Notícias do fim-do-mundo | Daniela Sandler | Digestivo Cultural

busca | avançada
67107 visitas/dia
2,1 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Filó Machado encerra circulação do concerto 60 Anos de Música com apresentação no MIS
>>> Mundo Suassuna, no Sesc Bom Retiro, apresenta o universo da cultura popular na obra do autor paraiba
>>> Liberdade Só - A Sombra da Montanha é a Montanha”: A Reflexão de Marisa Nunes na ART LAB Gallery
>>> Evento beneficente celebra as memórias de pais e filhos com menu de Neka M. Barreto e Martin Casilli
>>> Tião Carvalho participa de Terreiros Nômades Encontro com a Comunidade que reúne escola, família e c
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Marcelo Mirisola e o açougue virtual do Tinder
>>> A pulsão Oblómov
>>> O Big Brother e a legião de Trumans
>>> Garganta profunda_Dusty Springfield
>>> Susan Sontag em carne e osso
>>> Todas as artes: Jardel Dias Cavalcanti
>>> Soco no saco
>>> Xingando semáforos inocentes
>>> Os autômatos de Agnaldo Pinho
>>> Esporte de risco
Colunistas
Últimos Posts
>>> A melhor análise da Nucoin (2024)
>>> Dario Amodei da Anthropic no In Good Company
>>> A história do PyTorch
>>> Leif Ove Andsnes na casa de Mozart em Viena
>>> O passado e o futuro da inteligência artificial
>>> Marcio Appel no Stock Pickers (2024)
>>> Jensen Huang aos formandos do Caltech
>>> Jensen Huang, da Nvidia, na Computex
>>> André Barcinski no YouTube
>>> Inteligência Artificial Física
Últimos Posts
>>> Cortando despesas
>>> O mais longo dos dias, 80 anos do Dia D
>>> Paes Loureiro, poesia é quando a linguagem sonha
>>> O Cachorro e a maleta
>>> A ESTAGIÁRIA
>>> A insanidade tem regras
>>> Uma coisa não é a outra
>>> AUSÊNCIA
>>> Mestres do ar, a esperança nos céus da II Guerra
>>> O Mal necessário
Blogueiros
Mais Recentes
>>> O fim da inocêcia blogueira
>>> Allen Stewart Konigsberg
>>> Susan Sontag em carne e osso
>>> Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse
>>> Escrevendo com o inimigo
>>> FLAP! Uma bofetada na indiferença*
>>> Eles – os artistas medíocres
>>> Meu beijo gay
>>> A história de Rogério Xavier e da SPX (2023)
>>> Waldstein por Andsnes
Mais Recentes
>>> Livro Revista Jurídica De Jure VOL 12 nº 21 de Vários pela Del Rey / Ministério Público (2013)
>>> Livro Energia. As Razões Da Crise E Como Sair Dela de Ernesto Moreira Guedes Filho, Jose Marcio. Camargo, Juan Gabriel Perez Ferres pela Gente (2002)
>>> Livro Água Salobra de Bernadette Lyra pela Cousa (2017)
>>> Livro Sonata Ao Amor - Romance Esírita de Christina Nunes pelo Espírito Iohan pela Lumen (2012)
>>> Pra cima e pra baixo de Carla Irusta pela Palavras projetos (2021)
>>> Pelos olhos de minha mãe: Diários, memórias e outras lembranças de Laura Huzak Andreato pela Palavras projetos (2021)
>>> Para onde me levam os meus pés? de Cibele Lopresti Costa pela Palavras projetos (2021)
>>> Oswaldo Treinador Esportivo de Fernando A. Pires pela Palavras projetos (2023)
>>> Oswaaaaaldo! de Fernando A. Pires pela Palavras projetos (2023)
>>> Os pães de ouro da velhinha de Annamaria Gozzi pela Palavras projetos (2024)
>>> Ooobbaaaa! de pela Palavras projetos (2019)
>>> O Reciclador de Palavras de Barbara Parente pela Palavras projetos (2021)
>>> O gato que não parava de crescer de Fernando A. Pires pela Palavras projetos (2023)
>>> O dragão da Maldade e a Donzela Guerreira de Marco Haurélio pela Palavras projetos (2022)
>>> O almanaque de Lia de Luís Dill pela Palavras projetos (2022)
>>> No Museu de Susanna Mattiangeli pela Palavras projetos (2023)
>>> Nig-Nig de Andréia Vieira pela Palavras projetos (2023)
>>> Li M'in: uma criança de Chimel de Dante Rigoberta; Liano pela Palavras projetos (2018)
>>> Lábaro: O enigma da bandeira brasileira de Elifas Andreato pela Palavras projetos (2022)
>>> 80 Degraus de Luís Dill pela Palavras projetos (2018)
>>> Estamos Todas Bem de Ana Penyas pela Palavras projetos (2022)
>>> Duas asas de Cristina Bellemo pela Palavras projetos (2024)
>>> Divisão Azul: Um agente infiltrado de Fran Jaraba pela Palavras projetos (2021)
>>> Campos de concentração de Narcís Molins i Fábrega pela Palavras projetos (2023)
>>> Ave do Paraíso de Georgina martins pela Palavras projetos (2018)
COLUNAS

Quarta-feira, 24/10/2001
Notícias do fim-do-mundo
Daniela Sandler
+ de 8000 Acessos
+ 3 Comentário(s)

Os “vapores do antraz”

Casos de antraz estão virando rotina nos Estados Unidos – quem diria, país tão neurótico com relação a substâncias contaminantes que proíbe a entrada de queijos franceses cuja maturação seja inferior a 60 dias. É uma sensação engraçada, a de ver uma doença primitiva (praticamente erradicada dos países desenvolvidos, subsiste em cantões pobres como o Afeganistão) invadir silenciosamente um país asséptico.

Os esporos de antraz têm endereço e destinatário precisos, ao menos por enquanto – mídia, governo –, e é por isso talvez que a população não tenha entrado em pânico. Apesar dessa “localização específica” dos casos de antraz, a impressão é a de que a doença está penetrando no país como uma espécie de nuvem invisível, como aquele vaporzinho de desenho animado que permeia os ambientes sem que os personagens percebam – ou, se percebem, sem que possam reagir. Como deter um “vaporzinho”, afinal?

Sinal dessa impressão é a idéia que se espalhou por aqui de que o país estaria à mercê de um “bombardeio de antraz”. As pessoas começaram a temer uma chuva de esporos e a estocar antibióticos em casa. Especialistas não tardaram a tranqüilizar os norte-americanos: a idéia de uma pulverização de antraz sobre as ruas da cidade não procede. Os esporos seriam dispersos e destruídos ainda no ar – seria um desperdício de antraz. O problema estaria em espaços fechados, como teatros e cinemas.

De todo modo, com a notificação de novos casos de contato com os esporos se tornando cotidiana, o terror arrefece. Muito pozinho contaminado já foi achado sem que tanta morte tenha sido notificada – em boa parte porque há um estado de alerta para situações suspeitas. Antraz está ficando banal. Um professor universitário me disse não estar preocupado porque “antraz não é contagioso, não vai passar facilmente de uma pessoa para outra”. No supermercado, uma senhora declarou, enfática: “Não vou mudar minha vida, minha rotina. A gente vai vivendo. A gente tem de levar uma vida normal”. Um amigo, cientista político, deu o veredito: “Tem doença bem pior que antraz. O ruim seria se eles estivessem usando Ebola ou varíola...”

Pois é, esse é o ponto: o antraz parece estar sob controle, mas será ele a única arma que os terroristas islâmicos vão usar? Produtores e agrônomos estão tentando tomar precauções contra “agroterrorismo”. Plantações, criações de animais, abatedouros e frigoríficos são extremamente vulneráveis. De sua parte, epidemiologistas discutem a conveniência de desenvolver ou colocar à disposição do público vacinas para várias doenças. Quando esses especialistas começam a elaborar hipóteses – o que é necessário para que possam preparar suas defesas –, tenho vontade de mandá-los ficar quietos: estão dando idéias ao inimigo.

Pensar no pior, tentar ser advogado do diabo, pensar “como eles” – e o conflito entre sigilo estratégico e liberdade de imprensa. Tudo nebuloso, invisível e no escuro: assim como a nuvem silenciosa de antraz. É essa a sensação: o “mal” é pervasivo, disperso, sem corpo; o medo é generalizado, vago e preconceituoso. No país asséptico, já que não se podem deter esporos de antraz no setor de imigração, que sejam detidos os estrangeiros, os “outros”, os suspeitos, aqueles de cor escura ou de nome impronunciável. Brincadeira? Pois saibam que há uma moratória sobre vistos de estudante por no mínimo seis meses aqui nos EUA, já que alguns dos terroristas entraram no país com esse tipo de visto. Se eu tivesse atrasado a minha vinda para cá em três anos, não teria conseguido permissão para fazer meu doutorado aqui.

A importância da população universitária estrangeira, em especial na pós-graduação (ou seja, na pesquisa e produção de novo conhecimento), vem não apenas da grande quantidade de alunos como também da sua variedade e da possibilidade de intercâmbio entre os diversos conhecimentos e bagagens culturais. As instituições norte-americanas, em pensamento e na prática, têm se esforçado por estimular a abertura e a tolerância. Essas palavras não devem ser entendidas aqui no seu sentido raso, o do “pluralismo multicultural”, que já não significa muita coisa depois do politicamente correto.

A abertura a nacionalidades ou culturas diversas traz resultados concretos no avanço do conhecimento, não apenas por impedir a eterna replicação do mesmo, mas por infundir matéria-prima valiosa. Basta ver os experts convidados a falar, na tevê, sobre a nova guerra: boa parte deles vem do Oriente Médio. Não é só a área de humanidades que se beneficia. Por algum motivo curioso, algumas culturas demonstram aptidões especiais (digo “culturas” porque não quero sugerir determinismo biológico): indianos e romenos, por exemplo, são notórios por suas habilidades numéricas e estão presentes “em massa” nas ciências exatas.

Esse esforço de abertura e tolerância está sendo rapidamente consumido pelo vaporzinho invisível, pela “nuvem de antraz”. Isso sim, um desperdício.

Valeu a pena? Será que realmente aprendemos alguma coisa?

Essa pergunta é feita por Helen K., sobrevivente de Auschwitz, no depoimento que gravou em meados dos anos 80 para a série de testemunhos em vídeo feita pela Universidade de Yale (o projeto chama-se Fortunoff Archives). Helen estava pensando na indiferença do mundo em relação à tragédia do Cambódia, repetindo a indiferença em relação ao Holocausto.

É um espanto – um espanto de horror, horror, horror – que o ódio e a destrutividade tenham permeado uma sociedade com tanta intensidade. O espanto não é com o ódio ou o ato em si – assassinos e ladrões há por todo canto, sempre: gente que se acha no direito de violar as coisas, o corpo e a vida de outras pessoas. O espanto é com a dimensão: como a aberração virou norma social, apoiada tácita ou ativamente pela maioria e sancionada por mecanismos formais: as leis, a polícia, a política.

Peço ao leitor que releia o parágrafo acima, mas sem pensar nos nazistas. Peço que pense em nós; que pense naqueles que se vêem no direito de mandar envelopes com antraz ou aviões desgovernados; e também naqueles que se vêem no direito de jogar bombas e atar fogo a um país em ruínas, de mandar e desmandar em nações alheias para cavar poços de petróleo ou combater o comunismo; e na lista imensa de gente e ações desse tipo que se pode fazer revendo a história dos últimos cinqüenta e seis anos.

Será que realmente aprendemos alguma coisa?

Sobre universidades, em resposta ao Fabio

Nesta semana, meu colega de digestivo Fabio Danesi Rossi condenou a greve dos professores das universidades federais brasileiras, a alocação de recursos em geral para o ensino público e a qualidade do ensino superior no Brasil. Não vou responder nos termos específicos desta greve, mas de forma mais geral.

Creio que não se pode travar a discussão do ensino público superior no Brasil em termos dos problemas do ensino básico e médio. Essas instâncias não são excludentes (e, logicamente, como podem ser?). Há que se destinar mais verbas públicas às instituições dos ciclos básico e médio? Sim, sem dúvida. A disparidade entre essas instituições e as universidades públicas existe e inegavelmente agrava as diferenças sociais, políticas e econômicas do país. Tudo isso é verdade. Mas dizer que se devem estancar recursos para as universidades públicas por causa da falta de recursos para colégios e escolas é colocar a questão em termos antagonistas. Resolve-se um problema para criar outro. Em outras palavras: como pode o declínio do ensino superior ajudar na melhoria do ensino básico e médio?

Apesar de todos os problemas, defeitos, falhas e desvios inquestionáveis, as universidades públicas brasileiras ainda são – ainda que desigualmente – respeitáveis. Para estragar isso não custa muito. Assusta-me pensar que, antes mesmo que possamos construir um outro sistema, decente, para o ensino básico e médio, nos deparemos com a destruição/deterioração do ensino superior.

Não se pode jogar o bebê junto com a água da banheira. Há defeitos, mas isso não significa que o sistema esteja todo perdido. Estudei em universidade pública no Brasil, tive uma formação excelente – ainda que imperfeita – que, sinceramente, não me deixou nada a dever a meus colegas de Harvard ou Columbia. A maior parte dos meus professores era competente; muitos deles foram notáveis em seu talento e em sua dedicação aos alunos, à pesquisa e a projetos sociais; e alguns são decididamente brilhantes. O salário que essa gente ganha é uma vergonha. É uma vergonha em si, é uma vergonha comparado ao salário de professores de universidades particulares, é uma vergonha comparado ao salário de profissionais de outras atividades, é uma vergonha comparado à importância incomensurável (nos dois sentidos) de seu trabalho, é uma vergonha comparado ao custo de vida no Brasil, e é ainda mais vergonhoso comparado aos salários de universidades estrangeiras e até mesmo à minha modesta bolsa de doutorado.

A perversidade do nosso sistema educacional – que faz com que, de modo geral, o melhor ensino superior (o público) só seja acessível às camadas mais altas da sociedade, que puderam pagar ensino médio e básico privado – não pode ser corrigida com equações financeiras. Nesse ponto, a realocação de verbas se aproxima, curiosamente, de uma sugestão que pode ser considerada seu anátema ideológico: a “ação afirmativa” (esta, uma espécie de atadura...) . Medidas sociais mais profundas, demoradas e dolorosas que essas deveriam ser nosso ponto de discussão. Distribuição de renda, salários injustos, corrupção, políticos venais, opressão e carências sociais, violência – a lista é enorme e multifária. Para começar, e em consonância com o primeiro desses temas, por que não discutir a “taxação proporcional” do ensino público, pela qual as famílias com mais dinheiro pagam mais pela educação de seus filhos, ainda que na universidade pública? Afinal, como vejo aqui na América do Norte, universidade pública não significa universidade grátis (e vice-versa).


Daniela Sandler
Rochester, 24/10/2001

Quem leu este, também leu esse(s):
01. Píramo e Tisbe de Ricardo de Mattos
02. O Natal de Charles Dickens de Celso A. Uequed Pitol
03. Game of Thrones, Brasil e Ativismo Social de Guilherme Mendes Pereira
04. A guerra dos tronos de Gian Danton
05. Indignação, de Philip Roth de Rafael Rodrigues


Mais Daniela Sandler
Mais Acessadas de Daniela Sandler em 2001
01. O primeiro Show do Milhão a gente nunca esquece - 8/8/2001
02. Quiche e Thanksgiving - 21/11/2001
03. A língua da comida - 29/5/2001
04. Notícias do fim-do-mundo - 24/10/2001
05. Mas isso é arte??? - 29/8/2001


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
23/10/2001
00h00min
Concordo com o argumento de que nao adianta piorar a Universidade Publica para "melhorar" o ciclo basico. Num Pais com governantes como os nossos, piorar as Universidades Publicas, so se for para ganhar muito dinheiro nas particulares. No Rio de Janeiro a unica Universidade particular com qualidade parecida a das Federais eh a PUC. Que alias recebe muito dinheiro do MEC.
[Leia outros Comentários de Aridio Schiappacassa]
23/10/2001
00h00min
Gostaria de fazer um comentário sobre ensino público e privado: há um abismo gigantesco entre alunos da escola pública e privada, com claríssima vantagem para o segundo. Entra ano, sai ano e os alunos das escolas públicas vão tomando uma surra homérica dos alunos provenientes das escolas particulares. Aí ele chega a um curso preparatório para o vestibular: da até pena de ver... os alunos das escolas particulares humilham intelectualmente, óbvio... Aí então o governo teve uma "brilhante" idéia: ENEM. Agora sim, o abismo que havia entre esses dois alunos agora se transformou em um verdadeiro Grand Cannyon... Agora para um aluno proveniente da escola pública entrar em uma faculdade pública ficou IMPOSSÍVEL... Para não me alongar mais: sou totalmente a favor da reserva de vagas para alunos de escola pública, é só ver os estacionamentos da USP, por exemplo, parecem as concecionárias da Rua Europa, só carros importados... Será que eles fizeram escolinha vagabunda na periferia?????
[Leia outros Comentários de Adriano Silva]
26/10/2001
3. UFA!
00h00min
Daniela, eu te amo!!! (sem conotação sexual, tá?) Achei que era implicância minha com o Fábio, não consigo entender como uma pessoa que se supõe ter uma boa formação cultural e um acesso amplo a informação em geral, possa ter posições tão tacanhas e pequenas a respeito de assuntos tão importantes. Parece um "mauricinho" chateado com o papai, por não ter ganhado uma mercedes no aniversário, só um alfa romeo. Coisa de comunista, claro! Que outra explicação ele daria? Bem, mas ele não é o foco. Invejo imensamente, no bom sentido (tem?), a sua "paciência explicativa" para responder à coluna do dito cujo. Eu não tenho esse dom, acabo chutando o pau da barraca. Por isso fique quieta, como se não tivesse lido aquelas bobagens. A forma como você colocou, ficou até interessante voltar a ler o assunto, apesar de acabar irritada do mesmo jeito. Tenho um filho acabando a faculdade, na Federal de São Carlos, e ele tem a consciência de que, caso tudo seja privatizado, as irmãs (3) não terão a menor chance, e ele briga pelo que acredita. Apesar de não ser considerada como de baixa renda, nossa família não tem esses luxos de poder pagar o que qualquer um pedir. Tenho acompanhado a briga sobre o ensino, e fiquei mesmo irada com a (descom)postura do Fábio no texto. Preferia não ter lido, diminuiu a minha esperança de um mundo mais justo. Mas, em parte, você restabeleceu essa esperança. Beijos e mais beijos, Sonia.
[Leia outros Comentários de Sonia Pereira]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




Julieta
Anne Fortier
Sextante
(2010)



Barbie veerinária - junte o verso dos livros e tenha uma linda ilustração
Ciranda Cultural
Ciranda Cultural
(2013)



Ramses O Filho Da Luz
Christian Jacq
Bertrand Brasil
(1999)



German Grammar
Peter Meech
Harraps
(1988)



Dashiell Hammett - Uma Vida
Diane Johnson
Companhia das Letras
(1986)



A Cidade e As Serras
Eça de Queiroz
Ática
(2011)



Inquebravel - a Legião (lacrado)
Kami Garcia
Galera
(2014)



Revista de Letras - V. 37/38 - 1997/1998
Unesp
Unesp
(1998)



Coleção Vovô Felício 6 Livros
Vicente Guimarães
Companhia Brasileira



Sociologia. Introdução A Ciência Da Sociedade
Cristina Costa
Moderna
(2005)





busca | avançada
67107 visitas/dia
2,1 milhões/mês