Liberdade | Ricardo de Mattos | Digestivo Cultural

busca | avançada
71522 visitas/dia
1,4 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COLUNAS

Segunda-feira, 18/5/2015
Liberdade
Ricardo de Mattos

+ de 2400 Acessos

"Ser-se livre não é fazermos aquilo que queremos, mas querer-se aquilo que se pode" (Jean Paul Sartre)


Foi com satisfação que encerramos a leitura do texto intitulado O fardo e a bênção da mortalidade, escrito pelo filósofo alemão Hans Jonas (1903/1993). Com argumentos muito bem sequenciados, Jonas restringe-se ao homem encarnado, mas lança questões que não podem ser resolvidas pelo homem encarnado. Há vários pontos que nos chamaram a atenção neste texto, alguns dos quais mencionaremos suscintamente para logo chegarmos ao tema de nossa coluna.

Jonas parte da obviedade de que o organismo só morre porque está vivo. Decorre que, num primeiro momento, viver é evitar a morte. Se fosse apenas isto, para que serviria ao indivíduo travar sua batalha diária pelo direito de permanecer sobre o solo em que pisa? Esta pode ser a realidade de populações inteiras, porém mesmo o indivíduo em situações das mais vulneráveis ocasionadas por guerras civis, epidemias ou governos incompetentes reluta em manter sua vida para apenas por exercício biológico. "Até mesmo o mais doente dentre nós, se deseja de algum modo continuar a viver, deseja o fazer pensando e sentindo, e não apenas digerindo", afirma o filósofo. Chega o momento em que a pessoa não apenas quer afastar a morte e manter-se vivo, como também decide afirmar-se como ser ao menos diante do trecho de mundo no qual reside. "Apenas no confronto com o sempre possível não-ser, o ser poderia vir a sentir-se, afirmar-se, tornar-se seu próprio fim. Através da negação do não-ser, 'ser' transforma-se em uma constante escolha de si mesmo", ele arremata.

Daí Jonas dizer que a mortalidade orgânica, biológica, ser ao mesmo tempo um fardo e uma bênção. Fardo, pois em meio à mencionada pugna pela sobrevivência, e a despeito de seus esforços, o indivíduo pode sucumbir. Bênção, pois o indivíduo não se encontra estruturado para a imortalidade orgânica, em que pese o sonho de muitos neste sentido. Reportando-se inclusive ao escritor irlandês Jonathan Swift, Jonas especula se a imortalidade biológica não traria a cada pessoa um de dois transtornos: ou o passado seria esquecido para que se pudessem armazenar informações mais recentes, ou as informações seriam arquivadas no limite do cérebro, chegando o momento que a pessoa viveria no passado, sem conexão com o presente.

Segundo Jonas, o indivíduo não está organicamente adequado à vida eterna no corpo. Há de perder seu envoltório mais grosseiro e é uma lei natural que assim ocorra. À mortalidade antepõe-se a natalidade: "o começo sempre renovado, que só pode acontecer ao preço de um fim sempre repetido, é a proteção da humanidade contra a queda no tédio e na rotina, sua chance de conservar a espontaneidade da vida". Aproximando esta leitura de reflexões que nos ocupavam o espírito, formou-se a questão: e para a Liberdade, estará o homem adaptado? De que Liberdade ele gozará, mesmo que consideremos apenas o tempo entre o primeiro choro e o último suspiro?

Liberdade é algo já por si difícil de definir. Seria fazer o que queremos? Mas si nosso próprio querer pode estar sujeito a pulsões ou a amarras das quais nós mesmos não temos consciência... Ou até notamos um rabicho de consciência, não gostamos e esforçarmo-nos por escondê-lo.

Certo pensamento ao nosso ver reducionista afirma que a Lei decide o que é Liberdade. Nossa Constituição não a define, mas apresenta casos em que ela se manifesta: liberdade de ir, vir, ficar, de expressão, de associar-se e manter-se ou não associado. Liberdade de consciência, relacionada com a liberdade de adotar a religião que se quiser, ou não adotar alguma. Livre iniciativa no plano dos negócios. Liberdade de convicção política. Entretanto, entendemos a Liberdade como algo inerente ao humano tão somente porque humano. Não será este ou aquele Estado quem decidirá o que é ser livre. Este ou aquele Estado apenas reconhecerá um espectro maior ou menor de Liberdade às pessoas que habitam dentro de suas fronteiras geográficas.

A Liberdade é biológica? Seria temerário afirmar que sim. A princípio, somos livres para viver no meio ambiente ao qual este corpo físico está adaptado. Somos livres para decidir pela vida frugal no meio do deserto do Saara. Podemos mudar-nos para lá e levar esta extravagância até suas últimas consequências. Ou sua última consequência: a morte física. Esperamos que deste exemplo extremo o leitor perceba que não foi do organismo biológico que partiu a decisão de mudança tão drástica. A homeostase, a necessidade instintiva de restaurar o equilíbrio orgânico tende a encaminhar o ser para onde ele possa satisfazer suas necessidades mais básicas. Diante da necessidade de hidratação, o homem tende a estabelecer-se onde a água é garantida, não onde ele conhece de antemão sua ausência ou escassez. Pode ocorrer um esforço adaptativo, de forma que o homem saído de região úmida possa de fato ser reconhecido como modelo de perseverança. Contudo, que dizer desta vida de privação auto-imposta e gratuita? Que se deseja provar com isto? "Quero provar que eu sou livre"! Sim, mas e daí?

A Liberdade é psíquica? Eis um terreno em que se trilha com maior cuidado. Nosso eremita que se submeteu a privações no deserto pode ter motivação que o leve a tal façanha. Esteja de acordo com alguma crença, poderá entender que as privações garantir-lhe-ão a vida futura. O que ele fará de uma vida futura, se não dá conta da que possui hoje? Ele pode basear-se em conclusões pessoais, é certo, mas poderá apenas referendar com a própria vida as conclusões alheias, ou pode simplesmente almejar a superação para afirmar que é melhor que os outros, ou que muitos, nesta ou naquela façanha. Fora as conclusões pessoais, percebemos aqui dois grilhões: ou o eremita está vinculado ao que outros disseram e ele não se mostrou forte o suficiente para superá-los; ou ele está preso a uma pequena vaidade de querer superar as demais pessoas seja no que for. No mundo moderno, este desejo de superação atinge o ridículo. Basta consultar o Guines Book para conferir do que se é capaz para ser "mais" ou "melhor" que os outros em coisas que não valem sequer nossa atenção, quanto mais nossa dedicação. Contudo, como estamos falando do humano e não de tecnologia, estamos falando também do livre-arbítrio, o que permite encaminhar nossos estudos no sentido de que o homem é tão mais livre de condicionamentos quanto mais adquira consciência de si como ser biopsíquico e espiritual. Apesar dos entraves, afirmamos haver um núcleo que, como diria Kipling, "não se rende e comanda: resistir!".

A visão estreita a respeito do ser humano leva-o a concentrar-se nos aspectos de sua liberdade compreendidos pela biologia. Infelizmente, olhamos em torno e percebemos que, si para alguém é uma ofensa a privação forçada de seus passos, é-lhe irrelevante a proibição de assistir um filme ou ler determinado livro. O Código Penal e as leis penais vigentes punem condutas que restrinjam a liberdade de ir e vir, mas não lembramos de alguma que puna as restrições à liberdade de informação. Passamos pela vida vendo pessoas que não leem um livro "porque o professor não gosta"; "porque fulano não gosta do escritor"; "porque beltrano falou que não presta". O fato de alguém criticar um livro é-nos suficiente para desejar ao menos folheá-lo. Uma professora de Direito Comercial criticava veementemente determinado autor e recomendava clássicos que pouco deviam dizer já a seu tempo de formação. Fomos conferir e descobrimos que a matéria dada por ela, na sequência dada por ela, estava inteira nas obras condenadas.

Focamo-nos tanto em nosso corpo e em nossos condicionamentos que esquecemos do quão livre pode ser nosso espírito. Tivemos oportunidade de conversar com um grupo de hóspedes do sistema penitenciário estatal e comentamos com eles a respeito do formidável livro O faz-tudo, de Bernard Malamud. Contamos que o prisioneiro não apenas é mantido indefinidamente em estreita cela solitária, como também a certa altura é acorrentado dentro dela, tendo ainda mais cerceada sua movimentação. Este estado dura tempo suficiente para ele recordar com nostalgia os meses em que podia varrer a cela e ler páginas avulsas do Antigo Testamento. Tal comentário provocou murmúrios entre pessoas que, apesar da evidente limitação à liberdade de ir e vir, bem ou mal possuem à disposição algum curso profissionalizante, uma biblioteca e acesso a reuniões de cunho religioso.

O homem não nasce livre: adquire Liberdade. Esta Liberdade é assegurada pela Responsabilidade, que é a capacidade do ser para dar respostas às questões da vida, incluídos desde os aspectos últimos de sua existência até os fatos de seu cotidiano. Não apenas dar respostas, mas de não as dar e mesmo de rever aquelas dadas diante de outros valores. Arriscamos mesmo a dizer que a Responsabilidade é que define o homem como um ser livre. Diante do fato da vida ele poderá escolher a atitude que melhor expressará determinado valor.

A Liberdade começa a definir-se como um sentimento e como preceito social. A pessoa quer gozar do sentimento de Liberdade mesmo que se envolva em situações estapafúrdias. Como preceito social, a Liberdade do indivíduo é verificável em contraposição ao seu papel na sociedade. Kardec registrou que, por viver em sociedade, ao homem já não é dado usufruir de liberdade absoluta. De fato, para virmos ao mundo já precisamos de duas pessoas. Os primeiros anos requerem ao menos uma ao nosso lado. Com o desenvolvimento pessoal, adquirimos maior ou menor autonomia ou independência. A menos que confeccionemos nossas roupas coletemos nossos alimentos e contemos nossas próprias histórias, já não podemos falar em Liberdade total. Ainda segundo as anotações de Kardec, a liberdade absoluta do homem só pode ser usufruída no pensamento: eis o reino em que cada um pode ser seu próprio Louis XIV. "Estar condenado à Liberdade", portanto, assemelha-se-nos a um exercício de retórica.

Mantendo nossa visão teísta, passamos a perceber que somente esta inteligência ilimitada, que tudo criou sozinho, pode gozar de uma Liberdade absoluta. Tão absoluta que supera a questão da Liberdade x Não Liberdade. Como tudo criou, criou também o bípede implume que se esforça em encontrar algo que restrinja Sua Liberdade. Aquele que É não está adstrito a conceitos humanos. Apenas por escrevermos "Aquele que É" abriu-se como que um rasgo em nossa temporalidade e paramos por momentos tentando entender o que seria este supremo ser.

Mesmo em passagem de aparente cerceamento do indivíduo, Cristo assegurou a cada um de nós a liberdade de decisão. Referimo-nos ao trecho em que afirmou: "Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, dia após dia, e siga-me" (Lucas, 9, 23). A cada um é conferida a decisão: "Se alguém quiser vir...". Revela-se que aderir ao seu ministério ultrapassa questões de autoridade ou tradição. Quem de forma madura decidir-se por segui-lo deve ter entendido que há ampla tarefa a ser cumprida e que de nada adianta impor os limites da própria personalidade em aspectos desta tarefa dos quais o neófito sequer ainda tem consciência de existirem. Ao leitor mais familiarizado com processos seletivos para vagas de emprego, perguntamos: é o candidato quem determina o que a empresa deve fazer para que ele se digne a trabalhar para ela, ou ele é quem mui humildemente apresenta-se diante de uma estrutura prévia?


Ricardo de Mattos
Taubaté, 18/5/2015


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Super-heróis ou vilões? de Cassionei Niches Petry
02. Diálogos no Escuro de Heloisa Pait
03. Carmela morreu. de Ricardo de Mattos
04. Quero ser Marina Abramović de Elisa Andrade Buzzo
05. Mamilos de Adriane Pasa


Mais Ricardo de Mattos
Mais Acessadas de Ricardo de Mattos em 2015
01. Sobre caramujos e Omolu - 20/4/2015
02. Alcorão - 26/1/2015
03. Espírito e Cura - 20/7/2015
04. Carmela morreu. - 23/11/2015
05. Silêncio - 17/8/2015


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




A FADA ENFADADA
MARCO TÚLIO COSTA
FTD
(1998)
R$ 12,00



HOMENS, DINHEIRO E CHOCOLATE
MENNA VAN PRAAG; MICHELE GERHARDT MACCULLOCH
FONTANAR
(2009)
R$ 12,00



DA MISTIFICAÇÃO DA ESCOLA Á ESCOLA NECESSÁRIA
NEIDSON RODRIGUES
CORTEZ
(2000)
R$ 25,34



PROBLEMAS COMUNS DE OUVIDO, NARIZ E GARFANTA CLÍNICA GERAL : PRIMEI...
ROGER L. CRUMLEY
INTERAMERICANA
(1982)
R$ 16,50



SEXO NO FUTURO - 3724
BAKER ROBIN
RECORD
(2002)
R$ 10,00



MICROECONOMIA
DONALD S WATSON E MARY A HOLMAN
SARAIVA
(1979)
R$ 5,00



GUIA DE ESTABELECIMENTOS TURÍSTICOS VERANO 2009
ESCAPADAS ARGENTINASCOM
MULTITARGET
(2009)
R$ 18,28



ARQUIVO X-O RAIO DA MORTE 8
CRIS CARTER
UNICÓRNIO AZUL
(1997)
R$ 10,00



EU AMO VOCÊ!
VÉRONIQUE BRONTE
JARDIM DOS LIVROS
(2008)
R$ 9,00



A TERCEIRA GUERRA MUNDIAL AGOSTO 1985
JOHN HACKETT E OUTROS
MELHORAMENTOS
(1979)
R$ 5,00





busca | avançada
71522 visitas/dia
1,4 milhão/mês