A vida sem computador | Luis Eduardo Matta | Digestivo Cultural

busca | avançada
51405 visitas/dia
1,8 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COLUNAS

Terça-feira, 19/10/2004
A vida sem computador
Luis Eduardo Matta

+ de 9400 Acessos
+ 3 Comentário(s)

Passar mais do que um par de dias consecutivos sem computador é uma idéia assustadora para muita gente e a simples evocação dessa possibilidade costuma provocar sobressaltos e, nos casos mais graves, desespero. Desde quinta-feira, 7 de outubro, há quase duas semanas portanto, estou sem o meu, graças a um devastador ataque de hackers que parecem ter acreditado num boato absurdo que afirma que este humilde romancista e colunista é um espião vinculado ao serviço secreto de algum país do Oriente Médio. Talvez eles estivessem à cata de alguma informação codificada em persa sobre o misterioso programa nuclear iraniano ou um documento do Hamas em árabe com todos os dados bancários dos terroristas no Líbano e na Suíça, mas o fato é que, há algum tempo, meus arquivos ficam longe do computador, armazenados em CDs e disquetes. Isso deve ter revoltado meus algozes que, então, decidiram, como represália, promover uma quebradeira geral.

As primeiras quarenta e oito horas sem minha máquina foram, não vou negar, bastante perturbadoras, mas aos poucos fui me habituando até que, já no terceiro dia, não sentia mais falta. Moro num bairro com uma grande quantidade de lojas de Internet e, uma vez a cada dois ou três dias, eu me dirijo a alguma delas para, rapidamente, conferir minhas mensagens de correio eletrônico, visitar as colunas dos meus colegas aqui no Digestivo Cultural e só. Não sei se foi por estar sem computador ou apesar disto, mas o fato é que vivi uma semana e meia de impressionante e vertiginoso fluxo criativo, como havia muito não me acontecia. Além disso, devorei cinco livros, inclusive o da professora Marisa Lajolo (abaixo) - que li duas vezes e ando pensando seriamente numa terceira. Em suma, foram dias absolutamente extraordinários que devem terminar até o fim desta semana, quando um novo computador, se Deus quiser, aterrissará na minha mesa.

De vez em quando, se puder, experimente desligar o seu computador e fingir que ele está quebrado ou que, simplesmente, não existe. Em vez de mandar um e-mail, dê um telefonema ou, melhor ainda, vá visitar pessoalmente um parente ou amigo, marque um cinema, um almoço, um chope ou um chá e ponha a conversa em dia. Afinal, nada substitui o contato pessoal. As relações humanas são o que de mais precioso existe na vida e devemos cultivá-las, já que o tempo passa rápido - mais ainda para quem gasta horas seguidas na frente de um monitor ligado. Só abra uma exceção para ler, diariamente o Digestivo Cultural. Afinal, ninguém é de ferro e tudo na vida tem limite.

Uma aula de como ler Literatura

Sempre que um bom amigo me pergunta qual a solução para a escassez de leitura entre os brasileiros, costumo repetir uma teoria que venho amadurecendo há tempos: enquanto o livro continuar a ser tratado como objeto de culto intelectual e a sua relação com as pessoas - sobretudo os jovens nas salas de aula - não deixar de ser burocrática e esquemática para se tornar espontânea, cálida e prazerosa, de nada adiantará espalhar bibliotecas pelo país, pois muitas, rapidamente, se tornarão sombrios depósitos de poeira e mofo e os únicos prováveis devoradores de livros serão os cupins e as traças.

Essa intimidade entre pessoas e livros sempre foi - voluntaria ou involuntariamente - desestimulada no Brasil. Seja pela soporífera e exageradamente didática metodologia de ensino de Literatura nas nossas escolas, seja pela excessiva intelectualização do ato de ler, estimulada pela crítica acadêmica e embasada por diversos formadores de opinião ligados à seara do livro. Bibliotecas e livrarias converteram-se, muitas sem saber, em cultuados santuários do conhecimento, freqüentados por mentes iluminadas empenhadas numa nobre e infindável jornada pelos parágrafos sagrados onde os grandes gênios se esmeraram em desvendar os subterrâneos da alma humana, desnudar as filigranas do mundo cão em que vivemos a fim de lhe propor mudanças e, sobretudo, fazer com que o leitor crescesse espiritual e intelectualmente e atingisse uma espécie de êxtase da sabedoria. Não é de se admirar que tantas cobranças em torno de um exercício tão prosaico e quase rústico como a leitura, tenham afastado dela o grande público. Sei, inclusive, de indivíduos que temem pisar numa livraria por medo de serem imediatamente percebidos como ignorantes, como gente que não pertence "ao meio"; situação semelhante a que pessoas com um físico fora dos padrões estéticos propagados pela mídia vivem diante de uma academia de ginástica com corpos sarados em movimento.

O mais curioso é que muitas das ilustres personalidades que vão à imprensa, à TV ou aos auditórios universitários encher a boca para protestar contra os baixos índices de leitura no Brasil são as mesmas que contribuem para perpetuar essa deplorável conjuntura, ao insistir na defesa da leitura primordialmente racional, da leitura sempre com um "objetivo maior". A aura de dogmatismo em torno dessa tese está tão vivamente consolidada que, vez por outra, eu me questiono se já não existe alguma ordem religiosa congregando os seus simpatizantes, todos unidos pela devoção ao "deus" livro.

Uma das mais importantes críticas literárias em atividade no Brasil, professora titular de Teoria Literária na Unicamp e coordenadora do projeto Memória da Leitura, Marisa Lajolo, apesar do seu notório amor aos livros e à Literatura, certamente se recusaria a ingressar nesta hipotética confraria a julgar pelo belíssimo e bastante oportuno livro que acabou de publicar, Como e Por que Ler o Romance Brasileiro (Objetiva; 176 páginas; 2004). Seguindo na contramão do pensamento predominante entre os seus pares, Marisa, que é mestre e doutora pela USP, nos demonstra, através de uma análise enxuta, minuciosa e precisa, tão apaixonante quanto apaixonada, o quão natural pode ser o contato de uma pessoa com a Literatura, representada, no livro, pelo romance brasileiro.

Como Marisa Lajolo consegue isto? Tomando por base a própria trajetória como leitora, desde o primeiro romance brasileiro lido, ainda na escola, o morno Inocência, do Visconde de Taunay (por cujas páginas também me aventurei na adolescência, sem que eu me lembre exatamente o que me levou a tanto) até autores surgidos mais recentemente, como Luiz Ruffato, Ferréz e o premiado Bernardo Carvalho, sem esquecer, é claro, de alguns dos grandes nomes que construíram a tradição romanesca brasileira. Passando ao largo de academicismos e sem cair na tentação de, ainda que disfarçadamente, ensinar teoria literária a leigos, Marisa, pouco a pouco, vai tecendo um rico painel da evolução do romance no Brasil e acaba por dar forma a um verdadeiro manifesto em defesa da leitura como fonte de lazer, ainda que dela se pretenda extrair muito mais do que apenas algumas horas de abstração da realidade. O testemunho desta forte relação sentimental com a Literatura e o êxito decorrente dela, ajuda a reforçar a teoria de que teses literárias profundas e elaboradíssimas podem muito bem ofuscar o que de melhor um romance tem a oferecer - e, em geral, ofuscam mesmo. E que, muitas vezes, estas análises são totalmente inúteis e dispensáveis. Imaginem que maravilha é para uma pessoa descobrir autores como Dostoievski, Tolstoi, Clarice Lispector e Machado de Assis sem, jamais, ter tido contato com uma - umazinha sequer - crítica a respeito do que escreveram. Quantos escritores clássicos não terão se debatido no túmulo, ao saber que algum estudioso contemporâneo enxergou nas entrelinhas dos seus livros, intenções ocultas e mensagens subliminares que jamais existiram? Autores vivos ainda poderiam se defender e desautorizar as interpretações malucas que nada têm a ver com o que está escrito de fato e é, provavelmente, por esta razão que eles são tão menos estudados.

No fim das contas, o que se constata é que a grita geral em torno da baixa leitura do brasileiro não está somente relacionada ao fato de as pessoas, na média, lerem pouco e sim ao fato de elas não lerem o que os intelectuais julgam apropriado. Quem deve, contudo, decidir o que ler é o próprio leitor e ninguém mais. No máximo pode-se sugerir títulos e autores, resignando-se ao fato de que tais sugestões poderão ser aceitas ou não. Assim como Marisa Lajolo escolheu os livros que lhe atraíram mais e esbaldou-se com eles, todo mundo deve escolher os seus e ver no que dá. É assim que nascem os leitores.

Uma opção alternativa no circuito de exposições

As exposições que precedem os concorridos leilões organizados pelo Soraia Cals Escritório de Arte, no Rio de Janeiro, - um dos mais conceituados do Brasil - poderiam perfeitamente constar do calendário cultural de qualquer capital brasileira. A riqueza e variedade de obras expostas - quase sempre, quadros e esculturas - assinadas por artistas de renome do Brasil e do exterior, é motivo mais do que suficiente para uma visita à mostra, ainda que não se pretenda efetuar nenhum lance. Soraia Cals trabalha no mercado de arte há duas décadas, como marchande e, agora, promovendo leilões. Os catálogos que publica especialmente para cada leilão são referência de excelência editorial em todo o país. Vistosos, elegantes, coloridos e informativos, impressos em papel de altíssima qualidade e com acabamento impecável, não ficam nada a dever aos melhores livros de arte disponíveis no mercado.

Nas duas edições anteriores, realizadas em maio e agosto de 2004 às quais compareci, Soraia Cals expôs e apregoou trabalhos valiosos de nomes do quilate de Ismael Néry, Iberê Camargo, Lasar Segall, Salvador Dali, Miró e Picasso. No próximo leilão, que acontecerá no final deste mês de outubro, os destaques são duas telas de Portinari: Mulheres, de 1939 e Índia Carajá, de 1959, ambas com lances mínimos superiores a R$ 1 milhão. Há, ainda, trabalhos de Guignard, José Pancetti e do alemão Karl Ernst Papf, entre outros. São, na maioria das vezes, peças pertencentes a coleções particulares e que muito raramente vêm a público - quando vêm. Trata-se, portanto, de uma oportunidade única para apreciá-las de perto.

As obras ficarão expostas entre os dias 20 e 25 de outubro, das 12 às 22 horas, no Atlântica Business Center - Av. Atlântica, 1130/4º andar - Copacabana, Rio de Janeiro. O leilão acontecerá entre os dias 26 e 28 de outubro a partir das 21 horas, no mesmo local, sob o comando do leiloeiro Evandro Carneiro.

Para ir além






Luis Eduardo Matta
Rio de Janeiro, 19/10/2004


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Os Doze Trabalhos de Mónika. 1. À Beira do Abismo de Heloisa Pait
02. Notas confessionais de um angustiado (IV) de Cassionei Niches Petry
03. Procure saber: os novos donos da história de Gian Danton
04. occupytheoffice de Lisandro Gaertner
05. Planejamento de Daniel Bushatsky


Mais Luis Eduardo Matta
Mais Acessadas de Luis Eduardo Matta em 2004
01. Os desafios de publicar o primeiro livro - 23/3/2004
02. A difícil arte de viver em sociedade - 2/11/2004
03. A discreta crise criativa das novelas brasileiras - 17/2/2004
04. Beirute: o renascimento da Paris do Oriente - 16/11/2004
05. Deitado eternamente em divã esplêndido – Parte 1 - 13/7/2004


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
19/10/2004
11h54min
Imagino que a Marisa Lajolo deve ter se inspirado no trabalho do Harold Bloom que tem até um livro de título semelhante: "Como e por que ler".
[Leia outros Comentários de Daniel Malaguti]
30/10/2004
18h36min
Para mim a ausencia do computador nao parece ter surtido efeito: continuo aprendendo com seus textos da mesma maneira... Vou ler o livro da Marisa Lajolo, pois nunca li nenhum livro com um painel mais simples da literatura nacional (aka, mais simples = compreensivel para mim).
[Leia outros Comentários de Ram]
30/10/2004
20h18min
Sim, que bom saber do livro da Marisa Lajolo com o parágrafo sobre o leitor que independe das análises para buscar uma boa leitura... Muito feliz: vou guardar o texto. Um abraço.
[Leia outros Comentários de Gisele lemper]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




A HOSPEDEIRA
STEPHENIE MEYER; RENATO AGUIAR
INTRINSECA
(2009)
R$ 10,00



DEZ CENTÍMETROS ACIMA DO CHÃO (LIVRO NOVO, LACRADO)
FLAVIO CAFIERO
COSAC & NAIFY
(2014)
R$ 29,00
+ frete grátis



ÂNGELA Nº 2
EDITORA ABRIL
ABRIL
(1998)
R$ 10,00



TEX EM CORES Nº 2 - SURGE MEFISTO
SERGIO BONELLI
MYTHOS
(2010)
R$ 29,90



TRANSFORMAÇÃO NA SEGURANÇA ELETRÔNICA: ESTRATÉGIAS E GESTÃO DA
MARY PAT MC CARTHY; STUART CAMPBELL
KPMG
(2003)
R$ 12,00



A CONSTRUÇÃO DA GEOGRAFIA UNIVERSITÁRIA NO RIO DE JANEIRO
MÔNICA SAMPAIO MACHADO
FAPERJ
(2009)
R$ 12,57



IRACEMA - UBIRAJARA
JOSÉ DE ALENCAR
MELHORAMENTOS
R$ 39,00



TODA SUA
SYLVIA DAY; ALEXANDRE BOIDE
PARALELA
(2012)
R$ 14,90



A RODA DA VIDA: MEMÓRIAS DO VIVER E DO MORRER - 2ª ED.
ELISABETH KÜBLER-ROSS
SEXTANTE
R$ 24,00



DÚVIDAS INTERNAS SOBRE A DÍVIDA EXTERNA
HOMERO HIGINO DE SOUZA (DEDICATÓRIA DO AUTOR)
LINEY (RJ)
R$ 9,82





busca | avançada
51405 visitas/dia
1,8 milhão/mês