Monterroso e a microliteratura | Sérgio Augusto

busca | avançada
28584 visitas/dia
1,0 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
>>> Leminski, estações da poesia, por R. G. Lopes
>>> Crônica em sustenido
>>> Do inferno ao céu
>>> Meninos, eu vi o Bolsonaro aterrando
>>> Manual para revisores novatos
>>> A Copa, o Mundo, é das mulheres
Colunistas
Últimos Posts
>>> 100 nomes da edição no Brasil
>>> Eu ganhei tanta coisa perdendo
>>> Toda forma de amor
>>> Harvard: o que não se aprende
>>> Pedro Cardoso em #Provocações
>>> Homenagem a Paulo Francis
>>> Arte, cultura e democracia
>>> Mirage, um livro gratuito
>>> Lançamento de livro
>>> Jornada Escrita por Mulheres
Últimos Posts
>>> João Gilberto: o mito
>>> Alma em flor
>>> A mão & a luva
>>> Pesos & Contra-pesos
>>> Grito primal II
>>> Calcanhar de Aquiles
>>> O encanto literário da poesia
>>> Expressão básica II
>>> Expressão básica
>>> Minha terra, a natureza viva.
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Toda forma de amor
>>> O filósofo da contracultura
>>> Oderint Dum Metuant
>>> Beleza e barbárie, ou: Flores do Oriente
>>> A fragilidade dos laços humanos
>>> A fragilidade dos laços humanos
>>> Melhores Blogs
>>> Dilbert
>>> Entrevista com Paulo Polzonoff Jr.
>>> Olavo de Carvalho: o roqueiro improvável
Mais Recentes
>>> Tudo valeu a pena de Zibia Gasparetto pela Vida e consciencia (2003)
>>> Concurso de Credores de Sylvio Martins Teixeira pela Jacintho (1936)
>>> Manual de Direito Processual Civil Vol.4 (Processo de Execução Processo Cautelar Parte Geral) de José Frederico Marques pela Saraiva (1976)
>>> Manual de Direito Processual Civil Vol.3 ( Processo de Conhecimento) 2ª Parte de José Frederico Marques pela Saraiva (1976)
>>> Codigo do processo Civil e Commercial do Estado de São Paulo (Annotações) de João Evangelista Rodrigues pela Revista dos Tribunais (1930)
>>> Traité Des Preuves En Droit Civil Et En Drit Criminel de Édouard Bonnier pela Librairie Plon (1888)
>>> Embargos de Nulidade e Infringentes do Julgado de E.D. Moniz de Aragão pela Saraiva (1965)
>>> Introdução ao estudo do processo Civil de Eduardo J. Couture pela José Bushatsky (1951)
>>> Estudo sobre o processo civil Brasileiro de Enrico Tullio Liebman pela Saraiva (1947)
>>> Processão de Execução de Enrico Tullio Liebman pela Saraiva (1946)
>>> Eficácia e Autoridade da Sentença e ouros escritos sobre a coisa Julgada. de Enrico Tullio Liebman pela Forense (1984)
>>> Princípios Gerais do Direito Processual de Anésio de Lara Campos Junior pela José Bushatsky (1964)
>>> Doutrina das Acções de José Homem Corrêa Telles pela H. Garnier (1902)
>>> Como Requer em Juízo ( Formulário Cível) de Yara Muller Leite pela Freitas Bastos (1967)
>>> Decisões de Decio Cesario Alvim pela Officinas do Centro da Boa Imprensa (1930)
>>> O Procedimento Sumaríssimo de Domingos Sávio Brandão Lima pela José Bushatsky (1977)
>>> Aspectos Fundamentais das Medidas Liminares de R. Reis Friede pela Forense (1993)
>>> Curso de Direito Processual Civil Volume 3 de Humberto Theodoro Júnior pela Forense (1995)
>>> Curso de direito Processual Civil Volume 1 de Humberto Theodoro Júnior pela Forense (1995)
>>> Estudo sobre o processo civil Brasileiro de Enrico Tullio Liebman pela José Bushatsky (1976)
>>> Processão de Execução de Enrico Tullio Liebman pela Saraiva (1980)
>>> Consultor Civil Acerca de Todas as Acções Seguidas no Fôro Civil de Carlos Antonio Cordeiro e Oscar de Macedo Soares pela H. Garnier (1910)
>>> O Brasil na vidão do artista. O país e sua cultura de Frederico Morais pela Prêmio (2003)
>>> Um certo ponto de vista. Pietro Maria Bardi 100 anos de Emanoel Araújo. Curadoria pela Burti (2000)
>>> A riqueza de um vale. A richly endowed valley de Ricardo Martins pela Kongo (2011)
>>> Tomie Ohake de Ana Paula Cavalcanti Simioni pela Folha de S.Paulo (2013)
>>> Bez Batti. Esculturas de Instituto Moreira Salles pela Ims (2006)
>>> Responsabilidade Civil - Doutrina e Jurisprudência de Yussef Said Cahali (Coordenador) pela Saraiva/ SP. (1984)
>>> O Problema da Língua Brasileira de Homero Senna (Entrev. c/ Prof. Souza da Silveira) pela Dep. Imprensa Nacional/ RJ. (1953)
>>> A Trégua de Mario Benedetti pela Alfaguara (2007)
>>> Divalndo Franco Responde Vol 1 de Divaldo Franco pela Intelitera (2010)
>>> Sonhos de J. J. Benitez pela Record (1995)
>>> Hora de Poesia de Ivan Luís Corrêa da Silva pela Modelo (2008)
>>> (In) Quietude Narrativas de Mim de Walkiria Helena pela Catalão em Prosa e Verso (2010)
>>> O Diário das Bruxas Parte I de F. A. F. Melo pela Catalão em Prosa e Verso (2008)
>>> Resgatando o Capital Humano de Roberto Boclin pela Folha Dirigida (2015)
>>> Personas Sexuais de Camille Paglia pela Companhia das Letras (1994)
>>> Uma Vida com Karol de Cardeal Stanislaw Dziwisz pela Objetiva (2007)
>>> Quem Me Roubou de Mim? de Pe. Fábio de Melo pela Canção Nova (2008)
>>> Saúde de Miramez João Nunes Maia pela Fonte Viva (2016)
>>> Ataque do Comando P. Q. Descobrindo os Clássicos de Moacyr Scliar pela Ática (2004)
>>> Divalndo Franco Responde Vol 2 de Divaldo Franco pela Intelitera (2013)
>>> The Colour Of Memory de Geoff Dyer pela Canongate (2012)
>>> Dark Places de Gillian Flynn pela Phoenix (2009)
>>> O Livro que Ninguém Leu de Owen Gingerich pela Record (2008)
>>> Coisas que Todo Professor de Português Precisa Saber a Teoria na Prática de Luciano Amaral Oliveira pela Parábola (2010)
>>> Políticas da Norma e Conflitos Linguísticos de Xoán Carlos Lagares Marcos Bagno pela Parábola (2011)
>>> Robinson Crusoe de Daniel Defoe pela Barnes & Noble Classics (2003)
>>> Sense And Sensibility de Jane Austen pela Barnes & Noble Classics (2004)
>>> Muito Antes de 1500 de Epiága R. T. pela Madras (2005)
ENSAIOS

Segunda-feira, 26/5/2008
Monterroso e a microliteratura
Sérgio Augusto

+ de 4700 Acessos
+ 2 Comentário(s)

Com a palavra, Carlos Fuentes: "Ele é um dos autores de língua espanhola mais puros, inteligentes, transparentes e sorridentes."

Agora quem fala é Gabriel García Márquez: "Ele foi um grande homem e um grande escritor."

Italo Calvino também o admirava, já que até à Europa, e além dela, a peculiar prosa de Augusto Monterroso estendeu seu condão. Entre nós, como amiúde acontece com escritores latino-americanos, o guatemalteco Monterroso não emplacou. Nem depois que a Record traduziu as fábulas de A Ovelha Negra e os espanhóis lhe conferiram, em 2000, o prestigioso prêmio literário Príncipe de Astúrias, pela "extraordinária riqueza ética e estética" de sua obra. Sua morte, em 2003, na cidade do México, não mereceu de nossas gazetas a deferência a que grandes homens e grandes, puros e inteligentes escritores fazem jus. Talvez porque Miguel Angel Asturias continue sendo o único autor guatemalteco conhecido em nossas redações ― e assim mesmo porque levou o Nobel de Literatura, em 1967.

Vergonhosa ignorância, pois a Guatemala, além de ser um dos países mais bonitos do mundo, tem uma tradição literária respeitável, reconhecida além-mar. Haja vista o prestígio de que a versátil prosa de Luis Cardoza y Aragón e Mario Payeras, para citar dois outros exemplos apenas, desfruta na Espanha, Itália e França. Rigoberta Menchú, Nobel da Paz em 1992, não conta porque sua importância literária é, para dizer o mínimo, bastante discutível.

Tito Monterroso, como era chamado pelos amigos, foi um caso à parte. Ficcionista sui generis, levou para o túmulo feito mais importante que a paternidade do realismo fantástico, atribuída a Astúrias e uma das maiores pragas literárias do século passado. Monterroso é, simplesmente, o autor da obra literária mais curta jamais escrita. O que vale dizer que foi ele quem escreveu o único relato ficcional que qualquer ser humano é capaz de saber de cor e salteado, do começo ao fim. Cabe inteiro numa linha e tem apenas sete palavras, no original e em português. Ei-lo:

"Quando ele acordou, o dinossauro ainda estava lá."

(Na tradução para o inglês, é ainda mais curto: "Upon waking, the dinosaur was still there." Seis palavras.)

Esse fenômeno de brevidade e concisão correu o mundo em múltiplas traduções, despertando abracadabrantes teorias sobre as suas mais recônditas intenções alegóricas ou metafóricas. Adâmicas, inclusive. Seria uma paráfrase do Gênese? Quando perguntado a respeito, Monterroso saía sempre pela tangente: "Não me agrada explicá-lo. Prefiro deixá-lo entregue à imaginação de cada um." Na minha modesta e vulgar imaginação, por exemplo, o que se desenrola, antes e depois de o sujeito despertar e constatar que o dinossauro que o fizera desmaiar de cansaço não desistira de persegui-lo, é uma encarniçada aventura do tipo O Despertar do Mundo e Zaroff, O Caçador de Vidas.

Só fui tomar conhecimento de "O Dinossauro" na década de 80, num suplemento do jornal espanhol El País, e, como todo mundo, me interessei pelos outros ― como chamá-los?, minicontos?, antifábulas? microrrelatos?, contículos?, ficções instantâneas? proesias? haikais em prosa? prosakais? ― produzidos pelo autor. Fui bater em primores como este:

"Hoje me sinto bem, um Balzac; estou terminando esta frase."

Título: "Fecundidade".

Além de cultuar a concisão (adorava citar esta tirada de Baltasar Gracián: "Lo bueno, si breve, dos veces bueno"), Monterroso era, acima de tudo, um tremendo ironista. Sua prosa fragmentada e flexível ― escreveu contos, novelas, fábulas, pequenas reflexões, epigramas, ensaios, biografias e diários ― tangencia a sátira e a paródia. "Se Jonathan Swift e James Thurber tivessem trocado notas, o resultado seria um texto de Monterroso", palpitou Carlos Fuentes, acertando na mosca.

Devoto miniaturista, deu um toque personalíssimo ao legado que lhe deixaram Swift, Montaigne, Cervantes e Jorge Luís Borges, seus mestres confessos, e também Ramón Gomez de la Serra e suas greguerías, Rubén Darío, Julio Cortazar e outros precursores da microliteratura, fina arte pigméia que na Polônia gerou um virtuose, Slawomir Mrozek, e até no Brasil já conquistou fiéis, como Fernando Bonassi (Passaporte) e Heloisa Seixas (Contos Mínimos).

Por acreditar que a função do escritor é "manter vivo e com decoro precisamente o que já foi dito antes", Monterroso conseguiu ser um pós-moderno sem pós-modernices, um dialogador criativo com Homero, Esopo, La Fontaine, Kafka, pensadores da aurora da filosofia, como Epicuro e Zenão, e todos aqueles que um dia puseram uma mosca em sua sopa literária.

Isto mesmo: moscas. O que, segundo Monterroso, abrange um vasto contingente de autores, constatação consignada em Movimiento Perpetuo, oblíqua microantologia universal da mosca, de Cícero a Pablo Neruda, passando por Lope de Vega, Blaise Pascal e Ludwig Wittgenstein, para quem, aliás, "o objetivo da filosofia era ensinar a mosca a escapar do frasco."

Para Monterroso, além delas, só mais dois temas merecem consideração, porque existem desde que o mundo é mundo: o amor e a morte. Que outros se ocupem desses dois, propôs. "Eu me ocupo das moscas, que são melhores que os homens, mas não melhores que as mulheres".

Precedendo este intróito, uma observação sobre a vida, que simultaneamente nos dá conta de seu ecletismo literário: "A vida não é um ensaio, ainda que tratemos de muitas coisas; não é um conto, ainda que inventemos muitas coisas; não é um poema, ainda que sonhemos muitas coisas. O ensaio do conto do poema da vida é um movimento perpétuo; isto é, um movimento perpétuo."

Esse autodidata guatemalteco, que nasceu em Tegucigalpa (Honduras), em 1921, mas lá só viveu até os cinco anos, sonhava com a hipótese de um dia acordar e ver-se transformado, não numa barata, é claro, mas no próprio Kafka, "sem a sua existência miserável". Ou, então, em Joyce ("sem as suas dificuldades para sobreviver com dignidade"), Cervantes ("sem os inconvenientes da pobreza"), Catulo ("sem sua tendência para sofrer por mulheres"), Swift ("sem a ameaça da loucura") e Goethe ("sem o seu triste destino palaciano"). Acabou sendo um Borges esquerdista, sem discurso político nem parti pris ideológico, diga-se.

Se assim o defino é porque Monterroso fugiu de uma das ditaduras de direita mais repugnantes do século passado, justamente aquela (comandada por Jorge Ubico) que deu início, na Guatemala, a um ciclo de tiranetes servis aos interesses da multinacional das bananas, United Fruit, na América Central.

Estabelecido no México desde 1944, não passou um dia dos 58 anos seguintes sem pensar em voltar para a Guatemala. Poderia tê-lo feito no curto período em que o reformista Jacobo Arbens Guzmán tentou dar um jeito no país e no mandonismo da United Fruit, mas ainda bem que demorou a decidir-se, pois os donos das bananas guatemaltecas afinal derrubaram Arbens Guzmán em 1954, inaugurando uma dinastia de ditadores militares e maus governantes. E obrigando Monterroso a manter seu país como um retrato na parede, que muito lhe doía a alma.

Sua obra foi toda produzida no México. Publicada em livro (ou melhor, em opúsculos), uma dezena, não mais. A primeira, El Concierto y el Eclipse, é de 1952. A última, o primeiro tomo de suas memórias, Los Buscadores de Oro, saiu em 1994. Recentemente, organizou com sua mulher, a escritora mexicana Bárbara Jacobs, uma Antologia del Cuento Triste, também para a editora Alfaguara. Ganhou prestígio, muitos prêmios (o Xavier Villaurrutia de 1975, o Juan Rulfo de 1996, o Nacional de Literatura da Guatemala de 1997), condecorações (a Águila Azteca, em 1988) e títulos (Doutor Honoris Causa pela Universidade de San Carlos de Guatemala), mas jamais conseguiu viver só do que escrevia. Para fechar as contas do mês, trabalhou como investigador, editor e deu aulas em universidade.

Com o tempo, Monterroso acostumou-se à idéia de que a sua magnum opus ― ou, pelo menos, a que mais fama lhe deu ― era mesmo a mininum opus do dinossauro. "Não há o que fazer", dizia. "Até porque os dinossauros são duros de roer." Quando ele morreu, o dinossauro ainda estava lá.

Nota do Editor
Texto gentilmente cedido pelo autor. Originalmente publicado no "Caderno 2", d'O Estado de São Paulo, em 15 de fevereiro de 2003.


Sérgio Augusto
Rio de Janeiro, 26/5/2008

Quem leu este, também leu esse(s):
01. Como excrever bem de Ivan Lessa
02. Lula e a imprensa de Mario Sergio Conti
03. Os 35 anos do Jornal Nacional de Paulo Henrique Amorim
04. Papai Noel cientificamente correto de Sérgio Augusto


Mais Sérgio Augusto
Mais Acessados de Sérgio Augusto
01. Para tudo existe uma palavra - 23/2/2004
02. O frenesi do furo - 22/4/2002
03. Achtung! A luta continua - 15/12/2003
04. O melhor presente que a Áustria nos deu - 23/9/2002
05. Filmes de saiote - 28/6/2004


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
27/5/2008
14h22min
Espantei-me (não muito, é verdade) por saber que Monterroso precisava trabalhar bastante para compor o orçamento. Ah, literatura, ingrata literatura! Publiquei duas ou três fábulas geniais do autor, em meu blog, e não recebi um mísero comentário. Para mim, seria impossível um sujeito ler "O Macaco que Quis ser Escritor Satírico" e permanecer indiferente. Mas acontece, né?
[Leia outros Comentários de James]
28/5/2008
04h28min
Acontece cada coisa, né, James? O Sérgio Augusto não se deteve tanto na paixão que Calvino tinha pela modalidade literária (cuidado aí com as patrulhas do gênero!) cultivada por Monterroso. Tem até universidades (bem diferentes de uma UFRGS) em cujos respectivos "perpétuos" departamentos, exige-se de uma tese doutoral sobre micronarrativas (brevidade), a extensão da "Crítica da Razão Pura"...! Acontece, sim.
[Leia outros Comentários de Marco Antônio]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




MUSCLE INFORM Nº 56
VÁRIOS AUTORES
MUSCLE INFORM
R$ 5,00



ROBIN HOOD - COLECAO REENCONTRO LITERATURA
JOEL RUFINO DOS SANTOS
SCIPIONE
(2013)
R$ 39,00



ALIENAÇÃO E CAPITALISMO
LAYMERT G. DOS SANTOS
BRASILIENSE (SP)
(1982)
R$ 30,28



VINGT MILLE LIEUES SOUS LES MERS - TEXTES EN FRANÇAIS FACILE
JULES VERNE
HACHETTE (PARIS)
(1971)
R$ 14,28



TERMELETRICIDADE - GERAÇÃO DIRETA
HENRIQUE ALENCAR UND CICERO SOUTO
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 251,00



PROCESSO CIVIL - RECURSOS
GILSON DELGADO MIRANDA E PATRICIA MIRANDA PIZZOL
ATLAS
(2001)
R$ 10,00



DISCURSO SOBRE O MÉTODO
RENÉ DESCARTES
HEMUS
(1978)
R$ 6,00



MENINOS EM GUERRA
JERRY PIASECKI
ATICA
(2011)
R$ 16,00



COLEÇÃO OBJETIVO TRIGONOMETRIA E GEOMETRIA PLANA LIVRO 24
JORGE KRIKORIAN / MAURO GRESPAN
CERED
R$ 8,00



PERCEPÇÕES DE SUSTENTABILIDADE EM INDÚSTRIAS DE CALÇADOS GRANDE PORTE
ALESSANDRO CARLONI
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 391,00





busca | avançada
28584 visitas/dia
1,0 milhão/mês