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Terça-feira, 4/2/2003
Comentários
Helion


Outras inéditas de Vanzolini
Caro Waldemar, os dois elepês citados por você tinham de estar disponíveis a nós todos. O de Vanzolini cantando é excelente, e ele realmente canta bem. Onde está o CD? O de Passoca e Virgínia Rosa é primoroso, o Paulo comenta as músicas entre uma faixa e outra. Já estão pirateando por aí. Uma doce traição ao mestre, praticada por aqueles que amam sua música.

[Sobre "Incêndio pleno: amor, pirraça, veneno e cachaça"]

por Helion
4/2/2003 às
07h54 200.149.163.227
 
maioria de esquerda?
Alexandre, já que a concórdia e os bons sentimentos prometem se instalar, aproveito para responder ao Felipe (m. 56) que jamais sugeri a saída de ninguém daqui, como ele verá caso leia minha mensagem com atenção e um mínimo de acuidade. Ao contrário da afirmação dele, também não pedi a sua cabeça (o que seria de péssimo gosto). Inclusive acho que as suas mensagens estão, pelo humor, quilômetros além de certos ataques pessoais aqui ocorridos. Também acho que você observou, em seu artigo, as filiações dos direitistas de uma forma que nenhum deles ousara até agora. Discordo da sua valoração de direita e esquerda, mas te aplaudo pela coragem. Sim: a sua contabilidade de uma maioria de posts por esquerdistas furiosos está capenga: contei no máximo 29 mensagens que poderiam ser enquadradas na esquerda. E conheço o blog do Rafael Lima, sim. Como conheço muitos outros. Mas não os organizo nas minhas preferências como “direita” ou “esquerda”. Aliás, ao contrário do que foi afirmado, a polêmica ideológica entre essas duas tendências quase nunca tem sido iniciada, no Digestivo, pela esquerda. Basta ler e comprovar.

[Sobre "Filhos de Francis"]

por Helion
21/11/2002 às
06h56 200.149.165.146
 
El bigodón
Alexandre, lamento que eu esteja a povoar seus pesadelos, bigodudo e de capa preta. Prometo melhorar. Mas, enfim, estamos voltando ao tema do seu artigo. As diversas opiniões do Francis sobre Roberto Campos existiram, não podem ser renegadas. Ele mudou de opinião sobre o economista porque era mesmo alguém com abertura para tal. Não defendo qual o “verdadeiro” ou o “falso” Francis. Digo apenas que quem tem opinião servil sobre um determinado autor jamais poderá fazer uma autocrítica honesta. E o Francis não era um cara servil: admirava Trotsky como crítico, não como guru. Depois passou a admirar os liberais. Também não era intolerante: gostava de provocar sobre os “petelhos” mas tinha amigos nessa condição. Se achasse mesmo que não tomavam banho não conviveria com eles de jeito nenhum. A sugestão para ler a autobiografia do Francis - na qual ele já critica a esquerda - é justamente uma sugestão para se fugir das frases isoladas. E enfim: ainda bem que um pouco de humor aparece numa discussão tão marcada por simplismos e xingamentos.

[Sobre "Filhos de Francis"]

por Helion
21/11/2002 às
02h29 200.149.160.24
 
resposta à msg 43/53
onde está 43, leia-se mensagem 53

[Sobre "Filhos de Francis"]

por Helion
20/11/2002 às
23h50 200.149.160.24
 
Resposta à msg. 43
Irã, também acho que não conhecem o Francis. Tanto que fazem uma paródia dele (m. 60) e na última frase metem uma crase “à” antes de palavra masculina plural. O Francis já abandonou o chazinho com o Hayek para vir puxar o pé do autor. Mas é por aí: humor, rapazes. Para quem ainda quer tentar conhecer o Francis mais além das frases soltas: “O afeto que se encerra”, memórias. Civilização Brasileira, 1980. Lendo-as, dá para entender porque o Francis um dia achou Roberto Campos um dos maiores torturadores e assassinos de nossa história (p. 104). Pode-se também perceber como ele tinha realmente um comportamento que horrorizaria os bons meninos de hoje e um pensamento sem amarras, tal como o Julio Borges citou fora de contexto. Os amarradinhos daqui dificilmente o compreenderão.

[Sobre "Filhos de Francis"]

por Helion
20/11/2002 às
23h39 200.149.160.24
 
resposta ao Giovanni (m. 51)
Giovanni, obrigado pela sua resposta. Continuo achando que, num site como esse, o debate entre esquerdistas e direitistas é perfeitamente possível. E ninguém precisa se definir previamente, pois as diferenças aparecem ao longo do debate. Desde que se esteja disposto a debater e não a colocar em prática o binômio maniqueísta de argumentos que o mestre ensinou. Francis riria disso, já que era um sujeito inteligente. Já outros...

[Sobre "Filhos de Francis"]

por Helion
20/11/2002 às
10h52 200.149.161.29
 
Programa de idéias
A ausência de Raymond Aron (m. 52) deve ter uma explicação muito simples: aguardam a sua inclusão na lista dos 1O Mais exaltados e recomendados pelo Grande Astrólogo. Como os direitutchos rejeitam o saber acadêmico “tomado pelo esquerdismo” e consideram que todas as editoras só fazem ecoar o pensamento comuna, em que irão se basear, a não ser naquelas indicações? Você pode achar que essa direita não tem um programa de idéias, mas uma coisa eles poderiam ter: um pensamento autônomo. Ah sim, e não se levar excessivamente a sério. Tomam o Francis como guru, quando a sua característica era a irreverência e a provocação. Ele era de um grupo que criou o Pasquim, enfrentando pelo humor o conservadorismo de então. Como pode compreender essa irreverência quem é leitor do Mídia sem Máscara ou do Ternuma? E ainda se achar seu seguidor? Waal, como diria o próprio.

[Sobre "Filhos de Francis"]

por Helion
20/11/2002 às
10h18 200.149.161.29
 
individualidade
Mais uma observação sobre o comentário do Giovanni: também acho que num fórum de discussões todos temos a ganhar com cada colunista exercendo, no limite do possível, a sua individualidade, sem partir e nem chegar numa rotulação de esquerda ou de direita. Não vamos mudar o mundo aqui nessas páginas. Aliás, comecei a ler o Digestivo exatamente buscando esse tipo de texto, de impressões individuais sobre cultura e comportamento. Porém, se você observar a maior parte das colunas que provocaram polêmica, verá que foi justamente porque o articulista iniciou um ataque aos “esquerdistas”, seguiram-se críticas, e aí um grupo (cuja composição não foge muito da lista fornecida pelo Alexandre) passou a elogiar e defender o coleguinha criticado, muitas vezes com bastante agressividade. Então, acho que a definição inicial do Alexandre está correta, quando estabelece uma “identidade” para a direita política aqui no Digestivo e nos outros blogs: todos eles têm determinados mentores, ídolos ou inspiradores, todos eles agem com espírito de grupo, se citando e elogiando mutuamente, todos eles agem em bloco contra qualquer crítica a um dos membros. Uma manifestação de insegurança, talvez. De qualquer maneira, é bom que a direita se manifeste e demonstre ter um programa de idéias, raridade no Brasil. A única coisa esquizofrênica nessa história é o fato do Julio Borges afirmar que não pretende ter um blog ideologicamente fechado – e argumentar que há outras posições – mas os direitistas considerarem o blog como “coisa sua”, e tratarem os esquerdistas como intrusos.

[Sobre "Filhos de Francis"]

por Helion
19/11/2002 às
10h20 200.191.163.58
 
Isso (vide acima) é a direita
Giovanni (m. 48), no fórum em que agora debatemos não é verdade que os esquerdistas tenham definido de início o que é a direita. Volte ao topo e você verá que foi o Alexandre quem estabeleceu quem é de direita e que apenas esses são talentosos e inteligentes. Ao longo do debate aqui no fórum, a direita se auto-definiu por duas de suas características: 1, envergonhar-se do que é; 2, argumentar de forma truculenta exibindo preconceito. Em tese, ser liberal não implica necessariamente nisso. Mas, na prática, os liberais uniram-se e unem-se à direita mais rasteira. Como o grande objetivo é “derrotar a esquerda”, tampam o nariz e vão fundo. Nesse fórum, quem pretende usar argumentos – como você, me parece - precisa tolerar a companhia e a adesão de gente encarregada de fazer o “trabalho sujo”. Acho que esta situação define quase que perfeitamente o dilema dos liberais. Algo como abominar a violência física mas ter ao lado um pit-bull solto.

[Sobre "Filhos de Francis"]

por Helion
19/11/2002 às
10h17 200.191.163.58
 
Blog Carnavalesco Filhos de...
Ô Corção, Plínio Salgado, Adolfão, todo o pessoal/// Manda descer pra ver Filhos de Francis/// Malufão, vai malufá, chama Le Pen, Bushinho também/// Manda descer pra ver Filhos de Francis/// Anauê, meu Anauá, Cavaleiro do Reichstag, todo o pessoal/// Manda descer pra ver Filhos de Francis/// Senhor da UniverCidade, faz um favor pra mim, chama o pessoal/// Manda descer pra ver Filhos de Francis/// Ai Sinhô, essa esquerdinha me faz mal, chama o pessoal/// Manda descer pra ver Filhos de Francis///

[Sobre "Filhos de Francis"]

por Helion
18/11/2002 às
16h47 200.149.163.85
 
Furibundo direitista
Não me autoproclamo esquerdista: sou mesmo de esquerda, ao contrário de quem tem vergonha do que é. Não tenho nada contra as palavras mencionadas entre aspas, estão em qualquer bom dicionário de português, ao contrário de certas citações colonizadas em inglês de lanchonete. Não defendo ditadores e não sei o que é Vila Madá. Quanto às razões da saída de R.A. e amiguinhos, não sei quais foram, mas sem dúvida o Digestivo só tem a ganhar em qualidade com a ausência de boxeadores virtuais de desafetos e do idioma. Calma, calma, quem não chegar a Paulo Francis, chega pelo menos a Benevides Paixão.

[Sobre "Filhos de Francis"]

por Helion
18/11/2002 às
16h28 200.149.163.85
 
Direita Inteligente e Culta
Leonardo, você como fã do Francis deve saber que a essa altura ele já virou hélice rodando na tumba a cada vez que algum dos blogueiros citados se autoproclama seu seguidor. Quanto ao rapaz nervosinho, você agora me clareou: trata-se - quem sabe - do mesmo que cometeu furibundo artigo sobre o Chavez há alguns meses atrás no Digestivo, e que provocou tamanha celeuma com os coleguinhas defendendo-o que, após o mesmo, tanto ele quanto os coleguinhas “sumiram” daqui do Digestivo. Quero crer que o Julio Borges fez a sua própria “limpeza étnica” de então. No fundo, a culpa foi do Alexandre, apontou como de direita um pessoal que se envergonha de reconhecê-lo (“a gente semos liberal”) e deu atenção a eles. É que nem criança que gosta de se exibir: eles logo logo perdem o limite e mostram quem são de verdade. O Alexandre, quando fala dos blogueiros “de talento”, os únicos inteligentes de sua geração, deve saber que ele, na sua finura, está nesta bela companhia. Pretendentes a Paulo Francis que estão mais para uma cruza de Ratinho com Amaral Netto.

[Sobre "Filhos de Francis"]

por Helion
18/11/2002 às
12h38 200.191.168.81
 
Raposa no galinheiro
Sabe, Julio, até que você faz um blog divertido. De vez em quando, se quebra a monótona seqüência de citações e congratulações mútuas entre os direitistas e aparece algum debate de verdade. Pelo menos entre os colunistas, não aconteceram ainda – até agora - as insinuações quanto ao que este esquerdista está fazendo no horário de trabalho, ou os insultos e ameaças ao discordante. Bem, já houve uma ameaça de soco por um rapaz que vestiu a carapuça de invertido. Quando quem não é do clube intervém, as coisas não são tão amenas. Enfim, mesquinharias típicas de direita, de uma gente que nega ser dessa posição política mas que se alvoroça histérica com qualquer crítica à mesma. Que cultiva ídolos e cita submissa suas frases de efeito. Que tem uma cultura de frases soltas, citando ditos isolados de Francis sem conhecer sua trajetória política e intelectual. Que considera Nelson Rodrigues apenas como um anti-esquerdista, ignorando o seu anticonservadorismo. Que se deleita com a última leitura indicada pelo guru e se faz de superior porque os outros supostamente a ignoram. Que repete com submissão as palavras daquele boneco de corda que você puxa e ele repete “Fórum São Paulo, Fórum São Paulo, Fórum São Paulo...”. Enfim: deve ser mesmo um complô do esquerdismo internacional para mostrar de uma vez por todas que na direita não tem gente que pensa de forma autônoma. Pelo menos nos blogs de direita, isso é artigo raro. E parabéns ao Marcelo por afrontar o Pensamento (quase) Único do Digestivo.

[Sobre "Filhos de Francis"]

por Helion
18/11/2002 às
09h02 200.227.152.163
 
Referências e citações
Julio, ao começar a ler sua mensagem de número 42, confesso que me assustei. Um texto que não é uma citação de Nelson Rodrigues! Que ousadia, hem? Mas depois vi que era uma citação sim, só que de Alexandre Soares Silva. E com a mesma pretensão de superioridade que as demais. Ah, então está bom. Não nos surpreenda demais, viu?

[Sobre "Lula: sem condições nenhuma*"]

por Helion
28/10/2002 às
14h03 200.165.244.146
 
autoridade intelectual
Gustavo, se pretendo debater o liberalismo, eu realmente tenho que entender o básico dele. E acredito que entendo, quer o básico sobre a idéia clássica de liberalismo, quer sobre o que são os liberais hoje. Mas o que estava em discussão no artigo do De Paola – pode reler e conferir - não era a natureza do liberalismo, e sim os quatro candidatos à presidência. E aí, eu acho que me ative ao que estava em pauta, e apontei uma certa “arrogância liberal”, não quanto à natureza do liberalismo, mas quanto à fala dos que se assumem como seus seguidores. Você não me viu exigindo de nenhum debatedor a leitura de textos clássicos que justificariam a ideologia de um ou outro candidato, até porque isso seria descabido nesse espaço./// Não fiquei bravo com os conselhos de estudo, até os levei com bom humor, como pode perceber. Só acho que as pessoas às vezes, com dificuldades para responder a um argumento, se defendem com “terrorismo bibliográfico”: se você não leu isso e isso, não se atreva a discutir comigo. Eu trabalho na universidade, onde infelizmente ocorre tal procedimento. Mas muitos aqui também o adotam. E aí eu me dou o direito de ao menos ser irônico.

[Sobre "Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse"]

por Helion
8/10/2002 às
13h30 200.154.217.23
 
Julio Daio Borges
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