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Segunda-feira, 15/11/2010
Confissões do homem invisível, de Alexandre Plosk
Ricardo de Mattos

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Grupo Editorial Record

"Tudo está escrito e, no entanto, a permissão está dada." (Rabi Akiva)

Alexandre Plosk (1968) nasceu na cidade do Rio de Janeiro, onde cursou publicidade e cinema. No cinema, dirigiu curtas-metragens como Gostosa, a caixa preta e Sassaricando, além de ter sido roteirista do premiado longa-metragem Bellini e a Esfinge. Como escritor, publicou dois romances: Livro zero e As confissões do homem invisível (Bertrand Brasil, 2008, 394 págs.). O segundo possui fundamento filosófico consistente, o que recomenda a leitura, embora deixe a desejar como thriller de suspense. Não recomendaríamos um romance de quase 400 páginas si não fosse realmente interessante.

As influências do autor neste livro parecem evidentes. A tormentosa tomada de consciência de uma alteração profunda na natureza orgânica do personagem remete-nos ao tcheco Franz Kafka, o mentor do romancista brasileiro contemporâneo. As questões acerca da realidade e da passagem de uma dimensão a outra gradativamente trazem à mente do leitor o nome de Lewis Carroll. Até algo de Carlos Ruiz Zafón pode ser percebido na personagem que busca extinguir a única edição do livro que escreveu.

No que diz respeito às fontes desta obra, o escritor declara ter buscado seus argumentos na lenda do anel de Giges e na Teoria do Caos.

No segundo livro d'A República, estabelece-se a discussão entre Sócrates e Glauco a respeito da justiça e da injustiça. Glauco defende que a pessoa considerada justa cometeria as mesmas arbitrariedades que a pessoa considerada injusta caso tivesse oportunidade de agir sem que a autoria de seus cometimentos fosse descoberta. O interlocutor de Sócrates busca provar sua assertiva com a lenda do pastor ― na verdade um antepassado de Giges, não o próprio - que encontrando um anel com o poder de tornar invisível o seu usuário, valeu-se da invisibilidade para alcançar o poder de forma criminosa. Conclui que as pessoas são justas apenas por obrigação, o que é um sério problema ético-filosófico. Nas Confissões..., o personagem comete duas variedades de ações: pequenos ilícitos em nome da própria sobrevivência e atos questionáveis na intervenção da vida alheia, sob a alegação de beneficiá-los e trazê-los de volta de um desvio existencial. Partindo do texto platônico e adicionando o que se sabe hoje, são apresentadas questões como: a sobrevivência será sempre uma desculpa para ilícitos menores? É desculpável um crime que beneficie alguém posteriormente? Se positiva a resposta, qual o critério para um número maior ter invadida sua esfera de direitos em proveito de um ou de poucos? Há alguma justificativa para que se interfira na vida alheia, ou qualquer mudança pessoal deve sempre ter um motor íntimo? Pergunta-se o personagem na página 30: "'O que você faria se ninguém pudesse te ver? ' A questão moral recorrente ganha um contorno ao mesmo tempo familiar e assustador neste momento".

No que diz respeito à teoria do Caos, foi-nos suficiente a definição do Dicionário Oxford de Filosofia, organizado por Simon Blackburn. Segundo o verbete consultado, por mais exata que seja a medida de determinado estado em determinado momento, a uma diferença arbitrária inicial e não detectável corresponde uma diferença arbitrária nos estágios subsequentes. Esta definição é ilustrada pelo conhecido efeito borboleta: por melhor que sejam calculadas as condições atmosféricas, o bater de asas de uma borboleta na China pode provocar um vendaval em outro hemisfério. Esta repercussão imprevisível também podemos encontrá-la no conto O falso cupom, de Tolstói, quando acompanhamos o desenrolar da emissão de um vale adulterado pelo jovem Dmitri.

O fato é que em determinado momento o personagem deparou-se com o fenômeno da própria invisibilidade. Invisibilidade, mas não imaterialidade, pois ele continua realizando as mesmas coisas e tendo as mesmas necessidades e dificuldades das demais pessoas. Pode até comunicar-se com elas por telefone ou por escrito. O anonimato ― que poderia ligar com a questão da identidade ― existe temporariamente, por opção do autor. A aceitação do novo estado não é isenta de sofrimento, mas logo dá lugar à curiosidade e ao imperativo de definir os aspectos da nova condição. "Se não tenho uma auto-imagem, não tenho identidade própria [...] Como o homem pode prosseguir vivendo se não sabe quem é?". Ele sabe que não acordou invisível, mas deixou de procurar as causas e reconstruir o processo através do qual isso se deu. Entende que sua vida precisará ser reinventada.

Afastado o fenômeno da invisibilidade, poderíamos ter em mãos um romance acerca da crise de identidade do personagem, que teria desenvolvido a catoptrofobia, a aversão injustificada em olhar-se no espelho. Em sua vida, tudo seria tão banal que seria preferível agir como invisível e, neste caso, facilmente encontraria correspondência no mundo contemporâneo, onde não é preciso perder o corpo para não ser visto. A certa altura, considerando somente o que autor esboça a respeito da insignificância do personagem, é possível encarar certo trecho de seu romance como desenvolvimento do conto Bontzye, o silencioso, escrito por outro judeu, o polonês Isaac Löb Peretz (1851-1915). O indivíduo comum também pode vivenciar determinadas situações sem que antes seu corpo deixe de ser visto. Comprova-o nossa mestiça Bahiana, dormindo ao nosso lado de barriga para cima, de tanto esperar em vão por uma coçada no umbigo ― exatamente no umbigo. Oportuno lembrar que um cão percebe a presença do personagem, pois se ele escapa da visão humana, não contou com o olfato canino. E este mesmo cão é mais uma pista do patronato de Lewis Carroll.

Vivendo situações para as quais a invisibilidade não era uma condição, também prestou favores que não a exigem para serem realizados. E realmente, num primeiro instante, a aproximação do personagem transformou a vida das pessoas para melhor. Todavia, uma coisa é ajudar a pessoa a alcançar determinado lugar, outra é querer assumir-lha vontade. A esta altura, a invisibilidade é encarada como uma missão, mas como alguém que mal se deu conta da atual situação pode achar-se em condições de fazer algo pelo outro? Quando um cego guia o outro, ambos caem no precipício, como foi ensinado por Cristo e magnificamente retratado pelo pintor belga Pieter Bruegel, o Velho. O personagem põe-se efetivamente a trabalho e assume pacientes, sendo recebido por eles como o próprio Deus ou um de seus enviados. Trata-se da "função Deus" que ele acredita ter descoberto.

Então reformulamos a pergunta acima: como alguém sequer restabelecido de um transe profundo pode arrogar-se a condição de julgador de seus pares e dispensar a participação de um poder superior? É típico de certos neófitos: abraçam uma nova fé ou doutrina e no seu entusiasmo querem passar à reforma humana. Esta suprema e recorrente arrogância do ser humano de pretender alçar-se a uma condição que lhe não compete, e ainda, de acreditando-se na posse dela, julgar desnecessário acompanhamento do Poder Superior ― como se dissesse: "doravante sigo sozinho" ― é que pode ter dado origem ao mito genésico de Adão e Eva, que encontra certa correspondência na filosofia neo-platônica de Plotino: "toda a sua reverência e admiração foi dirigida às coisas que lhes eram exteriores e, apegando-se a tais coisas, romperam seus laços originais, tanto quanto isso é possível a uma Alma". Si em seus primórdios a arbitrariedade humana tentou considerar a Deus como uma hipótese dispensável, evidente que o desenlace está fadado à tragédia. Mais tarde, ao rever o seu assistencialismo confuso, considerá-lo-á sua "indesculpável prepotência".

O homem invisível revela ter referências religiosas da infância, mas atém-se ao exotérico, isto é, ao conhecimento que se divulga a respeito de um credo, em oposição ao conhecimento esotérico, o dos iniciados. Após o extraordinário fenômeno, tudo se confunde e expõe a falta de base mais sólida. Constata Carl Jung: "de modo geral, constitui algo de extraordinário o fato de um indivíduo, em tais circunstâncias, voltar à religião de sua infância, na esperança de nela encontrar alguma ajuda para seus problemas".


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Questão fundamental no livro e que explica muitas das interferências do homem invisível na vida de terceiros é a do livre arbítrio. Tudo já está decidido ― fatalismo ― ou temos alguma chance de alterar o rumo dos fatos? Há no Universo algum evento que exemplifique a inexistência de regras fixas e dê margem ao arbítrio, ou temos que nos conformar com o caminhar imutável da vida? Nós realizamos ou nós cumprimos? O questionamento acompanha o personagem desde pequeno, porém tornou-se insuportável após certo drama familiar, e a busca da solução significa sua libertação do sentimento de culpa. Várias vezes são feitas menções a um quarto, talvez um símbolo ― e como proliferam os símbolos! - daquilo que está feito, não se pode desfazer e nem se deseja lembrar.

O livre arbítrio é uma conquista gradual. Até deixar de exercê-lo para que a Vida siga seu curso é uma conquista. Si acreditamos que há um plano a ser cumprido, a forma de executá-lo nós resolvemos no dia a dia. Aqui entra o poder de decisão cabendo ao indivíduo a escolha entre o sim e o não. Que há influências diversas na escolha, isso não se contesta. Por outro lado, quanto mais ele reflete acerca de si mesmo e do papel que exerce, mais desenvoltura adquire. É justamente por não pensar sobre sua atuação no mundo que o ser humano angustia-se geração após geração e deprime-se. Si pudéssemos prever com clareza a conseqüência além da que foi visada na prática de um ato, avançaríamos ou recuaríamos conforme nosso caráter. Leva-nos a pensar sobre nossos atos, de preferência antes de cometê-los, contudo sem tolher a ação.

Em torno de maio deste ano, nosso professor de Filosofia precisou resolver assuntos pessoais. Tomou um ônibus com a namorada e, ao descer no seu ponto de destino, foi atropelado por uma bicicleta que passava entre o veículo e a calçada. O ciclista fugiu sem prestar socorros. Levado ao hospital, diagnosticou-se traumatismo craniano. Passado o tempo, verificou-se que a memória e a visão do professor foram afetadas de tal maneira, que ele precisará ser aposentado por invalidez. Terá hoje o ciclista ― ou bicicleteiro, como prefere chamar nosso colega, o Pastor Marcos - noção da amplitude do dano causado a um desconhecido? Custar-lhe-ia muito aguardar o ônibus sair, ou contornar o veículo, sabendo que, si ele está encostado é porque pessoas estão subindo e descendo? O exercício do livre arbítrio é uma responsabilidade que nos vincula ao imprevisível.

Para ir além






Ricardo de Mattos
Taubaté, 15/11/2010


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