Caso Richthofen: uma história de amor | Marcelo Miranda | Digestivo Cultural

busca | avançada
47547 visitas/dia
1,6 milhão/mês
Mais Recentes
>>> ABERTURA DA EXPOSIÇÃO “O CAMINHO DAS PEDRAS'
>>> Residência Artística FAAP São Paulo realiza Open Studio neste sábado
>>> CONHEÇA OS VENCEDORES DO PRÊMIO IMPACTOS POSITIVOS 2022
>>> Espetáculo 'Figural', direçãod e Antonio Nóbrega | Sesc Bom Retiro
>>> Escritas de SI(DA) - o HIV/Aids na literatura brasileira
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Home sweet... O retorno, de Dulce Maria Cardoso
>>> Menos que um, novo romance de Patrícia Melo
>>> Gal Costa (1945-2022)
>>> O segredo para não brigar por política
>>> Endereços antigos, enganos atuais
>>> Rodolfo Felipe Neder (1935-2022)
>>> A pior crônica do mundo
>>> O que lembro, tenho (Grande sertão: veredas)
>>> Neste Momento, poesia de André Dick
>>> Jô Soares (1938-2022)
Colunistas
Últimos Posts
>>> Lula de óculos ou Lula sem óculos?
>>> Uma história do Elo7
>>> Um convite a Xavier Zubiri
>>> Agnaldo Farias sobre Millôr Fernandes
>>> Marcelo Tripoli no TalksbyLeo
>>> Ivan Sant'Anna, o irmão de Sérgio Sant'Anna
>>> A Pathétique de Beethoven por Daniel Barenboim
>>> A história de Roberto Lee e da Avenue
>>> Canções Cruas, por Jacque Falcheti
>>> Running Up That Hill de Kate Bush por SingitLive
Últimos Posts
>>> Nosotros
>>> Berço de lembranças
>>> Não sou eterno, meus atos são
>>> Meu orgulho, brava gente
>>> Sem chance
>>> Imcomparável
>>> Saudade indomável
>>> Às avessas
>>> Amigo do tempo
>>> Desapega, só um pouquinho.
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Caravana em BH
>>> Villa candidato a deputado federal (2022)
>>> Relationships Matter
>>> Notas de um ignorante
>>> Alumbramento
>>> Por que o Lula Inflado incomoda tanto
>>> Rumos do cinema político brasileiro
>>> Black Sabbath 1970
>>> Leve um Livro e Sarau Leve
>>> Manual prático do ódio
Mais Recentes
>>> Fundamentos Da Biologia Celular - 2ª Ed (muito bom) de Bruce Alberts pela Artmed (2007)
>>> Reaprendendo o Português [Capa Dura] de Carlos Eduardo de Bruin Cavalheiro (org.) pela Edic (2010)
>>> Revista Conexão Geraes: Seguridade Social Ampliada n6 ano 4 de Taysa Silva Santos; Soraya Magalhães Pelegrini; Matheus Thomaz da Silva pela Crssmg (2015)
>>> Revista Conexão Geraes: A Dimensão Técnico-Operativa no Serviço Social n3 ano 2 de Kênia Augusta Figueiredo; Elaine Rossetti Behring; Ana Cristina Brito Arcoverde pela Crssmg (2013)
>>> Revista Conexão Geraes: Expressões socioculturais n5 ano 3 de Carlos Montano; Cézar Henrique Maranhão; Yolanda Demétrio Guerra pela Crssmg (2014)
>>> Revista Conexão Geraes: Relatório de Gestão n8 ano 6 de Luana Braga; Rosilene Tavares; Marisaura pela Crssmg (2017)
>>> Revista Conexão Geraes:30 Horas Lei é Para Cumprir n7 ano 5 de Ivanete Boschetti; Ricardo Antunes; Marisaura dos Santos Cardoso pela Crssmg (2016)
>>> Revista Conexão Geraes: Direito à Cidade n4 ano 3 de Maria Lúcia Martinelli; Duriguetto; Joviano Mayer pela Crssmg (2014)
>>> Saúde Mental no SUS: Os Centros de Atenção Psicossocial de Ministério da Saúde pela Sas (2004)
>>> Ensaios Ad Hominem 1: Tomo 3 - Política de J. Chasin pela Ad Hominem (2000)
>>> Revista Histórica de Contagem 102 Anos de Ciro Carpentieri Filho pela Fundac (2013)
>>> O Brasil Desempregado de Jorge Mattoso pela Perseu Abramo (1996)
>>> Caderno do Plano de Manejo Orgânico de Mapa pela Secretaria de Cooperativismo (2014)
>>> Manual de Arborização Capa Verde de Cemig pela Cemig
>>> Manual de Arborização de Cemig pela Cemig (1996)
>>> Mata Atlântica: Mapa da Área de Aplicação da Lei n 11.428 de Ibge pela Ibge
>>> MG Biota v. 11 n 1 de Biologia Floral; aposematismo pela Ief (2018)
>>> MG Biota v. 10 n. 2 de Anfíbios pela Ief (2017)
>>> MG Biota v. 10 n. 1 de Germinação; Capões de Mata pela Ief (2017)
>>> MG Biota v. 10 n. 3 de Recuperação de Áreas Degradadas pela Ief (2017)
>>> MG Biota v. 6 n. 1 de Cerrado; Vale do Jequitinhonha pela Ief (2017)
>>> Informe Agropecuário 244 de Áreas Degradadas pela Epamig (2008)
>>> Informe Agropecuário 285 de Déficit Hídrico pela Epamig (2015)
>>> Informe Agropecuário 287 de Agricultura Orgânica e Agroecologia pela Epamig (2015)
>>> Contos de Amor e Morte de Arthur Schnitzler; George Bernard Sperber (trad.); Wolfgang Bader (apr.) pela Companhia das Letras (1999)
COLUNAS

Segunda-feira, 31/7/2006
Caso Richthofen: uma história de amor
Marcelo Miranda

+ de 29900 Acessos
+ 7 Comentário(s)

"Você acha que a Suzane deve pegar quantos anos?". A pergunta sexualmente ambígua foi feita no domingo, 23 de julho, no Pânico na TV. Os malucos do programa estiveram na porta do tribunal em São Paulo onde aconteceu o julgamento de Suzane von Richthofen e dos irmãos Cravinhos. Sobre o caso, todo mundo já está cansado de saber. Quando ele vira chacota num programa de humor, aí a coisa é funda mesmo. Afinal, como fazer piada a respeito do brutal assassinato de um casal indefeso, num plano arquitetado pela filha deles junto com o namorado dela?

Isso apenas atesta que o caso Richthofen tem uma força descomunal no imaginário brasileiro. Não bastassem os detalhes macabros do acontecimento, a espetacularização do crime se torna muito maior quando se sabe que Suzane é jovem, bonita, estudiosa e, até então, herdeira de uma fortuna avaliada em R$ 2 milhões. Impossível não tentar entender o que se passa (passou) na cabeça dessa loirinha aparentemente tão dócil, tão meiga, para dar cabo dos pais e destruir a própria vida no processo - a dela e a do homem que ela dizia amar, o então namorado Daniel Cravinhos, que levou junto o irmão Cristian. Sem falar em Andreas, irmão de Suzane, deixado alheio à situação e agora literalmente a peça que sobrou do esquema todo.

Percebam a cadeia familiar. Um apaixonado puxa o outro - Suzane ou Daniel, que seja, convencem-se de eliminar os pais da moça. O rapaz coloca o parente mais próximo no meio, enquanto a garota ignora os sentimentos do caçula em casa e simplesmente some com ele enquanto a trama é tecida numa noite de outubro de 2002. É fantástico demais, rico em sutilezas, em sensibilidades, em pura paixão. É, talvez, um dos crimes mais passionais de que se tem notícia no país - e isso não é espetacularizar o fato, mas dar a ele o seu real significado.

X-Men
Suzane von Richthofen em foto publicada na revista Época

Citemos um exemplo: ao mesmo tempo em que Suzane e os Cravinhos iam a julgamento, também sentavam no banco dos réus três acusados de matarem o casal Liana Friedenbach e Felipe Caffé no meio de uma mata em Embu-Guaçu (SP), há quase três anos. Objetivamente falando, o crime que acabou com a vida do casal (ele com 19, ela com 16 anos) foi muito mais brutal e covarde do que no caso Richthofen: Liana e Felipe foram seqüestrados por cinco homens enquanto acampavam. Ficaram à mercê dos algozes por quase dez dias - o rapaz recebeu um tiro na nuca que o matou na hora; a moça, nos dias seguintes, sofreu estupro e violência das mais sórdidas. Ao menos quatro dos cinco seqüestradores a curraram para, em seguida, matarem-na a facadas.

Então, por que este caso não foi tão fartamente noticiado ou gerou interesse por parte da opinião pública (e nem mereceu receber a equipe do Pânico...)? Ora, a resposta é tão óbvia quanto é estúpida a pergunta: porque Suzane tramou o assassinato dos próprios pais. Cometeu, ao mesmo tempo, matricídio e parricídio. Liana e Felipe foram vítimas de selvagens. Os matadores eram monstros sem "justificativas". Buscavam o prazer mórbido do estupro e assassinato. Não existe a menor dúvida quanto à questão: eles levaram o casal para se divertirem às custas do sofrimento deles. Sem paixão, sem sentimentos. Simples assim.

No caso Richthofen, nem tudo é tão absoluto. Todos tinham seus motivos, e sem aspas aqui. Suzane queria liberdade para namorar quem bem entendesse. Daniel desejava estar com a amada quando e como quisesse. Cristian se uniu ao irmão para ajudá-lo a ser feliz. Os motivos eram justos. O que choca na história toda é a forma como essa literal busca pelo amor terminou. O caso tem todos os ingredientes do mais absurdo folhetim melodramático: paixão, tesão, desejo. Mas tem também características de um autêntico Hitchcock: suspense, morte, suspeitas, mistérios.

Durante o julgamento, novos elementos foram acrescentados ao roteiro já devidamente rico. Houve quem dissesse que Suzane fora violentada diversas vezes pelo pai e que sua mãe era lésbica e mantinha amantes. Ou então a principal linha da defesa, a de colocar a culpa do crime num suposto domínio sexual exercido por Daniel em cima da garota - ela teria perdido a virgindade com ele, o que a teria tornado uma "bonequinha" a mando do rapaz. Ou seja, quando se acha que a trama macabra (roubando aqui um título de filme do já citado Hitchcock, que, no original, é oportunamente chamado Family Plot) estaria finalizada, eis que depoimentos surgem, testemunhas são descobertas e mais sentimentos vêm à tona.

Vai ser difícil, um dia, alguém entender o que realmente aconteceu na noite de 31 de outubro (Dia das Bruxas, aliás) de 2002 no bairro do Brooklin, em São Paulo. São tantas a versões, tantas as mudanças de foco, tantas as opiniões, que tudo parece provável e improvável ao mesmo tempo. A confusão é tamanha que enrolou até o júri responsável por definir a sentença dos três acusados. Num questionário distribuído a cada jurado, eles deviam marcar uma opção que perguntava se Suzane tinha sido influenciada por Daniel a matar o pai e a mãe. No caso da mãe, o júri considerou que ela foi totalmente responsável, sem subterfúgio algum. Já para o pai, a decisão da maioria foi que ela sofreu, sim, coação do namorado. Em resumo: ambos foram mortos na mesma noite. Para um, a moça foi forçada a cometer o crime; para outro, não. E ela nem estava no quarto na hora das pauladas desferidas pelos irmãos.

Tal complexidade gerou o livro O Quinto Mandamento, da jornalista Ilana Casoy, lançado recentemente pela ARX. Num minucioso trabalho de apuração (que lembra, na comparação com o cinema, o documentário Ônibus 174, de José Padilha), ela resgata toda a trajetória de Suzane e dos Cravinhos da noite do assassinato até a confissão. Reproduz depoimentos de familiares, policiais e reconstitui as investigações que levaram à prisão do trio. Provavelmente um livro não esgota o assunto. Nem uma coluna no Digestivo. A fascinação do caso Richthofen vai além de produtos culturais. Ela atinge o âmago do seio familiar, os questionamentos morais e éticos que todos temos sobre até onde ir para realizar nossos desejos. Na melhor das hipóteses, Suzane, Daniel e Cristian podem ter dado uma lição ao país. Tudo por amor.

Para ir além






Marcelo Miranda
Belo Horizonte, 31/7/2006


Quem leu este, também leu esse(s):
01. O dia que nada prometia de Luís Fernando Amâncio
02. Revolusséries de Luís Fernando Amâncio
03. Um conto de duas cidades de Gian Danton
04. Aos assessores, divulgadores, amigos até, e afins de Julio Daio Borges


Mais Marcelo Miranda
Mais Acessadas de Marcelo Miranda em 2006
01. Caso Richthofen: uma história de amor - 31/7/2006
02. Tabus do Orkut - 6/2/2006
03. Filmes extremos e filmes extremistas - 6/3/2006
04. Vida ou arte em Zuzu Angel - 14/8/2006
05. Eu vejo gente morta - 11/9/2006


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
29/7/2006
23h35min
Sinceramente? Não acredito que houvesse amor verdadeiro entre Suzane e o Daniel. Se existisse, eles não tentariam empurrar a culpa um para o outro. Ambos queriam, na verdade, o dinheiro dela. Ela se deixou levar por um namoro que, acredito eu, era um daqueles namoros que duram até um se encher do outro, e acabou tramando esse absurdo com ele. Pra mim, os dois deveriam receber a pena máxima, e sem direito a essas regalias absurdas que nossa lei disponibiliza - essa coisa de em 4 anos eles poderem ser libertados.
[Leia outros Comentários de Rafael Rodrigues]
31/7/2006
11h18min
Marcelo, é uma pena que seu artigo tenha finalizado com uma frase tão absurda: "Suzane, Daniel e Cristian podem ter dado uma lição ao país. Tudo por amor." É muito óbvio que Suzane e Daniel não se amavam, caso contrário não estariam, como disse o Rafael Rodrigues, empurrando a culpa um para o outro. Na realidade, acho que essa garota, a Suzane, é incapaz de amar quem quer que seja.
[Leia outros Comentários de Janethe Fontes]
31/7/2006
17h10min
Se a Suzane era menor de idade quando cometeu o crime, ela deveria ser julgada como uma juvenil delinquente e nao como uma adulta. O fato dela estar envolvida emocionalmente com um rapaz e terem juntos criado o crime contra os pais somente mostra que ela nao estava bem da cabeca e foi induzida a cometer o crime. Todos precisam de tratamento, e acredito que prisao longa nao vai ajudar em nada. Ela vai pagar pela vida todinha o que fez e sera' a pessoa mais infeliz do mundo so' em imaginar o que ela fez. Nenhum rapaz vai quere-la seriamente, e a vida dela afundou. Isso em si ja' e' uma grande pena. Ela matou os pais dela, e agora tera' que viver sem os pais e sentir na pele o que fez. Quanto 'a justica ser maleavel, isso e' de se esperar devido ao fato de nao haver termos no Brasil nenhuma facilidade de reabilitacao, mas somente de correcao... Foi tudo por amor sim, ou por falta do amor.
[Leia outros Comentários de milton laene araujo]
2/8/2006
17h07min
Você romanceou o caso, como vários outros jornalistas e veículos de imprensa fizeram - para vender jornal. Eu acredito que esse assassinato chama a atenção popular por ser um crime familiar e hediondo, não pelo suposto "romance". É preciso uma certa dose de ingenuidade e romantismo para acreditar que a menina que dava risadas ao ser presa possa ter tantos sentimentos idealizados ao planejar matar o pais. De fato, em algumas publicações vi entrevistas com psiquiatras sobre a possibilidade dela ser psicopata e nada sentir, nem pelos pais, nem pelo irmão, nem pelo namorado. Questão de enfoque, questão de interpretação. Essa história em nada me parece diferente do assassinato do jovem casal. Quem coloca como se fossem muito diferentes é a imprensa.
[Leia outros Comentários de Daniela Castilho]
3/8/2006
09h01min
Com relaração ao caso de Suzane e os irmãos, só consigo pensar que o ser "humano" não é tão humano quanto parece ou quanto deveria ser. Não, apenas, por este crime, mas por tantos outros mais brutais do que esse ou não, que revelam o quão selvagem o homem pode ser, "sem estar com fome".
[Leia outros Comentários de Marcelo Telles]
6/8/2006
16h14min
Muitos podem discordar de mim. Mas acho que o irmão dela não é inocente. Talvez não tenha agido diretamente no crime, mas para ele está tudo muito bom. Brigas por herança não mostram desinteresse por dinheiro. Não acham? Nesse mundo capitalista, ninguém escapa. Esse negócio de caso de amor de Daniel e Suzane é tudo mentira. O que daria mais ibope: crime premeditado por casal ou crime premeditado por um casal apaixonado?
[Leia outros Comentários de Marina de Amorim]
24/8/2006
22h15min
Eu tenho 11 anos de idade, e estou fazendo um trabalho de Geografia que é um noticiário e eu acrescentei nele o "Caso Richthofen", eu irei representar a Suzane neste noticiário. Fico pensando como eu posso representar uma garota tão fria a ponto de matar os próprios pais e depois fingir que ela tentou impedir o assasinato. Fico indignada quando vejo crimes no país e da pior qualidade. Acho que ela deveria pegar prisão perpétua por esse assasinato!
[Leia outros Comentários de Carina Britto]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




Código de Defesa do Consumidor e Constituição Federal
Rideel
Rideel
(2010)



Marketing para P Século XXI
Philip Kptler
Futura
(1999)



Livro - Anónimo; Colección Leer En Español - Nivel 3 / Com Cd
Lazarillo de Tormes
Santillana Brasil
(2012)



O Despertar da Alma da Empresa
Erick Klein e John B Izzo
Cultrix
(2008)



Anchieta
Joaquim Thomaz
biblioteca do exército
(1981)



Business Written Communication
Hideki Kato
Edicta
(2003)



Benjamin
Chico Buarque
Companhia Das Letras
(1995)



10 O Antigo Regime e a Revolução
Alexis de Tocqueville
universidade de brasilia
(1979)



João e Maria
Mauricio de Sousa
Girassol
(2016)



Cor Entre a Luz e a Sombra, Uma: Arte na Renascenca
Denise Rochael
Cortez
(2014)





busca | avançada
47547 visitas/dia
1,6 milhão/mês