Digestivo nº 139 | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

busca | avançada
70483 visitas/dia
2,4 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Live: Como a cultura nos livros didáticos influencia a formação da criança
>>> Projeto: Encontro ás escuras - Contos e cantos ancestrais
>>> Primeira edição do ZporZ Fest Verão acontece em janeiro
>>> Sesc Cultura ConVIDA! apresenta mostras temáticas
>>> Oficina de Objetos de Cena nas redes do Sesc 24 de Maio
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Isto é para quando você vier
>>> 2021, o ano da inveja
>>> Pobre rua do Vale Formoso
>>> O que fazer com este corpo?
>>> Jogando com Cortázar
>>> Os defeitos meus
>>> Confissões pandêmicas
>>> Na translucidez à nossa frente
>>> A Velhice
>>> Casa, poemas de Mário Alex Rosa
Colunistas
Últimos Posts
>>> Mehmari, Salmaso e Milton Nascimento
>>> Gente feliz não escreve humor?
>>> A profissão de fé de um Livreiro
>>> O ar de uma teimosia
>>> Zuza Homem de Mello no Supertônica
>>> Para Ouvir Sylvia Telles
>>> Van Halen ao vivo em 1991
>>> Metallica tocando Van Halen
>>> Van Halen ao vivo em 2015
>>> Van Halen ao vivo em 1984
Últimos Posts
>>> Tonus cristal
>>> Meu avô
>>> Um instante no tempo
>>> Salvem à Família
>>> Jesus de Nazaré
>>> Um ato de amor para quem fica 2020 X 2021
>>> Os preparativos para a popular Festa de Réveillon
>>> Clownstico de Antonio Ginco no YouTube
>>> A Ceia de Natal de Os Doidivanas
>>> Drag Queen Natasha Sahar interpreta Albertina
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Um olhar sobre Múcio Teixeira
>>> A coisa tá preta
>>> Fugindo do apocalipse
>>> Sonhos Sujos
>>> Eu acho que alguém aqui pirou
>>> Ideologias em forma de spam
>>> Neste Natal etc. e tal
>>> Lula, o filme
>>> Mauro Henrique
>>> Uma pirueta, duas piruetas, bravo, bravo!
Mais Recentes
>>> O diário de Suzana para Nicolas de James Patterson pela Arqueiro (2011)
>>> Brincando com Fogo de Gordon Ramsay pela BestSeller (2010)
>>> Le Coeur net de Chris Marker pela Du Seuil (1949)
>>> Fernando pessoa, o Menino da Sua Mãe de Amélia Pinto Pais pela Cia das Letras (2011)
>>> Arquitetura & construçao--agosto de 2007--vidros. de Abril pela Abril (2007)
>>> Ensayos Sobre Metodologia Sociológica de Max Weber pela Amorrortu (1973)
>>> Beyond the Brain de Stanislav Grof pela Suny Press (1986)
>>> Twentieth-century Mystics and Sages de Anne Bancroft pela Arkana (2021)
>>> Sobre o Amor de Jacob Needleman pela Ediouro (1998)
>>> O Enigma da Esfinge - a Sexualidade de Antônio Moser pela Vozes (2001)
>>> El Estructuralismo de Jean Piaget pela Proteo (1971)
>>> Arquitetura & construçao--fevereiro de 2006--37 ideias de reforma em casa e apartamento de Abril pela Abril (2006)
>>> Análise Financeira de Balanços - Abordagem Básico e Gerencial de Dante C. Matarazzo pela Atlas (2003)
>>> Arquitetura & construçao--dezembro de 2006--28 ideias praticas para reformar o apartamento pequeno. de Abril pela Abril (2006)
>>> Ovelhas Negras de Caio Fernando Abreu pela Sulina (1995)
>>> Navegue tranquilo vol. 2 de Helvir A. W. Cantanhede pela Edições náuticas
>>> Navegue tranquilo vol. 2 de Helvir A. W. Cantanhede pela Edições náuticas
>>> A Nova Classe Média de Marcelo Neri pela Saraiva (2011)
>>> Vozes Anoitecidas de Mia Couto pela Companhia das Letras (2013)
>>> Navegue tranquilo vol. 2 de Helvir A. W. Cantanhede pela Edições náuticas
>>> Atlas Geográfico Saraiva de Vera Caldini & Leda Ísola pela Saraiva (2009)
>>> Música ao Longe de Erico Verissimo pela Globo (1995)
>>> Atlas Geográfico Saraiva de Vera Caldini & Leda Ísola pela Saraiva (2013)
>>> A Economia Em Machado de Assis de Gustavo H. B. Franco pela Zahar (2007)
>>> O Võo da Madrugada de Sergio Sant'Anna pela Companhia das Letras (2008)
>>> Atlas Geográfico Espaço Mundial de Graça Maria Lemos Ferreira pela Moderna (2006)
>>> Single & Single de John Le Carré pela Record (1999)
>>> Atlas Geográfico Escolar de Maria Elena Simielli & Mário de Biasi pela Ática (1990)
>>> Anatomia do Estado de Murray H. Rothbard pela Lvm
>>> GeoAtlas Básico de Maria Elena Simielli pela Ática (2010)
>>> Minidicionário Escolar Espanhol de Oscar Rojas pela Dcl (2004)
>>> Tony e Susan de Austin Wright pela Austin Wright (2011)
>>> Ícones: Seu Coração Só Pode Bater Com a Permissão Deles de Margaret Stohl pela Galera Record (2014)
>>> Michaelis Minidicionário alemão / português - português / alemão de Alfred Josef Keller pela Melhoramentos (2010)
>>> Visagismo - Harmonia e Estética de Philip Hallawell pela Senac Sp (2008)
>>> Sob a Pele das Palavras de Celso Cunha pela Nova Fronteira (2004)
>>> Radcliffe- Brown: Coleção Grandes Cientistas Sociais. Número 3 de Júlio Cezar Melatti; Florestan Fernandes (org.) pela Ática (1995)
>>> Troppo Facile - Receitas e Notícias Sobre Comida Boa de Gaspare Tusa Di Gruppazzi pela Via Nuova (1990)
>>> Tradução das Catilinárias de Cícero de Maximiniano Augusto Gonçalves pela Livraria H. Antunes (1955)
>>> Cisnes Selvagens de Jung Chang pela Companhia das Letras (1994)
>>> Amazônia, a Menina dos Olhos do Mundo de Thiago de Mello pela Bertrand Brasil (2005)
>>> Imperatriz de Shan Sa pela Ediouro (2004)
>>> O Feitiço da Ilha do Pavão de João Ubaldo Ribeiro pela Nova Fronteira (1997)
>>> Crônicas do Reino de Deus de Frei Lucas Moreira Neves pela Duas Cidades
>>> O Visconde Partido ao Meio de Italo Calvino pela Companhia das Letras (1996)
>>> Parcerias: Fundamentos e Benefícios para o Terceiro Setor de James E. Austin pela Futura (2001)
>>> História do povo Francês de André Ribard pela Brasiliense LTDA (1952)
>>> Cabeça de Porco de Luiz Eduardo Soares, MV Bill, Celso Athayde pela Objetiva (2005)
>>> Mil Moedas de Ouro de Ruthanne Lum Mccunn pela Best Seller (1999)
>>> As Noites do Morro do Encanto - Livro 2 de Dinah Silveira de Queirzo pela Civilização Brasileira (1957)
DIGESTIVOS

Terça-feira, 22/7/2003
Digestivo nº 139
Julio Daio Borges

+ de 3500 Acessos
+ 4 Comentário(s)




Televisão >>> Celebration day
O jornalismo brasileiro é uma bandalheira. Alguém tinha de dizer isso. Dois aspectos marcam a cobertura escandalosa da pseudomorte de Silvio Santos e da anunciada venda de sua empresa, o SBT. Em primeiro lugar, a mídia se ajoelhou no altar das celebridades. Então, tudo o que se relaciona a elas é notícia. Principalmente, o boato. Quanto mais discussão gerar, melhor. Assim, o jornalismo perde uma de suas características mais fundamentais: a necessidade de se “checar” uma “fonte”, seja ela quem for. No caso do rei da pegadinha, Silvio Santos, mais ainda. Há quem afirme, como Ivan Lessa, que entrevista não é jornalismo. Acontece que, no Bananão, uma declaração irresponsável qualquer acaba passando por informação veraz – e até derruba ações na bolsa (como ocorreu com as da Televisa, que viu sua cotação cair no índice DowJones). Um segundo ponto a ser destacado, no triste episódio, relaciona-se a algo que Sérgio Augusto chamou de “o frenesi do furo”. Embora S.A. tenha aplicado a expressão ao jornalismo cultural brasileiro, ela se estende a todas as demais categorias. Ou seja, em busca de uma novidade extraordinária, que “fure” a concorrência, os veículos de mídia abrem mão de qualquer critério, publicam rematados absurdos e, muitas vezes, até “plantam” uma notícia falsa, para lucrar com a vendagem ou com a propaganda enquanto o desmentido não chegar. Foi exatamente isso o que aconteceu. Na primeira entrevista (onde tudo começou), fica claro que o Dono do Baú não levava a repórter a sério, brincava com ela ou coisa parecida. Mas a revista decidiu levar a gozação adiante. Pior: a mídia embarcou na onda e o circo se armou. A gosto do palhaço. Haja adjetivos para desqualificar a atitude dessas pessoas. Pobre do jornalista (se é que ainda existe algum) que tem de mergulhar seu nariz na lama dessas publicações e extrair delas uma mínima nota bem fundamentada, sobre um acontecimento desimportante e banal. A dignidade da profissão já era (se é que um dia houve), e qualquer periódico hoje se submete a tais expedientes para alcançar alguma notoriedade. Afinal, vale tudo por dinheiro – não vale? [Comente esta Nota]
>>> Entrevista | O frenesi do furo
 



Além do Mais >>> Betrachtungen
Pouca gente sabe, mas Thomas Mann, um dos maiores autores do século XX, teve mãe brasileira. Julia da Silva-Bruhns, nascida em Parati, mais tarde, Julia Mann, a Dodô. E mais importante do que o fato em si foi a influência que essa mulher teve sobre a obra do filho, eternamente um “Mischling” ou mestiço. É a tese de doutorado de Richard Miskolci, professor da Unesp, que agora sai em livro, pela Annablume editora. Quase um trabalho independente, não teve a repercussão que merecia. Miskolci, negando a tradição academicista de escrever difícil e de citar de maneira excessiva (algo que pode ter espantado a imprensa e os jornalistas), termina compondo uma das melhores introduções ao autor alemão em nossa língua. No primeiro capítulo, Richard traça eficientes paralelos entre a vida e a obra, passando pelos mais representativos trabalhos de Thomas Mann, analisando-os profundamente (sem, no entanto, cair no hermetismo e no didatismo) e justificando plenamente a sua opção – porque Julia Mann está efetivamente lá em cada um dos livros: do “Doutor Fausto” (1947) até o “Tonio Kröger” (1903); passando por “A montanha mágica” (1924), por “A morte em Veneza” (1913) e obviamente pelos “Buddenbrook” (1901). A morena exótica, com inclinação especial para a música, que causou furor nos círculos de Munique, deixou uma marca indelével num dos maiores artistas da língua de Goethe. O trabalho de Miskolci inevitavelmente (também) explora o tema do “desaburguesamento” (“Entbürgerlichnung”) de Mann – o descendente de hábeis comerciantes do norte da Alemanha que foi ser escritor –, e o dos conflitos para exercer uma vocação artística vivendo num mundo de aparências (a sociedade burguesa da época, que Mann abraçou através de um casamento por conveniência; o mesmo que o brindou com seis herdeiros). São graves as contradições do autor de “José e seus irmãos”, aquele que abafou seus impulsos homoeróticos (igualmente presentes em quase todas as suas obras), a ponto de Richard Miskolci terminar não tão bem quanto começou. “Thomas Mann, o artista mestiço”, apesar de um pouco embaralhado no final, é um feito admirável. De uma ambição exemplar, num pesquisador de pouco mais de 30 anos. A exemplo de Mann. [Comente esta Nota]
>>> Thomas Mann, o artista mestiço - Richard Miskolci - 163 págs. - Annablume
 



Cinema >>> O bom crioulo
Em meio ao alvoroço da pirotecnia digital, a delicadeza humana é posta de lado. Enquanto os “blockbusters” do verão americano ganham capas, páginas e mais páginas dos cadernos culturais tupiniquins, um filme como “Longe do Paraíso” (“Far From Heaven”, 2002) passa suave, quase imperceptível. Na verdade, o estardalhaço até combina com as últimas grosserias tecnológicas e com as reedições intermináveis de gêneros já decadentes. Enquanto isso, a economia de gestos, a atitude “low-profile” e até o colorido em tom pastel são a cara do mais recente longa de Julianne Moore nos cinemas brasileiros. Sim, porque nós a podemos chamar pelo nome e, de agora em diante (ou até antes), devemos procurar por ela nos créditos, quando precisarmos de uma indicação mais segura (sobre se a fita merece ou não ser assistida). Desta vez, Moore encarna uma dona de casa, diferente daquela de “As Horas” (2002): não é cheia de inquietações metafísicas, como uma Clarice Lispector doméstica, mas ciosa de seus deveres, dedicada aos filhos e ao marido, e também discretíssima. O suficiente para abafar uma crise no casal, não provocada por ela, que termina conduzindo à separação. Mas o seu estado civil, de uma maneira estanque, não é importante. O que importa é a relação muito sutil que desenvolve, em meio às sucessivas crises conjugais, com o homem que trata de seu jardim: um negro de porte impressionante, mas com voz aveludada, o mais fino trato e uma capacidade quase milagrosa de adivinhar-lhe os estados d’alma. A personagem de Moore nunca se insinua, porém. Sente-se enlevada pela simples presença de seu jardineiro, que muito ambiguamente lhe faz a corte, num misto de bom-mocismo e a mais pura admiração de um homem por uma mulher. Como as coisas se desenrolam a partir daí é o que o espectador irá descobrir – espantado entre as revelações bombásticas do marido e encantado com a possibilidade em que se converte esse “anjo negro”. É uma história de amor. E é o que basta. [Comente esta Nota]
>>> Longe do Paraíso
 



Literatura >>> Conforme
Alguém deveria escrever um tratado sobre o amor rodriguiano. Alguém que não fosse Nélson Rodrigues, obviamente. Aos trinta e poucos anos, ele já sabia tudo o que passaria repetindo ao longo da vida: para quem ama, só existe o “ser amado” (o resto é “paisagem”); tem mulheres que nasceram para amar um único homem, e tem mulheres que nasceram para amar a todos e, portanto, a nenhum; depois do “primeiro beijo” é que começamos a morrer (ou então na variação de Raul Seixas e Paulo Coelho: ninguém neste mundo é feliz tendo amado uma vez). Nélson Rodrigues era trágico, de um mau gosto assumido e capaz de rompantes tremendos. Mas foi capaz, igualmente, de uma prosa exata, equilibrada, fluente – como poucas vezes se viu em português do Brasil (ainda mais na segunda metade do século XX). “Minha vida”, a autobiografia de Suzana Flag (o mais famoso pseudônimo feminino de Nélson), é de 1946. Saiu como folhetim, em capítulos, na revista “A Cigarra”, que, por causa disso, chegou a vender mais de 100 mil exemplares por mês (alguém consegue pensar em algum autor atual que hoje desperte furor semelhante, numa publicação que não seja nenhuma das “semanais” de sempre?). Vale ressaltar que o primeiro livro de Suzana, “Meu destino é pecar” (1944), vendeu 20 mil volumes logo de saída, e 50 mil nos dois primeiros anos. (O pessoal da “Biblioteca da Folha” comemora se passa dos 10 mil, a preços populares, apostando em clássicos consagrados e em propaganda maciça no horário nobre.) Desta vez, Suzana Flag nos reporta sua trajetória de amores, desde que passou de “menina” a “mulher” até o ponto em que encontrou seu “primeiro homem”. São incansáveis as reviravoltas, com o coração de Suzana se balançando por três admiradores: Jorge, o pretendente e o queridinho de sua avó; Tio Aristeu, o meio-irmão de seu pai, igualmente obcecado por sua mãe (a quem Suzana “puxou”); e Cláudio, o bom selvagem da perna-de-pau, que antes dela havia morrido “para a vida” e “para o amor”. Além de submeter o leitor a uma montanha-russa de sentimentos, Nélson é inevitavelmente cômico (a ponto de se questionar até onde ia a seriedade de sua proposta). Enfim, independentemente de se concordar com suas máximas, o dramaturgo continua dando aulas de português – por mais que se arranque coisas de seu baú. [Comente esta Nota]
>>> Minha vida - Suzana Flag - 240 págs. - Companhia das Letras
 
>>> MAU HUMOR

“Ama o teu próximo – se ele for alto, moreno e bonitão, será muito mais fácil.” (Mae West)

* do livro Mau humor: uma antologia definitiva de frases venenosas, com tradução e organização de Ruy Castro (autorizado)

>>> CHARGE DA HORA: "RADICAIS DETONANDO" POR DIOGO



Clique aqui para ver outras charges no diogosalles.com.br


 
Julio Daio Borges
Editor

* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
11/7/2003
21h20min
Olha Julio, esta é uma charada barata: fácil de matar. Em 1946 não existia a Playboy, a Capricho, a Ele e Ela, a Contigo. Não existia a tv. No cinema passavam filmes para a família; Carlitos era ousado. As rádios tocavam marchinhas e sambas-canção, novelas moralistas (se é que já as havia) e noticiários sóbrios. Por um lado, lia-se mais livros. Por outro, havia carência extrema de qualquer informação bem definida e expressiva que tratasse da temática sexual e amorosa, ou a explorasse de um modo não sofisticado. Esta lacuna foi preenchida por Nelson Rodrigues, e seu texto conseguia, se não satisfazer, instigar e corresponder-se com as expectativas de homens e mulheres. Depois o tema sexual-amoroso-popular tornou-se um imenso e segmentado mercado. Que tal este tema para um ensaio?
[Leia outros Comentários de Jean Scharlau]
12/7/2003
21h53min
Julio, vá até o www.alexa.com, instale e veja como está classificado o Digestivo Cultural: melhor do que a Veja. Abraços, Chico
[Leia outros Comentários de Francisco Camargo]
17/7/2003
20h20min
caro julio, que bom que voce anotou a importância deste filme "far from heaven" (longe do paraíso). é realmente excepcional o filme, de uma sutileza de roteiro e interpretação de deixar marcas. vale seu comentário. abraço, jardel
[Leia outros Comentários de jardel]
26/7/2003
13h33min
Meu caro Julio Daio:muito boa a sua lembrança da mãe de Thomas Mann. Cheguei a visitar a casa em Parati, espero que não tenha desmoronado, como quase tudo neste país. A palavra Betrachtung foi bem aplicada, pois é contemplação,pensar a respeito, reflexão,ato de trazer à luz uma imagem ao espelho,especulação,observar com cuidado. Quanto ao filme "far from heaven",concordo com o Jardel, sutil e profundo. Parabéns pelos textos. Abraço.AB.
[Leia outros Comentários de AlbertoBeuttenmüller]

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




Meu Querido Christopher
Sy Montgomery
Prestigio
(2007)
R$ 10,00



Mortas Em Serviço
Lillian O´Donnell
Francisco Alves
(1981)
R$ 10,00



Pássaro Contra a Vidraça
Giselda Laporta Nicolelis; Rogério Borges
Moderna
(2001)
R$ 10,00



Como Avaliar Sua Equipe
Langdon Ken
Publifolha
(2001)
R$ 10,00



Os Padres Casados
Maurice Weitlauff / Georges Walter
Expressão Popular
(1970)
R$ 10,00



Revista do Advogado N.º 118
Diversos
Aasp
(2012)
R$ 10,00



O Cavaleiro Da Rosa Do Supermercado
Antonio Honlfeldt
FTD
(1999)
R$ 10,00



Galileu 196 - o Deus de Einstein
Varios Autores - Edit Globo
Globo
(2007)
R$ 10,00



Noite na Taverna
Álvares de Azevedo
L&PM
(1998)
R$ 10,00



Bufo & Spallanzani
Rubem Fonseca
Francisco Alves
(1985)
R$ 10,00





busca | avançada
70483 visitas/dia
2,4 milhões/mês