Cenas de um país machista | Daniel Lopes | Digestivo Cultural

busca | avançada
36458 visitas/dia
993 mil/mês
Mais Recentes
>>> ESCOLA PANAMERICANA REALIZA NOVA EDIÇÃO DO ARTESCAMBO
>>> Evento apresenta influência da gastronomia italiana na cultura de São Paulo
>>> Festival Cine Inclusão tem sessão de encerramento dia 23/9 na Unibes Cultural
>>> Exposição de Fábio Magalhães na CAIXA Cultural São Paulo termina dia 24 de setembro
>>> Vânia Bastos apresenta o premiado "Concerto para Pixinguinha", no Teatro Municipal Teotônio Vilela,
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Sabemos pensar o diferente?
>>> Notas de leitura sobre Inácio, de Lúcio Cardoso
>>> O jornalismo cultural na era das mídias sociais
>>> Crítica/Cinema: entrevista com José Geraldo Couto
>>> O Wunderteam
>>> Fake news, passado e futuro
>>> Luz sob ossos e sucata: a poesia de Tarso de Melo
>>> Da varanda, este mundo
>>> Estevão Azevedo e os homens em seus limites
>>> Séries da Inglaterra; e que tal uma xícara de chá?
Colunistas
Últimos Posts
>>> Jeff Bezos é o mais rico
>>> Stayin' Alive 2017
>>> Mehmari e os 75 anos de Gil
>>> Cornell e o Alice Mudgarden
>>> Leve um Livro e Sarau Leve
>>> Pulga na praça
>>> No Metrópolis, da TV Cultura
>>> Fórum de revisores de textos
>>> Temporada 3 Leve um Livro
>>> Suplemento Literário 50 anos
Últimos Posts
>>> O indomável Don Giovanni
>>> Caracóis filosóficos
>>> O mito dos 42 km
>>> Setembro Paulista
>>> Apocalipse agora
>>> João, o Maestro (o filme)
>>> Metropolis e a cidade
>>> PETITE FLEUR
>>> O fantasma de Nietzsche
>>> O batom
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Sartre e a idade da razão
>>> Encontros (e desencontros) com Daniel Piza
>>> Para você estar passando adiante
>>> Para você estar passando adiante
>>> Melhores Blogs
>>> Torce, retorce, procuro, mas não vejo...
>>> Apontamentos de inverno
>>> Rio das Ostras (III)
>>> Leonardo da Vinci: variações sobre um tema enigmático
>>> 29ª Bienal de São Paulo: a politica da arte
Mais Recentes
>>> Fé em Busca de Compreensão
>>> Carta aos Romanos
>>> Enciclopédia da Vida Selvagem - Animais da Selva III
>>> Mary Poppins
>>> Antologia Da Literatura Fantástica
>>> Saco de Ossos - 2 volumes
>>> Olhe Para Mim
>>> Guia Prático Enem - Matemática E Suas Tecnologias
>>> A Sombra Materna
>>> Histórias Da Vida Inteira
>>> Honoráveis Bandidos - Um Retrato Do Brasil Na Era Sarney
>>> Eternidade Mortal
>>> Ambientes Da Democracia Ambiental
>>> Trinta Anos Esta Noite - O que Vi e Vivi
>>> Pimenta Do Reino Em Pó
>>> Machu Picchu
>>> Cidade Escola - Série Jovens Utopias Livro 3
>>> Dr. Clorofila Contra Rei Poluidor
>>> Trio Enganatempo - Sua Mãe Era Uma Neanderthal
>>> Através Do Espelho
>>> Watchman nee ( O Poder latente da alma )
>>> Oh! Dúvida Cruel 2
>>> Felicidade Em Um Mundo Material
>>> Coleção Enem & Vestivulares Volume 7 - Física
>>> Para Homens Na Crise Dos 40
>>> O Elo Perdido- Classe E Identidade De Classe
>>> Progresso Editora: Tribuna e Paixão de Pinto de Aguiar
>>> Criando Clientes
>>> Coroa Cruel
>>> Aurora Boreal
>>> Práticas Corporais - Volume 3
>>> A Rainha Vermelha
>>> Espada de Vidro
>>> Botânica Criptogâmica Volume 2 - Briofitos E Pteridófitos
>>> Abominação
>>> Afinal Por Que Nossos Alunos Não Aprendem?
>>> Branca de Neve tem que morrer
>>> Sexo: Bloqueios E Desbloqueios
>>> Dezessete Luas
>>> A Googlelização de Tudo
>>> Português Série Novo Ensino Médio Volume Único
>>> Talento Para Ser Feliz
>>> A livraria 24 horas do Mr. Penumbra
>>> Os Deuses Subterrâneos
>>> Pequim em Coma
>>> Para Gostar De Ler 29 - Nós E Os Outros
>>> O homem que foge
>>> Lincha Tarado
>>> Silas Malafaia ( lições de vencedor)
>>> Alongamento - Uma Abordagem Anatômica
COLUNAS

Terça-feira, 17/6/2008
Cenas de um país machista
Daniel Lopes

+ de 5300 Acessos
+ 5 Comentário(s)

Na manhã do sábado, 7 de junho último, um repórter fotográfico do maior jornal de Teresina deu palestra aos estudantes do curso de jornalismo da universidade estadual. Muita conversa vai, muita conversa vem, e o palestrante passa enfim para a exposição de fotos. Entre as quais, algumas suas, de alto ou nenhum valor artístico. Uma deste último grupo, bem recente, causou polêmica quando publicada, e custou muitas broncas e acusações de sensacionalismo ao fotógrafo.

É o seguinte (e peço perdão por perturbar o aprazível dia do leitor em busca de cultura): em uma decrépita casa de prostituição na periferia de Teresina, um homem matou uma mulher por estrangulamento e com algumas facadas. Após o óbito, ele ainda quebrou no meio um cabo de vassoura e enfiou uma das partes na vagina da vítima.

Corta para o dia seguinte ao crime. O citado fotógrafo chega ao afastado local. Para sua surpresa, ele é o único lá. O policial de vigília, ao saber de sua profissão, e acostumado aos maus hábitos dos profissionais de imprensa, apressa-se a descobrir o corpo, para ser fotografado. Mas o fotógrafo, de acordo com seu próprio relato, virou o rosto antes do corpo ser completamente exposto e disse ao policial para não fazer aquilo. Mesmo não entendendo esse jornalista excêntrico, o oficial da lei obedeceu. Com o corpo semi-coberto, a foto foi tirada.

Eis a foto: uma das paredes e o muro que limita o prostíbulo deixaram um espaço ínfimo entre eles, um corredor longo. Na véspera havia chovido, de modo que se viam pequenas poças d'água. O corpo está coberto com um papelão de publicidade, da cabeça até pouco depois dos joelhos. As pernas estão ligeiramente abertas, e já quase perto dos calcanhares acumula-se, junto com a água da chuva, uma pequena quantidade de sangue.

A cena é chocante, não pela brutalidade que explicita, mas pela brutalidade que evoca. Talvez o motivo dela ter recebido tantas críticas seja exatamente esse: ao contrário das fotos de decapitados ou de restos de acidentados, a imagem não possui aquele excesso de vermelho que, no fundo, anestesia nossa consciência e nos deixa indiferentes, nos habituando à barbárie. Ao contrário, pela mesquinhez de sangue, pela expressão apenas intuível no rosto da vítima, a fotografia nos faz pensar para além da dor. Ou seja, ao que leva à dor, ao que permite a dor. A quem infligiu a dor, e com que liberdade. É uma fotografia desconfortável.

Mas não é só isso. Apenas depois de tirada a foto, com o sangue mais frio, o fotógrafo disse que foi perceber o que havia no papelão que cobria o corpo da mulher assassinada. Era o anúncio de Juliana Paes e a cerveja do "Bar da Boa". Ao lado da modelo em pose sensual, o preço módico. Da bebida.

Enquanto isso, na ficção...
Naquele sábado, ao chegar em casa pela noite, cansado, com a cabeça perturbada, me esperava em um pacote o romance À beira do corpo, do gaúcho Walmir Ayala (1933-1991). Como não estava com vontade de sair pra lugar nenhum, dediquei o fim de semana ao livro. Algumas coisas só acontecem comigo.


Ayala: ficcionista, poeta e ensaísta

Obra de 1964, reeditada ano passado pela editora mineira Leitura, À beira do corpo é o romance de um crime. Que vitimou Bianca, a bela e branca Bianca, e seu amante Sebastião, o tenente Sebastião. O autor dos disparos foi Vicente, o ferreiro Vicente, que surpreendeu os dois no quarto mesmo do casal; a mulher pensava que o marido ia passar dois dias em viagem, mas aquela foi apenas a armadilha do marido para pegá-los juntos. A história se passa em Vila Nova, interior do Rio Grande do Sul.

A maior parte do livro é narrada por... um verme. Mas não sorria. Nenhum dos atores desse drama, nem mesmo os que acabam assassinados, tem mais noção de moral e mais escrúpulos do que esse mísero verme. Ele dá seu relato a partir do caixão de Bianca, enquanto passeia pelas partes do corpo em decomposição. Não obstante o abjeto do narrado, é um ser com veleidades poéticas, esse verme. Solene, são muitas as vezes que inicia uma oração com "eu, o verme". Verme consciente não apenas dos atos da Bianca dona do corpo que agora lhe hospeda, mas inclusive de seus pensamentos, bem como dos atos e pensamentos de todos os outros personagens. Algo improvável, é verdade, mas o que se há de fazer ― trata-se de um verme onisciente.

Nos últimos capítulos, a narração passa da primeira pessoa verminosa para a terceira pessoa. Ou melhor, para várias primeiras pessoas. É quando ocorre o julgamento de Vicente, que faz sua narrativa dos eventos trágicos e é interceptado em momentos pela irmã de criação de Bianca e pela ex-empregada do casal, que fazem o mesmo.

No julgamento de Vicente ― segundo o verme em suas primeiras impressões, "homem nada belo, nada altivo, mas investido de uma humanidade que dava caráter a cada atitude" ― há um pequeno rebuliço quando o réu confessa que, não tivesse Bianca sido tomada pelo medo quando lhe viu de arma na mão, mas, em vez disso, tivesse se arrependido a seus pés, "talvez lhe perdoasse". Então, no tribunal, "na pausa um murmúrio correu: os homens encararam duramente aquela confissão". Onde já se viu, um marido sequer aventar a hipótese de não pôr cabo na vida da mulher adúltera! O perdão não tem lugar na vida dos pios cristãos da tradicional Vila Nova.

Não precisamos ir além dessa cena no julgamento para constatar a principal denúncia levantada por Walmir Ayala em seu romance: os malefícios de uma comunidade machista, com uma religiosidade de moral maleável, e profundamente hipócrita. Hipócrita, sim. É impossível não ver os murmurantes senhores do tribunal nos "bons pais de família" a quem a doméstica Flora tem que se entregar na casa da patroa francesa. Diz ela a Bianca:

"É tanto homem por noite... tanto. Se eu pudesse lhe dizer quem tem andado pela minha cama. Homem assim. Importantes. Eles me pedem de não contar nada, por nada deste mundo. (...) A gente termina por odiar os homens. O que a gente tem que fazer, sem querer! Depois eles vão embora. Bons pais de família".

Ao padre Nilo, Bianca não entrega os pontos. Quando indagada como ficará sua alma em tal situação, a jovem retruca: "Não sei o que ela é [a alma]. Mas o meu corpo eu sei. Ele [Sebastião] me tem ensinado na freqüência da nossa loucura o que é o meu corpo". De fato, a filosofia hedonista de Bianca produz uma visão do ideal bem diferente daquela da doutrina do padre ― ela conclui em certo ponto que "um paraíso sem Deus era mais fácil". Quer dizer, seria impossível existir um lugar bom que ao mesmo tempo possuísse um pecado definido e pronto para ser empregado para (des)qualificar qualquer ato de prazer. Essa divergência de pontos de vista justifica o silêncio do padre Nilo durante o processo do marido assassino.

Piero, o pai de Bianca, em nenhum momento é alheio aos dramas de... Vicente. Antes de ir flagrar a mulher com o amante, o incrédulo Vicente vai ter com o sogro, na esperança de que este possa esclarecer a situação com um "nada disso é verdade", ou "não se preocupe, Bianca não seria capaz disso que andam dizendo". Mas qual o quê. O que Piero diz é que é tudo verdade ― "Eu não a eduquei para isto, mas é verdade. Todo o mundo sabe. Não sou eu que vou negar". Vai além e determina o fim trágico da filha ao dar um revólver ao genro ― "Você deve fazer o que qualquer homem de dignidade em seu lugar faria". E uma página depois, para incentivar o irresoluto Vicente: "Mas não creio que é só seu [o problema]. Ela ainda é minha filha. E eu não quero que meu nome esteja ligado a uma vagabunda".

Ao término da leitura, fiquei pensando. E se, em vez de encontrar a esposa e o amante em situação inexplicável, Vicente tivesse tido a certeza da traição por um outro meio, digamos, lendo no diário da esposa (se existisse um) os detalhes de uma noite de amor torrencial entre os dois? Nesse caso, e supondo-se que Sebastião tivesse se mudado para uma cidade contígua, iria Vicente atrás dele para lhe tirar a vida? Ou se satisfaria em matar a mulher ali próxima e dar o caso como encerrado, pouco importando a participação de Sebastião no "crime"?

Porque pelos fatos narrados por Flora, pelo comportamento de Piero e padre Nilo, pela situação de prisioneira das infelizes esposas de Vila Nova e as atitudes pouco ortodoxas de seus bons maridos e "bons pais de família", a impressão inescapável é que a culpa, agora e sempre, por um adultério é da mulher, primeira ou unicamente. Crime passível de morte, prescrita por uma tradição que não logrou influenciar uma constituição nacional, mas para a qual nunca se lixou mesmo.

Começar e praticamente acabar de ler um romance com esse conteúdo no mesmo dia em que fiquei sabendo do caso da mulher assassinada na periferia de Teresina, me fez arrepiar um pouco, ao pensar no grau da barbárie brasileira, presente em todo lugar, no século passado e no século presente, da capital do Piauí ao interior do Rio Grande do Sul, da ficção à ― pior, sempre pior ― realidade.

Para ir além






Daniel Lopes
Teresina, 17/6/2008


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Então, foi Natal de Elisa Andrade Buzzo
02. O iPad não é coisa do nosso século de Marcelo Spalding
03. A guerra dos tronos de Gian Danton
04. Ainda cheira a espírito adolescente de Luiz Rebinski Junior
05. Gargólios, nova peça de Gerald Thomas de Jardel Dias Cavalcanti


Mais Daniel Lopes
Mais Acessadas de Daniel Lopes em 2008
01. Chris Hedges não acredita nos ateus - 1/7/2008
02. Não gostar de Machado - 3/6/2008
03. Neruda, oportunista fantasiado de santo - 18/3/2008
04. Cenas de um país machista - 17/6/2008
05. 20 anos de Trapo - 25/9/2008


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
17/6/2008
10h12min
Bom texto, boa resenha! Seja neste século ou em séculos passados, a tal da honra ainda é vista da maneira mais sórdida possível. E isso aos nossos olhos, debaixo de nossos narizes! O livro parece interessante. Abraço.
[Leia outros Comentários de Adriana Godoy]
17/6/2008
11h13min
É tão triste ver a maneira como nossa sociedade trata as mulheres, faz com que a gente se sinta um pedaço de carne comprado na feira. No meu trabalho vejo casos, inúmeros, de filhas que são estupradas por pais e padrastos, e ainda são achincalhadas pelas propias mães, também mulheres, por terem "seduzido" o "seu homem". Somos vítimas e autoras desse machismo, pois somos nós que ensinamos que certas coisas não são coisas de homem... E eles também são vítimas de uma sociedade que brutaliza sentimentos, coisifica pessoas fazendo você pensar que pode ser dono de um corpo, de uma vida, de uma mulher. Essa imagem descrita por ti, Daniel, há de rodar muito na minha cabeça.
[Leia outros Comentários de Gerusa]
17/6/2008
19h07min
Como sempre, suas resenhas fazem mais que informar. Induzem (no bom sentido) a ler o referido livro. Muito interessante o verme narrador. O tema é mais que atual e discutível. Entra para a lista. Parabéns! Quanto ao fotógrafo, difícil separar a curiosidade mórbida sensacionalista da arte de fotografar o sentimento. Beijo.
[Leia outros Comentários de Dai]
28/6/2008
23h20min
Daniel, adorei seu texto sobre a foto... você leu "Waiting for the Barbarians"? É exatamente o que Coetzee faz em alguns momentos: só sugere a dor, a tortura... nem sempre ele dá ao leitor. Como a foto, ele aciona os mecanismos internos do leitor para que este construa o mal (e a violência) de acordo com suas próprias experiências e conhecimento de mundo. Gostei! Muito!
[Leia outros Comentários de Marilia Bandeira]
7/1/2014
23h27min
Não se trata de uma resenha pura e simples, mas de sensibilíssima observação e análise apaixonada de um dos nossos melhores romances escritos pelo grande poeta que foi W. A.! Fui seu amigo, publicou meus primeiros poemas em suas generosas antologias de novíssimos poetas, e aplaudiu meus primeiros filmes com o entusiasmo de quem aposta no talento de um iniciante que era eu.Amigo, sobre ele fiz um filme-requiem após seu precoce desaparecimento, "Tanto que a gente gostava dele " . Parabéns pelo seu belo texto !
[Leia outros Comentários de Luiz Carlos Lacerda]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




DAO DE JING
LAOZI
HEDRA
(2007)
R$ 35,00



UM GUIA PASSO A PASSO PARA A APLICAÇÃO DA REFLEXOLOGIA
INGE DOUGANS, SUZANNE ELLIS
CULTRIX
(1999)
R$ 71,90
+ frete grátis



PESQUISA DE MARKETING 1 (METODOLOGIA, PLANEJAMENTO) - FAUZE NAJIB MATTAR
FAUZE NAJIB MATTAR
ATLAS
(1996)
R$ 3,00



SUSURRO HUSH, HUSH
BECCA FITZPATRICK
INTRISECA
(2012)
R$ 10,00



HIPNOSE ERICKSONIANA
JOVINO DA SILVA ALVES ARAUJO
SODRE
(2004)
R$ 38,20
+ frete grátis



CADILLA K.K.K.
JAMES LEE BURKE
RECORD
(2001)
R$ 10,00



CARTAZES CUBANOS - UM OLHAR SOBRE O CINEMA MUNDIAL (CINEMA)
RUI DE OLIVEIRA (ILUSTRADOR) CEF
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
(2009)
R$ 20,00



GRAMÁTICA DA LÍNGUA PORTUGUESA
PASQUALE E ULISSES
SCIPIONE
(2002)
R$ 10,00



INSTRUÇÃO: O PRESBÍTERO, PASTOR E GUIA DA COMUNIDADE PAROQUIAL
CONGREGAÇÃO PARA O CLERO
EDIÇÕES CNBB
(2011)
R$ 7,50



ARQUITETURA DE METRÔ
ARNO HADLICH, MARC DUWE E EDUARDO VELLO
VJ
(2012)
R$ 140,00





busca | avançada
36458 visitas/dia
993 mil/mês