Seleção, minha desilusão! | Lucas Rodrigues Pires | Digestivo Cultural

busca | avançada
92061 visitas/dia
2,2 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Sesc 24 de Maio apresenta programação de mágica para toda família
>>> Videoaulas On Demand abordam as relações do Homem com a natureza e a imagem
>>> Irene Ravache & Alma Despejada na programação online do Instituto Usiminas
>>> Zé Guilherme canta Orlando Silva em show no YouTube no dia 26 de setembro
>>> Setembro Amarelo é tema de EntreMeios especial com Zé Guilherme e Leliane Moreira
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> A pintura do caos, de Kate Manhães
>>> Nem morta!
>>> O pai tá on: um ano de paternidade
>>> Prêmio Nobel de Literatura para um brasileiro - I
>>> Contentamento descontente: Niketche e poligamia
>>> Cinemateca, Cinemateca Brasileira nossa
>>> A desgraça de ser escritor
>>> Um nu “escandaloso” de Eduardo Sívori
>>> Um grande romance para leitores de... poesia
>>> Filmes de guerra, de outro jeito
Colunistas
Últimos Posts
>>> Sebo de Livros do Seu Odilon
>>> Sucharita Kodali no Fórum 2020
>>> Leitura e livros em pauta
>>> Soul Bossa Nova
>>> Andreessen Horowitz e o futuro dos Marketplaces
>>> Clair de lune, de Debussy, por Lang Lang
>>> Reid Hoffman sobre Marketplaces
>>> Frederico Trajano sobre a retomada
>>> Stock Pickers ao vivo na Expert 2020
>>> Rodrigo Gurgel entrevista Yuri Vieira
Últimos Posts
>>> Três tempos
>>> Matéria subtil
>>> Poder & Tensão
>>> Deu branco
>>> Entre o corpo e a alma
>>> Amuleto
>>> Caracóis me mordam
>>> Nome borrado
>>> De Corpo e alma
>>> Lamentável lamento
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Blog do Reinaldo Azevedo
>>> Alerta aos que vão chegar
>>> Cultura e Patrocínio
>>> Deus, um delírio, de Richard Dawkins
>>> O delfim, de José Cardoso Pires
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Thor
>>> Das Kunstwerk der Zukunft
>>> É Julio mesmo, sem acento
>>> O paraíso de Henry Miller
Mais Recentes
>>> Ser Elegante É… - 3D de Candace Simpson-Giles pela Sextante (2014)
>>> Seu Sexto Sentido. Ativando Seu - 3D de Belleruth Naparstek pela Rocco (1999)
>>> História geral das Civilizações Volume 1 - O oriente e a Grécia Antiga de Maurice Crouzet pela Bertrand Brasil (1993)
>>> O Diário de Anne Frank de Ane Frank pela Pé da Letra (2019)
>>> A sombra do poder: Martinho de Melo e Castro e a administração da Capitania De Minas Gerais (1770-1795) de Virgínia Maria Trindade Valadares pela Hucitec
>>> A Revolta da Vacina de Sevcenko, Nicolau pela UNESP
>>> A quebra da mola real das sociedades: A crise política do antigo regime Português na província do Grão-Pará (1821-1825) de André Roberto Arruda Machado pela Hucitec
>>> A paz das senzalas: Famílias Escravas e Tráfico Atlântico C.1790- C.1850 de Florentino, Manolo pela UNESP
>>> A outra Independência: O Federalismo Pernambucano de 1817 a 1824 de Mello, Evaldo Cabral de pela 34
>>> A História do Brazil de Frei Vicente do Salvador. História e Política no Império Português do Século XVII de Maria Lêda Oliveira pela Versal
>>> A experiência do tempo: Conceitos e narrativas na formação nacional brasileira (1831-1845) de Araújo, Valdei Lopes de pela Hucitec
>>> A Educação Pela Noite de Antônio Candido pela Ouro sobre Azul
>>> A Diplomacia na Construção do Brasil. 1750-2016 de Rubens Ricupero pela Versal
>>> A Corte na Aldeia de Vários Autores pela Verbo
>>> A Companhia de Jesus na América por Seus Colégios e Fazendas de Márcia Amantino and Carlos Engemann pela Garamond Universitaria
>>> A carne e o sangue: A Imperatriz D. Leopoldina, D. Pedro I e Domitila, a Marquesa de Santos de Priore, Mary de pela Rocco
>>> 1889: Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a de Laurentino Gomes pela Globo Livros
>>> 1822: Como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram dom Pedro a criar o Brasil - um de Laurentino Gomes pela Globo Livros
>>> 1808: Como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal de Laurentino Gomes pela Globo Livros
>>> 130 Anos: Em Busca Da República de Lessa, Renato; Wehling, Arno; Franco, Gustavo; Tavares Guerreiro, José Alexa pela Editora Intrínseca
>>> Arte de Gramática da Língua Mais Usada na Costa do Brasil de José de Anchieta pela EdUFBA (2014)
>>> Inglorious Revolution de William R. Summerhill pela Yale University Press (2015)
>>> O governo das conquistas do Norte de Fabiano Vilaça dos Santos pela Annablume (2011)
>>> O sol e a sombra de Laura de Mello e Souza pela Companhia das Letras (2006)
>>> Amazon Frontier - the defeat of the Brazilian Indians de John Hemming pela Papermac (1995)
>>> International Law de Malcolm Evans (edited by) pela Oxford University Press (2014)
>>> Complete International Law: Text, Cases, and Materials de Ademola Abass pela Oxford University Press (2014)
>>> Salvador de Sá and the struggle for Brazil and Angola, 1602 - 1686 de C. R. Boxer pela University of London (1952)
>>> Instituições Políticas Brasileiras de Oliveira Vianna pela Senado Federal (2019)
>>> O populismo e sua história - debate e crítica de Jorge Ferreira (Org.) pela Civilização Brasileira (2001)
>>> Marxismo e Judaísmo - história de uma relação difícil de Arlene Clemesha pela Boitempo (1998)
>>> Trópico dos pecados de Ronaldo Vainfas pela Civilização Brasileira (2014)
>>> Brasil: formação do Estado e da Nação de István Jancsó (Org.) pela Hucitec (2011)
>>> História da Vida Privada em Portugal - 4º Volume (Os nossos dias) de José Mattoso pela Temas e Debates (2011)
>>> História de Angola - da Pré-História ao Início do Século XXI de Alberto Oliveira Pinto pela Mercado de Letras (2016)
>>> Visconde do Uruguai de José Murilo de Carvalho (Org.) pela 34 (2002)
>>> A ilusão americana de Eduardo Prado pela Alfa Omega (2001)
>>> Postmodernism or, the cultural logic of late capitalism de Fredric Jameson pela Duke University Press (1992)
>>> The Established and the Outsiders de Norbert Elias and John L. Scotson pela Sage Publications (2017)
>>> The Satanic Verses de Salman Rushdie pela Randon House (2019)
>>> Los detectives salvajes de Roberto Bolaño pela Vintage Español (2010)
>>> Voices from Chernobyl de Svetlana Alexievich pela Dalkey Archive Press (2005)
>>> O Norte Agrário e o Império, 1871 - 1889 de Evaldo Cabral de Mello pela Topbooks (2008)
>>> Worlds of Labour - further studies in the history of labour de Eric J. Hobsbawm pela Weidenfeld and Nicolson (1984)
>>> Formação da Literatura Brasileira - Momentos Decisivos de Antonio Candido pela Ouro sobre Azul (2014)
>>> História do Brasil: uma interpretação de Carlos Guilherme Mota e Adriana Lopez pela 34 (2015)
>>> História Concisa da Literatura Brasileira de Alfredo Bosi pela Cultrix (2015)
>>> A literatura portuguesa de Massaud Moisés pela Cultrix (2010)
>>> História da Literatura Brasileira Vol. I - Das origens ao Romantismo de Massaud Moisés pela Cultrix (2012)
>>> História da Literatura Brasileira Vol. II - Do Realismo à Belle Époque de Massaud Moisés pela Cultrix (2016)
COLUNAS

Segunda-feira, 2/5/2005
Seleção, minha desilusão!
Lucas Rodrigues Pires

+ de 6500 Acessos
+ 1 Comentário(s)

Estive no Pacaembu semana passada para ver o jogo do Brasil contra a Guatemala. Minha primeira vez diante da seleção brasileira, apesar de ali apenas Robinho ser jogador de seleção para Parreira. E a sensação que me ficou foi a que me acompanha ultimamente sempre que assisto ao Brasil jogar - tristeza. Sim, ver a seleção jogar é pura angústia, aos poucos um sentimento de ódio vai surgindo em mim e começo definitivamente a torcer contra o Brasil. Ao final, a desilusão é o me resta e a intenção de não mais perder meu tempo vendo o futebol da seleção me domina. Ainda mais quando insisto em ficar até o fim da transmissão e tenho de ouvir o Parreira dar as desculpas de sempre para o futebol medíocre de seu time - que o adversário não é mais bobo, que o Brasil jogou contra um time puramente defensivo e que não conseguiu furar a defesa adversária. Não dá mais para ouvir essa ladainha, Sr. Parreira!!! Você é o culpado maior pelo futebol brasileiro estar a porcaria que está! É sua atitude de apenas valorizar jogador brasileiro que joga no exterior, é sua teimosia em insistir com alguns nomes que já não querem mais saber de seleção (como foi o Rivaldo, que só deixou de ser convocado quando ele próprio deu um basta e foi se esconder na Grécia), é sua postura de abertamente "aconselhar" o Robinho a ir logo para o exterior, enfim, é a mera presença de alguém já ultrapassado como Zagallo ao seu lado que fazem a minha tristeza (e creio de outros milhões) diante do deprimente espetáculo que foi o jogo com a Guatemala, mas que é na verdade TODO jogo do Brasil, contra quem quer que seja.

Se Parreira e Zagallo deixassem o futebol, o futebol agradeceria. Assim como o Galvão Bueno, que foi o protagonista da idéia deste artigo. O jogo no Pacaembu foi muito ruim, ver uma homenagem a Romário que no fundo pareceu a meus olhos uma espécie de humilhação ao Baixinho. São diversas as razões para eu crer nisso: sendo a festa de 40 anos da Rede Globo, Romário foi apenas coadjuvante. Fizeram o cara jogar 40 minutos para sair de campo com um golzinho dado de bandeja. O pior foi ter de ver o jogo ser paralisado, todos os jogadores do Brasil o cumprimentarem e depois alguns ex-jogadores companheiros seus de Tetra (um indício de que já devia ter parado, não?) indo buscá-lo no meio do campo numa cena que me lembrou o final de O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei, quando Frodo encontra seus amigos de jornada à beira de embarcar para outro mundo. Foi isso que soou para Romário - seus companheiros indo recebê-lo nesse outro lado depois de uma jornada heróica. No caso do filme, soou épico; no caso do evento no Pacaembu, soou patético. Outro motivo: se Romário ama o Rio de Janeiro e sempre jogou lá, por que trazê-lo a São Paulo, onde muitos torcem o nariz para seu estilo de futebol (o oposto de Robinho, xodó dos paulistas)? Claro que a festa era da Globo, mas então não confundam as coisas. Deixem para Romário uma despedida à altura e para quando de fato ele for parar de jogar futebol.

O espetáculo contra Romário continuou ao ver que ele não conseguia mais correr nem para acompanhar os adversários. Perdeu pelo menos 2 gols fáceis e, piorou tudo quando, talvez forçado pelos fotógrafos e cinegrafistas, deu uma volta olímpica sozinho enquanto, constrangidos, os demais jogadores e o árbitro esperavam o fim daquela despedida melancólica e sem vibração. E a torcida, que se entoasse um coro forte de homenagem faria do momento eterno, calou-se. Poucos gritavam "Romário, Romário!" num coro que não soou homogêneo, mas sim como uma forma para acelerar com aquilo, ansiando logo pela normalidade. Havia constrangimento no vento frio que circulava pelo Pacaembu.

De fato, após a saída de Romário o jogo ficou ainda mais sem graça. Parreira, como para esfregar na cara de todos seus críticos, trocou diversos jogadores e colocou alguns nomes em ascensão no Brasil, como o jovem Fred, do Cruzeiro. As substituições serviram para Parreira calar torcida e crítica, além de legitimar a presença na seleção dos jogadores "estrangeiros". Afinal, pensariam as cabeças mais fracas, que esses jogadores que fizeram feio contra a Guatemala não têm condições de defender o país numa Copa, em jogos pra valer contra uma Argentina, Itália ou Alemanha. Puro engano, pois o que Parreira fez ontem, ao contrário do que ele disse - que o jogo seria um laboratório para jogadores completarem o time principal -, o jogo serviu para queimar os mesmos jogadores. Qual a intenção de convocar jogadores que NUNCA, repito, NUNCA serão mais convocados por esse técnico? Ou qualquer torcedor atento acredita que ele vá convocar para uma Copa ou qualquer competição importante atletas como os zagueiros Fabiano Eler e Glauber, o lateral esquerdo Léo (Santos), o bom Marcinho, que de meia ofensivo jogou quase como um segundo volante, perdendo toda sua característica que o marcou no São Caetano? Mesmo Rogério Ceni, ídolo do São Paulo, foi ao Pacaembu mais para pegar um resfriado do que qualquer outra coisa. Ele mesmo sabe que com Parreira nunca terá uma chance real, e isso sendo o melhor goleiro entre os selecionáveis (Dida ainda é inseguro, Marcos e Júlio César, são bons jogadores, mas comem frangos regularmente).

Não temos como negar que o futebol da seleção é sem graça, sem alegria, sem empolgação. Tudo isso se acendeu com Parreira em 1994 e seu estilo prático, de futebol de resultados, visando um bem maior - na ocasião a conquista do tetra. Parreira, em nome de um título, matou a alegria do jogador brasileiro e com isso a alegria da torcida nacional. E não adianta Galvão Bueno vibrar com algum lance de Denílson (no passado) ou de Robinho (podem esperar que vai ser um reserva de luxo de Parreira em 2006), ou mesmo dar total apoio a um Ronaldo gordo e sem motivação para jogar. Enquanto houver Parreira e outros intocáveis na seleção, o brilho da mesma estará ofuscado. Por que insistir em determinados momentos com jogadores que não estão bem se há outros secos pra comer a bola esperando uma oportunidade? Aí me vem à cabeça a velha teoria da conspiração e me lembro de boatos de que a Nike teria como contrato obrigado a alguns jogadores a ser sempre convocados e não sair do time. Do jeito que está não é possível acreditar nisso?

Mas na festa da Rede Globo de 40 anos, em que uma pseudoseleção foi servida como prato principal, a torcida de São Paulo mostrou por que tem em seu estado o melhor futebol do país. Ao invés de fazer festas e aplaudir sob todas as circunstâncias (e um placar de 3 a 0 permitiria isso em teoria), provou que não se contenta com migalhas e que quer ver a seleção jogando futebol de verdade e não a burocracia que é ver qualquer seleção montada por Parreira. Um jogo medíocre, uma festa para a Globo medíocre, uma noite fria e quase 40 mil torcedores insatisfeitos com o que viram. Tanto que o melhor da noite foi ouvir em coro a torcida protestando contra o Galvão Bueno e a Rede Globo. Quase todo o segundo tempo se ouvia brados como "Silvio Santos vem aí, lá-lá-lá-lá-lá", "S-B-T!!", "Olê, olê, olê, olê, Chaves, Chaves!", "Ratinho, Ratinho, Ratinho!". Sem contar aqueles que se direcionavam ao pior e mais chato narrador esportivo que já tivemos. E dá-lhe: "Galvão, viado!" e "Galvão, pede demissão!", fora gritos mais ofensivos que não convém citar aqui. Se o Galvão e o Parreira pedissem demissão, talvez ainda valesse a pena parar para ver a seleção. Do jeito que está, só temos a lamentar.

Fora Parreira já!


Lucas Rodrigues Pires
São Paulo, 2/5/2005


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Brasil em novo tempo de cinema de Humberto Pereira da Silva
02. Quatro dias em São Paulo de Rafael Rodrigues
03. Saleté S.A. de Elisa Andrade Buzzo
04. Samba da Vela de Débora Costa e Silva
05. Ler muito e as posições do Kama Sutra de Ana Elisa Ribeiro


Mais Lucas Rodrigues Pires
Mais Acessadas de Lucas Rodrigues Pires
01. Olga e a história que não deve ser esquecida - 30/8/2004
02. Os narradores de Eliane Caffé - 5/2/2004
03. Babenco traz sua visão do país Carandiru - 17/4/2003
04. Quem tem medo de Glauber Rocha? - 19/7/2004
05. A Barsa versus o Google - 16/3/2006


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
2/5/2005
17h00min
Lucas, concordo com quase tudo o que o você escreveu sobre a festa da Globo e a despedida do Romário. Quanto à mediocridade do Parreira, vale resaltar o seguinte: mediocridade não é privilégio brasileiro não. Tirando o Mourinho do Cheusea, não sobra muita cabeça pensante à beira do campo. O problema é que desde a revolução do Hinnus à frente do Carrossel Holandês na copa de 74, o futebol mundial está carente de inovações nas quatro linhas. Os exemplos que tivemos de técnicos menos burocráticos como Wanderlei Luxemburgo e o próprio Leão - aclamado como unanimidade no meio - no comando da seleção não foram favoráveis. Até o Luis Felipe, que conseguiu o Penta, é tachado como retranqueiro. O fato é que o futebol apresentado nos últimos anos pela equipe brasileira não encanta, mas dá resultados. Afinal temos a única seleção com cinco títulos mundiais no planeta.
[Leia outros Comentários de Marco Garcia]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




SÉRIE DIVERSOS - VELAS DA ESPERANÇA
SIMON WESENTHAL
IMAGO
(1992)
R$ 8,90



A FORMAÇÃO DA EUROPA: A ALTA IDADE MÉDIA
MARCO ANTÔNIO DE OLIVEIRA PAIS
ATUAL
(1995)
R$ 10,00



UNO - GEOGRAFIA - MÓDULO 18 - BRASIL: CLIMAS E DOMÍNIOS VEGETAIS - NO
AUTOR ADAS
UNO
R$ 16,00



ANNA AKHMÁTOVA - AHHA AXMATOBA (POESIA 1912 - 19644 )
ANNA AKHMÁTOVA
LEPM
R$ 40,00



ESCOLA DE PAIS - BIBLIOTECA DE EDUCAÇÃO
CARLOS DEL NERO
MELHORAMENTOS
(1967)
R$ 7,00



O FANTASMA
DANIELLE STEEL
RECORD
(1999)
R$ 7,00



CATALOGO DI MUSICA SINFONICA
RICORD MILANO
RICORDI MILANO
(1965)
R$ 27,90



A CRIADA
ISABEL MARIE
TERRAMAR
(1997)
R$ 40,00



DAS IST UNSER JAHR HUNDERT
ALFRED
DEUSTCH
(1966)
R$ 33,90



GUIA PSI
MARÍLIA ANCONA LOPEZ / LUIS C. MENDONÇA FIGUEIRED
MARCO ZERO
(1990)
R$ 8,00





busca | avançada
92061 visitas/dia
2,2 milhões/mês