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COLUNAS

Quarta-feira, 27/2/2008
HQ: Estórias Gerais
Guga Schultze

+ de 5100 Acessos
+ 2 Comentário(s)

Flavio Colin (1930-2002) foi um desenhista brasileiro que entra tranqüilamente para o rol dos grandes mestres do quadrinho mundial. Sem ufanismo, ou coisa parecida, ele desenhava quadrinhos como poucos no mundo.

A arte do desenho, nos quadrinhos, obedece, em primeiro lugar, a uma função narrativa, e é por aí que deve ser apreciada. No quadrinho o desenhista está, basicamente, tentando contar uma história, e é sempre desejável que consiga criar um estilo gráfico, uma "assinatura" que permita manter coeso o universo que ele cria, muitas vezes do nada.

Há uma diferença entre a gente apreciar um único desenho, isolado numa ilustração ou numa moldura na parede e apreciar uma seqüência de desenhos ordenados, cujo objetivo é contar uma história qualquer. Um bom quadrinista sabe disso e usa seu talento em função de uma clareza narrativa, de estabelecer o "clima" gráfico da história em que está trabalhando. Nada impede, entretanto, de que existam ali vários quadros dignos de uma parede nas galerias de arte.

Colin simplifica seu desenho como um artista zen. Consegue um máximo de expressividade com poucas linhas. Usa, geralmente, traços grossos e, apesar de criar personagens deliciosamente monstruosos ou "grosseiros" com bastante freqüência e sem preciosismos, seu traço é fluido, sofisticado e altamente elaborado. Para qualquer um que tenha um mínimo de talento artístico, é um desenho relativamente fácil de "copiar", mas é também inimitável.

Colin tem o controle absoluto do que pretende transmitir: desde uma cena de ação extremamente vívida a um clima de desolada calma e solidão. Quem já tentou desenhar essas coisas sabe a dificuldade que isso representa. É onde um mestre se revela; e Colin é um mestre do pincel, do claro-escuro, beirando a caricatura e a estilização que só uma inteligência gráfica, um poder de observação acurado, conseguem compor.

Pertence à mesma "família" dos grandes mestres do preto-e-branco como Milton Canniff (influência admitida por Colin), Jack Kirby, Mike Mignola, Will Eisner, Hugo Pratt, Jesse Marsh e alguns outros mas, como todos estes, desenvolveu sua própria "assinatura", tão pessoal que é imediatamente reconhecido à primeira vista.

Colin foi também profundamente "brasileiro", num sentido que me espanta, por não possuir os clássicos sintomas de um ufanismo besta, o qual a gente aprendeu, à duras penas, descartar. O Brasil de Colin é belo, profundo, popular e culturalmente rico e ― não sei que outra palavra poderia usar aqui ― genuíno. O Brasil, nos traços de Colin, tem aquela identidade admirável que a gente gostaria de carregar ― por que não? ― com certo orgulho.

A história em quadrinhos está intimamente relacionada com o cinema e, como este, também se baseia num bom roteiro para funcionar. Um roteiro é praticamente o cerne de uma boa HQ. É o que a justifica e, na maior parte das vezes, o que a origina.

No final dos anos noventa, Wellington Srbek, um jovem editor, escritor, ensaísta, roteirista e desenhista mineiro de quadrinhos, estava finalizando seu roteiro, Estórias Gerais (Conrad, 2007, 152 págs.), uma saga sertaneja, um western nacional, nos moldes de Grande Sertão: Veredas.

Wellington descobriu a riqueza cultural do sertão brasileiro e escreveu sua própria versão, com todos aqueles elementos que já estavam lá e que Guimarães Rosa trouxe à tona no seu épico. Contratou Flavio Colin para desenhá-la.

Eu conhecia o Wellington das minhas andanças pelos quadrinhos e acompanhei um pouco o trabalho admirável que ele teve com Estórias Gerais. Tornou-se amigo de Flavio Colin, além de ter pago religiosamente cada desenho enviado, dando ao velho mestre uma satisfação rara, conforme este revelou depois. Colin, inclusive, escreveu ao amigo, agradecendo a pontualidade, o que lhe permitiu trabalhar na história, sem tropeços.

O roteiro de Srbek se encaixou à perfeição com a arte de Colin, ou vice-versa. Wellington já possuia a experiência necessária como produtor de quadrinhos para intuir certeiramente que seu roteiro necessitava ninguém menos que Flavio Colin para desenhá-lo. O álbum, Estórias Gerais, foi finalizado em 1998, teve sua primeira edição três anos depois e foi posteriormente relançado em 2007.

Transcrevo a seguir a carta que escrevi pro Wellington, uma apreciação minha, daquela época, e da qual ele, gentilmente, me enviou uma cópia, já que eu havia perdido a original:

Caro amigo Srbek,

fiquei meio com medo de escrever qualquer coisa sobre ESTÓRIAS GERAIS porque podia dar errado... o álbum é bom demais, a gente se atrapalha nos elogios e pode ficar o dito pelo não dito. Mas aí me veio uma solução prática: sua HQ despertou os meus sentimentos pátrios (sic) e, resumindo, é disso que eu trato. Bão. Aí vai...

Em princípio, o nome Brasil, com seu pau (êpa) oculto e extinto, me recorda o país irreal da escola e dos livros delirantes de Educação Moral & Cívica, onde o Brasil é um país continental, seus filhos o amam incontinentes e promovem incontáveis demonstrações espontâneas de um afeto que se encerra em peitos juvenis. A cor do céu era, oficialmente, azul anil. Havia hinos, que eram belos, e havia crianças enfileiradas no pátio das escolas primárias, que cantavam em coro e saudavam a bandeira nas cerimônias diárias que antecediam a entrada nas salas de aula.

"Salve lindo pendão da esperança" ― alguns meninos, incorrendo numa espécie de pecado cuidadosamente compartilhado, cantavam "peidão", provocando risadas. Outros, tocados talvez pela beleza da música, não apreciavam tanto a brincadeira.

Esse Brasil, com seu sentimento pátrio pairando nos pátios de milhares de grupos escolares foi, merecidamente, esquecido. Na ocasião, crianças ainda, já sentíamos o disfarçado ridículo de um ufanismo que não nos pertencia, e os anos seguintes vieram consolidar o vazio ― se é que isso é possível ― na medida em que "pátria" virou uma coisa de militar. Parti, eu e toda uma geração, para paragens mais amenas, "psicodélicas", onde a brisa era música constante, quase sempre em inglês, os campos prometiam a eternidade em morangos (mas só se achava cogumelos) e, frente à dureza geral, repetia-se o mantra "paz e amor" que em português corrente significava "me deixa em paz".

No entanto, uma outra memória persiste. Esquivando-se de análise ou consciência, permanece numa espécie de limbo e de lá envia, de vez em quando, sinais de vida. É quando o nome Brasil ganha outro significado. Vem da época em que se ouvia no rádio as aventuras de Jerônimo, o herói do sertão e do Moleque Saci. Da época em que se lia, pela primeira vez, as Reinações de Narizinho, Caçadas de Pedrinho, O Saci, Memórias da Emília. Ou lia-se, em quadrinhos, as aventuras d'O Anjo, Pererê, Negrim. Esse era um Brasil bem grande, misterioso, em cuja extensão cabiam seus verdadeiros milhões de quilômetros quadrados e seu povo heróico, de brado retumbante.

Ele está de novo presente nas páginas dessas ESTÓRIAS GERAIS (Wellington Srbek & Flavio Colin), um épico sertanejo (uma saga mesmo, não uma palhaçada tipo Marvel), que, além do inspirado roteiro e excelência gráfica, dá continuidade a essa corrente mnemônica que, em suma, alimenta nosso amor por esse país.


Sim, porque uma HQ como Estórias Gerais, além de ser um dos últimos trabalhos de Flavio Colin (provavelmente seu último trabalho mais extenso) e de ser uma excelente história, é também um caso de amor por este país.

Para ir além






Guga Schultze
Belo Horizonte, 27/2/2008


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COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
27/2/2008
10h20min
Muito sensível e bem fundamentado seu texto sobre Flávio Colin, o qual não conhecia. Foi a primeira vez que senti em suas palavras, Guga, um amor genuíno pelo Brasil, uma nostalgia de um tempo que perdemos por aí. Sua carta a Wellington nos leva a pensar e a tentar entender uma certa época, um certo Brasil. Sinceramente, deu vontade de conhecer o trabalho desse cara e suas estórias gerais. BJ.
[Leia outros Comentários de Adriana Godoy]
4/3/2008
12h34min
Sempre me delicio com a maneira pela qual o Guga nos apresenta busca um aspecto tradicionalmente mais marginal da cultura (como os quadrinhos) e o recoloca no centro da apreciação artística. Foi o que fez com o Pequeno Príncipe, numa das colunas aqui no DC. Às vezes ele faz o contrário, marginaliza o que normalmente está bem centrado no coração da concepção cotidiana de cultura. Foi o que fez com o Dom Quixote. Obrigado, Guga, por nos fazer ver as coisas de modos diferentes!
[Leia outros Comentários de Luisa Linhares]
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