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Sexta-feira | 3/7/2009
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Escrever pode ser uma aventura
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Agora eu era cronista
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Eu poderia começar dando uma fórmula para se escrever bem, ou contar que nunca tenho "brancos" diante da tela vazia. Seriam boas aberturas para um texto, e provavelmente fisgaria leitores no primeiro parágrafo. Assim seria até pouco tempo atrás, antes da tal crise dos 40 me pegar e eu perceber que não conseguia mais me realizar fazendo apenas o que já sabia fazer.
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por Marta Barcellos
em 3/7/2009
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Agora eu era, livro de crônicas da jornalista gaúcha Claudia Laitano, revela uma excelente leitora, dona de um texto maduro, alguém com sensibilidade para falar de si sem deixar de olhar para os lados, para citar livros, filmes e discos respeitáveis, para fazer metáforas como a do clichê com o chuchu, mas que, como cronista, parece ser mais o que os leitores esperam de si.
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por Marcelo Spalding
em 2/7/2009
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Quarta-feira | 1/7/2009
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Jornalismo domina Feira do Livro de Ribeirão
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Chickenfoot: o passado e o futuro do rock
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A programação do último fim de semana da 9ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto, realizada de 18 a 28 de junho, endossou o crescente interesse pela chamada literatura de não-ficção. Em um momento de contestação do trabalho jornalístico, autores que misturam a técnica investigativa da boa reportagem com recursos literários atraem cada vez mais a atenção do público.
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por Luiz Rebinski Junior
em 1/7/2009
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Uma pergunta que os roqueiros de vanguarda se fazem hoje é: onde foi parar o rock? Se antes vivíamos sob a égide de "sexo, drogas e rock'n'roll", a coisa toda se diluiu de tal maneira que hoje se prega "celibato, Toddynho e emo". Há de se reconhecer: o classic rock penou como nunca nessa última década. Mas, de uns anos para cá, ele renasceu ― ainda que de maneira nostálgica.
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por Diogo Salles
em 30/6/2009
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Segunda-feira | 29/6/2009
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O leitor que escreve
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Boas interfaces. Bons leitores?
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Escrevemos por trabalho, escrevemos para aprender, escrevemos por prazer. Em nosso meio, até não muito tempo, a quem manifestasse o gosto pela escrita era aconselhado trabalhar em cartório ou cursar a faculdade de Direito. A opção pelo jornalismo era distante. Quem afirmasse querer ser escritor, além de não ser levado a sério, ouviria a pergunta: e vai viver do quê?
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por Ricardo de Mattos
em 29/6/2009
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Em O laptop de Leonardo, Ben Schneiderman desenvolve a ideia de que a Computação deveria ajudar o homem a viver melhor. A preocupação com velocidades e potências, foco do que o autor chama de "a Velha Computação", não teria outra finalidade que não a tecnologia pela tecnologia, em um vazio infinito que não olha a humanidade e dá atenção exagerada à máquina.
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por Ana Elisa Ribeiro
em 26/6/2009
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Quinta-feira | 25/6/2009
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Zé Rodrix ― o escritor e o amigo
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O primeiro parágrafo
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O choque da perda de Zé Rodrix, ainda não totalmente digerido, me lançou numa espiral de questionamentos sobre o sentido da vida. Se há alguma lição a ser extraída deste episódio é a de que a vida humana é frágil, curta, por mais longa que seja, e pode acabar daqui a dois segundos. Trata-se de uma constatação óbvia, mas da qual poucos parecem se dar conta.
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por Luis Eduardo Matta
em 25/6/2009
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Pegar um livro, abrir e ir de cara ao primeiro parágrafo é um artifício manjado para sentir se uma obra vale a pena ser lida ou não. Não são poucos os leitores ilustres ― entre críticos e escritores ― que já admitiram utilizar o método do primeiro parágrafo ― e às vezes do último ― para selecionar a leitura de cada dia. É claro que não é um método lá muito confiável, mas tem seu charme.
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por Luiz Rebinski Junior
em 24/6/2009
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Terça-feira | 23/6/2009
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Eu não sou jornalista!
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10 grandes
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Escrevo para sites diversos há pelo menos seis anos. No princípio, era apenas ficção. Depois, resenhas de livros. Nos últimos tempos tenho me arriscado de vez em quando em um ou outro texto mais jornalístico, mas que não posso chamar de "matéria". Talvez, muito talvez, de artigo. Além disso, como editor-assistente do Digestivo, desenvolvo um trabalho jornalístico. Mas não sou jornalista.
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por Rafael Rodrigues
em 23/6/2009
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Certa vez, vi um rapaz sentado no meio-fio, parado, o olhar perdido no nada, como se até mesmo pensar fosse um esforço grande demais. Aquela visão me marcou. Percebi que existem pessoas e pessoas: aquelas que passam pela vida e a deixam ir embora, e aquelas que se destacam tanto que mudam o mundo. São os grandes, os gigantes, pessoas que devem ser seguidas.
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por Gian Danton
em 22/6/2009
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