquinho. Tudo o que eu sei é que me aproximei um pouco da quadra para dizer que achava o jogo muito chato; você diz que eu deveria aprender o jogo, e me dá como exemplo negativo o Chomsky, seu adversário, que é tão ruim que acabou de sacar pra fora; eu (que admiro Chomsky, mas isso não vem ao caso) digo apenas que seria melhor consultar um juiz, que a decisão não pode depender só de você; você diz que isso é absurdo, que regras são regras e isso não depende de opinião, só um cego não vê que a bola caiu quase um metro pra fora da área de saque; e eu digo que tudo bem, se não há juiz, não há juiz, mas continuo dizendo que acho o jogo muito chato.

[Sobre "Economistas"]

por Alexandre S. Silva
31/1/2002 às
15h19 200.205.157.155
 
Sejamos pernósticos
José Maria: quanto ao pernosticismo- alguém tem que continuar carregando a tocha neste mundo de Alexandre Frotas, não é? Certamente não se pode acusar o mundo de ser excessivamente pernóstico- não este mundo de gente que usa boné virado pra trás. Como eu olho à minha volta e não vejo ninguém mais tentando ser pernóstico, eu aceito a função como minha, até que uma era melhor volte. Mas Noam Chomsky...Não acredito que você queira dizer que todos os artigos e palestras dele são meras "posturas"- no mínimo conceda que ele é morbidamente sincero e honesto. Não vi a entrevista do Milênio, e mesmo se visse, como você sabe, não saberia distinguir um erro econômico de um acerto. Mas não será que "erro", em economia, pelo menos neste contexto, não é uma questão que depende de que lado você está nesse jogo de tênis? O que o Roberto Campos chamaria de erro é a mesma coisa que o Galbraith chamaria? O saque bem-dado de um jogador de tênis pode ser chamado de erro ("Out!") pelo outro jogador, mas cabe ao juiz decidir, não é? Em outras palavras- quem é o juiz?

[Sobre "Economistas"]

por Alex
30/1/2002 às
16h36 200.205.157.155
 
Julio Daio Borges
Editor
mais comentários

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




Carrefour para Intelectuais Franceses Contemporaneos
Jayme Vita Roso
Do Autor
(2011)



Negros e brancos - O drama racial dos Estados Unidos
William Brink & Louis Harris
Editorial Íbis
(1968)



Scientology a New Slant on Life
L. Ron Hubbard
Hubbard Communications Office
(1965)



Como Fazer Quase Tudo-um Guia de a a Z Com Mais de 1000 Soluções...
Readers Digest
Readers Digest
(2004)



Matrizes vetores geometria analítica
Alésio de Caroli, Carlos Callioli, Miguel Feitosa
Nobel
(1978)



Cruzando Rios Tomando Cidades
Frank Damazio
Quadrangular
(2001)



O Menino e o Jacaré
Maté
Brinque Book
(2009)



Marcada 1
P.C. Cast
Novo Século
(2009)



Livro Literatura Estrangeira Quatro Historias da Serie Divergente
Veronica Roth; Lucas Peterson
Rocco
(2014)



Bastidores o Livro Oficial da Série
Brian Lowry
Mercuryo
(1996)





busca | avançada
66543 visitas/dia
2,1 milhões/mês