Somos reféns do computador | Renato Oliveira

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COMENTÁRIOS

Segunda-feira, 6/3/2006
Comentários
Leitores


Somos reféns do computador
Fabio, bastante pertinente o tema do texto. Acredito que a dependência do ser humano está além do Google. Cada vez mais, somos reféns do computador. Não se faz mais nada sem usar o micro. Pagar contas, mandar correspondências, ler notícias, consultar livros, encontrar lojas e endereços de ruas, etc. Seja por preguiça, por praticidade ou por falta de tempo mesmo, os seres humanos (especialmente os das grandes cidades) são totalmente dependentes do computador. Acho que o Google é só mais um bom referencial para observarmos essa dependência.

[Sobre "Google: aprecie com moderação"]

por Renato Oliveira
6/3/2006 às
13h00 201.37.137.56
(+) Renato Oliveira no Digestivo...
 
O Google como fonte
De fato, as pessoas tornam-se muito dependentes do google. Acredito que isso aconteça porque o site de busca talvez seja a fonte de conhecimento mais completa e prática a que a maioria tem acesso. O problema está realmente em como se utilizar uma fonte. Especificamente, no caso dos estudantes, acho que muitos nem sabem produzir textos mostrando suas próprias opiniões, então, buscam a maneira mais fácil. Pior, ainda, são aqueles professores que nem conferem os trabalhos dos seus alunos, e refiro-me até mesmo aos professores primários, porque, agindo assim, eles estarão contribuindo para a formação de pessoas despreparadas e acostumadas a não exercitarem a mente, buscando trabalhos já prontos, não importando a ferramenta de que se utilizem.

[Sobre "Google: aprecie com moderação"]

por Joyce
5/3/2006 às
19h00 200.151.209.196
(+) Joyce no Digestivo...
 
Escrevo pq escrevo, ponto
A verdade é que o "ser escritor", assim como o "ser político", ou o "ser um líder religioso", etc e etc... têm sofrido uma desvirtualização, um desvio de suas verdadeiras essências. Longe de ser algo para o povo (característica inicialmente comum entre esses três), hoje o objetivo é o enriquecimento próprio, malferindo completamente o verdadeiro sentido de se realizar tais atividades. Agora, se nós começarmos a nos preocupar com questões sobre ganhar ou não, muito ou pouco dinheiro, devemos largar esse hábito de escrever que, sinto muito, mas já estará apodrecido e sem razão de continuar fazendo parte de nossa vida. Eu, muito pelo contrário, posso dizer que me dou por satisfeito em saber que ninguém me conhece ou me paga e, mesmo assim, muitas vezes me encontro a escrever coisas que talvez nunca venha a publicar, mas que sei que são puras e limpas de todo falso enpenho e estilo que visam o lucro, por mais que matem a arte.

[Sobre "Aflições de um jovem escritor"]

por FM Keller
5/3/2006 às
13h02 200.181.244.228
(+) FM Keller no Digestivo...
 
Google: o fim da lição de casa
Fabio: Será que não esta na hora de se acabar com os tais "trabalhos" escolares? Hoje é o copiar/colar do Google, antes era a mãe do aluno ou um bom colega. O texto alheio cedido ou comprado sempre fez parte da realidade acadêmica, a despeito da surpresa e indignação dos professores. É tão fácil substituir algumas palavras por sinônimos e mudar a ordem dos parágrafos... hoje com os editores de texto não tem nem graça. Afinal, o que vocês esperam dos alunos? Que cada um seja autor/criador de uma teoria nova e revolucionária? Que procurem o caminho mais difícil para atender a preguiça de professores que são incapazes de ensinar ou de aferir os conhecimentos apreendidos, analisando respostas dadas pelos alunos quando questionados? Realmente é mais fácil pedir um trabalho, onde o mestre encontre imperfeições que garantam não ter sido comprado de "fazedor de trabalhos profissional" ou copiado de uma boa fonte da Internet. Magistério é algo mais do que pegar o aluno no pulo, ou no Google.

[Sobre "Google: aprecie com moderação"]

por japmo
4/3/2006 às
18h00 200.209.172.135
(+) japmo no Digestivo...
 
Aposentando o velho Outlook...
Julio: o pioneirismo parece ser a marca do Google. Sim, eu gostaria que você me convidasse para o Gmail. Parece que esta na hora de aposentar o velho Outlook!

[Sobre "O Gmail (e o E-mail)"]

por José Antonio
4/3/2006 às
17h36 200.209.172.135
(+) José Antonio no Digestivo...
 
Elogio ao Gmail e ao Google
Oi, Júlio; sempre passo por aqui, mas não deixo comentário. Também sou fã do G-mail. E você reparou que o número de convites passou para cem? Provavelmente, por causa do Page Creator do Google, que sÓ aceita quem tem convite e, ainda por cima, tá com lista de espera. Parabéns pelo texto. Aproveite para escrever depois, sobre o Google Reader, que também é ótimo.

[Sobre "O Gmail (e o E-mail)"]

por Fátima
3/3/2006 às
23h24 201.19.9.193
(+) Fátima no Digestivo...
 
O Meu Google
Adorei a brincadeira. Perguntei eu mesma ao Google as duas frases que você perguntou e obtive respostas totalmente diferentes. Deixe-me observar que o MEU Google - sim, porque pode-se personalizar a ferramenta de busca a partir de buscas já realizadas - me conhece bem, então sabia que tipo de resposta eu gostaria de ter. Vamos lá... Eu: "Should I Let it Be?". Google: "And never mind why the task? Some are in trouble now...". Eu: "And when the night is cloudy?". Google: "There is 76% chance of precipitation". Nota: Você não precisa "programar" o Google para ele fazer buscas com "a sua cara", ele guarda "dicas" sobre você nos seus cookies...

[Sobre "Deixa estar, ou uma conversa com o Google"]

por Daniela Castilho
3/3/2006 às
18h59 200.162.231.111
(+) Daniela Castilho no Digestivo...
 
Stones são os barnabés do rock
A brilhante nota, acrescento aqui a frase de um amigo meu: "Os Stones são os funcionários públicos do rock". Não dá pra discordar... Há mais de trinta anos não fazem nada musicalmente relevante, e, desde então, se dedicam a enganar trouxas fazendo sempre o mesmo rame-rame milimetricamente cronometrado... Mas, como vocês bem perceberam, o buraco é muito mais embaixo... não, por acaso, aliás, (com exceção - por incrível que pareça - da coluna do Roberto Pompeu de Toledo na VEJA desta semana) esse é o primeiro comentário instigante sobre o assunto que leio na imprensa fora dos textos monocordicos de exaltação... Abraços.

[Sobre "Digestivo nº 268"]

por Vitor Vieira
3/3/2006 às
18h31 200.244.52.33
(+) Vitor Vieira no Digestivo...
 
A angústia da diferença
Sua sensibilidade arrebatadora confirma saudades das páginas de "Minha Vida de Menina", no retorno simples à infãncia mineira do séc. XIX, claro, antagônico se comparado aos bem vendidos "Diarios de Princesa" e cia., de Meg Cabot. Nossa mocidade poderia acessar exemplos assim para melhor compreender as distâncias e angústias de cada diferença, para bem estabelecer um ideal de felicidade. Parabéns!

[Sobre "Sou da capital, sou sem-educação"]

por Marcela Ávila Valle
3/3/2006 às
11h46 201.57.8.246
(+) Marcela Ávila Valle no Digestivo...
 
Gmail em Portugal?
Olá, Julio, sem querer ser abusada, se for possível enviar-me um convite para o gmail agradecia... Não sei se será o mesmo aqui para Portugal. Creio que vou recomendar esta pagina a vários amigos interessados!

[Sobre "O Gmail (e o E-mail)"]

por Gabriela Félix
3/3/2006 às
08h38 194.210.98.150
(+) Gabriela Félix no Digestivo...
 
Gmail, ah nao...
Julio, so' para mostrar o outro lado da moeda. Ja' perdi um deadline por causa do gmail, que "deixou" de enviar minha mensagem. O e-mail chegou dias depois... Além disso, o anti-spam é bem ruinzinho (especialmente se comparado ao do Yahoo). A verdade e que os tais 2.5Gb sao a melhor jogada de marketing da historia. Ninguem armazena tanto e-mail (e olha que na universidade guardo todos). Se armazenassem, o Gmail acabava, pois nao ha' tanto espaco mesmo nos servidores da Google... A Google sabe fazer marketing. E no caso dos e-mails, fique ligado... Pois eles guardam todos seus e-mails, e podem analiza-los sem sua autorizacao. Muita gente boa esta dizendo que a proxima grande jogada da Google vai ser vender estatisticas extraidas desta massa de informacao particular (obviamente nao compromete sua privacidade, mas a etica e' quesitonavel). Abs.

[Sobre "O Gmail (e o E-mail)"]

por Ram
3/3/2006 às
03h39 69.181.208.255
(+) Ram no Digestivo...
 
O Google e o bom senso
Muito bom o seu texto. O último parágrafo chamou-me mais a atenção. Não sou fanático com o Google e também vejo o que o seu uso indevido pode causar. Entretanto, assim como existem pessoas que "sabem" usar as coisas, existem as que não "sabem". É aí que entra o bom senso. Tá. Tudo bem. Nem todo mundo tem bom senso. E quem disse que eu tenho bom senso? A questão é "o que é bom senso?" Penso que precisamos exercitar o bom senso nessas situações a fim de aprimorá-lo. Em suma, o título de seu texto atinge bem a minha opinião: "Google: aprecie com moderação"

[Sobre "Google: aprecie com moderação"]

por Sérgio
3/3/2006 às
02h01 200.184.52.16
(+) Sérgio no Digestivo...
 
Yahoo e Gmail
Acredito que o e-mail do Yahoo! também seja muito bom. Estou usando ele há um bom tempo, depois de abandonar o Bol. O Bol enche rápido, enquanto o Yahoo a gente pode ficar um bom tempo sem abrir que ele continua ativo. Pro msn uso um email do hotmail.

[Sobre "O Gmail (e o E-mail)"]

por rogerio silvério
2/3/2006 às
22h28 201.2.210.124
(+) rogerio silvério no Digestivo...
 
O Google e o estudante vagal
Fabio, um problema sério é que se confunde "ferramenta de busca" (é apenas isso que o Google é), com algo mais, digamos, inteligente. Se usamos uma ferramenta como um alicate, temos uma visão clara do que resultado queremos, certo?. No caso dos plágios escolares, a nossa costumeira inércia mental reduz o horizonte do que queremos: em vez de aprender, tirar boas notas! Gosto muito daquela maquininha HP-12C para cálculos financeiros. Tem uma série teclas pré-programadas que nos livram de uma série de cálculos confusos. Ocorre que há muita gente não conhecendo matemática financeira, simplesmente "acreditando" no resultado exposto no visor da máquina. É mais ou menos isso que acontece com o Google: um estudante atrasado para a entrega de um trabalho pode simplesmente copiar o conteúdo de um site cheio de equívocos, somente por este site ter surgido entre os primeiros resultados. A falta do poder de crítica sobre o que acha/copia é mais grave que a preguiça de criar, creio.

[Sobre "Google: aprecie com moderação"]

por Bernardo B. Carvalho
2/3/2006 às
18h53 201.22.176.179
(+) Bernardo B. Carvalho no Digestivo...
 
As vantagens do Gmail
Compreendi muito bem compreendidinho. O Gmail não precisa de você - mas que seu texto parece propaganda, ah, isso lá parece. É porque tudo que você escreve é cativante e passa bastante entusiasmo para o leitor. Abraço da Rina.

[Sobre "O Gmail (e o E-mail)"]

por R. Bogliolo Sirihal
2/3/2006 às
14h21 201.17.216.77
(+) R. Bogliolo Sirihal no Digestivo...
 
Julio Daio Borges
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