Escritores, autores ou o quê? | Lucas Rodrigues Pires | Digestivo Cultural

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Terça-feira, 23/5/2006
Escritores, autores ou o quê?
Lucas Rodrigues Pires

+ de 3300 Acessos

Autores novos ou novos autores? O que quer dizer esse rótulo? É jogada de marketing ou uma expressão para designar aqueles que começam a escrever literatura atualmente? E são novos de idade ou novos no ofício? Quem é um autor novo hoje em dia?

O intento de escrever sobre autores novos é tarefa quixotesca porque a base de partida para tal empreitada é demais diversificada e, por mais que façamos, algo sempre vai faltar. Pois bem, comecemos pelo começo, voltando ao clássico que o dito moderno inverteu (virou moda começar pelo fim). Partindo do princípio do próprio rótulo - autores novos -, entende-se que são as idéias centrais: 1. autores, ou seja escritores, que sejam autores, tenham personalidade para imprimir um estilo mínimo que se possa dizer próprio; 2. o novo, remetendo a novidade, a coisa feita atualmente e que carrega todo o estigma que a palavra "novidade" traz consigo.

Pois bem, levando em consideração tais preceitos, como avaliar uma geração de escritores (atenção, escritor não é necessariamente autor) que se formou nos anos 80 e 90 e nos últimos 10 anos desabrochou para o público? Aliás, talvez a pergunta seja outra - há uma nova geração de escritores e/ou autores que podemos identificar nos últimos 10 anos? Para frustração do leitor, não serei eu que darei a resposta por pura ignorância mesmo. Admito aqui minha limitação para uma avaliação dessas.

Mas, ao mesmo tempo, o leitor do Digestivo, do qual me coloco como um, tem um mínimo de crítica e senso para entender que os ditos novos escritores estão muito em voga hoje na internet. Minha maior fonte de informação, por onde me atualizo no debate, são justamente os textos do nosso amigo Julio Daio Borges aqui no Digestivo. Por ele ser o editor do site e um cara ligado ao que acontece na internet, seus textos sempre tocam no assunto, e sempre com um senso crítico exemplar. É através dele que sei dos debates em torno de blogs e outras formas de publicação na internet, assim como leio também as novidades interativas do site Cronópios, em especial o colunista e editor Pipol.

Pipol é do tipo criativo à exaustão. Há anos vem desenvolvendo trabalhos na internet com literatura até chegar ao formato do Cronópios. Antes deste, "escreveu" o Brinquedo de Palavras, um e-livro interativo. Sua literatura, se é que podemos chamar assim, adota as possibilidades visuais do suporte e cria uma nova forma de interagir com o texto, que deixa de ser aquele tomo sagrado e passa a ter um aspecto visual preponderante. Claro que isso não é nenhuma novidade em se tratando de internet, e muitos podem dizer que é natural de quem escreve na web aproveitar o aspecto visual. Concordo, mas o que me chama a atenção em Pipol é que ele, além do exemplo citado, faz também vídeo-conto ou, como ele mesmo chamou, clipe-conto. Ele cria a imagem e a articula com a palavra e o som, o que resulta num objeto sincrético muito interessante. Uma espécie de "conto concreto virtual", se é que podemos chamar assim. Vejam este "Par Avion", um primor de invenção e criatividade.

Na internet, também nasceram diversos escritores que já são publicados em livros atualmente. O leitor conhece algum? Eu, pessoalmente, pouco conheço. Sei de blogs que alavancaram a carreira como escritor de alguns blogeiros - alguns até que escreviam aqui no Digestivo -, mas não há por parte da imprensa muito espaço para esses novos autores (ou escritores?). A imprensa tradicional (jornais e revistas, porque em rádio e televisão a literatura e debates culturais não têm vez), que dá maior destaque ao cinema, televisão e mesmo teatro, quando fala de livros, acaba sempre por privilegiar os autores já consagrados, tidos como "grandes", o que prejudica em muito a divulgação de quem está começando.

Mas, mesmo assim, não podemos subestimar o poder dos iniciantes. Lembro de uma pequena nota que li na CartaCapital em que se falava da nova editora Livros do Mal, de Porto Alegre. Através dela que cheguei a vários livrinhos de contos de jovens escritores gaúchos (Daniel Galera, com Dentes Guardados; Ou Clavículas, de Cristiano Baldi; e Ovelhas que Voam se Perdem no Céu, de Daniel Pellizzari) que vinham publicando na internet. Com uma dose de entusiasmo e dinheiro próprio, conseguiram fazer edições e bancar seus textos.

A leitura desses livros acabou por me chamar a atenção para o grupo, do qual notadamente Daniel Galera se destacava. Até mantive algumas conversas com ele pelo moribundo ICQ, mas nada que evoluiu. Dentes Guardados, edição esgotadíssima, virou artigo raro e cult agora com o escritor sendo publicado pela Companhia das Letras (quem sabe não reeditam o livro?). De fato, naqueles poucos contos Galera mostrava um texto sóbrio e digno de sua juventude. Os contos "Triângulo" e "A Escrava Branca" têm força própria e revelam uma criatividade ultimamente confinada à internet e rara em livro. Foi uma estréia que, se não um sucesso editorial (a contar pela baixa tiragem), deve ter servido de estímulo para ele continuar.

E o fruto seguinte de Galera foi O Dia em que o Cão Morreu, pela mesma Livros do Mal. Não mais contos, mas uma narrativa de maior fôlego. O texto de Galera continuou ousado, sempre em primeira pessoa, alguém similar a ele na vida real - jovem na casa dos 25 anos, vivendo em Porto Alegre, vivendo de pequenos trabalhos de tradução e publicidade. O personagem central é um rapaz que encontra um cachorro e o leva pra casa. Ao mesmo tempo em que vive uma relação espelhar com o animal, destoa dos paradigmas da sociedade em uma relação amorosa sem muitos vínculos, de um cotidiano marcado justamente pela falta de cotidiano, a ociosidade de uma geração num país em que o emprego se extingue, assim como as relações sociais vão se esvaindo.

O texto de Galera lembra muito o de Carlos Heitor Cony pela secura das palavras, o estilo sóbrio e econômico. Em Galera, creio este estilo vir da internet, que pede concisão devido ao suporte. Mas não podemos negar que ele bebe em fontes mais antigas, como o próprio Cony (em especial os romances mais antigos, como Pilatos e principalmente O Ventre) e com certeza autores gaúchos que não conheço o suficiente para identificar aqui. Mas talvez a maior influência de Galera seja a sua própria vida, a sua observação dessa neurose que é viver num centro urbano e ter de sobreviver a ele do jeito que for possível. Os personagens de Galera estão à deriva, não sabendo onde aportar e nem se querem aportar.

Lembro de uma frase que me marcou muito e que foi pichada num muro na velha São Manuel onde passei boa parte das minhas férias quando criança. Dizia assim: "Parei para ver o mundo, mas o mundo não parou. Fui embora". Parece que Galera coloca em seus personagens a angústia exatamente de quem parou para ver o mundo, mas não obteve eco diante deste. O mundo não pára para qualquer um, e aí reside a frustração e a incompatibilidade de certos comportamentos não tidos como normais, dos quais os personagens de Galera - tanto do romance quanto dos contos - são exemplares.

Como o Eu de Chico Buarque em Estorvo, o eu de O Dia em que o Cão Morreu exprime o vazio existencial do homem contemporâneo, que, no caso de Chico, declinou para a neurose obsessiva, enquanto em Galera recai sobre momentos vãos de prazer e de ociosidade. Tudo sem muito significado e ressonância em sua consciência, tanto que o Eu de Galera prefere a convivência com o cachorro, que o entende mais que qualquer ser humano que se relacione com ele. Aí reside a diferença para o Eu de Chico, que não encontra refúgio em nada e ninguém, apenas na memória, na lembrança de uma infância que não mais pode existir, sendo assim, portanto, uma utopia.

Mas talvez a vida buscada pelo Eu de Galera seja também uma utopia, tanto que deixa o apartamento alugado que representava sua independência e desajuste para com o mundo e retorna à casa dos pais. O cão foi junto e ali, em seu quarto novamente, com o animal, o personagem pensa e reflete sobre sua "derrota": "Era a companhia ideal pra mim. Total ausência de palavras. Apenas alguns olhares cúmplices, e mais nada. Assim como ele, eu só queria me adaptar à civilização na medida em que isso era necessário à minha sobrevivência".

Para o estopim do personagem, a morte do cão na calçada é a própria morte daquele Eu que tentou ser diferente e não conseguiu. A relação espelhar é notória na descrição da morte do cachorro. O mundo não parou para ele e ele teve de ir embora. Voltou ao estado inicial, ao emprego tradicional, ao que todo pai e mãe esperam de seus filhos. Até o dia em que o cão morreu ele viveu o vazio de sua geração, mas nada indica que esse vazio cessou quando ele deixou aquela vida desregrada. Se no mundo de Chico a morte é o estopim de um vazio, no universo de Galera esse estopim é a resignação e o acomodamento. Qual delas seria o pior?

Post Scriptum
Ainda não li o novo livro de Galera, Mãos de Cavalo, recém-lançado pela Companhia das Letras. Pretendo ler em breve.


Lucas Rodrigues Pires
São Paulo, 23/5/2006


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