busca | avançada
28757 visitas hoje
1,1 milhão / mês
Digestivo Cultural
O que é?
Quem faz?

Audiência e Anúncios
Quem acessa?
Como anunciar?

Colaboração e Divulgação
Como publicar?
Como divulgar?

Newsletter
* Feeds & Twitter
Últimas Notas
>>> A morte do Jornal do Brasil
>>> Alfa, o leitor eletrônico da Positivo
>>> Amar la Trama, de Jorge Drexler
>>> Cachalote, de Daniel Galera e Rafael Coutinho
>>> A Economia das Crises, por Nouriel Roubini e Stephen Mihm
>>> A Questão dos Livros, de Robert Darnton
>>> Coders at Work, de Peter Seibel
>>> House, 6ª Temporada
Temas
Mais Recentes
>>> Por que a Geração Y vai mal no ENEM?
>>> A questão do fim do livro
>>> Meus álbuns: '00 - '09 ― Pt. 4
>>> Metade da laranja ou tampa da panela?
>>> Duas escritoras contemporâneas
>>> Arte e liberdade
>>> O Aspirante a Corrupto
>>> Entrando para ganhar
>>> Poesia, no tapa
>>> Ainda, sempre, Oranje!
Colunistas
Mais Recentes
>>> Copa 2010
>>> iPad
>>> Futuro do Cinema
>>> Livro Eletrônico
>>> Melhores de 2000-2009
>>> Melhores de 2009
Últimos Posts
>>> Entrevista a Karina Cedeño
>>> Claudia Leitte, articulista...
>>> 3 perguntas: Voa Viola
>>> O fenômeno Felipe Neto
>>> The Cure Vídeos
>>> Tom Zé por Giron
>>> The Cure em 2008
>>> Daddy Brother Lover Little Boy
>>> Arianna Huffington sobre o fim
>>> Agnaldo Farias no Supertônica
Mais Recentes
>>> Ponto de ruptura no jornalismo
>>> O entusiasmo de Lobato
>>> O senhor embaixador
>>> Novos caminhos para a cultura
>>> Onde botar os livros?
>>> Twitter versus Facebook
>>> Marina candidata
>>> Sereníssima
Mais Recentes
>>> Harry Crowl
>>> Ron Bumblefoot Thal
>>> Noga Sklar
>>> Paula Dip
>>> Luis Eduardo Matta
>>> Spacca
Mais Recentes
>>> Editoras como Parceiras
>>> Feeds dos Autores
>>> Comentários Liberados
>>> 10 mil seguidores no Twitter
>>> Newsletters à sua escolha
>>> 1,5 Milhão de Pageviews
Mais Recentes
>>> Metacronista? (Carlos Goettenauer)
>>> Nada se salva da mesmice (Sandra Chaves)
>>> Li o Jornal do Brasil (Liliane )
>>> A arte de escrever jornal (Manoel Messias Perei)
>>> Medo de morrer das editoras (Fabiula Neubern)
>>> Uma ameaça enorme aos jornais (Yuri Vieira)
>>> Os livros indispensáveis (Gil Cleber)
>>> Meu coração doeu (Sidcley)
>>> Que delícia ler a experiência (Paula Ribas)
>>> Viajei neste seu Rally (Celito Medeiros)
Mais Recentes
>>> A morte do Jornal do Brasil
>>> Os desafios de publicar o primeiro livro
>>> Os desafios de publicar o primeiro livro
>>> Os desafios de publicar o primeiro livro
>>> Amar la Trama, de Jorge Drexler
>>> A morte do Jornal do Brasil
>>> Alfa, o leitor eletrônico da Positivo
>>> House, 6ª Temporada
>>> Receita para se esquecer um grande amor
>>> Amar la Trama, de Jorge Drexler
Categorias Atualizadas
>>> Celulares e Telefonia
>>> Eletrônicos - Segurança para Casa
>>> Celulares - Bak
>>> TV a Cabo e Via Satélite - Outros
>>> Celulares - Nokia
>>> Celulares - Memória - Memory Stick Duo / Pro Duo
>>> Celulares - Siemens
>>> TV a Cabo e Via Satélite - Antenas
>>> Segurança para Casa - Campainhas
>>> TV a Cabo e Via Satélite - Receptores
>>> Filmadoras - 8 mm, Hi8 e Digital8
>>> Celulares - Foston
>>> GPS - Mapas e Cartas Náuticas
>>> Informática - Notebooks
>>> Móveis e Decoração
>>> Segurança para Casa - Fechaduras e Travas
>>> HP - iPAQ
>>> Televisores - Tela Plana
>>> Celulares - Memória - miniSD
>>> Eletrônicos - TV a Cabo e Via Satélite
>>> MP3, MP4 e MP5 Players - MP4
>>> Celulares - Memória - MMC - Multimedia Card
>>> Informática - Mídias - Blu-Ray
>>> Carregadores e Baterias - Carregadores
>>> Carregadores e Baterias - Pilhas

Itens Mais Recentes
>>> Celular Mp10 Midi 460 Similar Bak725 Dual Touch Tv curitiba
>>> Antena Aquario Dtv 3000 3 Em 1 Vhf Uhf Hdtv Tv Digital Fullh
>>> Smartphone Hp Ipaq 910c Business Messenger. Novissimo!
>>> Dvd Cd Mp3 Player Automotivo H Buster Hbd 9210 Av Tela 3 Pol
>>> Pre Amplificador Mic 100 Valvulado Behringer Mic100
>>> Placa Da Fonte Tv Samsung Lcd Ln26a330 Ln32r81bx Ln26a450
>>> Secretária Digital At&t
>>> Cd Player Portátil Ultra Compacto Coby
>>> Fone De Ouvido Headphone Leadership Microfone Pc Lan Mp3 Nf
>>> Flayback Fat3832 04 Germany
>>> Flayback At2079 B6
>>> Flayback At2079 S0
>>> Lote18 Ci Circuito Integrados Logica Epron Memoria Cmos Ttl
>>> Cd Player Sony Mex Bt4707u Mp3 Usb E Aux Frontal Bluetooth
>>> Anunciador De Presença Gravável Personalize Suas Saudações
>>> Cabo Net Digital Video Componente C Audio Original Garantia
>>> Osciloscopio Cs 4025 Kenwood
>>> Ferro De Solda Pistola 550w P Estanho Prof. Frete Gratis
>>> Titan 150 Esd Mix
>>> Estou Maluco ? Ipig Leilão A 1 Real ! Ipanda Celular Iphone
>>> No Break Apc Be600 Br Bivolt Automático 360 Watts
>>> Repelente A Energia Solar Sem Fio Mata Mosquito Pernilongo
>>> Pião Sonoro Em Alumínio Brinquedos Educativos Criança Antigo
>>> Tenda Dobrável 3x3 Alumínio Verde Azul Ou Branca Nf
>>> Data Show Projetor Sharp Xr10s 450 00
COLUNAS >>> Especial Olimpíadas e China

Quarta-feira, 27/8/2008
O óbvio ululante da crônica esportiva
Luiz Rebinski Junior
+ de 2200 Acessos
+ 2 Comentário(s)

Em 1962, Nelson Rodrigues participava de uma das primeiras mesas-redondas de futebol da televisão brasileira, na TV Rio. O tema da discussão era um Fla-Flu vencido pelo time das Laranjeiras em que o juiz Airton Vieira de Morais, o Sansão, deixou de marcar um pênalti para o rubro-negro carioca. Para tirar definitivamente a dúvida se o juiz errou ou não, Luís Mendes, âncora do programa, manda rodar o teipe, grande novidade na TV brasileira e que prometia acabar com várias discussões sobre lances polêmicos. Ao rever o lance, os integrantes da mesa foram unânimes em apontar pênalti contra o Fluminense. Todos, menos o tricolor Nelson Rodrigues, que não pestanejou em dizer: "Se o videoteipe diz que foi pênalti, pior para o videoteipe. O videoteipe é burro". A história é bastante conhecida e é narrada por Ruy Castro em O anjo pornográfico, a biografia de Nelson Rodrigues. Mas a passagem não é apenas hilária, é também ilustrativa de como o jornalista Nelson Rodrigues, que sofria de um crônico problema de visão, via "o seu próprio jogo", muito mais com as lentes de um escritor do que de um jornalista ― afinal, detestava os idiotas da objetividade.

Nelson Rodrigues, nosso maior dramaturgo, foi também nosso maior cronista esportivo. Mas seu jeito shakespeariano de contar uma partida de futebol parece ter morrido junto com ele. Hoje, o que se vê nos cadernos de esporte é um jornalismo chato, massificado e burocrático. Quase não há vozes dissonantes na área esportiva da imprensa escrita brasileira, que, aliás, deveria assumir outra nomenclatura e mudar o nome para editoria de futebol, seria mais sincero com os leitores e condizente com o conteúdo. A leitura de um caderno esportivo se tornou previsível. A falta de imaginação para boas pautas, que fujam do preguiçoso esquema preparação-jogo-repercussão, deixou os cadernos de esporte um espaço de leitura banal, em que o mais do mesmo é regra. Sem contar, claro, nos inúmeros comentaristas que se abundam na imprensa esportiva. Hoje, o que mais há é gente metida a comentar futebol. Há até o blog do torcedor nos grandes portais de informação. Como se não fosse suficiente ex-jogadores, ex-árbitros e ex-técnicos falando de futebol, agora até os torcedores são comentaristas, como se qualquer um tivesse algo relevante a dizer. Não tem. E isso deixa a leitura de cadernos de esporte empobrecida. Pura perda de tempo ― de quem escreve e de quem lê.

E talvez seja esse o motivo pelo qual, nas redações, principalmente de rádio e televisão, o esporte é sempre dissociado do jornalismo. Como se a cobertura de esporte também não fosse jornalística. Além de ser um "preconceito" histórico, que remete às origens do jornalismo nacional, a separação entre jornalismo e esporte certamente é fomentada por conta dessa avalanche de gente despreparada que fala e escreve sobre esporte em nossa imprensa. E de toda a fauna esportiva, o ex-jogador é o que mais causa urticária quando abre a boca. Parece haver um consenso burro em torno da idéia de que basta o cidadão ter jogado futebol durante 20 anos para poder se tornar um comentarista da bola. Isso o credencia a falar e escrever sobre futebol, mesmo que não consiga formular uma frase sequer sem agredir a querida língua portuguesa. Mas isso não importa, falar errado para milhões de telespectadores, no caso da TV, é o de menos, o que vale é que quem está comentando tem experiência, esteve no gramado um dia e sabe o que fala. Mas o pior é que muitos não sabem o que dizem ― ou não sabem como dizer o que sabem. Não é preciso ser fanático por futebol para perceber que a maioria dos comentaristas fica apenas repetindo o óbvio durante 90 minutos, sem dizer nada de singular ou que faça o telespectador pensar. Então por que ter uma pessoa que fique verbalizando ― muito mal, diga-se de passagem ― o que as câmeras mostram, por diversos ângulos diferentes? O fato é que a cobertura esportiva no Brasil menospreza a inteligência do leitor/espectador. A abordagem nonsense do futebol, os comentários vazios, que não dizem nada e só servem para encher lingüiça, ignoram o senso crítico de quem gosta de esporte (leia-se futebol, sempre). Na televisão a cabo, que oferece canais especializados, a qualidade melhora um pouco. Há gente mais preparada, que só fala quando tem certeza e evita dizer besteiras durante a transmissão. Mas na televisão aberta, o nível vai lá embaixo e não sobe de jeito nenhum. Além disso, o Brasil talvez seja o único país do mundo em que existe a figura do comentarista de arbitragem. Ou seja, um "especialista" do apito, geralmente árbitro aposentado, que vai avaliar o desempenho da autoridade máxima da partida. Seu trabalho consiste, basicamente, em esclarecer lances polêmicos, depois de rever várias vezes o replay da jogada. Fácil, não?! É a coisa mais esdrúxula do esporte. Simplesmente porque, no futebol, por conta de regras frouxas, há sempre espaço para interpretações diferentes de um mesmo lance, o que torna a opinião do especialista em arbitragem pouco relevante, pois é só mais uma entre tantas possíveis. Mas mesmo assim, em todo jogo de futebol no Brasil a figura meramente ilustrativa do comentarista de arbitragem se faz presente, inexplicavelmente.

É claro que em um país onde o futebol faz parte da vida de grande parte da população, as pessoas se sintam confortáveis em palpitar sobre a escalação dos times, falar da arbitragem e comentar os bastidores do futebol em mesas de bar. Mas deveria haver um limite entre aqueles que se preparam para um ofício e quem apenas dá pitaco. Porque a maioria dos nossos comentaristas não faz mais do que palpitar, como qualquer um faria em uma roda de amigos, com maior ou menor habilidade. Não há quase nada de relevante saindo da boca dos comentaristas, apenas o óbvio. Então qual seria o critério para uma pessoa virar cronista esportivo? É o que me pergunto toda vez que ligo a televisão em busca de um bom jogo de futebol e escuto gente mais ignorante do que eu falando besteira. Em uma área tão povoada de pessoas que acham muito e sabem pouco, a saída certamente é a informação. Por isso que Paulo Vinicius Coelho, o PVC, destoa tanto entre os especialistas de futebol. Quando o jornalista da ESPN Brasil começa a falar de táticas e estatísticas obscuras do mundo da bola, o telespectador tem a certeza de estar vendo um profissional que checou informações, suou a camisa atrás de novidade, e não apenas mais um torcedor travestido de comentarista. E é isso que faz a diferença em um meio carregado de palpiteiros. Em qualquer área do jornalismo, o público quer sim opinião, claro, mas quer também informação, saber o que desconhece e agregar conhecimento ouvindo gente que vai atrás daquilo que poucos sabem. E no jornalismo esportivo não deveria ser diferente, mas o bom e dedicado repórter, como PVC, é exceção em meio aos especialistas do nada.

Em uma outra ponta, há gente que tenta dar mais sabor à caretice da nossa crítica esportiva fugindo dos números e apostando em uma boa prosa. Jornalistas vindos de outras áreas que não a do esporte, como Xico Sá (literatura), José Roberto Torero (cinema e literatura) e José Geraldo Couto (cinema) dão à crônica de futebol uma chance de escapar do lugar-comum. Principalmente o primeiro deles, Xico Sá, que tenta revelar o lado B do esporte em textos repletos de boas referências culturais. Crônicas que trazem a irreverência de um João Saldanha, a poesia de um Armando Nogueira e os delírios de um Nelson Rodrigues, sem esquecer da sabedoria do alambrado daquele que faz o mundo da bola girar, o torcedor. Mas assim como o superespecialista PVC, Xico Sá é um estranho no ninho. O grosso da crônica esportiva nacional é de palpiteiros que trocaram o boteco pelo estúdio de televisão e não se deram conta disso. Ao torcedor, impossibilitado de desligar a televisão por conta da paixão, resta apenas resignar-se ante o discurso insosso dos nossos profetas da bola.


Luiz Rebinski Junior
Curitiba, 27/8/2008

Quem leu este, também leu esse(s):
01. O amor nos tempos da rebeldia de Marcelo Barbão


Mais Luiz Rebinski Junior
Mais Acessadas de Luiz Rebinski Junior em 2008
01. O jornalismo cultural no Brasil - 2/1/2008
02. O óbvio ululante da crônica esportiva - 27/8/2008
03. Crônicas do anonimato - 19/3/2008
04. Bukowski e as boas histórias - 15/10/2008
05. Em busca do vampiro de Curitiba - 17/9/2008


Mais Especial Olimpíadas e China

* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
8/9/2008
12h34min
É preciso referir, também, o ótimo trabalho do Flávio Carneiro, a respeito, na sua coluna no Jornal Rascunho. Bjs, Paula
[Leia outros Comentários de paula cajaty]
27/2/2010
18h28min
Grande Nelson Rodrigues. Uma figuraça mesmo! Genial.
[Leia outros Comentários de vitalves]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.

Editora Objetiva
AIC
Editora Paz e Terra
Editora Planeta
Editora Unicamp
Livraria Cultura
Intrínseca
MercadoLivre
Editora Globo
Companhia das Letras
KindleBookBr
Hedra
Conrad Editora
Editora Record
Campus-Elsevier
Cosac Naify
Submarino
PROMOÇÕES
Editora Planeta

Sem saída
George Pelecanos
por R$ 39,90


A mordida da manga
Mariatu Kamara e Susan M
por R$ 29,90


A princesa de gelo
Camilla Läckberg
por R$ 39,90


Os astronautas de Yaveh
Juan José Benítez
por R$ 39,90


Mentes brilhantes, mentes treinadas
Augusto Cury
por R$ 19,90


A Cinderela mudou de ideia
Myriam Sierra
Nunila López

por R$ 24,90


Império
Niall Ferguson
por R$ 44,90


Cartas para Hitler
Henrik Eberle
por R$ 49,90


A chegada do terceiro Reich
Richard J. Evans
por R$ 99,90


Um homem apaixonado
Martin Walser
por R$ 44,00


Descorchados 2010
Patrico Tapia
por R$ 150,00


A dieta do corredor
Susana Bonumá
por R$ 24,90


Maya Fox - O quadrado mágico
Silvia Brena
Iginio Straffi

por R$ 39,90


Pirâmide
Tom Martin
por R$ 39,90


Box 21
Roslund Hellstrom
por R$ 39,90

OFERTAS
GPS - Acessórios


Suporte Universal Para Motos Gps Celular Mp4 Psp Mp9 Omnia
por R$ 29.90
até 17/8/2010



Carregador Veicular Para Gps Celular Varios Modelos Mini Usb
por R$ 29.90
até 07/8/2010



Suporte Veicular De Gps Celular Tv Digital Carro Saida De Ar
por R$ 19.90
até 29/8/2010



promo Capa Gps Garmin Nuvi 255w M400 205w 285wt 265wt 260w
por R$ 49.99
até 22/8/2010



Cabos E Suportes Para Gps Garmin Automotivo Moto E Nautico
por R$ 98.99
até 01/9/2010



Suporte De Carro Duplo Para Gps E Celular Mp7 Ipod N95 Htc
por R$ 19.90
até 07/8/2010



Suporte Universal Veicular Flexível 3x1 O Melhor Do Mercado
por R$ 17.99
até 17/9/2010



Memoria Data Card Gps Garmin 276c 296c 376c 476c E Outros
por R$ 220.00
até 08/8/2010



Suporte Veicular De Gps Celular Tv Digital Haste Curta Carro
por R$ 14.90
até 29/8/2010



Capa Couro Gps Garmin Nuvi Series Original Lacrada Sp!
por R$ 49.99
até 21/8/2010


Mais "GPS - Acessórios"...

busca | avançada
28757 visitas hoje
1,1 milhão / mês