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Sexta-feira, 18/10/2002
Comentários
Martim Vasques


Verdadeira minoria
Alexandre: Somos todos coitados, sem dúvida, e o Lula gosta mesmo é de uma "(coloque um palavrão bem cabeludo aqui)", porque não querendo me gambar (como dirá nosso futuro presidente)todos nós vamos ch..par o pau da barraca no dia 27 e aí sim todos nós seremos coitados mesmo. Abraços Martim P.S. Inês e Pablo também parabenizam vc pelo artigo - e continue a escrever assim, pelo amor de Deus!

[Sobre "Lula Já É Um Coitado"]

por Martim Vasques
18/10/2002 às
11h36 200.221.192.80
 
Centauros e discípulos
Sergio Augusto escrevendo sobre Otto Maria Carpeaux - um grande jornalista sobre um centauro. Realmente, nem tudo está perdido. Só para constar: o primeiro volume dos Ensaios Reunidos, da Topbooks, foi um empreendimento do prof. Olavo de Carvalho que não é só aquele polemista formidável, mas como também um dos filósofos mais corajosos do nosso tempo e que tem um autêntico carinho pela obra esparsa de Carpeaux. E, para quem sabe, Carpeaux foi o primeiro a falar sobre um filósofo que todo mundo devia ler para o bem de nossa sanidade mental: Eugen Rosenstock-Huessy. Seu livro "A Origem da Linguagem" foi recentemente publicado pela Editora Record. Não percam.

[Sobre "O melhor presente que a Áustria nos deu"]

por Martim Vasques
25/9/2002 às
08h11 200.211.125.140
 
My hope is on Hoppe
Evandro: Qualquer texto que cite Hans-Hermann Hoppe para o público brasileiro merece honras. Hoppe é um dos grandes cientistas políticos da atualidade e deixa atrás qualquer Renato Janine Ribeiro, por sua honestidade intelectual e coragem de dizer que a democracia falhou em seus propósitos de igualdade e que somente contribuiu para uma única coisa: a expansão do Poder do Estado. Quem quiser saber mais sobre Hoppe vá ao site dele: www.hanshoppe.com e leia todos os seus textos para aprender o que acontece com o Brasil e o mundo.

[Sobre "Apesar da democracia"]

por Bertrand De Jouvenel
25/9/2002 às
08h06 200.211.125.140
 

Alexandre: Agradeço a vc por escrever seus artigos aqui no Digestivo. Aproveito para convidá-lo a ler minha coluna em O Indivíduo (www.oindividuo.com), que não é tão boa como a sua, mas faço possível para chegar perto.

[Sobre "Três Idiotas"]

por Martim Vasques
16/9/2002 às
12h23 200.211.120.4
 
Idiot Wind
Caro Alexandre: Realmente, sua escolha foi perfeita, faltando apenas mais três colocações: o Lulinha Paz e Amor, o Mercadante (O Aloízio, não o Paulo, este sim um homem de primeira grandeza)e Eduardo Suplicy, que estuprou Bob Dylan no Congresso há duas semanas. Mas acho que todo mundo já sabe qual é o limite desse pessoal. Mas, sem dúvida, entre Gilberto Vasconcellos e Fernandinho Beira-Mar, acho que o último ganha, porque ser traficante é a profissão mais imbecil do mundo.

[Sobre "Três Idiotas"]

por Martim Vasques
13/9/2002 às
08h09 200.18.252.104
 
Du Pouvoir
Prezado Evandro: Os seus textos no Digestivo Cultural mostram que a consciência individual ainda tem alguma chance nesta nação que caminha para o abismo. E, realmente, "O Indivíduo" vale por 30 universidades - e o trabalho de Alvaro Velloso realiza é de uma importância fundamental para os restos de uma intelectualidade ainda preocupada com a verdade e não com os interesses ideológicos.

[Sobre "O underground e o Estado"]

por Bertrand De Jouvenel
10/9/2002 às
13h21 200.18.252.104
 
O Indivíduo
Provando que você não está sozinho nesta guerra, Evandro: www.oindividuo.com e leiam os artigos de Alvaro Velloso de Carvalho, Alceu Garcia e Marcelo Tostes.

[Sobre "Depoimento sobre o dia de amanhã"]

por Martim Vasques
3/9/2002 às
18h18 200.211.120.10
 
A Luta Contra o Leviatã
Evandro: Seu artigo é a prova viva de que existe pessoas que compreendem a luta do indivíduo para se afirmar em um mundo corrompido por ideologias políticas e interesses espúrios. No final, o indivíduo sempre vence, mas sua guerra é a mais solitária de todas, porque poucos o compreenderão. Neste sentido, somos Quixotes, mas com a diferença que sabemos que um moinho não é um castelo e que Dulcinéia é apenas uma camponesa. A verdadeira estória do indivíduo como algo concreto e com dignidade, querendo vencer as barreiras da vida, está expressa de forma magistral na Comédia de Dante. Todos somos como Dante, talvez sem o gênio poético, mas com o desafio de atravessar a selva escura e espessa, para, um dia, com a ajuda da fé, da razão e da esperança, ver Aquilo que move o Sol e as outras estrelas - algo que nenhum Estado pode nos dar. Abração, Martim Vasques da Cunha

[Sobre "Pensando sozinho"]

por Martim Vasques
27/8/2002 às
14h37 200.227.250.242
 
You´re an arrrtiiissstttt
Grande Julio: Crítica ácida, sutil e enxuta do modelo comportamental-bizarro que atua como nova forma de inteligência nos meios culturais brasileiros (em especial, o paulistano). Fazia tempo que eu não dava gargalhadas na Internet - a última vez foi ao ler um pronunciamento patético do sr. Alexandre Herchcovich sobre um assunto que ele não tinha domínio algum (acho que era a situação política do país), aliás exemplo perfeito do artista retratado em seu texto. Abraços, Martim

[Sobre "Retrato do jovem quando artista no século XXI"]

por Martim Vasques
2/8/2002 às
15h20 200.211.120.52
 
Paranóia? Onde?
Prezado Gian: Seu texto tem pontos interessantes sobre a paranóia, mas infelizmente não passa dos pontos comuns já discutidos por todo mundo numa mesa de bar - e pontos equivocados, como chamar a Idade Média de "Idade das Trevas". Se vc ler Etienne Gilson, vai descobrir que a Idade Média não foi nada irracional e que a paranóia que dizem ter sido criado pela Igreja Católica era, na verdade, fruto de escolas dentro da Igreja e que foram expulsas pelo Papa por causa de seu cunho herético. Além disso, como vc pode chamar de "Idade das Trevas" uma época que tinha Santo Tomás de Aquino, Santo Agostinho, Abelardo, Meister Eckart e, bem no final, Dante Alighieri. Por acaso a nossa época - tão paranóica - tem como rivalizar com a honra destes nomes? No mais, se vc quer saber o que é realmente o efeito da paranóia na vida e na arte, leia Thomas Pynchon, em especial "V." e "O Leilão do Lote 49", ambos editados pela Cia de Letras. Um abraço e continue com seu trabalho Martim

[Sobre "A Soma de Todos os Medos"]

por Martim Vasques
5/7/2002 às
08h51 200.211.122.213
 
Yeats e Thomas
Prezado Bruno: Seu texto está muito bom, mas comete uma falha que só um fã de Yeats e de Dylan Thomas perceberia: Yeats não escreveu o verso e o poema "“Não entre nessa noite acolhedora com doçura” (Do Not Go Gentle Into That Good Night), e sim Dylan Thomas. A não ser que se trata de um poema com o mesmo título - o que acho improvável -, é bom sempre distinguir entre o grande Yeats e um de seus aprendizes. No mais, parabéns pelo texto e não desista. Abraços Martim

[Sobre "Marcas da escrita"]

por Martim Vasques
2/7/2002 às
08h54 200.211.125.17
 
Darren Aronofsky
Prezado Rafael: Seu texto sobre "Pi" de Aronofsky é uma excelente introdução para quem quer saber deste novo cineasta, um dos melhores da nova geração, ao lado de Paul Thomas Anderson e David Fincher. Para quem não sabe, Aronofsky também fez "Réquiem para um sonho", um dos filmes mais duros sobre o vício, ao lado de "O Homem do Braço de Ouro", de Otto Preminger e com Frank Sinatra.

[Sobre "Pi, o [fi]lme, e o infinito no alfa"]

por Martim Vasques
25/6/2002 às
12h50 200.211.120.247
 
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