1964-2004: Da televisão à internet – um balanço | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

busca | avançada
38130 visitas/dia
1,3 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
>>> Banco Inter É uma BOLHA???
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> O Presidente Negro, de Monteiro Lobato
>>> Roçando a poesia de Alberto Beuttenmüller
>>> A Euforia Perpétua, de Pascal Bruckner
>>> A Euforia Perpétua, de Pascal Bruckner
>>> As ligações perigosas
>>> Apresentação
>>> Micro-Twitter-Blogging
>>> Balanceando
>>> Talvez...
Mais Recentes
>>> O Mistério 2012 de Gregg Braden pela Geração Editorial (2009)
>>> La Vida es Sueño de Pedro Calderón de la Barca pela Alfaguara (2005)
>>> Tom Cruise: uma biografia não autorizada de Wensley Clarkson pela Best Seller (1996)
>>> Don Juan Tenorio de José Zorrilla pela Alfaguara (2005)
>>> Autobiografia Precoce de Eugênio Evtuchenko pela Brasiliense (1984)
>>> A Prudência em Maquiavel de Gabriel Chalita pela Loyola (1992)
>>> Cartas Marruecas de José Cadalso pela Alfaguara (2005)
>>> Vida! Reflexões Sobre Sua Jornada de Louise L. Hay pela Madras (2012)
>>> Crimen y Misterio - Antologia de Relatos de Suspense de Vários pela Alfaguara (2005)
>>> Rimas y Leyendas de Gustavo Adolfo Bécquer pela Alfaguara (2005)
>>> Kingdom Come - 4 Volumes de Mark Waid & Alex Ross pela Dc
>>> Conduta Sexual da Mulher - Primeiro Volume de Kinsey / Martin / Pomeroy / Gebhard pela : Atheneu (1967)
>>> A Temporada das Marchas de Daniel Silva pela Rocco (2001)
>>> Conduta Sexual da Mulher - Terceiro Volume de Kinsey / Martin / Pomeroy / Gebhard pela Atheneu (1967)
>>> Conduta Sexual da Mulher - Segundo Volume de Kinsey / Martin / Pomeroy / Gebhard pela Atheneu (1967)
>>> Administração de Conflitos e Relacionamentos - Unicesumar de Marcelo Filippin e Outros pela : Unicesumar (2014)
>>> Lazarillo de Tormes de Anônimo pela Alfaguara (2005)
>>> O Fato Superveniente na Sentença Cível de Jaime Luiz Vicari pela Conceito (2012)
>>> The Compleat Alice Cooper: Incorporating the Three Acts of Alice Coope de Neil Gaiman pela : Marvel (1995)
>>> Use a Cabeça! C de Dawn Griffiths - David Griffiths pela Alta Books (2013)
>>> Ayurveda and the Mind de David Frawley pela Motilal Banarsidass Publishers (1998)
>>> El Lápiz del Carpintero de Manuel Rivas pela Alfaguara (2005)
>>> Vida, Morte e Dignidade Humana de Tânia da Silva Pereira pela Gz (2010)
>>> El Lápiz del Carpintero de Manuel Rivas pela Alfaguara (2005)
>>> Efectos del Tlcan Em México Despues de 15 Anos de Operación de José Luiz de La Cruz pela Maporrua (2011)
>>> Michel Foucault: Estratégia, Poder-saber (2a Ed.) de Manoel Barros da Motta pela Forense Universitária (2006)
>>> Constitucionalismo Em Debate: uma Homenagem aos 30 Anos de Pesquisa E de Luiz Henrique Urquhart Cademartori pela Lumenjuris (2014)
>>> A História de Santa Catarina Ilustrada - Vol. I - o Contestado de Nelson Rolim de Moura - Editor pela Secretaria de Estado de Comuni
>>> A História de Santa Catarina Ilustrada - Vol. I - o Contestado de Nelson Rolim de Moura - Editor pela Secretaria de Estado de Comuni
>>> O domador de Tempestades de Valter Assis pela Literare Books International (2019)
>>> A História de Santa Catarina Ilustrada - Vol. I - o Contestado de Nelson Rolim de Moura - Editor pela Secretaria de Estado de Comuni
>>> O filho eterno de Cristóvão Tezza pela Record (2007)
>>> Criminologia Forense - Tomo 1 de Benjamim Silva Rodrigues pela Empório do Direito (2015)
>>> El Talismán que Vino por el Aire de Joan Manuel Gisbert pela Alfaguara Infantil (2005)
>>> Civilizing Rituals: Inside Public Art Museums de Carol Duncan Perry pela Routledge (1995)
>>> O homem que não conseguia parar de David Adam pela Objetiva (2015)
>>> A Criminologia no Século XXI de Walter Barbosa Bittar (coordenador) pela Lumenjuris (2007)
>>> O segredo da Caixa de Michelle Hadad pela Literare Books International (2019)
>>> Leyendo a Euclides de Beppo Levi pela Ministério de Educação (2008)
>>> O livro de Julieta de Cristina Sanchez Andrade pela Companhia das Letras (2012)
>>> Roberto Piva de O Mesmo pela Lpm (1985)
>>> Litígio Judicial Internacional - Decita de Adriana D. de Klor pela Boiteux (2005)
>>> Historia Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas no Oceano Occidental de Antonio Cordeyro ( Padre) pela Região Autónoma dos Açores (1981)
>>> O Estado - 100 Capas de Unisul pela Unisul (2015)
>>> Harry Potter y El Misterio del Príncipe de J. K. Rowling pela Salamandra (2006)
>>> História Geral dos Jesuitas de T. Lino de Assumpção pela Moraes (1982)
>>> Democracia, Direito e Política, Estudos Internacionais Em Homenagem de Martonio Barreto Lima pela Conceito (2006)
>>> A Cura Di Cesare de Seta e Irma Arestizábal de Grete Stern pela Electa Napoli (2004)
>>> Por Que no Podemos Ser Cristianos.... de Piergiogio Odifreddi pela Rba (2010)
>>> Reabilitação Neuropsicológica e Intervenções Comportamentais de Eliane Correa Miotto pela Roca (2015)
COLUNAS >>> Especial 1964-2004

Sexta-feira, 30/4/2004
1964-2004: Da televisão à internet – um balanço
Julio Daio Borges

+ de 12700 Acessos
+ 2 Comentário(s)

Meu primeiro impulso, ao pensar num tema para estes 40 anos do "1964", foi escrever um balanço cultural entre o "ontem" e o "hoje". Mas seria uma análise incompleta (pois não tenho total domínio sobre as manifestações artísticas nestas quatro décadas), e cairia, inevitavelmente, nas obviedades de sempre: "Nos anos 60, tínhamos Chico, Caetano, Gil, Milton e Jorge Ben - e agora, temos o quê?". Ou seja: é muito fácil chegar à conclusão de que vivemos numa wasteland (pelo menos musical), mas é muito mais difícil identificar o porquê desse estado de coisas. É o que vou tentar fazer aqui. (Não sei se vou conseguir.)

Quando penso em 1964, em 1968, em termos culturais, e no que significativamente mudou, daqueles tempos para cá, penso logo na televisão. Mais especificamente, na fundação da Rede Globo (1965). Claro, também é muito fácil demonizar a Globo - e eu vou tentar não cair nessa tentação. De qualquer forma, tudo o que ocorreu desde então (principalmente para quem nasceu, como eu, na década de 1970) passou pelo "filtro" da Rede Globo. (Hoje, sua hegemonia não é o que era, mas basta imaginar um mundo sem controle remoto, sem Silvio Santos [um produto da Globo], sem cable TV, sem internet e - sobretudo - num regime onde toda crítica era camuflada e onde todo pensamento crítico não florescia...)

Eu fui uma criança que cresceu assistindo ao Sítio do Pica-Pau Amarelo, às oito horas da manhã (e meu pai implicava com a minha mãe, pois esta deixava que ligássemos o televisor logo cedo). Cresci à base de desenhos animados da Hanna Barbera (não na Globo) e quase peguei a Xuxa (na época da Manchete, em 1983) - mas, graças a Deus, me livrei do primado das apresentadoras de programas infantis para debilóides (aos 10 anos já achava o Bozo - ele havia estreado há pouco - um débil mental). Amadureci vendo novelas e me lembro relativamente bem de todas às quais assisti; felizmente me libertei delas ainda no início da adolescência.

Tudo isso para dizer que eu faço parte do sistema, que eu fui formado por ele, e que ele não me é estranho. No início da minha juventude, vivemos a primeira libertação dos escravos, com a introdução de canais UHF (tinha de comprar aquela antena) e com as experiências incipientes em matéria de TV a cabo (com algum esforço, era possível sintonizar a ESPN e mais alguns programas esporádicos de graça). Tomei um banho de MTV e meus heróis, além dos músicos, eram alguns VJs (hoje, sei, sucumbiram ao apelo da indústria da moda - onde uma carinha bonitinha [e um corpo "sarado"] manda[m] mais que um cérebro funcionando, como, aliás, em todos os outros canais).

Enfim, eu ia falar da Globo. E da televisão. Pois então: penso que a minha geração, e as subseqüentes (até muito recentemente), cresceram anestesiadas pela "máquina de fazer doidos". Como diria Platão (através de Sócrates), não acho que a tevê seja uma forma de conhecimento. Essa é minha tese há muito tempo - e sei que muitos de vocês agora vão chiar. É incalculável o quanto perdemos vendo televisão (e o quanto se perde ainda - apesar de que sua força vem diminuindo com o tempo...). Não apenas em horas diante do aparelho, mas sim formando uma "mentalidade" em que todo o resto é visto sob a ótica da televisão.

Outro dia, um exemplo, fui a um lançamento de livro de um amigo. Ele dividia a palestra (introdutória à sessão de autógrafos) com outro escritor. Este último (embora relativamente conhecido nos meios) se comportava exatamente igual a um apresentador de programa de auditório: apelava para piadas jocosas, queria ser o centro das atenções, falava mais alto do que o necessário e se utilizava de expressões nada literárias (que denunciavam suas "influências") como "o povo quer saber". Eu senti vergonha pelo meu amigo; ele era muito mais do que aquilo (se algum desconhecido visse, não acreditaria), mas ele tinha de fazer uso de expedientes como esses, senão as pessoas ali presentes ou dormiriam ou se aborreceriam. (Afinal, estavam acostumadas à esparrela da televisão.)

Outro exemplo. Nélson Rodrigues escrevia, em suas crônicas, que uma coisa dita uma única vez permanecia inédita; era preciso repeti-la, portanto, para que se fizesse conhecer. Depois da televisão essa colocação simples se transformou em religião: o bombardeio de estímulos audiovisuais (que contaminam também o cinema, pois este se vê obrigado a competir) é tamanho que ninguém mais presta atenção em nada. (Depois vai se tratar de DDA.) Assim, o esforço para se transmitir uma informação, uma analogia, um raciocínio tem de ser decuplicado. Por conseqüência (em comparação à televisão), um longa do Novo Realismo Italiano parece "lento"; um livro (qualquer que seja) parece "chato" apenas; uma música (que não seja barulhenta e de curta duração) provoca sonolência aguda. (Nem precisa dizer que esses aspectos todos foram abordados, em muito maior profundidade, pelos "teóricos da comunicação". O que exponho aqui é apenas a ponta do iceberg.)

Então você entende porque as telenovelas da Globo repetem os seus enredos e as mesmas "situações" há tantos anos; porque as vinhetas do Fantástico e do Jornal Nacional não mudam desde que foram inventadas; porque o Galvão Bueno expele as mesmas barbaridades a cada Copa do Mundo de futebol; porque - verdade seja dita - os "ídolos" dos anos 60 permanecem "insuperáveis" (e dá-lhe Elvis, e dá-lhe Beatles, e dá-lhe MPB...), enquanto há um mundo lá fora diariamente se renovando. Porque - vamos encarar os fatos - estamos todos petrificados, com as idéias congeladas, reentoando os velhos mantras da televisão. (Sem que ninguém perceba, o que é pior.)

"Ah, mas não é a televisão; e, no Brasil, não é a Globo" - alguém pode objetar. E eu concordo; mas isso não invalida a minha lógica. Sim, tivemos imprensa amordaçada por uns bons longos anos; tivemos um número significativo de membros da nossa "elite intelectual" silenciados ou mesmo banidos; tivemos décadas de prosperidade (ainda que artificial), coroadas com um boom em infra-estrutura (leia-se: empregos), que compensaram, para o grosso da população, quaisquer mazelas do regime de exceção. Mas o "projeto" não estaria completo sem a tevê e sem a Globo. Graças a ambas, - volto a insistir - ficamos travados no tempo e no espaço; habitamos um mundo encantado e sem saída; abdicamos de qualquer desejo ou vontade, a não ser o prato que nos ofereciam à base de Namoradinhas do Brasil, Robertos Carlos e Chacrinhas.

"E onde entra a internet (do título)?" - alguém pode perguntar. A internet, a meu ver, é o antídoto. E aí está a minha segunda tese (contra a qual muitos vão protestar também). A World Wide Web, com sua democratização dos "meios de produção", rompe com séculos de mudez e de ausência de crítica. Pela primeira vez, a voz do Big Brother não é engolida a seco; o tom oficialesco perde o seu ar "marcial" (pois qualquer internauta pode zombar dele); a imprensa (já sem a mordaça desde a Abertura [1984-5]) deixa de ser conduzida, sai da mão de alguns grupos (ligados ao poder de uma forma ou de outra) e, cibernética, está ao alcance de mim e de você. Foram abertas as comportas. E, através da escrita e da leitura (compulsórias no mundo digital), retomamos aquela linha evolutiva de "informação, analogia e raciocínio" - para sair, finalmente, do imobilismo. Desapertamos o "pause" e as cenas, que ficaram paradas lá nos anos 60 ("Chico, Caetano, Gil, Milton, Jorge Ben..."), voltam a se suceder. Não foi uma nem duas: foram quatro, as décadas perdidas.

Não chamaria a internet de "renascimento", como Gerald Thomas chamou, para depois voltar atrás. Ainda assim penso que ela é, além de tudo, um exemplo útil de como o "poder" cultural se descentralizou, nestes tempos de agora. Basta observar o número crescente de pequenas editoras que surgem; de minúsculas gravadoras e de ínfimos selos de fundo de quintal; de incontáveis revistas (e até jornais) superlotando, cada vez mais, as bancas; de produtoras independentes despejando filmes (sim, filmes) e até sangue novo - quem diria... - na outrora mal vista grade de programação. Os problemas - é evidente - são os mesmos de sempre: falta de público, falta de massa crítica, falta de demanda, falta de dinheiro, falta de reconhecimento, falta de "condições". Mas se considerarmos quantos milhões de zumbis ainda somos por despertar (e os investimentos, em todas as áreas, apostam nisso), até que não estamos tão mal. E poderemos, inclusive, um dia, nos gabar de ter vivido anos tão ou mais ricos que os tais anos 60. Ao menos, culturalmente.


Julio Daio Borges
São Paulo, 30/4/2004


Mais Julio Daio Borges
Mais Acessadas de Julio Daio Borges em 2004
01. Parati, Flip: escritores, leitores –e contradições - 16/7/2004
02. Mens sana in corpore sano - 14/5/2004
03. Por que a crítica, hoje, não é bem-vinda - 25/6/2004
04. Ensaio de interpretação do Orkut - 20/8/2004
05. 1964-2004: Da televisão à internet – um balanço - 30/4/2004


Mais Especial 1964-2004
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
30/4/2004
13h24min
Gostei bastante do seu texto. Achei mais sóbrio que os textos que encontramos por aí defendendo a internet como se fosse uma nova religião salvadora. Ela não revolucionou a comunicação (pelo menos ainda); talvez pudéssemos falar em modernização conservadora para a internet.
[Leia outros Comentários de paulo]
3/5/2004
10h37min
Achei o texto bem interessante, retratando a internet e a tv, nas suas respectivas qualidades e defeitos. A globo tem o poder de persuadir seus telespectadores, e ja elegeu e derrubou presidentes. No caso da Web, como em todo os segmentos da informatizacao, vai provocar o fim de profissoes nostalgicas, como a do entregador de cartas, e a queda, ja acentuada, de profissionais da imprensa escrita.
[Leia outros Comentários de Milton Moreira]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




ENTRE A VIRTUDE E O PECADO 9155
ALBERTINA DE OLIVEIRA COSTA / C. BRUSCHINI
RODA DOS VENTOS
(1992)
R$ 10,00



SUPER INTERESSANTE A CHAVE DOS SONHOS Nº 224
VÁRIOS AUTORES
ABRIL
(2006)
R$ 5,99



MEDICINA ALTERNATIVA DE A A Z
CARLOS NASCIMENTO SPETHMANN
NATUREZA
(2004)
R$ 40,00



A VIDA DE LUIZ VIANA FILHO
JOÃO JUSTINIANO DA FONSECA
SENADO FEDERAL
(2005)
R$ 22,28



HEADHUNTER - OS BASTIDORES DO MUNDO CORPORATIVO
FELIPE ASSUMPÇÃO
SAINT PAUL
(2009)
R$ 7,50



100 PIORES IDEIAS DA HISTÓRIA
MICHAEL N. SMITH / ERIC KASUM
VALENTINA
(2016)
R$ 31,66



TODAYS IMMIGRANTS, THEIR STORIES: A NEW LOOK AT THE NEWEST AMERI
THOMAS KESSNER, BETTY BOYD CAROLI
OXFORD UNIVERSITY PRESS
(1983)
R$ 49,28



PÚBLICOS DA CIÊNCIA EM PORTUGAL
ANTÓNIO FIRMINO DA COSTA E PATRÍCIA ÁVILA S
GRADIVA
(2002)
R$ 24,70



PINÓQUIO - CONTOS MÁGICOS - CAPA 3D
DISNEY
MELBOOKS
(2012)
R$ 26,00



ASAS BRANCAS
CARLOS QUEIROZ TELLES
MODERNA
(1993)
R$ 10,00





busca | avançada
38130 visitas/dia
1,3 milhão/mês