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Quinta-feira, 2/11/2006
Comentários
Dalila Flag

Cuidar é uma arte
Cuidar é uma arte. E se descuidar também, embora esteja em desuso. É preciso ser muito confiante para viver como nasceu: cara limpa, cabelo encaracolado, unhas sem esmalte. Nesse mundão de preocupações narcisísticas quase ninguém deixa de se acarinhar, mas não olha para os lados alheios. Não há tempo. É um mundo fast-food, rapidinho e superficial. Mas as sobrancelhas são depiladas com desvelo, demoradamente. Talvez sejam muito importantes e eu não saiba! Eu bem que queria ser uma delas, negra, curva, altiva. Aí, sim, eu seria motivo de cuidado... Seu texto é muito bom. Assino em baixo.

[Sobre "Cuidar, cogitar, tratar, amar"]

por Dalila Flag
http://plenospecadosdalilaflag.blogspot.com
2/11/2006 às
21h34 201.19.220.233
 
Quanto à arrogância...
Só descobri isto aqui hoje. E, por acaso, "fuçando" o Google. Realmente não existem novos escritores, não porque você assim o queira, mas porque nasce-se escritor. É visceral. Desde criança o caderninho na mão, as idéias brotando à revelia numa mente imaginativa... E continua-se vida afora, mesmo sem conseguir ser publicado, porque no universo literário só aparece quem tem "quem indica", o famoso QI. Então sobra o blog como válvula de escape, como meio projeto de sonhos irrealizáveis, como tentativa de "quem sabe?"... Escrever implica em vivências, mesmo que sejam triviais, sexuais, transgressoras ou dramáticas. Mas se desejar ler algo profundamente doído, que o faça perder o sono, aconselho os prontuários médicos do Hospital do Câncer.

[Sobre "Novos escritores? Onde?"]

por Dalila Flag
http://plenospecadosdalilaflag.blogspot.com
2/11/2006 às
13h44 201.19.220.233
 
faça uma terapia
Carlos: Advogado? Não seria melhor, data venia, se colocar como é: um censor frustrado? Acontece, meu caro, que vivemos numa democracia, tá sabendo? Ou vc é um daqueles saudosistas da ditadura militar? Parece que sim... E tem a ousadia de tentar coagir alguém que escreve sobre os problemas que encontrou por se envolver em sites, ou que nome tenha, onde a privacidade é prejudicada. Creio que vc desconhece o que seja liberdade de expressão. E, quando diz "cuidado", claramente ameaçando a colunista, mostra seu lado truculento e policialesco. Como psiquiatra, dou um conselho: faça uma terapia. Isso pode diminuir sua agressividade e torná-lo mais humano. PS: não conheço, não sei quem é, e nem tenho procuração da Sra.Ana Eliza para defendê-la. Sua postagem, "advogado", foi quem me motivou a escrever esta mensagem.

[Sobre "Adeus, Orkut"]

por Dalila Flag
25/1/2006 às
22h50 201.8.7.6
 
cinema também é diversão
O cinema brasileiro já foi fraquinho, fraquinho. Não saía do binômio favela-miséria sertaneja. Mas, de uns tempos para cá, abriu sua ótica, ampliou a estética, aventurando-se por trilhas leves, bonitas e humorísticas. Também melhorou muito a qualidade de som e fotografia. Isso o enriqueceu porque não é todos dias que estamos com vontade de rever misérias e problemáticas sociais. Afinal cinema também é diversão.

[Sobre "Pensando a retomada do cinema brasileiro"]

por Dalila Flag
24/1/2006 às
17h19 201.50.88.102
 
Publicar um livro: delírio
Escrever é ótimo. Cria-se mundos e pessoas à própia imagem e semelhança. Sonhos, irrealidades e vidas ficcionais são tecidos com fervor quase místico. O livro fica pronto. Junto com ele, um sonho: publicar, ser lido. Dinheiro? É o que menos interessa. Trabalho, capricho, gasto de tempo e centenas de reais. Envia-se para uma, duas, dez editoras, com o coração aos pulos. Afinal, é como um filho gestado durante longos meses. Só uma coisa é esquecida: o autor é simplesmente ninguém no mundo das letras, um desconhecido, um "original" a mais, nas prateleiras empoeiradas. Sem QI, nem mesmo é avaliado pelo departamento editorial. Resultado: a espera angustiante, a sensação que já nasceu abortado, pois o silêncio não manda e-mail ou carta: é indiferente. E os meses passam, dando a sensação de que tudo não passou de delírio...

[Sobre "Publicar um livro pode ser uma encrenca"]

por Dalila Flag
9/1/2006 às
03h41 192.168.133.52
 
por trás de cada blog...
Gostei muito do seu artigo. Talvez pq seja eu mesma uma blogueira. Afinal, quem tem algo a dizer, gosta de escrever, quer ser lido, só pode mesmo ter um blog. Mas fazer um simples diário de coisas corriqueiras deixa o blog muito aquém do que se espera que seja. E fotinhas dos bebês da família são um porre. O bom é se perceber que existe vida inteligente por trás de cada blog...

[Sobre "Blogues: uma (não tão) breve história (I)"]

por Dalila Flag
1/12/2005 às
05h38 200.222.193.243
 
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