Parabéns! | Henrique Moraes

busca | avançada
53064 visitas/dia
2,2 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Música: Fabiana Cozza se apresenta no Sesc Santo André com repertório que homenageia Dona Ivone Lara
>>> Nos 30 anos, Taanteatro faz reflexão com solos teatro-coreográficos
>>> ‘Salão Paulista de Arte Naïf’ será aberto neste sábado, dia 27, no Museu de Socorro
>>> Festival +DH: Debates, cinema e música para abordar os Direitos Humanos
>>> Iecine abre inscrições para a oficina Coprodução Internacional para Cinema
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Eleições na quinta série
>>> Mãos de veludo: Toda terça, de Carola Saavedra
>>> A ostra, o Algarve e o vento
>>> O abalo sísmico de Luiz Vilela
>>> A poesia com outras palavras, Ana Martins Marques
>>> Lourival, Dorival, assim como você e eu
>>> O idiota do rebanho, romance de José Carlos Reis
>>> LSD 3 - uma entrevista com Bento Araujo
>>> Errando por Nomadland
>>> É um brinquedo inofensivo...
Colunistas
Últimos Posts
>>> A história de Claudio Galeazzi
>>> Naval, Dixon e Ferriss sobre a Web3
>>> Max Chafkin sobre Peter Thiel
>>> Jimmy Page no Brasil
>>> Michael Dell on Play Nice But Win
>>> A história de José Galló
>>> Discoteca Básica por Ricardo Alexandre
>>> Marc Andreessen em 1995
>>> Cris Correa, empreendedores e empreendedorismo
>>> Uma história do Mosaic
Últimos Posts
>>> Desigualdades
>>> Novembro está no fim...
>>> Indizível
>>> Programador - Trabalho Remoto que Paga Bem
>>> Oficinas Culturais no Fly Maria, em Campinas
>>> A Lei de Murici
>>> Três apitos
>>> World Drag Show estará em Bragança Paulista
>>> Na dúvida com as palavras
>>> Fly Maria: espaço multicultural em Campinas
Blogueiros
Mais Recentes
>>> 15 de Novembro #digestivo10anos
>>> Agosto, mês augusto
>>> Silêncio e grito
>>> Affirmative action
>>> Cozinhando com mamãe
>>> Conheça Carácolis (parte 1)
>>> A falta que Tom Wolfe fará
>>> Mob Flash
>>> A Geração Paissandu
>>> História de um papagaio de papel
Mais Recentes
>>> A Arte e a Neurose de João do Rio - Autografado de I. de L. Neves-manta pela Francisco Alves (1977)
>>> The Berenstain Bear Scouts and the Couching Catfish de Stan & Jan Berenstain pela Scholastic (1996)
>>> Biblioteca Vida e Missão - Pelos Frutos os Conhecereis de N/d pela Imprensa Metodista
>>> Poesias de Cristo de Rev. Rodrigo Vieira Buçard pela Missão Primícia
>>> Grandes Civilizações Desaparecidas - as Civilizações das Estepes de Philippe Conrad pela Ferni (1978)
>>> Ethics de Peter Singer pela Oxford Uk (1994)
>>> Israel e Judá: Textos do Antigo Oriente Médio de Benôni Lemos pela Edições Paulinas (1985)
>>> Amazonas da Noite de Eliane Macarini (espírito Vinícius) pela Lumen (2011)
>>> O Tarô de Marselha (sem Baralho) de Carlos Godo pela Pensamento (1985)
>>> Rua Descalça de José Mauro de Vasconcelos pela Melhoramentos (1969)
>>> Divórcio e Separação Judicial no Novo Código Civil de Áurea Pimentel Pereira pela Renovar (2004)
>>> Cartas a um Jovem Decorador de Ana Maria Indio da Costa pela Campus Elsevier (2009)
>>> Magic Rings and Funny Things - Reading Program Level 5 de N/d pela Rand Mcnally (1978)
>>> Maria Clara de Eliane O. S. Ferreira pela Paulo e Estevão (1999)
>>> O Chamado para o Ministério de C. H. Spurgeon pela Pes
>>> Geologia do Brasil de Josué Camargo Mendes pela Instituto Nacional do Livro (1971)
>>> Ss-gb: a Grã Bretanha Ocupada Pelos Nazistas - 1941 de Len Deighton pela Círculo do Livro (1981)
>>> Nada a Perder: Momentos de Convicção Que Mudaram a Minha Vida Livro 1 de Edir Macedo pela Planeta (2012)
>>> Sol Nascente de Michael Crichton pela Rocco (1989)
>>> 1. 000 Perguntas e Respostas de Direito Comercial de José Cretella Júnior e José Cretella Neto pela Forense
>>> The City of Ember de Jeanne Duprau pela Random House (2004)
>>> Minhas Vivências na Palestina, no Egito e na Índia de Humberto Rohden pela Alvorada (1981)
>>> Administração de Crédito e Previsão de Insolvência de Jose Pereira da Silva pela Atlas (1983)
>>> Nada Branco à Noite de Bill Gavin pela Best Seller (2005)
>>> Igreja : Comunidade Missionária a Serviço do Povo de Vários Autores pela Cartgraf
COMENTÁRIOS

Segunda-feira, 1/7/2002
Comentários
Leitores


Parabéns!
Muito bom, parabéns! Me deu até vontade de ler esse livro novamente!(aliás, também gostei muito dos seus outros artigos) Um abraço, Henrique

[Sobre "Direito de Sentido"]

por Henrique Moraes
1/7/2002 às
10h57 200.215.183.1
(+) Henrique Moraes no Digestivo...
 
Audrey comendo sanduíche!
Alexandre, a tal cena de Audrey Hepburn comendo sanduíche ao amanhecer (em uma calçada), vestida por Givenchy, não é sonho; é cena de um filme famoso, acho que de "Sabrina". Os amigos cinéfilos poderão dizer exatamente se é cena de "Sabrina" ou de outro filme. Mas certamente ela aparece assim mesmo; é uma cena fantástica, em preto e branco! Quanto ao portal para a "Comédia Leve", se a chave for levar porradas eu desisto, não vou pagar esse preço, não! Arrume outra entradinha, mesmo que seja porta lateral! Abraço!

[Sobre "Comédias leves"]

por Dennis
1/7/2002 às
10h18 200.204.143.186
(+) Dennis no Digestivo...
 
Literatura Marginal: Lupin
Olá, Evandro. Essa história de literatura marginal...Infelizmente nunca é Villon, Wilde, Poe, Camilo, ou qualquer outro grande escritor que já tenha passado pelo que Tolstói chamava de "uma boa e fedida prisão"; são sempre uns rappers e uns vendedores de churros. Quem lê essa gente? Eu sei: diretores de cinema, publicitários. Essa gente sofre de Síndrome de Estocolmo por antecipação. Quanto a mim, prefiro Arsène Lupin, o Gentleman-Cambrioleur - mas acho que ele não se sentiria muito bem ao lado de rappers e traficantes de drogas...Oh, além de Lupin, Raffles, e O Gato, do filme Ladrão de Casaca. Um abraço- Alexandre.

[Sobre "Comédias leves"]

por Alexandre
1/7/2002 às
07h37 200.211.118.204
(+) Alexandre no Digestivo...
 
A solução
Olá, Dennis. Essa cena da Audrey Hepburn comendo sanduíche saiu de algum filme, ou você sonhou? Se sonhou, é um bom sonho...Agora, quanto ao caminho para esse mundo de comédias leves, o armário que leva a essa Narnia, encontrei, sim: chama-se "punch drunkness". Acho que foi Archie Moore, o campeão de boxe, que disse que cada vez que era nocauteado, sentia "amor pela humanidade"; e esse estado zonzo e feliz durava um minuto ou dois. Essa é a solução, portanto: levar umas pancadinhas na cabeça até ficar zonzo. Ou viver numa dieta exclusiva de filmes com figurinos de Cecil Beaton e Edith Head. Quando o que os outros (não eu) chamam de realidade aparecer na esquina (estou imaginando um monstro com cabeça de Hebe Camargo e corpo de Feiticeira), basta fazer o que os ocultistas chamam de ritual de banimento, e pronto. Tente, e depois me diga. Abraço, Alexandre.

[Sobre "Comédias leves"]

por Alexandre
1/7/2002 às
07h03 200.211.118.204
(+) Alexandre no Digestivo...
 
Muitas saudades!!!!!
Nossa gente!!! Estava eu aqui mexendo nuns papeis, aí encontro uma folha que eu tinha imprimido na net (Anos Incríveis), falando sobre o seriado, eu ia comete um crime: jogar fora esses papeis, mais aí eu vejo, Anos Incríveis, aí pensei: "nossa faz tanto tempo que não assisto essa série tão boa, simples, objetiva, grandiosa...". Então resolvi fazer uma pesquisa sobre a atriz Danica McKellar, no Google, aí eu encontrei esse site, aí li o conteúdo, falando sobre a série, voltei no tempo quando eu assistia, eu estudava na quinta série GENTE!!! Ia pra casa correndo pra assistir, bons tempos, principalmente da tv, que hj tá louco não passa nada que nos de vontade de se grudar na tela da tv, como o Anos Incríveis. Pessoal eu queria saber como eu consigo a série em VHS e DVD, e tb eu gostaria de saber dos atores da série, como eles estão, o q estão fazendo atualmente, enfim... Abraços

[Sobre "Anos Incríveis"]

por Eduardo
30/6/2002 às
17h51 200.211.122.177
(+) Eduardo no Digestivo...
 
Excelente comentário
Olhá Daniela, eu não tenho nem palavras para dizer o tanto que me agrada ler o seu comentário...parabéns

[Sobre "Nas garras do Iluminismo fácil "]

por Júnior
30/6/2002 às
15h13 200.255.100.35
(+) Júnior no Digestivo...
 
Maravilha!!
Que maravilha ler um texto desses! Que delícia ver que nem todos pensam como, por exemplo, aqueles video-artistas ranzinzas do Itaú Cultural, com suas mórbidas odes à podridão e ao lixo urbano, ao caos da mente e aos estados de alucinação e loucura. Meu Deus, que graça pode haver em se resignar a uma vida caótica? Como pode alguém perseguir tal coisa como objetivo e gastar a vida inteira fazendo a apologia da sujeira e da marginalidade? Muita arte bonita já surgiu a partir dos estados mórbidos da mente humana, mas o custo é alto e, portanto, tem que valer a pena. No caso de Dostoyevski, valeu! Mas hoje em dia não temos Raskolnikov. Temos Lucélia Santos e os seus negões. E, sinceramente, acho que isso não faz valer nem o esforço de ligar a TV no Canal Brasil. Portanto, sinto uma felicidade (diria Manuel Bandeira) "inefável" ao ler esse artigo, ainda mais depois de voltar da banca, onde vi um especial da Caros Amigos sobre "literatura marginal". Ninguém quer ser marginal, nem mesmo os marginais. Mas esse povinho intelectual já está começando a convencer a todos de que é bom ser marginal, é "cult", é "unibancool", é lindo, enfim. E assim rasteja a humanidade, como disse o Sérgio Augusto. Em tempo, gostaria de sujerir um filme de Robert Altman. Chama-se "A fortuna de Cookie". Todos os personagens são deliciosamente ingênuos. Tão ingênuos que não conseguem não ser felizes! E, para melhorar, ainda tem a Liv Tyler no elenco. Que maravilha!

[Sobre "Comédias leves"]

por Evandro Ferreira
29/6/2002 às
21h46 200.167.234.66
(+) Evandro Ferreira no Digestivo...
 
Que delícia ler o seu texto!
Ah... Alexandre!Eu gostaria muito de poder viver nesse estado de "Comédia Leve", em que houvesse malícia, sim, mas com elegância; maldades, claro, mas com refinamento e inteligência... e no qual eu pudesse me enternecer com a visão de uma Audrey Hepburn comendo um prosaico sanduíche, mas vestindo Givenchy e, possivelmente, cheirando tão bem como uma rosa que acabou de desabrochar. Que beleza de mulher! Ah... nunquinha uma Lucélia Santos se transformaria em Audrey Hapburn, nem se a gente tomasse um porre de absinto (a proibida fada verde), meu amigo. Pois nem raspar as axilas essa "Isaura" raspa... O nosso Vaudeville brasileiro é apenas um entra e sai de palhaços rotos, com penicos na cabeça, você sabe, nada tem da espirituosidade de um Eugène Labiche ou de um Georges Feydeau. Alexandre, se você encontrar o caminho desse mundo perdido... ou melhor, a entrada desse mundo da "Comédia Leve", onde ainda circulem criaturas assemelhadas a uma Grace Kelly ou a uma Audrey Hapburn... avise-me, certo? Que delícia ler o seu texto, Alexandre! Eu me senti longe, muito longe das coisas feias, das coisas grosseiras, burras, do humorismo de arrotos e outras grosserias. Foi muito bom! O final do seu texto, então, ficou soberbo! Forte abraço!

[Sobre "Comédias leves"]

por Dennis
29/6/2002 às
16h29 200.158.234.146
(+) Dennis no Digestivo...
 
Sem vara de condão
A discussão sobre cinema no Brasil é tão antiga, mas tão antiga, que já morreram Mário Peixoto, Alberto Cavalcante, morreram a Vera Cruz, a Atlântida, as revistas de cinema, os velhos cinemas de praça do país e ainda não sabemos onde chegar. Será que somos tão incompetentes, imaturos, ou ignorantes mesmo, a ponto de não conseguirmos elucidar uma questão tão necessária? Sim, somos. Tudo isso e muito mais. Venho acompanhando a discussão sobre a ANCINE, desde as propostas de sua criação - coisa de uns dois ou três anos atrás. Venho acompanhando algumas poucas discussões nos bastidores, travadas entre cineastas de longa data e aspirantes. O que se percebe é um misto de angústia adolescente e de disparates egocêntricos. De um lado, advoga-se a causa do cinemão, da criação de uma indústria, mas voltada para o grande público, quando as bases que aí temos, os tais "fundamentos", estão explícitos neste artigo. Como se a arrecadação de um tributo fosse satisfazer a necessidade histórica de profissionalização de uma imensa cadeia produtiva. De outro, os chatos de sempre - não chatos porque reclamam, mas porque são chatos mesmo - quebram com qualquer iniciativa que pretenda dar viabilidade à indústria - em qualquer acepção que a palavra possa tomar -, uma vez que inseridos em um mercado audiovisual, terão que caminhar com as próprias pernas, sem o ancoradouro seguro das benesses concedidas pelo Estado. Mas antes de qualquer mal-entendido, é preciso dizer uma coisa: não são só estes que querem evitar a todo custo a retirada do seio estatal. Também muitos dos velhos cineastas aguardam a varinha de condão salvar as suas idéias e transformá-las em grandes obras de longo alcance, como mísseis culturais. O que resta são os parcos cinemas pelo território brasileiro, inundados de porcarias made in qualquer lugar, seja Brasil, EUA ou mesmo França, a meca da pseudo-intelectualidade. Uma certeza podemos ter. E é uma certeza que pode nos auxiliar a pensar em saídas. Há espaços para todos os gostos, para todas as produções. O que precisamos ocupa uma boa lista: boas escolas de cinema, técnicas e críticas; que o Estado deixe de atrapalhar a produção (já seria uma grande ajuda); que se criem verdadeiros produtores no país, com conhecimento sobre o mercado, sobre a indústria; e demais mecanismos que permitam a auto-suficiência. Sem ela, não há como se pensar sequer em médio prazo.

[Sobre "Que tipo de cinema se quer fazer no Brasil?"]

por Homer
29/6/2002 às
14h51 200.152.98.9
(+) Homer no Digestivo...
 
A cultura alimenta o cool.
Concordo que muita gente ligada à cultura também alimenta o cool. Mas infelizmente, as próprias manifestações culturais acabam sendo adotadas pelo pessoal do cool como elementos de identificação. E isso acontece porque a cultura ainda é muito elitista. E o que é autêntico, popular, acaba sendo rechaçado.

[Sobre "Todos querem ser cool"]

por Adriana
28/6/2002 às
16h15 200.191.110.46
(+) Adriana no Digestivo...
 
Julio Daio Borges
Editor
mais comentários

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




A Verdade Volume 10
Masaharu Taniguchi
Seicho-no-ie
(1990)



A Terra dos Samurais e dos Xóguns - Grandes Civilizações do Passado
Vários Autores
Folio



Ela Só Queria Casar...
Marcelo Cezar
Vida e Consciência
(2012)



Rogets Pocket Thesaurus - Pocketbook
Mawson e Whiting
Pocket Books
(1942)



Casa e Jardim 1972 e 1973
Vários
Não Informada
(1972)



Disparates do Mundo
G. K. Cherteston
Livraria Morais
(1959)



Confidências de um Inconfidente
Mirilusa Moreira Vasconcellos
Radhu
(1987)



The Little Humpbacked Horse
P. Ershov
Não Identificada
(1979)



Sociedade brasileira: história através dos movimentos sociais
Rubim Aquino
Record
(2006)
+ frete grátis



O Chamado de Cthulhu
H. P. Lovecraft
Chronos
(2018)





busca | avançada
53064 visitas/dia
2,2 milhões/mês