A essência de Aldous Huxley | Fabio Silvestre Cardoso | Digestivo Cultural

busca | avançada
55507 visitas/dia
1,4 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COLUNAS

Terça-feira, 14/9/2004
A essência de Aldous Huxley
Fabio Silvestre Cardoso

+ de 5500 Acessos
+ 1 Comentário(s)

Sobre o escritor inglês Aldous Huxley (1894-1963), boa parte dos leitores conhece aquele que é um dos livros mais emblemáticos do século XX, o romance Admirável Mundo Novo, publicado originalmente em 1932. Nele, o autor discorre sobre um hipotético futuro de avanços científicos que resultariam numa sociedade totalitária e absolutamente desumanizada. Além deste, sua obra é composta por ensaios, como o não menos célebre As portas da percepção, e livros de contos. Uma faceta menos conhecida do autor é a de roteirista de cinema. Em 1937, para tratar de sua cegueira, Huxley mudou-se para a Califórnia, nos Estados Unidos. Lá, assinou alguns roteiros para cinema (experiência em que não foi muito bem-sucedido, conforme escrevem seus biógrafos). Mesmo assim, não parou com a literatura. O livro que agora é lançado pela Editora Globo, O macaco e a essência, é fruto dessa fase americana do autor. E aqui, mais uma vez, os principais temas da obra de Huxley, como a política e a crítica aos abusos das descobertas científicas, ganham destaque, sempre com um tom que mescla a ironia com uma visão apocalíptica do futuro.

No prefácio, o professor da USP João Alexandre Barbosa anota um dado relevante no que se refere à composição deste romance: o livro é um misto de sátira com roteiro de cinema. Explico. A obra se divide em duas partes. Na primeira, intitulada "Tallis", há uma apresentação feita pelo narrador dos momentos que precedem o encontro de um roteiro (cujo título é "O macaco e a essência") esquecido nos corredores dos estúdios de Hollywood. A partir do momento em que encontram o texto, Bob Briggs e seu amigo deixam a conversa para segundo plano e saem à procura do autor do texto, que se chama William Tallis. Chegando ao endereço, não encontram o autor, de quem, talvez, buscariam mais informações sobre o roteiro em si. Nesse ponto, o narrador reaparece: "Bem, isso foi o mais que nos aproximamos de Tallis em matéria. No que se segue o leitor poderá descobrir o reflexo de sua mente. Reproduzo o texto de 'O macaco e a essência' tal como o encontrei, sem alterações e sem comentários".

Desse modo, na segunda parte deste romance-roteiro, a trama de William Tallis é apresentada. Cabe dizer que é a parte mais complexa do livro. Isso porque, como peça literária, o roteiro não possui a mesma fluência que um romance, por exemplo, muito embora os dois "gêneros" sejam pertencentes ao campo da prosa, e, nesse caso em específico, da prosa de ficção. Assim, é fundamental que o leitor não desvie sua atenção e não perca de foco a abrangência da obra, isto é, o fato de que o roteiro, apesar de ser a peça-chave deste romance, está dentro de um conjunto e que foi precedido por um excerto não apenas introdutório como essencial para a compreensão de toda a narrativa.

Assim, o script inicia por apresentar quais seriam os elementos precedentes aos diálogos. Como todo roteiro, além do texto, há uma preocupação com o ambiente que cerca esse cenário. Nesse sentido, num trecho que precede a entrada do narrador constam os apontamentos que detalham, com o acréscimo de comentários, qual música deveria ser colocada na cena seguinte. Trata-se, no caso, de uma peça de música clássica. "A música muda de caráter e, se Debussy fosse vivo para escrevê-la, quão delicada seria, quão aristocrática, quão cristalinamente pura de toda a lubricidade e arrogância wagnerianas, de toda a vulgaridade straussiana!".

A partir de então, o leitor é levado para o ano de 2018, quando o planeta está dilacerado pela Terceira Guerra Mundial. Nesse contexto, o único lugar não alcançado pela destruição é a Nova Zelândia. A propósito, é da Nova Zelândia que parte uma expedição de redescobrimento da América. Dessa maneira, o leitor passa a acompanhar, página após página, a mudança na escala de valores dessa nova sociedade. Pois, na América "do ano luminoso de 2018", são os babuínos que estão no comando, escravizando os cientistas, a fim de que estes sejam executores de um único propósito: a guerra.

É preciso ressaltar, ainda, a "voz" do narrador ao longo do roteiro, uma espécie de testemunha ocular dos fatos. Trata-se de uma isenção participativa que, no entanto, proporciona uma análise no mínimo aguçada sobre o que ele observa, como a que segue: "A cena escurece; ouve-se o estrondejar de um canhoneio. Quando a luz retorna, lá está, de cócoras, o Dr. Albert Einstein, atado a um cabresto, atrás de um grupo de babuínos uniformizados". Em outros trechos, de igual surrealismo, é espantoso perceber como Huxley tenha conseguido ser tão profético: "Tudo o que se tem a fazer é simplesmente ameaçar o vizinho com qualquer das armas de destruição em massa. O seu próprio pânico fará o resto. Lembrem-se do que o processo psicológico fez em Nova York, por exemplo. As irradiações em ondas curtas de além-mar, os cabeçalhos nos vespertinos. E no mesmo instante oito milhões de pessoas espezinhando-se nas pontes e nos túneis".

Nesses excertos, pode-se perceber como os temas do autor são atuais, sem mencionar o fato de que é triste perceber como a ficção do roteiro se assemelha à realidade do mundo em 2004, quando o temor de ataques terroristas faz com que as pessoas passem a agir (e reagir) com medo. A propósito desse sentimento, o narrador analisa: "O amor elimina o medo; mas reciprocamente o medo elimina o amor. E não apenas o amor. O medo elimina a inteligência, elimina a bondade, elimina todo o pensamento de beleza e verdade. Só persiste o desespero mudo ou forçosamente jovial de quem pressente a obscena Presença no canto do quarto e sabe que a porta está trancada, não há janelas".

Embora não seja um dos livros mais celebrados de Huxley, O macaco e a essência traz ao público algumas obsessões do autor, como a preocupação com o futuro da humanidade sob a constante perspectiva de um conflito nuclear. No roteiro, o escritor exagera, abusando do surreal e das metáforas, o que faz com que a obra se transforme em um libelo político. Essa feição absurda, para o bem e para o mal, é o modo como Aldous Huxley enxergava não o avanço tecnológico ou científico em si, mas a maneira que os humanos viriam a se comportar a partir desses avanços. Nesse aspecto, é preciso ressaltar que esta obra de Huxley, se não é importante do ponto de vista literário, é, graças à sua atualidade, de suma importância política e ideológica.

Para ir além






Fabio Silvestre Cardoso
São Paulo, 14/9/2004


Quem leu este, também leu esse(s):
01. O espírito de 1967 de Celso A. Uequed Pitol
02. O que vai ser das minhas fotos? de Ana Elisa Ribeiro
03. 80 anos de Alfredo Zitarrosa de Celso A. Uequed Pitol
04. Xadrez, poesia de Ana Elisa Ribeiro de Jardel Dias Cavalcanti
05. Ossos, mulheres e lobos de Eugenia Zerbini


Mais Fabio Silvestre Cardoso
Mais Acessadas de Fabio Silvestre Cardoso em 2004
01. Desonra, por J.M. Coetzee - 21/12/2004
02. Teoria da Conspiração - 10/2/2004
03. Cem anos de música do cinema - 8/6/2004
04. Eleições Americanas – fatos e versões - 9/11/2004
05. Música instrumental brasileira - 12/10/2004


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
20/9/2004
16h58min
É fundamental ressaltar que a obra de Huxley é sim muito importante do ponto de vista literário. Tanto pelo emblemático "Admirável Mundo Novo", como pela novela "Ponto Contraponto". "Ponto Contraponto" é obra de 1928, quatro anos antes de "Admirável Mundo Novo". Marca o apogeu e o fim de uma fase acidamente crítica, e o início de uma fase preocupada com o futuro da humanidade e as possibilidades de uma nova sociedade. Não me recordo de nenhum outro livro que tenha retratado a sua própria época com tanta lucidez, abrangência ou corrosão. Uma corrosão isenta, despojada de intenções ideológicas ou de declarações apaixonadas por quaisquer certezas. Tudo o que Huxley fez em "Ponto Contraponto" foi relatar minuciosa e argutamente os ridículos e as inconsistências da sociedade, expondo com implacabilidade fria as fragilidades e as mesquinhezas do ser humano, dessa criatura que, a despeito das empáfias de sua presumida "racionalidade" ou "intelectualidade" (somente em poucos raros autêntica!), é apenas uma criatura insignificante, à mercê dos condicionamentos sociais e de suas fraquezas individuais - como a carência afetiva e a vaidade, o principal de todos os ridículos humanos. Inexiste a figura do protagonista. A preocupação de Huxley é montar um painel de sua sociedade, focando ora um ora outro grupo de personagens, flagrando suas mazelas, incertezas e certezas (sempre muito mais graves do que as primeiras, porque arrastam o indivíduo ao definitivo erro de enxergar o mundo sob uma perspectiva estreita). Os personagens fazem estritamente aquilo que devem fazer, nem mais nem menos. Suas capacidades são limitadas e orientadas, portanto plenamente previsíveis - previsíveis ao sarcasmo onisciente do autor. Previsíveis ao deus-autor, mas surpreendentes ao leitor. Este vê-se como testemunha atônita das fraquezas dos homens e das inconsistências de suas vidas sem sentido, vulneráveis aos crivos das incongruências existenciais e dos equívocos ideológicos. Inadvertidamente o leitor pode vir a sentir o gosto amargo de ter sido flagrado, apanhado em retrato cruel de suas próprias fraquezas. São muitos os capuzes distribuídos: pelo menos um deles pode muito bem ajustar-se à cabeça do leitor. É bem mais difícil encontrar alguma verdade onde não queremos encontrá-la. Ponto Contraponto não é complacente nem elogia ninguém (a não ser Bach). Essa é a sua grande virtude.
[Leia outros Comentários de Roberto Valderramos]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




ODISSÉIA
HOMERO
OTTO PIERRE EDITORES
(1980)
R$ 9,99



O POÇO DO VISCONDE
MONTEIRO LOBATO
BRASILIENSE
R$ 12,00



CONEXÕES COM A HISTÓRIA VOL, 2 - DA COLONIZAÇÃO DA AMÉRICA AO SÉCULO XIX
ALEXANDRE ALVES
MODERNA
(2010)
R$ 7,80



URUPÊS
MONTEIRO LOBATO
BRASILIENSE
(1955)
R$ 12,00



ESTADO ATUAL DA TERAPÊUTICA DA LEPRA
LAURO DE SOUZA LIMA
MINIESTERIO EDUCAÇÃO E SAUDE
(1953)
R$ 288,17



EYES OPEN 4 - WORKBOOK
VICKI ANDERSON
CAMBRIDGE
(2015)
R$ 90,00



ESTUDAR - VERBO INTRANSITIVO?
PAULO AFONSO CARUSO RONCA
EDESPLAN
(1996)
R$ 7,90



CHOQUE DE TROPICALISMO - CINEMA E TV
NEWTON CANNITO
NVERSOS
(2013)
R$ 19,00



PENSÃO RISO DA NOITE
JOSÉ CONDÉ
PRODUÇÃO CONJUNTA
(1973)
R$ 10,00



DIÁRIO DE UMA MAE VERDADEIRA
DANIELA BARROS
BB
(2012)
R$ 5,00





busca | avançada
55507 visitas/dia
1,4 milhão/mês