Kokoro, de Natsume Soseki | Ricardo de Mattos | Digestivo Cultural

busca | avançada
69585 visitas/dia
2,2 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Pauta: E-books de Suspense Grátis na Pandemia!
>>> Hugo França integra a mostra norte-americana “At The Noyes House”
>>> Sesc 24 de Maio apresenta programação de mágica para toda família
>>> Videoaulas On Demand abordam as relações do Homem com a natureza e a imagem
>>> Irene Ravache & Alma Despejada na programação online do Instituto Usiminas
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> A pintura do caos, de Kate Manhães
>>> Nem morta!
>>> O pai tá on: um ano de paternidade
>>> Prêmio Nobel de Literatura para um brasileiro - I
>>> Contentamento descontente: Niketche e poligamia
>>> Cinemateca, Cinemateca Brasileira nossa
>>> A desgraça de ser escritor
>>> Um nu “escandaloso” de Eduardo Sívori
>>> Um grande romance para leitores de... poesia
>>> Filmes de guerra, de outro jeito
Colunistas
Últimos Posts
>>> A última performance gravada de Jimmi Hendrix
>>> Sebo de Livros do Seu Odilon
>>> Sucharita Kodali no Fórum 2020
>>> Leitura e livros em pauta
>>> Soul Bossa Nova
>>> Andreessen Horowitz e o futuro dos Marketplaces
>>> Clair de lune, de Debussy, por Lang Lang
>>> Reid Hoffman sobre Marketplaces
>>> Frederico Trajano sobre a retomada
>>> Stock Pickers ao vivo na Expert 2020
Últimos Posts
>>> Três tempos
>>> Matéria subtil
>>> Poder & Tensão
>>> Deu branco
>>> Entre o corpo e a alma
>>> Amuleto
>>> Caracóis me mordam
>>> Nome borrado
>>> De Corpo e alma
>>> Lamentável lamento
Blogueiros
Mais Recentes
>>> A visão certa
>>> É Julio mesmo, sem acento
>>> Asia de volta ao mapa
>>> 7 de Setembro
>>> Rebelde aristocrático
>>> Cócegas na língua
>>> Animazing
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Anjos e Demônios, o filme, com Tom Hanks
>>> Quem tem boca vai a Roma
Mais Recentes
>>> Minha vida de menina de Helena Morley pela Companhia das Letras (2020)
>>> Minha formação de Joaquim Nabuco pela 34 (2020)
>>> Mestre da Critica de Vários autores pela Topbooks (2020)
>>> Memórias para servir à História do Reino do Brasil de Luís Gonçalves dos Santos pela Senado (2020)
>>> Memórias de um Sargento de Milícias de Manuel Antônio de Almeida pela Abc (2020)
>>> A Unica Esperança de Alejandro Bullon pela Casa Publicadora Brasileira (2013)
>>> Memórias de Carlota Joaquina de Marsilio Cassotti pela Planeta (2020)
>>> Marquês de São Vicente de Eduardo Kugelmas pela 34 (2020)
>>> Machado de Assis & Joaquim Nabuco. Correspondência de Graça Aranha pela Topbooks (2020)
>>> Obra Completa de Luis De Camoes pela Nova (2020)
>>> Literatura e Sociedade de Antônio Candido pela Ouro sobre Azul (2020)
>>> O Tigre na Sombra de Lya Luft pela Record (2012)
>>> Juca Paranhos, o Barão do Rio Branco de Luís Cláudio Villafañe G. Santos pela Companhia das Letras (2020)
>>> Ingleses no Brasil de Gilberto Freyre pela UniverCidade (2020)
>>> Histórias da Gente Brasileira. República. Memórias. 1889-1950 - Volume 3 de Mary Del Priore pela Leya (2020)
>>> Histórias da gente brasileira - Império - Vol. 2 de Mary Del Priore pela Leya (2020)
>>> Histórias da gente brasileira - Colônia - Vol. 1 de Mary Del Priore pela Leya (2020)
>>> Tensoes Mundiais Volume 4 Numero 5 de Manoel Domingos Neto e Monica Dias Martins pela Observatorio das Nacionalidades (2008)
>>> História econômica do Brasil de Roberto C. Simonsen pela Senado (2020)
>>> História dos Fundadores do Império do Brasil - 7 volumes - coleção completa de Otávio Tarquínio de Sousa pela Senado (2020)
>>> História do Brasil: Uma interpretação de Mota, Carlos Guilherme and Lopez, Adriana pela 34 (2020)
>>> História do Brasil de Boris Fausto pela Edusp (2020)
>>> Historia da Vida Privada Em Portugal: Volume 1 Idade Média de Direção de José Mattoso pela Abc (2020)
>>> Historia da Vida Privada Em Portugal: OS Nossos Dias de Direção de José Mattoso pela Abc (2020)
>>> História da saúde no Brasil de Luiz Antonio Teixeira (Compilador), Tânia Salgado Pimenta (Compilador), Gilberto Hochman (Compilador) pela Hucitec (2020)
>>> História da Arte no Brasil: Textos de Síntese de Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira, Angela Ancora da Luz, Sonia Gomes Pereira pela Ufrj (2020)
>>> Temas de Direito Constitucional Volume 1 de Luís Roberto Barroso pela Renovar (2002)
>>> História Da América Portuguesa de Sebastião Da Rocha Pita pela Senado (2020)
>>> História da Alimentação no Brasil de Luís da Câmara Cascudo pela Global (2020)
>>> No caminho de Swann. de Marcel Proust pela Globo (2003)
>>> Hipólito José da Costa de Sergio Goes de Paula pela 34 (2020)
>>> Serious Candida Infections: Risk Factors, Treatment and Prevention de John H. Rex e Françoise Meunier Editores pela Pfizer (1995)
>>> Grande Reforma Urbana Do Rio De Janeiro, A: Pereira Passos, Rodrigues Alves E As Ideias De Civilização E Progresso de Andre Nunes De Azevedo pela PUC Rio (2020)
>>> Natural Racional Social - Razão Médica e Racionalidade Científica Moderna. de Madel T. Luz pela Campus (1988)
>>> Getúlio 3 (1945-1954) de Lira Neto pela Companhia das Letras (2020)
>>> Getulio 1930-1945: Do Governo Provisorio Ao Estado Novo de Lira Neto pela Companhia das Letras (2020)
>>> Para gostar de ler. Vol.4 - Crônicas.. de Vários pela Ática (1980)
>>> Getúlio 1 (1882-1930) de Lira Neto pela Companhia das Letras (2020)
>>> Viver o Amor. de José Carlos Pedroso pela Edições Paulinas (1978)
>>> General Osorio de Doratioto, Francisco pela Companhia das Letras (2020)
>>> Ganhadores: A greve negra de 1857 na Bahia de João José Reis pela Companhia das Letras (2020)
>>> Formação de Cidades no Brasil Colonial de Santos, Paulo Ferreira pela Ufrj - IPHAN (2020)
>>> Flores votos e balas de Alonso, Angela pela Companhia das Letras (2020)
>>> A Saude dos Filhos de E. Nauta pela Circulo do Livro (1987)
>>> Gibi Mônica N°8. Lendas da Jumenta Voadora de Mauricio de Sousa Editora pela Panni Comics (2007)
>>> Ficção e Confissão de Antônio Candido pela Ouro sobre Azul (2020)
>>> Essencial padre Antônio Vieira: o que o turista deve ver de Vieira, Padre Antônio and Bosi, Alfredo pela Penguin (2020)
>>> Gibi Mônica N°83 A árvore encantada de Mauricio de Sousa Editora pela Panni Comics (2013)
>>> Escravidão - Vol. 1: Do primeiro leilão de cativos em Portugal até a morte de Zumbi dos Palmares de Laurentino Gomes pela Globo Livros (2020)
>>> Esaú e Jacó de Assis, Machado de pela Abc (2020)
COLUNAS

Segunda-feira, 12/4/2010
Kokoro, de Natsume Soseki
Ricardo de Mattos

+ de 5600 Acessos


Natsume Soseki

"Ler um livro é para o bom leitor conhecer a pessoa e o modo de pensar de alguém que lhe é estranho. É procurar compreendê-lo e, sempre que possível, fazer dele um amigo." (Hermann Hesse)

A boa literatura é aquela que se liberta do tempo e lugar onde foi gestada e veio à luz, para ganhar o alcance não imaginado pelo autor. Desnecessário justificar a leitura alegando que "apesar de escrita há tantos anos, ela ainda é atual". Implicamo-nos com isso, inclusive, pois o hábito de trazer tudo para o presente faz perder a sequência dos passos da humanidade e a situação do trabalho em sua época. O desafio é conhecer o livro em seu contexto para depois acompanhar sua "fuga". Dele tiram proveito leitores de outros tempos e tradições, proveito imediato ou não. Conheça-se obras diversas e forme-se um cabedal de cultura cujo valor revelar-se-á no instante exato, como visitar um local sabendo o que procurar, observar e lembrar, ou vivenciar experiências avisados quanto ao mínimo a extrair delas. Viva o leitor onívoro, pois por melhor que seja a comida, a repetição indefinida torna o paladar insensível.

O escritor japonês Natsume Soseki ― nascido Kinnosuke ― é-nos apresentado como o mais relevante de sua época. Nascido em 1867 e desencarnado em 1916, vivenciou a totalidade do período Meiji. Até agora, recorreu-se a Machado de Assis como paralelo de apresentação ao público brasileiro, providência que questionamos. Parece recurso do senso comum aplicar à literatura a expressão "diga-me com quem andas que te direi quem és". Utilizar um escritor como muleta para entendimento do outro acaba prejudicando o recém-chegado. Ambos viveram a maior parte de suas vidas na segunda metade do século XIX. Machado de Assis testemunhou abolição dos escravos e o fim do Império. Soseki acompanhou mudanças extremas dentro do Império japonês. Não se deve ir muito adiante na questão, sob pena de ler-se Soseki como extensão de Machado e perder-se o melhor do extremo-oriental. Basta lembrar que Machado de Assis era católico romano, e até onde lembramo-nos, não é pela observação das mudanças nas tradições sociais e religiosas que se notabilizou. Soseki foi zen-budista, mantendo por si mesmo um intenso diálogo entre a literatura e a filosofia chinesas e as mesmas expressões do Japão. Conforme tentaremos salientar nesta coluna, é muito mais útil para a compreensão dos livros de Soseki o conhecimento d'O livro do chá, do também nipônico Kakuzo Okakura, que de qualquer outro escritor ocidental.

Era Meiji respeita ao período de governo do imperador Mutsuhito (1868-1912) e significa Era da Iluminação. Foi aquela em que se verificou e consolidou um período de profunda renovação econômica, social, industrial e cultural, por força da cobrança feita ao Japão pelos Estados Unidos para que saísse de seu isolamento e abrisse-se ao comércio internacional. O convite foi feito com a caraterística delicadeza ianque, através da invasão da baía de Uraga. Embora a força modificadora tenha sido externa, o Japão foi "preparado" para o mundo moderno, no qual se apresenta como potência econômica. O ponto negativo é que as mudanças, si necessárias, não foram pacíficas, gerando invasões na Coreia, Manchúria e Taiwan e guerras contra a China e a Rússia. "O ocidental comum se habituou a considerar o Japão como um país bárbaro enquanto este cultivou as suaves artes da paz, mas o classifica como civilizado desde que começou a perpetrar carnificina em massa nos campos de batalha da Manchúria", reclamou Okakura. Teve igualmente vez um amplo descontentamento interno, sendo o mais expressivo o dos samurais, que perderam seu status social de forma talvez impensada. Em lugares onde dá-se muita importância a símbolos de definição social, basta estendê-los a todos que o prestígio esvai-se. Portanto, como antes apenas os samurais podiam portar armas, a extensão do serviço militar obrigatório a todos os homens tornou imotivada a distinção em decorrência delas. Postumamente, Mutsuhito foi rebatizado como o nome do período, passando a ser referido como Imperador Meiji, o que não deixa de causar certa estranheza aos iniciantes. Na França, seria como deixar de chamar Louis XV pela referência numérica e chamá-lo "Louis Rococó".

Ao lado das mudanças econômicas e estruturais do Estado japonês, desenrolaram-se as mudanças culturais e sociais. Aqui entra Soseki com sua observação profunda dos fatos. "Soseki", conforme fonte mais segura, vem do chinês "obstinação", "resistência". O escritor não resistiu à mudança das coisas, mas à forma como ela se realizava. Ele criticou a atitude radical de simplesmente voltar as costas para o passado e acolher o novo somente porque é novo, sem questionamento. De fato, si não compramos um sapato antes de saber si ele calça-nos bem, e submetê-mo-lo à prova do uso para avaliar sua qualidade, como queremos adotar novas ideias e formas de pensamento ignorando a proporção de benefícios e malefícios que elas trarão consigo? Mudar pelo movimento de mudar, rejeitar o velho porque velho e receber o novo porque novo: eis a cisma do escritor. Quiçá ele mesmo soubesse ― e aqui especulamos ― que mudar a casca através da civilização compulsória trazia o risco inerente de rebuliço por parte dos descontentes, rebuliço acompanhado de revoltas civis e restauração reacionária dos costumes mexidos.

Desde a infância o escritor teve acesso à literatura tradicional chinesa. Iniciou estudos da língua e literatura inglesa na Universidade Imperial, o que lhe facilitou a ida para a Inglaterra em 1900, como bolsista do Ministério da Educação. Tornando ao seu país, dedica-se à carreira de escritor, poeta e crítico literário. Como poeta, esmerou-se no cultivo de formas consideradas arcaicas como o haiku ― ou haicai. Mais que mero saudosismo, sua intenção era demonstrar a riqueza literária japonesa, protegendo-a da extinção. Notamos que o haiku foi depreciado na Era Meiji, mas hoje conta com sítios especializados na internet e até com comunidades do Orkut. O fato de Soseki conhecer o externo mas continuar valorizando o interno estabelece um diálogo intertemporal com a escritora haitiana contemporânea Edwidge Danticat. Em entrevista ao último caderno "Cultura" do jornal O Estado de São Paulo, publicado em sete de março, ela surpreende-se com alunos universitários que teve contato. "Temos aqui", diz ela, "a geração de imigrantes que não lê em creole nem em francês. Porém, quando encontro a garotada nas universidades, detecto tanto orgulho... (...) Os estudantes aprendem sobre outras culturas e dizem: 'Espere aí, de onde eu venho há muito o que reconhecer e celebrar'" (grifamos).

O romance Kokoro (Coração) (Globo, 2008, 280 págs.), objeto desta coluna, foi escrito em 1914. O personagem narrador, o professor, e outros de presença incidental compartilham o anonimato. Caso "suavidade" seja um adjetivo atribuível a uma obra literária, este livro de Soseki merece-o. Nós, que digitamos e escrevemos a lápis ou caneta, surpreendemo-nos o iniciar a leitura e descobrir o autor "pegando no pincel" para escrever em folhas quadriculadas. O passar do tempo é medido pelas floradas: "Acompanhando as ameixeiras que floresciam, o vento frio foi aos poucos mudando a direção para o sul. Depois de um tempo, as notícias sobre as flores de cerejeiras chegavam ao meu ouvido". Porém, Roberto Kazuo Yokota, prefaciador da obra, adverte que o fato do personagem narrador apresentar-se como "eu" já é bastante revolucionário por chamar a atenção para uma individualidade autorreferente. Lembremo-nos do filme Sete anos no Tibet, daquela cena em que Heinrich Harrer é criticado pela "alfaiata" por ostentar as medalhas e prêmios conquistados na carreira de alpinista. Ela confirma não fazer parte de sua cultura admirar o inchaço do ego. O que há de revolucionário também há de conflituoso, no encontro do professor e sua mulher ― pessoas que "atingiram a maioridade dentro dos costumes de uma geração anterior" ― com o personagem narrador.

Neste ponto tornamos a chamar a atenção para O livro do chá. Quem o ler perceberá a sutileza que envolve o servir da bebida, seja no ritual específico, seja na hospitalidade do dia a dia. Sendo o professor e sua esposa oriundos da geração anterior à do personagem "Eu", é esperável que mesmo o cotidiano estivesse impregnado do cerimonial. A cerimônia realmente existe e é plena de detalhes e de carga filosófica embebida no taoísmo e no zen-budismo. A conversa do personagem com a mulher do professor, inofensiva na aparência, pode revelar-se um flerte. Lembremos que, além da mãe do protagonista, ela é a única a ser nomeada, o que revela uma elevação sutil no grau da atenção dispensada. O que pode ser entendido como Soseki querendo dizer que as mudanças sociais desencadearam mudanças comportamentais. Em momento algum fala-se escancaradamente em adultério, mas fica no ar a sutileza do mútuo e discreto entendimento. A mulher recebe maior atenção e passa a oferecer-lhe doces, bem como a lavar-lhos quimonos. O leitor da época talvez pensasse indignado: por que o personagem não se encarrega ele mesmo de lavar seus quimonos?

A rejeição das tradições teria afastado as bases éticas das novas gerações, e estas começaram a incursionar por terrenos antes impensáveis, como o caso de um estudante meter-se com a mulher alheia. O problema da tradição está no seu distanciamento em relação à origem. Uma prática esvaziada de seu valor original e complicada pelos acréscimos diz cada vez menos às gerações mais novas e tende ser abandonada. Observamos o exemplo colhido na revista National Geographic de janeiro deste ano. O repórter Peter Hessler acompanhou os moradores de um vilarejo do interior da China durante o festival do Qingming, no qual os túmulos dos antepassados recebem manutenção e ganham um acréscimo de terra. Um pouco mais de terra adicionado no tempo certo significa que o parente morto ganhará uma cobertura de telhas, e não de sapê, na casa onde mora. Hessler reparou que a cada ano diminui o número de participantes do festival e atribui a queda à preocupação dos chineses com a sobrevivência no mundo atual. Soseki conhecia seu mundo, admirava o passado e temia que o progresso material implicasse no retrocesso moral.

Para ir além






Ricardo de Mattos
Taubaté, 12/4/2010


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Famílias terríveis - um texto talvez indigesto de Ana Elisa Ribeiro
02. Séries da Inglaterra; e que tal uma xícara de chá? de Renato Alessandro dos Santos
03. Revolusséries de Luís Fernando Amâncio
04. Antonia, de Morena Nascimento de Elisa Andrade Buzzo
05. Notas confessionais de um angustiado (III) de Cassionei Niches Petry


Mais Ricardo de Mattos
Mais Acessadas de Ricardo de Mattos em 2010
01. Introdução ao filosofar, de Gerd Bornheim - 30/8/2010
02. O cérebro espiritual, de Mario Beauregard - 27/12/2010
03. Confissões do homem invisível, de Alexandre Plosk - 15/11/2010
04. Meu Marido, de Livia Garcia-Roza - 7/6/2010
05. Duas escritoras contemporâneas - 26/7/2010


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




BOM DIA LEITURAS DIÁRIAS VOLUME 2
MAX LUCADO
MUNDO CRISTÃO
(2014)
R$ 15,00



A RIQUEZA NA BASE DA PIRÂMIDE
C. K. PRAHALAD
BOOKMAN
(2005)
R$ 30,00



INVESTIGAÇÃO PREPARATÓRIA
ADEL EL TASSE
JURUÁ
(2010)
R$ 44,00



RAH, O MENSAGEIRO DO SÉTIMO RAIO
LUCI GUIMARÃES WATANABE
ATUAL
(1995)
R$ 6,90



AGUA VIVA
FORREST TOMAS
LOYOLA
(1991)
R$ 19,99



EL ZAPATO SUCIO (TEATRO CUBANO) - EM ESPANHOL
AMADO DEL PINO
EDICIONES ALARCOS
(2002)
R$ 14,00



DON QUIJOTE DE LA MANCHA 2 - NIVEL 3
MIGUEL DE CERVANTES SAAVEDRA
EDELSA GRUPO DIDASCA
(1996)
R$ 5,50



A FELICIDADE NÃO SE COMPRA
IRWIN SHAW
CÍRCULO DO LIVRO
(1981)
R$ 5,00



TROCA D ARMAS
LUISA VALENZUELA
ART
(1986)
R$ 5,00



LA EDUCACION POR LA DANZA: ENFOQUE METODOLÓGICO
P. OSSONA
PAIDOS (BUENOS AIRES)
(1976)
R$ 30,28





busca | avançada
69585 visitas/dia
2,2 milhões/mês