A pequena arte do grande ensaio | Daniel Piza

busca | avançada
29791 visitas/dia
1,1 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
>>> Leminski, estações da poesia, por R. G. Lopes
>>> Crônica em sustenido
Colunistas
Últimos Posts
>>> Banco Inter É uma BOLHA???
>>> Não Aguento Mais a Empiricus
>>> Nubank na Hotmart
>>> O recente choque do petróleo
>>> Armínio comenta Paulo Guedes
>>> Jesus não era cristão
>>> Analisando o Amazon Prime
>>> Amazon Prime no Brasil
>>> Censura na Bienal do Rio 2019
>>> Tocalivros
Últimos Posts
>>> O céu sem o azul
>>> Ofendículos
>>> Grito primal V
>>> Grito primal IV
>>> Inequações de um travesseiro
>>> Caroço
>>> Serial Killer
>>> O jardim e as flores
>>> Agradecer antes, para pedir depois
>>> Esse é o meu vovô
Blogueiros
Mais Recentes
>>> O apanhador no campo de centeio
>>> Curriculum vitae
>>> O Salão e a Selva
>>> Ed Catmull por Jason Calacanis
>>> Por que a Geração Y vai mal no ENEM?
>>> Por que a Geração Y vai mal no ENEM?
>>> A massa e os especialistas juntos no mesmo patamar
>>> Entrevista com Jacques Fux, escritor e acadêmico
>>> Nuno Ramos, poesia... pois é
>>> Literatura e interatividade: os ciberpoemas
Mais Recentes
>>> Amor de Perdição / Eurico, o Presbítero de Camilo Castelo Branco / Alexandre Herculano pela Círculo do livro (1978)
>>> Carajás de Paulo Pinheiro pela Casa Publicadora Brasileira (2007)
>>> Menopausa de Diversos pela Nova Cultural (2003)
>>> Guia de Dietas de Diversos pela Nova Cultural (2001)
>>> Seguros: Uma Questão Atual de Coordenado pela EPM/ IBDS pela Max Limonard (2001)
>>> O Significado dos Sonhos de Diversos pela Nova Cultural (2002)
>>> A Dieta do Tipo Sanguíneo - A B O AB de Peter J. D'Adamo pela Campus (2005)
>>> Cem Noites - Tapuias de Ofélia e Narbal Fontes pela Ática (1982)
>>> Direito do Trabalho ao Alcance de Todos de José Alberto Couto Maciel pela Ltr (1980)
>>> Manon Lescaut de Abade Prévost pela Ediouro (1980)
>>> A Reta e a Curva: Reflexões Sobre o Nosso Tempo de Riccardo Campa (com) O. Niemeyer (...) pela Max Limonard (1986)
>>> Introdução às Dificuldades de Aprendizagem de Vítor da Fonseca pela Artes Médicas (1995)
>>> Dos Crimes Contra a Propriedade Intelectual: Violação... de Eduardo S. Pimenta/ Autografado pela Revista dos Tribunais (1994)
>>> O Cortiço de Aluísio Azevedo pela Ática (1988)
>>> A Voz do Mestre de Kahlil Gibran pela Círculo do livro (1973)
>>> O Jovem e seus Assuntos de David Wilkerson pela Betânia (1979)
>>> Emília no País da Gramática de Monteiro Lobato pela Brasiliense (1978)
>>> The Art Direction Handbook for Film de Michael Rizzo pela Focal Press (2005)
>>> A Escrava Isaura de Bernardo Guimarães pela Melhoramentos (1963)
>>> O Grande Conflito de Ellen G. White pela Casa Publicadora Brasileira (1983)
>>> Filosofia do Espírito de Jerome A. Shaffer pela Zahar (1980)
>>> Muito Além das Estrelas de Álvaro Cardoso Gomes pela Moderna (1997)
>>> A Grande Esperança de Ellen G. White pela Casa Publicadora Brasileira (2011)
>>> É Fácil Jogar Xadrez de Cássio de Luna Freire pela Ediouro (1972)
>>> O Espião que saiu do Frio de John Le Carré pela Abril cultural (1980)
>>> A Primeira Reportagem de Sylvio Pereira pela Ática (1988)
>>> Distúrbios Psicossomáticos da Criança de Haim Grunspun pela Atheneu
>>> Aprenda Xadrez com Garry Kasparov de G. Kasparov pela Ediouro (2003)
>>> Poemas para Viver de P. C. Vasconcelos Jr. pela Salesiana Dom Bosco (1982)
>>> A Casa dos Bronzes de Ellery Queen pela Círculo do livro (1976)
>>> Warcraft Roleplaying Game de Christopher Aylott e outros pela Blizzard / Arthaus / wizards (2004)
>>> A Dama do Lago de Raymond Chandler pela Abril cultural (1984)
>>> ABC do Vôo Seguro de Manoel J. C. de Albquerque Filho pela O Popular (1981)
>>> A Relíquia de Eça de Queirós pela Klick (1999)
>>> Manual Completo de Aberturas de Xadrez de Fred Reinfeld pela Ibrasa (1991)
>>> Para Sempre - Os Imortais - volume 1 de Alyson Noel pela Intrínseca (2009)
>>> A Máscara de Dimítrios de Eric Ambler pela Abril cultural (1984)
>>> Rômulo e Júlia - Os Caras-Pintadas de Rogério Andrade Barbosa pela Ftd (1993)
>>> O Nariz do Vladimir de José Arrabal pela Ftd (1989)
>>> Perigosa e Fascinante de Merline Lovelace pela Nova Cultural (2002)
>>> Brincar de Viver de Maggie Shayne pela Nova Cultural (2001)
>>> O Grande Conquistador de Rita Sofia Mohler pela Escala (1978)
>>> Comédias para se Ler na Escola de Luis Fernando Veríssimo pela Objetiva (2001)
>>> As 21 Irrefutáveis Leis da Liderança de John C. Maxwell pela Agir (2007)
>>> Dungeon master guide de Jonathan Tweet / Skip Williams pela Core Rulebook II (2000)
>>> Disfunção Cerebral Mínima de Antonio Branco Lefévre - Beatriz Helena Lefevre pela Sarvier (1983)
>>> Viagem Fantástica II - Rumo ao Cérebro de Isaac Asimov pela Best Seller (1987)
>>> Tpm Número 57 Maio 2009 de Caetano Veloso pela Trip (2009)
>>> Incorporações Imobiliárias de J. Nascimento Franco/ Nisske Gondo pela Revista dos Tribunais (1984)
>>> Cavalo-Marinho no Céu de Edmund Cooper pela Hemus
ENSAIOS

Segunda-feira, 15/4/2002
A pequena arte do grande ensaio
Daniel Piza

+ de 9200 Acessos
+ 2 Comentário(s)

O ensaio, como o próprio nome indica, é uma arte "menor" no sentido de que não tem a pretensão da completude, da transcendência, nem mesmo da panorâmica. No entanto, é um gênero "maior", porque a história da civilização está intensamente ligada ao seu surgimento e amadurecimento. Tanto quanto a perspectiva naturalista do renascimento, a ciência baseada no empirismo ou a polifonia musical, o ensaio marca a virada para a era moderna, para a era em que o homem não só vê a relatividade das coisas, mas vê também que é só ele quem relativiza – que o conhecimento não se encaixa num sistema elaborado pelo homem, pois há muitas coisas maiores do que o homem.

Assim, o ensaio pode parecer ao mesmo tempo um ato de arrogância e um ato de humildade, como toda grande criação artificial. Se pensamos no pai de todos os ensaístas, Michel de Montaigne, podemos ter ambas as reações: eis um homem em seu castelo, enfileirando latinismos, se julgando no direito de dar opinião sobre todos os aspectos da existência humana e social; mas eis também o homem que desmontou as pretensões definidoras e totalizadoras da mente humana, as ilusões finalistas, que apresenta suas reflexões para o leitor em um estado laboratorial, experimental, como se literalmente "ensaiasse" respostas, desprendido de métodos restritos a eleitos. Com Montaigne, o leigo se vê livre para pensar, sem a mediação dos "iluminados".

O que o jornalismo precisa, em especial o jornalismo cultural, mais especialmente ainda o jornalismo literário, é de um retorno a essas origens. Sim, porque, sabendo ou não, cada resenhistazinho de música pop é um filho de Montaigne, um herdeiro do Iluminismo, um tributário de gerações seguidas de ensaísmo brilhante. A crítica cultural nasceu da revolução literária que foi o ensaio. De Montaigne a Robert Hughes, o excelente crítico de arte australiano radicado nos EUA, todo um time de pensadores que na Idade Média estariam criando doutrinas platônicas ou aristotélicas se dedicou ao ensaio, ao texto que tanto confessa sua subjetividade como busca olhar da forma mais desarmada possível para a realidade. A crítica musical de Berlioz ou a crítica de arte de Ruskin são filhas do ensaio renascentista; o jornalismo de Samuel Johnson e William Hazlitt, idem. Mas vou poupá-los de mais exemplos.

O jornalismo cultural contemporâneo parece cada vez mais alheio, ingrato, a essas origens. De um lado, ele se especializou demais; se entupiu de jargões; se deixou seduzir pelas pretensões cientificistas da academia. De outro lado, se reduziu a um comentário binário, do eu gosto/eu não gosto, impressionista demais, ou então uma voz tribal, de gueto, como se vê tanto na música pop – mas se vê também na resenha de livro nos suplementos de fim de semana, em que o objeto é resumido e depois recebe nota qualificadora, sem passagem pela fundamentação, pelo convencimento, pela perspectiva. O jornalismo cultural virou uma espécie de júri de escola de samba.

E para variar os extremos se tocam: o acadêmico que escreve apenas para seus colegas de departamento e o repórter do caderno de variedades que desconhece tudo que é anterior ao seu nascimento são faces da mesma moeda barata – a da submissão à fogueira de vaidades, à fábrica de modismos, às fórmulas pré-estabelecidas. Ou seja, há um afastamento amazônico em relação ao que o ensaio teve de mais transformador: o espírito que é ao mesmo tempo aberto e seletivo, com boa vontade e senso crítico trabalhando simultaneamente. O ensaio nasce precisamente do ceticismo, da dúvida diante do que é apresentado como novo, justamente com a função de detectar aquela novidade que tem poder de permanência, ao menos de pertinência geracional. Você lê hoje uma resenha dessas e não sabe se aquilo que está sendo elogiado tem o fôlego de uma semana ou um século.

Travestido de humilde, esse jornalismo de critérios frouxos cria, no Brasil, um problema adicional: reforça a ideologia da acomodação, a espantosa falta de exigência do cidadão brasileiro. É por isso que é muito difícil traçar linhas de continuidade no jornalismo cultural brasileiro. Para ficar num só exemplo, aquela forma que Otto Maria Carpeaux praticou como ninguém – o ensaio curto e culto, que informa ao mesmo tempo que provoca o pensamento do leitor – hoje parece impraticável na imprensa brasileira, na grande como na pequena, na de massa como na acadêmica.

Recuperar a origem ensaística da crítica cultural na grande imprensa nacional, claro, não é defender um tom professoral, enciclopédico, passado em roupagem erudita para o ignaro público. A realidade é outra hoje. A linguagem tem de ser ainda mais ágil, clara, coloquial, sedutora – tem de ter ginga jornalística, tem de fugir do formato convencional. Acredito, talvez solitariamente, que é possível criar uma linguagem assim e ainda manter uma densidade, uma capacidade de descrever conexões mais sutis e irônicas entre as coisas, de perturbar o senso comum, de dizer muito com pouco sem ser obscuro. E acredito que essa seja uma das formas mais eficientes, na comunicação escrita moderna, de enriquecer literariamente o jornalismo.

Quando se discute a relação entre jornalismo e literatura, por sinal, normalmente se trata – e se reclama – do espaço dedicado aos livros na imprensa ou à publicação de contos e poemas pelos jornais de grande circulação. Mas não se pode esperar que os grandes jornais diários modernos dediquem espaço para o folhetim, como nos tempos de Balzac, ou para contos extensos, como nas revistas culturais. O caminho mais esquecido para a literatura se intrometer na bateria de notícias atuais é essa convivência com certa densidade ensaística, essa convocação ao leitor inteligente, o qual, ao contrário do que dizem os boatos, existe sim.

O jornal ainda é um meio privilegiadíssimo para familiarizar o leitor com o debate de idéias e a riqueza das palavras. Toda vez em que isso ocorre, a origem ensaística do jornalismo reaparece, o fantasma de Montaigne deixa seu castelo e vem despertar as praças. Uma pequena crônica de Luis Fernando Verissimo ou Carlos Heitor Cony pode ser um ensaio breve e disfarçado, assim como um artigo de Marcelo Coelho ou Arnaldo Jabor. Gerardo Mello Mourão, Paulo Francis e Décio Pignatari fizeram colunas no caderno "Ilustrada", da Folha de São Paulo, que eram produtos mais apressados de ensaístas já veteranos. E assim por diante. O que há em comum entre eles? Primeiro, eles estão tentando – estão procurando respostas, estão expondo dúvidas e opiniões para o leitor. Segundo, eles não falam de um assunto só – podem ir da política à ópera, com escalas no congestionamento urbano ou no prazer de caminhar no calçadão de Copacabana.

Precisamos mais disso e precisamos que isso vá além dos espaços fixos das colunas assinadas. Todo grande momento cultural moderno foi também um momento de proliferação de ensaios e resenhas, em revistas que se dirigiam a um público urbano, sofisticado, mas não bitolado em especialidades. No Brasil não existem mais essas revistas e os tablóides como New York Review of Books e Times Literary Supplement, etc. O resultado é um hiato asfixiante entre o academês dos suplementos literários dos grandes jornais – os que ainda sobrevivem – e o picotado ligeiro dos segundos cadernos. Mas o escritor, o intelectual público, é, por natureza, um generalista. Os jornais precisam de mais generalistas para que sejam jornais mais agudos; de mais espíritos ensaístas, de menos porta-vozes adjetivadores. Só assim os jornais serão mais literários, sem serem mais literatos.

Nota do Editor
Este texto foi gentilmente cedido pelo autor. Originalmente concebido como uma palestra (feita no dia 26/3/2002, no III Congresso Nacional de Escritores em Pernambuco), foi diretamente recolhido do próprio site de Daniel Piza.


Daniel Piza
São Paulo, 15/4/2002

Quem leu este, também leu esse(s):
01. As letras de música de hoje de André Forastieri
02. Freedom, de Jonathan Franzen de Sonia Nolasco
03. Os bastidores da crônica de Martha Medeiros
04. A virtude de não enviar de Lúcia Guimarães
05. Dos Passos: duplamente grande de Thales Guaracy


Mais Daniel Piza
Mais Acessados de Daniel Piza
01. Arte moderna, 100 anos - 10/9/2007
02. Como Proust mudou minha vida - 15/1/2007
03. Saudades da pintura - 16/5/2005
04. A pequena arte do grande ensaio - 15/4/2002
05. André Mehmari, um perfil - 20/11/2006


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
15/4/2002
18h51min
Acho que justiça deve ser feita ao Digestivo Cultural e aos que aqui “publicam” seus ensaios. Este site é o que Daniel Piza se refere. É um tablóide, porém cibernético, com dois acréscimos: é interativo e de grande alcance. Imaginem Montaigne, esgrimando com seus leitores. Como não apuraria ele seus pontos de vista? E como enriqueceria a sua experiência meditativa ou real, mediante contato com todos os cantos do mundo, fora do claustro de suas solitárias horas à luz de vela? Seus ensaios teriam leitores ávidos por trocar idéias sobre a "Vida", sobre a "Fisiognomia", sobre os “Canibais”, sobre a “Bebedeira”... Toda observação e digestão de fatos diversos a fenômenos sociais ou políticos, transformadas em algum tipo de texto serve o mesmo propósito que o ensaio, seja em sua forma formal, à la Montaigne, seja em forma mais flexível e aberta como há hoje aqui. É a evolução, a dinâmica da escrita. Tirada a questão do molde ou da forma do ensaio, fica a diferença apenas no fato de que os grandes ensaistas consagrados, seja dos “journals”, seja do jornalismo brasileiro ainda não escreveram no DC – até onde eu saiba – mas é somente questão de tempo.
[Leia outros Comentários de Antonio Oliveira]
16/4/2002
10h53min
Caro Daniel, anos atrás trocamos alguns emails (certamente você não se lembrará) e você me contou que o Paulo Francis havia lhe dito: "Sua propria existencia é uma prova de que o Brasil melhorou", acrescentando depois não concordar com ele. Acompanhando seus textos no Estado, lendo esse seu belo ensaio sobre a falta de ensaios, e vendo na pequena imprensa o surgimento de colunistas como a Daniela Sandler, o Alexandre Soares Silva, o Paulo Salles, o Rafael Azevedo (pra citar apenas alguns que escrevem ou já escreveram para o Digestivo), todos eles jovens, inteligentes e talentosos, e pela repercussão que o Digestivo tem alcançado principalmente entre leitores na faixa dos 20 e 30 anos, chego a acreditar - talvez seja um delírio - que o Paulo Francis estava certo. Parabéns e obrigado por continuar nos oferecendo textos a um só tempo simples e sofisticados. Um abraço, Fabio.
[Leia outros Comentários de Fabio]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




UM ESTUDO EM VERMELHO/O CÃO DOS BASKERVILLES
CONAN DOYLE
ABRIL
R$ 10,00



LASER INTERMEDIATE: GRAMMAR BANK
MAC MILLAN
MACMILLAN ELT
(2005)
R$ 10,00



FIQUEI COM O SEU NUMERO
SOPHIE KINSELLA
RECORD
(2012)
R$ 32,00



MARCADA
P. C. CAST E KRISTIN CAST
NOVO SÉCULO
(2009)
R$ 4,99



PERSPECTIVAS SOCIOLÓGICAS - UMA VISÃO HUMANÍSTICA
PETER L. BERGER
VOZES
(1994)
R$ 10,00



LENDAS E MITOS DO BRASIL - SANTOS
THEOBALDO MIRANDA SANTOS
NACIONAL
(1975)
R$ 14,80



MAGISTRATURA ESTADUAL EDITAL SISTEMATIZADO
LEONARDO DE MEDEIROS GARCIA / ROBERVAL ROCHA
JUSPODIVM
(2014)
R$ 35,00



UM AMIGO NO ESCURO (VEREDAS)
MÁRCIA KUPSTAS
MODERNA/ SP.
(1994)
R$ 28,90



A CAIXA DE SONHOS
LUCI GUIMARÃES WATANABE
ATUAL
(1989)
R$ 4,50



ARTE E VINHO
FERNANDO MIRANDA
AXCEL BOOKS
(2001)
R$ 59,00





busca | avançada
29791 visitas/dia
1,1 milhão/mês