Seleção, minha desilusão! | Lucas Rodrigues Pires | Digestivo Cultural

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Segunda-feira, 2/5/2005
Seleção, minha desilusão!
Lucas Rodrigues Pires

+ de 6300 Acessos
+ 1 Comentário(s)

Estive no Pacaembu semana passada para ver o jogo do Brasil contra a Guatemala. Minha primeira vez diante da seleção brasileira, apesar de ali apenas Robinho ser jogador de seleção para Parreira. E a sensação que me ficou foi a que me acompanha ultimamente sempre que assisto ao Brasil jogar - tristeza. Sim, ver a seleção jogar é pura angústia, aos poucos um sentimento de ódio vai surgindo em mim e começo definitivamente a torcer contra o Brasil. Ao final, a desilusão é o me resta e a intenção de não mais perder meu tempo vendo o futebol da seleção me domina. Ainda mais quando insisto em ficar até o fim da transmissão e tenho de ouvir o Parreira dar as desculpas de sempre para o futebol medíocre de seu time - que o adversário não é mais bobo, que o Brasil jogou contra um time puramente defensivo e que não conseguiu furar a defesa adversária. Não dá mais para ouvir essa ladainha, Sr. Parreira!!! Você é o culpado maior pelo futebol brasileiro estar a porcaria que está! É sua atitude de apenas valorizar jogador brasileiro que joga no exterior, é sua teimosia em insistir com alguns nomes que já não querem mais saber de seleção (como foi o Rivaldo, que só deixou de ser convocado quando ele próprio deu um basta e foi se esconder na Grécia), é sua postura de abertamente "aconselhar" o Robinho a ir logo para o exterior, enfim, é a mera presença de alguém já ultrapassado como Zagallo ao seu lado que fazem a minha tristeza (e creio de outros milhões) diante do deprimente espetáculo que foi o jogo com a Guatemala, mas que é na verdade TODO jogo do Brasil, contra quem quer que seja.

Se Parreira e Zagallo deixassem o futebol, o futebol agradeceria. Assim como o Galvão Bueno, que foi o protagonista da idéia deste artigo. O jogo no Pacaembu foi muito ruim, ver uma homenagem a Romário que no fundo pareceu a meus olhos uma espécie de humilhação ao Baixinho. São diversas as razões para eu crer nisso: sendo a festa de 40 anos da Rede Globo, Romário foi apenas coadjuvante. Fizeram o cara jogar 40 minutos para sair de campo com um golzinho dado de bandeja. O pior foi ter de ver o jogo ser paralisado, todos os jogadores do Brasil o cumprimentarem e depois alguns ex-jogadores companheiros seus de Tetra (um indício de que já devia ter parado, não?) indo buscá-lo no meio do campo numa cena que me lembrou o final de O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei, quando Frodo encontra seus amigos de jornada à beira de embarcar para outro mundo. Foi isso que soou para Romário - seus companheiros indo recebê-lo nesse outro lado depois de uma jornada heróica. No caso do filme, soou épico; no caso do evento no Pacaembu, soou patético. Outro motivo: se Romário ama o Rio de Janeiro e sempre jogou lá, por que trazê-lo a São Paulo, onde muitos torcem o nariz para seu estilo de futebol (o oposto de Robinho, xodó dos paulistas)? Claro que a festa era da Globo, mas então não confundam as coisas. Deixem para Romário uma despedida à altura e para quando de fato ele for parar de jogar futebol.

O espetáculo contra Romário continuou ao ver que ele não conseguia mais correr nem para acompanhar os adversários. Perdeu pelo menos 2 gols fáceis e, piorou tudo quando, talvez forçado pelos fotógrafos e cinegrafistas, deu uma volta olímpica sozinho enquanto, constrangidos, os demais jogadores e o árbitro esperavam o fim daquela despedida melancólica e sem vibração. E a torcida, que se entoasse um coro forte de homenagem faria do momento eterno, calou-se. Poucos gritavam "Romário, Romário!" num coro que não soou homogêneo, mas sim como uma forma para acelerar com aquilo, ansiando logo pela normalidade. Havia constrangimento no vento frio que circulava pelo Pacaembu.

De fato, após a saída de Romário o jogo ficou ainda mais sem graça. Parreira, como para esfregar na cara de todos seus críticos, trocou diversos jogadores e colocou alguns nomes em ascensão no Brasil, como o jovem Fred, do Cruzeiro. As substituições serviram para Parreira calar torcida e crítica, além de legitimar a presença na seleção dos jogadores "estrangeiros". Afinal, pensariam as cabeças mais fracas, que esses jogadores que fizeram feio contra a Guatemala não têm condições de defender o país numa Copa, em jogos pra valer contra uma Argentina, Itália ou Alemanha. Puro engano, pois o que Parreira fez ontem, ao contrário do que ele disse - que o jogo seria um laboratório para jogadores completarem o time principal -, o jogo serviu para queimar os mesmos jogadores. Qual a intenção de convocar jogadores que NUNCA, repito, NUNCA serão mais convocados por esse técnico? Ou qualquer torcedor atento acredita que ele vá convocar para uma Copa ou qualquer competição importante atletas como os zagueiros Fabiano Eler e Glauber, o lateral esquerdo Léo (Santos), o bom Marcinho, que de meia ofensivo jogou quase como um segundo volante, perdendo toda sua característica que o marcou no São Caetano? Mesmo Rogério Ceni, ídolo do São Paulo, foi ao Pacaembu mais para pegar um resfriado do que qualquer outra coisa. Ele mesmo sabe que com Parreira nunca terá uma chance real, e isso sendo o melhor goleiro entre os selecionáveis (Dida ainda é inseguro, Marcos e Júlio César, são bons jogadores, mas comem frangos regularmente).

Não temos como negar que o futebol da seleção é sem graça, sem alegria, sem empolgação. Tudo isso se acendeu com Parreira em 1994 e seu estilo prático, de futebol de resultados, visando um bem maior - na ocasião a conquista do tetra. Parreira, em nome de um título, matou a alegria do jogador brasileiro e com isso a alegria da torcida nacional. E não adianta Galvão Bueno vibrar com algum lance de Denílson (no passado) ou de Robinho (podem esperar que vai ser um reserva de luxo de Parreira em 2006), ou mesmo dar total apoio a um Ronaldo gordo e sem motivação para jogar. Enquanto houver Parreira e outros intocáveis na seleção, o brilho da mesma estará ofuscado. Por que insistir em determinados momentos com jogadores que não estão bem se há outros secos pra comer a bola esperando uma oportunidade? Aí me vem à cabeça a velha teoria da conspiração e me lembro de boatos de que a Nike teria como contrato obrigado a alguns jogadores a ser sempre convocados e não sair do time. Do jeito que está não é possível acreditar nisso?

Mas na festa da Rede Globo de 40 anos, em que uma pseudoseleção foi servida como prato principal, a torcida de São Paulo mostrou por que tem em seu estado o melhor futebol do país. Ao invés de fazer festas e aplaudir sob todas as circunstâncias (e um placar de 3 a 0 permitiria isso em teoria), provou que não se contenta com migalhas e que quer ver a seleção jogando futebol de verdade e não a burocracia que é ver qualquer seleção montada por Parreira. Um jogo medíocre, uma festa para a Globo medíocre, uma noite fria e quase 40 mil torcedores insatisfeitos com o que viram. Tanto que o melhor da noite foi ouvir em coro a torcida protestando contra o Galvão Bueno e a Rede Globo. Quase todo o segundo tempo se ouvia brados como "Silvio Santos vem aí, lá-lá-lá-lá-lá", "S-B-T!!", "Olê, olê, olê, olê, Chaves, Chaves!", "Ratinho, Ratinho, Ratinho!". Sem contar aqueles que se direcionavam ao pior e mais chato narrador esportivo que já tivemos. E dá-lhe: "Galvão, viado!" e "Galvão, pede demissão!", fora gritos mais ofensivos que não convém citar aqui. Se o Galvão e o Parreira pedissem demissão, talvez ainda valesse a pena parar para ver a seleção. Do jeito que está, só temos a lamentar.

Fora Parreira já!


Lucas Rodrigues Pires
São Paulo, 2/5/2005


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COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
2/5/2005
17h00min
Lucas, concordo com quase tudo o que o você escreveu sobre a festa da Globo e a despedida do Romário. Quanto à mediocridade do Parreira, vale resaltar o seguinte: mediocridade não é privilégio brasileiro não. Tirando o Mourinho do Cheusea, não sobra muita cabeça pensante à beira do campo. O problema é que desde a revolução do Hinnus à frente do Carrossel Holandês na copa de 74, o futebol mundial está carente de inovações nas quatro linhas. Os exemplos que tivemos de técnicos menos burocráticos como Wanderlei Luxemburgo e o próprio Leão - aclamado como unanimidade no meio - no comando da seleção não foram favoráveis. Até o Luis Felipe, que conseguiu o Penta, é tachado como retranqueiro. O fato é que o futebol apresentado nos últimos anos pela equipe brasileira não encanta, mas dá resultados. Afinal temos a única seleção com cinco títulos mundiais no planeta.
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