Livrarias, bibliotecas e outros paraísos | Ana Elisa Ribeiro | Digestivo Cultural

busca | avançada
28444 visitas/dia
1,1 milhão/mês
Mais Recentes
>>> FÁBRICA DE CALCINHA, PARTE DA MOSTRA CENA SUL, EM TRÊS APRESENTAÇÕES NO SESC BELENZINHO
>>> PROJETO MÚSICA EXTREMA, DO SESC BELENZINHO, TRAZ EM MARÇO A BANDA REFFUGO, DE DEATH METAL
>>> ESPETÁCULO DE DANÇA ENCHENTE, COM DIREÇÃO DE FLAVIA PINHEIRO (PE), EM TRÊS DATAS NO SESC BELENZINHO
>>> EU e MÁRIO DE ANDRADE Livro de Anotações para Viagens Reais e Imagin
>>> Atom Pink Floyd Tribute retorna ao Rio Grande do Sul
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> 2 leituras despretensiosas de 2 livros possíveis
>>> Minimundos, exposição de Ronald Polito
>>> Famílias terríveis - um texto talvez indigesto
>>> O Carnaval que passava embaixo da minha janela
>>> A menos-valia na poesia de André Luiz Pinto
>>> Lançamentos de literatura fantástica (1)
>>> Cidadão Samba: Sílvio Pereira da Silva
>>> No palco da vida, o feitiço do escritor
>>> Um olhar sobre Múcio Teixeira
>>> Algo de sublime numa cabeça pendida entre letras
Colunistas
Últimos Posts
>>> Por que ler poesia?
>>> O Livro e o Mercado Editorial
>>> Mon coeur s'ouvre à ta voix
>>> Palestra e lançamento em BH
>>> Eleições 2018 - Afif na JP
>>> Lançamentos em BH
>>> Lançamento paulistano do Álbum
>>> Pensar Edição, Fazer Livro 2
>>> Ana Elisa Ribeiro lança Álbum
>>> Arte da Palavra em Pernambuco
Últimos Posts
>>> Domingos de Oliveira (1936-2019)
>>> Latitudes & Longitudes
>>> Renovação
>>> Prefácio
>>> Descendências
>>> Nem mais nem menos
>>> Profissão de fé
>>> Direções da véspera III
>>> Mirante
>>> In Albis
Blogueiros
Mais Recentes
>>> O fim da revista Bravo!, na editora Abril
>>> Generaciones de blogueros
>>> Os ombros suportam o mundo
>>> Lançamentos de literatura fantástica (1)
>>> Votos Úteis
>>> A vida como encenação
>>> Proust, rugas e colesterol
>>> A ascensão de um novo faroeste
>>> Trauma paulistano
>>> Terra Papagalli
Mais Recentes
>>> Sob o Sol da Índia de Julia Gregson pela Agir (2009)
>>> Conversa Sobre o Tempo:zuenir Ventura Luis Fernando Verissimo de Arthur Dapieve pela Agir (2010)
>>> Dedé Mamata: Eles Só Aplaudem Quem Chega de Vinicius Vianna (autografado) pela Anima (1985)
>>> Poemas Escolhidos de Fernando Pessoa pela Globo (1997)
>>> Brás, Bexiga e Barra Funda & Laranja da China de Antônio de Alcântara Machado pela Globo (1997)
>>> Deixe-me partir de Tanis Fernandes de Carvalho pela Petit (2014)
>>> O Silvano de Anton Tchékhov pela Globo (2005)
>>> Belas e comoventes histórias de Oswaldo Iório pela Eme (2013)
>>> As vidas de Arthur de Ana Diegues/Alberto pela Aliança (2013)
>>> Veteranos do Zumbi: Ha 50 Anos Correndo Atras da Bola de Mario Moutrinho & Janir de Souza Lima pela Ediçao do Autor (1998)
>>> O Ajuste Impossível de Aloisio Teixeira (autografado) pela Edufrj (1994)
>>> Armadilhas da Sedução - os Romances de M. Delly de Maria Teresa Santos Cunha pela Autêntica (2007)
>>> Machado de a a X - um Dicionário de Citações de Lucia Leite Ribeiro Prado Lopes pela 34 (2001)
>>> Bocage - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril (1980)
>>> A Outra Vida de Catherine Millet pela Agir (2009)
>>> A Vida Sexual de Catherine Millet pela Agir (2003)
>>> A Torre Negra #VII de Stephen King pela Ponto de Leitura (2014)
>>> Quarta-feira de cinzas de Ethan Hawke pela Ediouro (2003)
>>> Lisola del Tesoro (2725) de R. L. Stevenson pela Mursia (1993)
>>> Chew Me Up Slowly (2683) de Mário Quintana pela Globo (1978)
>>> Memorização Leitura Dinâmica Concentração Oratória P/ Iniciantes de Acácio Moraes Garcia (2122) pela Edeme (1995)
>>> Livro de Cânticos Volume III (1855) de Hilaire de Souza pela Life
>>> Lonely Planet: Rio de Janeiro (1756) de Regis St. Louis pela Lonely Planet (2006)
>>> Revista Capixaba de Filosofia e Teologia - A. 6 Nº10 (681) de Diversos pela Iftav/fsv (2008)
>>> Revista Capixaba de Filosofia e Teologia - a 7/ Nº12 (765) de Diversos pela Iftav/fsv (2009)
>>> Estudos Filosóficos Nº 12 (784) de Diversos pela Ufsj (2014)
>>> Superman - o Que Aconteceu ao Homem de Aço ? (4669) de Alan Moore e Curt Swan pela Panini Books (2016)
>>> Senhoras e Senhores (960) de Orlando Brito pela Fiat (1993)
>>> Mosca-varejeira (4622) de Patricia D. Cornwell pela Companhia das Letras (2006)
>>> Cbf Nike (6309) de Aldo Rebelo e Silvio Torres pela Casa Amarela (2001)
>>> Pátria Brasileira (4860) de Antônio Davila pela Difusora Culrural (1967)
>>> A Modernidade da Pintura no Rio Grande do Sul (4002) de Marilene Burler Pieta pela Sagra (1995)
>>> Entre Penas e Pincéis - Manuscritos do Artista Plástico (2298) de Willy Alfredo Zumblick pela Universitária (1998)
>>> O Egoísta (6977) de George Meredith pela Ediouro (1995)
>>> Yoga da Alimentação (3283) de Chiang Sing pela Freitas Bastos (1975)
>>> Eu Sou Ozzy (7216) de Ozzy Osbourne pela Benvirá (2010)
>>> Uma Casa para o Sr. Biswas (1457) de V. S. Naipaul pela Companhia das Letras (1988)
>>> A Deusa: as Vidas Secretas de Marilyn Monroe (4632) de Anthony Summers pela Best Seller (1987)
>>> Cleópatra: uma Biografia (7600) de Stacy Schiff pela Zahar (2011)
>>> De Todo o Meu Ser (7562) de Mônica de Castro pelo Espírito Leonel pela Vida & Consciência (2010)
>>> O Triunfo de Sharpe (7309) de Bernard Cornwell pela Record (2011)
>>> Acelere Seu Metabolismo (7295) de Lyssie Lakatos e Tammy Lakatos Shames pela Best Seller (2010)
>>> História de Santa Catarina (7269) de Oswaldo Rodrigues Cabral pela Ufsc (1968)
>>> Christine (2966) de Stephen King pela Ponto de Leitura (2011)
>>> Laowai: Histórias de uma Repórter Brasileira na China (6739) de Sônia Bridi pela Letras Brasileiras (2008)
>>> A História: a Bíblia Contada Como uma Só História do Começo ao Fim de Zondervan Corporation (6889) pela Sextante (2009)
>>> Goldman Sachs, a Cultura do Sucesso (6330) de Lisa Endlich pela Nobel (2000)
>>> A F. E. B. pelo Seu Comandante (5927) de Marechal J. B. Mascarenhas de Moraes pela Instituto Progresso Editorial (1947)
>>> Educação e Contemporaneidade Revista Faeeba Vol 15 N. 25 (5218) de Obra Coletiva pela Uneb (2006)
>>> Sangue na Neve (3478) de Lisa Gardner pela Novo Conceito (2013)
COLUNAS

Sexta-feira, 2/7/2010
Livrarias, bibliotecas e outros paraísos
Ana Elisa Ribeiro

+ de 5700 Acessos
+ 3 Comentário(s)


LIANA TIMM© (http://timm.art.br/)

O primeiro passeio por uma livraria já vai longe. Na verdade, nem me lembro dele, sequer vagamente. Talvez tenha vindo tarde, já em meados da adolescência, quando algum dinheiro sobrava dos lanches não comprados na escola. Assim, forçando a memória, me vem uma livraria Siciliano de um shopping, então recém-inaugurado, no centro da cidade de Belo Horizonte. Uma Siciliano pela qual nutri imenso carinho ao longo de vários anos. Uma livraria que cobicei, com a qual sonhei e que me ajudou a encorpar a estante de livros de poesia contemporânea que ostento até hoje, no hall dos quartos, em minha casa.

Na infância ou pouco depois, não me lembro de passeios por corredores e prateleiras em livrarias da cidade. Não era um passeio promovido nem por pais, nem por tios, nem padrinhos ou amigos. Se bobeasse mais um pouco, era o tipo de turnê que ninguém desejava fazer. Talvez nem eu mesma, antes, diante da falta de quem me apresentasse essa espécie de flanérie.

Lembro, isso sim, dos passeios pelas bibliotecas públicas. A ideia geral (e aprendida em casa) era a de que livros são emprestados. Não havia razão para se comprá-los ou para mantê-los em cárcere privado. Algo assim norteava a ideia de que se deveria ser sócio de uma biblioteca pública. Em algum momento, fui obrigada, então, a fazer uma carteirinha da biblioteca (parca e feia) do bairro ao lado. Um prédio escuro, no fundo de uma escola pública, era, então, o abrigo de uns livros poucos e mal-conservados. Tenho cá, até hoje, esse cartão de papel, com uma foto três por quatro impublicável, que me dava direito a alguns empréstimos de livros, com restrições normais de instituições de empréstimo. Havia lá umas regras de uso e umas datas de devolução. O carimbo torto entre as linhas do cartão dá prova dos livros que achei e que peguei naquela filial da biblioteca pública estadual.

Também lembro bem da biblioteca da escola, colégio municipal à época disputado e prestigioso, em que cumpri a maior parte dos meus anos de formação básica. Mais uma vez, tratava-se de um lugar escuro, mais precisamente uma espécie de porão, em que ficavam (mais armazenados do que à disposição) os livros que li na adolescência, pela altura da antiga oitava série. Foi ali que descobri coisa muito importante, como a leitura de Paulo Leminski, por exemplo. Ou foi ali que conheci Carlos Herculano Lopes e, junto com ele, que muitos escritores ainda estavam vivos, bem vivos.

Naquela onda de empréstimos, que acho que incomodavam um pouco a simpática bibliotecária, li livros que "caíram no vestibular" (não o meu, mas o dos outros todos mais velhos do que eu) e os que não caíram em lugar nenhum. Vez ou outra, a moça da biblioteca, baixinha, de nariz longo e adunco, perguntava, com o olhar de fato intrigado, o que eu fazia ali enquanto os demais adolescentes estavam no recreio. Eu não me lembro de nenhuma resposta que dei à insistente pergunta dela.

Ali, naqueles escuros e apertados corredores, descobri mais ainda do que Herculano, mitologias e livros de vestibular. Junto com a leitura de Leminski, descobri o que era desejar livros. Eu queria tê-los. Não queria ter de devolvê-los. Não queria mais ter prazos (curtos ou dilatados). Não queria mais regulações. Nem mesmo queria mais conter meu impulso de escrever nas margens.

Dos dinheiros de lanche não-gastos e desse desejo de posse, meio egoísta, eu sei, mas muito muito cuidadoso, aprendi o caminho da Siciliano e comecei minha coleção de poesia contemporânea, inaugurando-a, claro, com algo da obra do poeta curitibano. Depois dele, outros e outros e outros, mineiros, paulistas, gaúchos, nordestinos, brasilienses, cariocas, mortos, suicidas, vivos, bebuns, bons e maus.

Aí começava a trilha pelas livrarias, um outro espaço, também de livros, mas agora mais claro, mais amplo, mais habitado do que os anteriores. A despeito dessa arquitetura que, em geral, propunha o consumo, a estante de poesia estava lá, mais ao fundo, embaixo, empoeirada, em lugar de difícil acesso. Agachada, apertada em um canto, eu procurava uns nomes, umas capas e umas surpresas. Ia sozinha e, de vez em quando, encontrava, pela vida adentro, uns amigos que me acompanhavam sem me importunar, permitindo que eu gastasse horas e horas na colheita dos meus títulos.

Da Siciliano parti para as livrarias da Fernandes Tourinho, uma rua de Belo Horizonte que cultivava uma série (infelizmente finita) de livrarias interessantes. Naquela época, descobri a Scriptum, que está até hoje plantada no mesmo solo. Nas estantes de poesia, mais visíveis e maiores, descobri muitos poetas de hoje, muitos autores mineiros, muita conversa literária. Comprei muita coisa, enchi minha estante de surpresas atuais, atualíssimas e mesmo recém-lançadas.

O desejo de ter livros crescia. Tornava-se uma mania, febre dessas como a de figurinhas ou a de colecionar tampinhas. Febre de querer mais uma novidade para a coleção de leituras, não apenas de obras secas paradas na estante de casa. Não era apenas um ímpeto de ter, mas um outro de conhecer, de ler, de saber, de procurar, de experimentar, de lidar, de analisar. Uns livros que me deixavam perplexa por uns tempos. Outros que me causavam certo arrependimento de não ter comido mais pães de queijo na escola.

Livros proliferam. A casa é violada, mas os ladrões não levam. Os moços da mudança xingam. Livros pesam. Livros são bens físicos, mas não são só isso. Livros lidos são como aquela história da chama da vela: você acende a vela dos outros e a sua luz continua com você (li isso em alguns contextos diferentes). Livros lidos são inexplicavelmente virtuais. E minhas estantes foram ficando pequenas, pequeninas, pequetitas e tive de comprar mais delas, procurar lojas que soubessem vender estantes para livros, especificamente para eles. Não estantes frágeis, ornamentais, para um ou outro exemplar decorativo. Precisei de estantes robustas, de prateleiras estreitas e firmes, calculadamente espaçadas para aguentar o peso do papel.

Atualmente, são duas no hall dos quartos e sete no escritório. Os livros estão em fila dupla em todos os lugares e já tomaram a mesa central e parte do meu espaço de trabalho. São muitos, variados, de diversos jeitos e cores. Os temas se ampliaram, se refinaram e já tenho problemas de busca. Vez ou outra, alguém pergunta se já li tudo. Não, claro que não, mas estimo que em mais duas vidas eles estejam todos lidos. Mas haverá outros e outros que terei comprado. É uma angústia. E mais: alguns livros não são de ler inteiros, mas de consultar, de espiar, de ler ao longo dos anos, de juntar com a coleção e deixar para depois. Os livros são desejados, comprados e habitam a casa, como as pessoas, só que eles costumam durar mais do que elas.

Nessa caminhada de desejos de livros, tive de importar alguns, porque a cidade e suas livrarias haviam ficado pequenas e insuficientes. A web e suas livrarias infinitas me ajudaram a compor mais partes do meu arsenal. E quando vou a São Paulo, a Campinas, a Porto Alegre ou a Lisboa, onde quer que seja, separo um dia inteiro, senão mais, apenas para me dedicar às grandes livrarias. E sempre estimo, ao montar as malas, quantos livros deverão voltar nelas quando eu estiver de retorno. E sempre as malas vêm mais pesadas do que foram. E minha perdição, minha salvação e minha mágoa andam juntas: por que Belo Horizonte não tem uma grande livraria de verdade, como outras cidades têm? Será que falta quem tenha desejos como os meus?


Ana Elisa Ribeiro
Belo Horizonte, 2/7/2010


Quem leu este, também leu esse(s):
01. A barata na cozinha de Luís Fernando Amâncio
02. De volta à antiga roda rosa de Elisa Andrade Buzzo
03. A Fera na Selva, filme de Paulo Betti de Jardel Dias Cavalcanti
04. Cães, a fúria da pintura de Egas Francisco de Jardel Dias Cavalcanti
05. Os Doze Trabalhos de Mónika. 7. Um Senador de Heloisa Pait


Mais Ana Elisa Ribeiro
Mais Acessadas de Ana Elisa Ribeiro em 2010
01. O menino mais bonito do mundo - 29/1/2010
02. Por que a Geração Y vai mal no ENEM? - 30/7/2010
03. Meu querido Magiclick - 12/2/2010
04. Palavrão também é gente - 26/2/2010
05. Caçar em campo alheio ou como escrever crônicas - 11/6/2010


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
2/7/2010
10h15min
O processo que demarca a constituição de um bom livro (porque os maus deveriam tem outro nome) é basicamente dividido em dois atos. No primeiro ato estão em cena o autor e as palavras, e irão se regozijar de forma intensa, talvez até orgásmico, variando de um balé clássico a um tango, ou um funk, dependendo do autor, mas ningúem mais participa dessa cena. No segundo ato, sai de cena o autor e entra o leitor. O autor fica banido definitivamente. O que vale desde então é o papel que o leitor se põe a representar, da maneira como ele entende por aquele script, da maneira como ele traduz o texto, as palavras, pela capacidade de seus olhos. Dois atos apenas, mas dois momentos tão diferentes, que vez em quando podem até ser confundidos. É o princípio da identificação. Mas para ter acesso a essa magia, é preciso que se pratique primeiramente um outro ato: o ato de ler bons livros.
[Leia outros Comentários de ROBERTO ESCRITOR]
2/7/2010
12h55min
Bem autobiográfico, gostei. Mas confesso: gostei mais porque gosto da autora! Pena que não encontro "Perversa" em Brasília! Beijo.
[Leia outros Comentários de Lúcio Casado Silva]
2/7/2010
14h36min
Que vício delicioso comprar livros, tê-los aos montes, não são suficientes.
[Leia outros Comentários de Edson B Camargo]
4/7/2010
22h29min
Interessante isso de comprar pra ler depois. Me identifiquei na hora (claro, nas modestas proporções ). Eu acho que é uma relação muito curiosa. Já comprei livros que só li tempos depois e tive a sensação de que só então seria meu momento certo para conhecê-los. Percebo que, por vezes, não estamos preparados para pensar sobre certos sentires ou tornarmo-nos cúmplices de certas tramas. Confesso que me acho uma leitora modesta ou até mesmo medíocre. Meu garimpo é eventual, casual, não sigo um determinado autor ou autores ou estilo, mas adoro o cheiro das livrarias, a luz e o misto de cores e ideias dispostos nas prateleiras. O texto me fez sentir vontade de correr para uma livraria. Enfim. Abraço.
[Leia outros Comentários de Melinda]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




VIDA & SAÚDE - A CURA PELA NATUREZA Nº 5 - MEL UMA DOCE REDESCOBERTA
MÔNICA XIMENES LEITE E MARIA CRISTINA FRANCISCO
TRÊS
(1983)
R$ 6,00



DA INTERPRETAÇÃO JURÍDICA 2ª EDIÇÃO
MÁRIO FRENZEM DE LIMA (CAPA DURA)
FORENSE (RJ)
(1955)
R$ 17,82



D. PEDRO DALCÂNTARA DE BRAGANÇA 1798-1834: IMPERADOR DO BRASIL
PALÁCIO DE QUELUZ
PAÇO IMPERIAL MIN CULTURA
(1987)
R$ 17,28



DIAGNÓSTICO E PROGNÓSTICO DAS DISPONIBILIDADES HIDRICAS
MONICA LOPES GONÇALVES
UNIVILLE
(2006)
R$ 85,00



62 MODELO PARA ARMAR
JULIO CORTÁZAR
CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA
(2000)
R$ 25,00



O VALE-CULTURA, A SOLUÇÃO?
NIVIA DE ANDRADE LIMA
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 251,00



CONTROLE AUTOMÁTICO DE UM ROV UTILIZANDO SENSORIAMENTO DE BAIXO CUSTO
VINÍCIUS NIZOLLI KUHN UND SEBASTIÃO C. P. GOMES
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 349,00



TEATRO (EVOLUÇÃO HISTÓRICA)
JACQUES BURDICK
VERBO
(1978)
R$ 28,00



CONSPIRACY 365 - LIVRO 01 JANEIRO - O ENIGMA DOS DESENHOS
GABRIELLE LORD
FUNDAMENTO
(2015)
R$ 32,00



TEATRO ARGENTINO - REPERTÓRIO COMPLETO - TOMO II (EM ESPANHOL)
ALBERTO GHIRALDO
EDITORIAL AMERICALEE
(1946)
R$ 25,00





busca | avançada
28444 visitas/dia
1,1 milhão/mês